VIDA ESCOLAR E PANDEMIA, COMO VAI A SUA SAÚDE MENTAL?

Eterna aprendiz

MAIS DO QUE UMA REFLEXÃO

Compreendo a dificuldade de ajudar os filhos nos afazeres escolares, principalmente nos dias de hoje, compreendo também que sempre tivemos dificuldades em todo o âmbito familiar.

Mas entendo também, que nossos filhos que ainda cursam ensino fundamental, são crianças que precisam de ajuda, da ajuda de vocês pais.

Professores e escola oferecem aprendizado. Pais, deram a vida e mostram o caminho.

Se pararem 20 minutos por dia com seu filho, 20 minutos que podem parecer longos para você, já estará plantando sementes em terras férteis para a saúde emocional do seu filho.

Olhe nos olhinhos deles, pelo menos por alguns minutos, 1 minuto que seja, olhe lá no fundo e diga um sincero sinto muito e que eles podem contar com você. Mas olhem, nem que seja por 30 segundos.

Ele se sentirá reconhecido, e saberá que mesmo diante tantas dificuldades, lá no fundo tem pais que os amam. O amor que vocês têm para dá, da forma que for, mas que seja amor.

Um olhar de 30 segundos nos olhos de seu filho, poderá livrá-lo das tempestades futuras. Que com certeza será muito mais difícil de enfrentar do que esses 20 minuto, além dos 30 segundos de olhar sincero.

Se não conseguir estar com seu filho 20 minutos, ofereça 10 min.
Em 10 minutos ele falará como foi o seu dia de criança e ainda consegue fazer alguma lição, que vezes 7 dias já são 70 minutos na semana de momentos só dele com você.

A vida é difícil para você, sim, você não é o único.

O momento da pandemia deixou mais complicado, sim!
Mas estamos tentando nos adaptar.
Quando voltarmos as aulas, não pare com os 20 min ou 10 min de atenção. Pois, esses momentos sem brigas, sem discussões, sem cobranças, sem raiva… Fortalecerá seus laços familiares e os tornarão pessoas melhores. E com certeza, você também ficará bem!

Pense nisso!

Por Selma Flavio – Terapeuta
Terapia Cognitivo-Comportamental / Constelação Familiar – Terapia Florais

Informações e agendamento


Meu pai me magoou muito a vida toda. Eu tenho que incluir?

Meu pai me magoou muito a vida toda. Eu tenho que incluir? Ele errou feio comigo.

Comentários Possíveis:

1) A vida não é o que você deseja; 

2) Vamos separar didaticamente o que chamamos de “Pai” do que chamamos de “Homem”? Fazer isso terá grandes efeitos psíquicos.

Pai é uma função. Essa função começa a existir quando o espermatozoide dele encontrou o óvulo de sua mãe. Já o Homem (que você chama de pai), ele existia bem antes de você.

 Seu pai é perfeito.

Bert fala que nossos pais são perfeitos e muita gente chia com essa sentença. O que Hellinger quer dizer é que no momento da concepção (ovo + esperma) deu tudo certo. Então, nessa perspectiva biológica, animal, natural, sapiens, você precisa admitir que eles (mãe e pai) são perfeitos. Você é a prova viva e respirante disso.

 Agora vamos falar do homem.

Na “era pré-esperma” quando você nem existia ainda, esse homem (futuro-seu-pai) já estava por aí sendo ele. Esse homem (que você chama de pai) tem o sistema ancestral dele e, possivelmente, o pai dele (seu avô) e o pai do pai dele (seu bisavô) foram daquele tipo de homem que chamamos de “mais seco” ou “duro”. Eles foram homens conforme seu grupo, seu tempo e seu contexto.

• Compreender ajuda.

Você não precisa amar esse pai e nem esse homem, mas compreender esse contexto pode lhe ajudar a sair de onde você está.

• E onde você está?

Você está no plano das ideias e precisa ir pro plano das realidades. Você construiu um pai-ideal na sua mente e esse pai-idealizado não bate quase nada com o pai-real (aquele homem “duro” e “seco”).

O pai (do seu gabarito) não corresponde ao homem que já existia antes de você. E por conta disso, porque você criou um pai na sua cabeça, você se acha no direito de reclamar e ficar ressentido.

• Pai-ciência.

Já pensou passar a vida inteira brigando com o cachorrinho porque ele não é um bode, ou brigar com o cactus porque ele não é uma orquídea? Já pensou passar a vida toda lutando com o pai-real porque ele não é o pai-ideal. Pai-ciência!!!

• Desiludir é ver o realzão e suportá-lo.

Sabe do que você precisa? De desilusões, de muitas desilusões. Tirar os véus, os ideais, as querências. Rasgar os gabaritos, quebrar as suas réguas, esquecer das suas medidas e renunciar a ter razão, razão e mais razão.

Aquele homem não tem que mudar porque você nasceu e o chama de pai. Você não é tão especial e poderoso assim.

• Ele é quem ele dá conta de ser.

Deixa assim.

Eu sei que o seu pai-ideal é mais doce e colorido, contudo ele não existe (tipo papai noel, coelhinho da páscoa e companhia). A grama do vizinho é sempre mais verde, o pai do vizinho é sempre mais pai. Essa é, contudo, uma lógica perversa e disfuncional. Por esse caminho que você escolheu ir só há espinhos.

• O adulto inocente é um infeliz.

Num mundo lotado de parques temáticos e esvaziado de livrarias, é bem mais fácil escolher ser Peter Pan e acreditar no mito do pai- ideal.

Fazendo desse jeito ele (o papai) será sempre o culpado, não é verdade? E você será sempre o inocente, ferido e magoado.

• Os inocentes não progridem.

Quem se vê como vitima aponta o dedo e julga o outro com extrema facilidade. Pessoas assim precisam do algoz pra justificarem seus fracassos e sua vida meia-boca.

Bert Hellinger diz que o perfeito não cresce. Quem se entende perfeito, não tem mais motivos.

• Ema ema ema, cada um com seu Sistema.

Larga disso. Ele não tem culpa, ele tem ancestrais. Você não tem culpa, você tem ancestrais, seus avós não têm culpa, eles têm ancestrais. Todos temos nossas dinâmicas antigas. Intercorrências que nos influenciam.

Todos erramos, todos somos incompetentes em muitos níveis. É humilde pensar assim. Se por hora você não consegue amá-lo ao menos compreenda-o.
Isso pode ajudar você.

Texto de Isabela Couto
Psicanalista



O PAI, A MÃE E O FILHO: O Reflexo de nossas vidas.

Três figuras essenciais para a Constelação Familiar. Todos nós já exercemos pelo menos um desses papéis na vida. Bravos corajosos exerceram dois. O que é o pai, a mãe e o filho no olhar da Constelação Familiar?

Hellinger diz que o nosso relacionamento com nossos pais refletem fortemente no nosso movimento na vida. A forma como nos relacionamos com eles é a forma que nos colocamos no mundo, e por isso este relacionamento é tão definidor.

Também como filhos, temos dificuldades de ver a real dimensão dos nossos pais: de que são homens e mulheres comuns, com problemas e dificuldades como todos os outros, inclusive como você.

O Pai

O pai é aquele que junto com a mãe, participa do primeiro círculo do amor.

Pois foi desse amor dos nossos pais que nascemos. É desse amor que o pai também participa.

O pai, como um homem bem comum pode ter um destino difícil. Como exemplo, a história de uma mulher que não aceitava seu pai. Este havia participado de um crime, e a mulher rejeitava o pai e todo o desdobramento negativo que advinha dessa situação.

O não aceitar o pai é como exigir de uma macieira que dê laranjas. É brigar com o que é a realidade. Este é um caminho que traz dificuldades. Sofrer é mais fácil do que resolver. Quando sofremos, nos iludimos que nós temos a razão, e por isso, outros deveriam mudar para acalmar nosso sofrimento.

Como ela não o aceitava, nem suas ações, ela brigava a vida inteira pelo pai ideal, sem olhar para o pai real. Em resumo, ela tinha dificuldade de separar o “pai” do “homem”. Isso resultou em dificuldades em relacionamentos afetivos e de sua prosperidade no trabalho.

O pai que nos impulsa para a vida.

A Mãe

A mãe é a nossa ligação com a vida, e com todos os mistérios que a rodeiam. Nossos primeiros movimentos em direção à ela representa nossa capacidade de tomar ativamente a vida, e esta simbologia marcará o resto de nossas vidas.

Através da amamentação, experimentamos nosso primeiro sucesso. Nós tomamos da mãe, de forma ativa, assim como devemos fazer em relação ao nosso processo de viver.

Por todos esses simbolismos,a forma como olhamos para nossa mãe é também um grande indicativo de como nos colocamos em nossa vida. Como diz Hellinger, “O sucesso tem a cara de nossa mãe”.

Ainda que a ela tenha sido reservado o papel tão grande de gerar a vida, nossa mãe é também uma mulher bem comum.

Nós, filhos, nos esquecemos disso com bastante facilidade, exigindo dela o comportamento de uma super heroína.

Olhar para ela, de uma forma real, com tudo que faz parte, é uma grande forma de perseverar na vida.

Nossa mãe e nosso sucesso estão no mesmo lugar.

E o ser filho?

Sabemos bem como ser filho até uns 9 ou 10 anos de idade. Depois disso, quando chega a adolescência, nossa busca por nos individualizar parece nos tirar do caminho e em algum momento, começamos a acreditar que podemos ser maiores que nossos pais.

Nesse movimento, julgamos nossos pais. Passamos a acreditar que temos melhores soluções do que as que eles nos oferecem. E também aqui nasce o deslocamento do nosso lugar na nossa família.

Esse é um dos movimentos mais vistos na Constelação: Filhos fora de seu lugar de filhos.

Nos movemos para o lugar dos parceiros ou até para o lugar dos pais dos nossos pais. Acreditamos que somos maiores. E pagamos um caro preço por isso, através de dificuldades em nossa vida.

A sugestão é: será que conseguimos cultivar novamente a sensação de sermos pequenos, em relação aos nossos pais? Olhar para eles e não sentir o impulso de concorrer, mas de apenas tê-los conosco, e a segurança que isso proporciona?

Diante de nossos pais, conseguir se um filho integral. E perceber o tanto que recebemos, e o quanto isso é bom.

Era assim que nos sentíamos quando crianças.

E esse é o nosso desafio para nosso amor maduro quanto adultos.

Bert Hellinger – Constelação Familiar

  • “O sucesso tem a cara de nossa mãe”.



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O amor do pai e a manifestação do masculino

Será que isto significa que o pai ama menos do que a mãe?

Para nós, não há nada mais longe da realidade do que essa afirmação. Neste ponto, a vida se mostra tão perfeita ao incluir um amor tão completo que surge a partir de dois seres diferentes.

A mãe nos permite experimentar o amor que acolhe. O pai permite experimentar o amor que te mostra o externo, que ensina sobre limites. Os dois são necessários, cada um da sua forma.

Vemos em nosso trabalho de forma frequente como o amor que vem do pai é incompreendido, principalmente nos dias de hoje.

É comum ver como os filhos, em geral, têm dificuldade de ver o amor que está presente na firmeza e ou dureza que por vezes recebem de seus pais.

Os filhos se perdem ao ver o que recebem através destes gestos que, em um primeiro olhar não conseguem interpretar. Eles não se apropriam da força que surge deste relacionamento tão singular.

Sem poder contar com a força do masculino que vem do pai, por julgarem profundamente esta outra forma de amor, acabam por sofrer as consequências disso na vida. 

Em última instância, quando julgam os pais, proíbem a si mesmo de usar as riquezas do masculino contidas em si.

Fonte IpêRoxo

É verdade que há uma fase na vida em que as pessoas precisam dizer não aos pais, mas é um não comportamental, de ação, não necessariamente de coração. É normal, em certo momento, que exista essa necessidade de se separar, de se diferenciar, de se fazer grande em relação aos pais. No entanto, se o filho diz com o coração aos seus pais: “Não, eu não tomo aquilo que vem de vocês porque não é o que eu mereço”, mesmo que vá para a Austrália continuará percebendo uma corda enorme que o amarra aos seus pais através da rejeição.

Mas se ele diz: “fico feliz que vocês e juntaram e me entregaram a vida e os agradeço e digo sim à vida que me deram e a aproveito, e em tudo de bom que vivo na minha vida os tenho presentes”, então os pais se sentem grandes e o filho se sente impulsionado à vida, e pode deixar os pais e seguir o seu próprio caminho, possuir a vida, fecundá-la, injetar os seus genes na torrente da vida, CRIAR, arriscar, viver.

E de vez em quando ele vai voltar para os seus pais e dirá de novo: “obrigado”.
A rejeição ata. O consentimento liberta, pois é amor.

Joan Garriga

“Eu não consigo aceitar meu pai.”

E os pais que nos foram difíceis?

“Eu não consigo aceitá-lo.”

Não aceitar ao pai é não aceitar a sua realidade, o que já compõe você. Nós como filhos, temos dificuldades de encarar os pais como os seres humanos que são. Imaginamos e esperamos deles coisas que atravessam o limite do justo e possível.

O pai, dentro do sistema familiar, tem o papel da ordem, da rigidez e da autoridade. No mundo, temos uma dificuldade de compreensão com esse papeis. Quando este assunto entra em nossa casa, na figura de um homem do qual esperamos somente o amor idealizado na nossa mente, o conflito se instala.

Um bom caminho de volta aos braços do pai é ver o que verdadeiramente o move. O Amor escondido em atos de humanidade. É dar a ele o tamanho devido, não imaginário.

Hellinger nos instrui a deixar com os pais o que pertence ao destino deles, com tudo o que faz parte e tudo que faz falta. É necessário reconhecê-los como pessoas normais e comuns e que vieram de seus próprios emaranhamentos.

Aqui talvez valha olhar para si próprio e as dificuldades que não conseguimos resolver. Se estamos neste caminho de vida, em algum momento podemos nos tornar pai e mãe, e carregaremos para esta experiência o que nos compõe hoje, com todas as dores e amores. Nossos pais estiveram nesta mesma posição, por vezes influenciados por algo que não conseguiram escapar.

De uma coisa temos certeza: O filho que se alinha ao pai, idependente do destino que lhe coube, é mais apto e leve para seguir adiante. Com o tempo as peças se ajustam e o nosso caminhar prospera com ele no coração.

Bert Hellinger diz:

“Somente na mão do pai a criança ganha um caminho para o mundo. As mães não podem fazê-lo. O amor dele não é cuidadoso nesta forma como é o amor da mãe. O Pai representa o espírito. Por isso o olhar do pai vai para a amplitude. Enquanto a mãe se move dentro de uma área limitada, o pai nos leva para além desses limites para uma amplitude diferente.”

 

 

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Selma Flávio – Terapeuta Sistêmica e Vibracional.
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Se sua mãe nunca te consolou


Se sua mãe nunca te consolou, provavelmente será difícil que encontre um verdadeiro consolo para o coração nas relações que estabeleças com outras pessoas. Teu trabalho será criar esse sentido de consolo para o coração dentro de si mesma.

Se sua mãe nunca se compadeceu de você, provavelmente terá pouca paciência com suas próprias falhas, assim como com as dos outros. Teu trabalho será observar a alguém que pratique a compaixão, e praticá-la você própria.

Se sua mãe silenciava sua própria criatividade, seu trabalho será dar voz a cada impulso criativo que se apresente. Pinta, escreve poesia, toca o tambor, cuida das plantas, cozinha e dança.

Se sua mãe desprezava ou rejeitava seu próprio corpo como mulher, seu trabalho é abraçar e honrar o teu corpo e a tua sexualidade.

Se se sentia abandonada por tua mãe pela razão que fosse, seu trabalho será escutar a teus próprios sentimentos e nunca abandonar a si mesma.

Para que possamos curar a profunda ferida da nossa natureza feminina, é importante que você aceite a sua mãe, compreendendo que talvez ela também tenha recebido pouco… e que você mesma se torne uma boa mãe – assumindo a tarefa de ser maternal consigo mesma.”

Maureen Murdock


 

Venha curar a dor do abandono, através da Constelação Familiar

 


 

Carta de Bert Hellinger ao Pai


Em homenagem aos pais, compartilho a carta de Bert Hellinger ao seu pai.

Bert com a Constelação Familiar nos mostra o quanto deveríamos estar conscientes do amor que cada qual tem para nos doar e, a necessidade humilde em receber.

Bert Hellinger mesmo sendo o criador da Constelação Familiar, ainda reconheceu a necessidade da aproximação – Reconhecer o pai é um ato de pertencimento e, pertencer é fazer parte do sistema familiar, sem se excluir e sem excluir, principalmente tomar o pai assim como ele é.

Percebendo que ainda tomava as dores da mãe, o julgamento afastava-o do pai, dessa forma tomando uma posição errônea em um amor distorcido.

Através das Constelações é possível deixar os assuntos dos pais com os pais e, a partir desse contexto assumir o seu lugar de filho. Tomando e aceitando o aprendizado. Essa carta é enriquecedora, espero que todos aproveitem ao máximo.

 

– A força do pai é imprescindível para o impulso da vida –

 

 

“Dedico este livro a meu pai Albert Hellinger (1895-1967), com uma carta:

Querido papai,

Por muito tempo eu não soube o que me faltava mais intimamente.

Por muito tempo, querido papai, você foi expulso de meu coração.

Por muito tempo você foi um companheiro de caminho para quem eu não olhava, porque fixava meu olhar em algo maior, como me imaginava.

De repente, você voltou a mim, como de muito longe, porque minha mulher Sophie o invocou.

Ela viu você, e você me falou por meio dela.

Quando penso o quanto me coloquei muitas vezes acima de você, quanto medo também eu tinha de você, porque muitas vezes você me batia e me causava dores, e quão longe eu o expulsei de meu coração e tive de expulsá-lo, porque minha mãe se colocava entre nós; somente agora percebo como fiquei vazio e solitário, e como que separado da vida plena.

Porém, agora você voltou, como que de muito longe, para minha vida, de modo amoroso e com distanciamento, sem interferir em minha vida.

Agora começo a entender que foi por você que, dia a dia, nossa sobrevivência era assegurada sem que percebêssemos em nosso íntimo quanto amor você derramava sobre nós, sempre igual, sempre visando o nosso bem-estar e, não obstante, como que excluído de nossos corações.

Algumas vezes lhe dissemos como você foi um pai fantástico para nós?

Você foi cercado de solidão e, não obstante, permaneceu solícito e amoroso a serviço de nossa vida e de nosso futuro.

Nós tomávamos isso como algo natural, sem jamais honrar o que isso exigia de você.

Agora me vêm lágrimas, querido papai.

Eu me inclino diante de sua grandeza e tomo você em meu coração.

Tanto tempo você esteve como que excluído do meu coração.

Tão vazio ele estava sem você.

Também agora você permanece amigavelmente a uma certa distância de mim, sem esperar de mim algo que tire algo de sua grandeza e dignidade.

Você permanece o grande como meu pai, e tomo você e tudo que recebi de você, como seu filho querido.

Querido papai,

Seu Toni (assim eu era chamado em casa).”

 

 


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