SE ESCOLHER AMAR UMA MULHER DESPERTA


Se escolher amar uma mulher desperta, entenda que estará entrando em um território novo, radical e exigente.
Se escolher amar uma mulher desperta não poderá continuar adormecido.
Se escolher amar uma mulher desperta cada parte da sua alma será despertada, não apenas seus órgãos sexuais, mas também seu coração. Mas, se pretende uma vida normal, siga com uma mulher normal.
Se deseja uma vida dócil, encontre uma mulher que decidiu ser submissa.
Se deseja apenas mergulhar o dedo do pé nas águas que correm de Shakti, mantenha-se com uma mulher correta, que ainda não mergulhou na fúria do oceano sagrado feminino. É fácil amar uma mulher que ainda não ativou seus poderes sagrados internos, porque ela nada exigirá.
Ela não te porá à prova.
Ela não exigirá que te tornes o mais alto Ser que podes ser.
Ela não acordará as partes esquecidas e anestesiadas do seu Espírito pedindo que se lembre que há mais possibilidades de vida do que isso.
Ela não vai olhar fundo em seus olhos cansados e enviar raios de Verdade através do seu corpo, balançando-o acordado e sacudindo seus desejos perdidos há muito dentro de você.
Se isso não for suficiente para você – se o seu coração, corpo e espírito anseiam pela “Outra Mulher” – então deve saber que está prestes a transformar a alma. Deve saber que está fazendo uma escolha séria com conseqüências cármicas. Pois, se decidir adentrar a aura e o corpo de uma mulher cujo fogo espiritual está queimando, então saiba que estas ansiando por certo nível de risco e perigo, com o propósito de crescer. Uma vez que começa a amar uma mulher dessa natureza você deve aceitar a responsabilidade.
Sua vida não será mais confortavelmente sonolenta o tempo todo. Sua vida não permitirá que fique preso aos velhos sulcos e rotinas estagnadas, pois ela – A Vida – assumirá radicalmente novo sabor e aroma.
Você será inflamado pela presença do selvagem feminino e irá sintonizar-se com o chamado Divino.
A escolha de ser sexualmente e amorosamente íntimo de uma mulher desperta, é para os homens que precisam de coragem para caminhar sem medo do desconhecido. Mas esse homem, vai colher recompensas além da compreensão da sua mente. Ela o levará a mundos desconhecidos de mistério e magia. Ela vai levá-lo hipnotizado e meio entorpecido de amor, às florestas selvagens do êxtase sensual e de admiração. Ela não vai fugir da sua “escuridão”, porque a sua escuridão não vai assustá-la. Ela falará palavras que a sua alma entende.
É um risco enorme amar uma mulher desperta, porque de repente não há um lugar para se esconder. Ela vê tudo, para que ela possa amar com profundidade. Amar uma mulher como essa é escolher começar a viver com a sua alma no fogo. Sua vida nunca mais será a mesma, uma vez que convidou essa energia para entrar.
Certifique-se, caso escolha amar uma mulher desperta de que escolheu por não passar o resto da vida olhando para trás sobre o seu ombro, tentando enxergar mais uma vez a visão turva de mistério feminino que desapareceu de sua vista. Pois ela te levará para as estrelas e galáxias distantes do céu…de onde ela veio.
Sophie Bashford

imagem google

 

Nossas dores, nossos amores


Ouvindo Ho’oponopono e pensando em  tantos suicídios, veio-me a inspiração, chamo atenção a reflexão desse texto. Inspirado pelo bem maior, que inspire também seus corações.

Nossas dores

O que nos resta, a não ser olhar para nós e percebermos que nossos filhos também adoecem, o que nos resta, se a dor é tão grande que nos anestesiamos na frenesia da vida. O que nos resta se não nos percebemos como doentes, delegando culpas mostrando o algoz. O que nos resta, se a vida não nos supre, e a verdade está longe demais para ser vista. Como é possível amar o próximo, se nem mesmo nos amamos.

Nos resta, a última gota de esperança, o ultimo raio de luz, o último suspiro. Basta uma oportunidade para mudar a história, descobrir que enquanto emaranhados em nossas dores, não iremos perceber o outro. Julgaremos nossos filhos, nossos pais, nossos irmãos, nossos amigos. Cobraremos de Deus o que não nos foi dado, o que não foi procurado por nós. Sentaremos na posição de mártir e choraremos a nossa dor. Choraremos a dor que não pode ser vista, precisamos procurar ajuda, procura dimensão além de nossos olhos, buscar o mínimo de movimento a vida. Só então, começaremos a curar nossos filhos.


Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata!

Selma D. Flávio – Terapeuta Sistêmica e Vibracional


Jin Shin Jyutsu – Um toque de cura

imagem pixabel

Nosso mundo atualmente nos leva a extremas tensões e stress afetando o funcionamento do nosso organismo e da vida em geral, causando disfunções físicas, mentais e emocionais.

Jin Shin Jyutsu é uma arte de harmonização do corpo, da mente e do espírito através de toques com as mãos em combinações de 26 pontos do corpo onde a energia vital se concentra, trazendo bem estar, vitalidade, dissolvendo o stress e estimulando a capacidade  natural de regeneração do corpo e expansão da consciência e promovendo o relaxamento profundo e reduzindo os efeitos do stress, fator desencadeante de muitas doenças do homem moderno.

1 – EXERCÍCIO RESPIRATÓRIO QUE DEVOLVE O EQUILÍBRIO AO TODO INTEGRADO:Comece contanto as expirações. ( Um, expire e inspire. Dois, expire e inspire. Três expire e inspire. E assim por diante). Conte até completar trinta e seis respirações. Se por acaso perder a contagem. Comece novamente. Respire naturalmente. Com o tempo, sua respiração se tornará automaticamente mais profunda e rítmica.

2 – SEGURE COM UMA DAS MÃOS OS DEDOS DA OUTRA MÃO –Nossas Mãos vão recarregar nossa Bateria (Conexão), sendo segure o dedo ao sentir pulsar, deixe agir durante 3 minutos assim então poderá trocar o dedo.

3 – FLUXO DE ENERGIA – Coloque a palma ou os dedos da mão direita no topo da cabeça durante todo o exercício, no final você a deslocará para a base da coluna. Apenas toque com a palma ou os dedos da mão esquerda nas área indicadas por alguns minutos ou até sentir uma leve pulsação rítmica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MÃO DIREITA MÃO ESQUERDA POTENCIALIDADE
Cabeça-Coronário Entre as sobrancelhas Energização profunda do corpo, intuição, stress mental
Cabeça-Coronário Ponta do nariz Revitaliza funções reprodutoras, energização
Cabeça-Coronário Coração Contato criança interior, atuando nos pulmões, cintura pélvica e quadris
Cabeça-Coronário Plexo solar Revitaliza energia da fonte de vida trazendo a

alegria de viver.

Cabeça-Coronário Superior do osso púbis Revitaliza todo o aparelho ósseo, principalmente a coluna
Cóccix-Básico Superior do osso púbis Vitalidade e rejuvenescimento, circulação pernas e dos pés.

BOA PRÁTICA!!!!

 

 

fonte pontoholistico


 

“Constelação Familiar” ajuda a humanizar práticas de conciliação no Judiciário

 

Projeto Constelar e Conciliar, no Núcleo Bandeirante (DF) Foto: Lucas Castor/Agência CNJ

Pelo menos 11 estados (Goiás, São Paulo, Rondônia, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Alagoas e Amapá) e o Distrito Federal já utilizam a dinâmica da “Constelação Familiar” para ajudar a solucionar conflitos na Justiça brasileira. A medida está em conformidade com a Resolução CNJ n. 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estimula práticas que proporcionam tratamento adequado dos conflitos de interesse do Poder Judiciário. A técnica vem sendo utilizada como reforço antes das tentativas de conciliação em vários estados.

A intenção da utilização da técnica criada pelo psicólogo alemão Bert Hellinger no Judiciário é buscar esclarecer para as partes o que há por trás do conflito que gerou o processo judicial. Os conflitos levados para uma sessão de constelação, em geral, versam sobre questões de origem familiar, como violência doméstica, endividamento, guarda de filhos, divórcios litigiosos, inventário, adoção e abandono. Um terapeuta especializado comanda a sessão de constelação. Na capital federal, a técnica vem sendo aplicada dias antes das tentativas de acordo em seis unidades do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), como no Centro de Conciliação e Solução de Conflitos (Cejusc) Superendividados, onde a servidora aposentada Heloísa (nome fictício), 65 anos, foi encaminhada há um ano, para saldar uma dívida que superava seu patrimônio.

Repetição de histórias – Heloísa revela que a constelação foi fundamental para que pudesse identificar onde estava o problema familiar, que fazia com que ela repetisse os padrões de seu pai: quando estava bem financeiramente, arrumava um jeito de entrar no vermelho e contrair mais dívidas. Ela participou de três constelações e hoje já está com quase 60% da dívida paga.

Outras experiências – Na Vara Cível, de Família, Órfãos e Sucessões do Núcleo Bandeirante (DF) a técnica foi aplicada em cerca de 52 processos, desde março, alcançando índice de acordos de 86%, com a participação das duas partes na dinâmica. Nas unidades judiciárias que fazem parte do Projeto Constelar e Conciliar do órgão, as sessões acontecem, em geral, uma semana antes das audiências de conciliação. A juíza Magáli Dallape Gomes, umas das supervisoras do projeto, explica que antes de encaminhar os casos para a sessão de constelação, seleciona processos com temáticas semelhantes e que não obtiveram êxito em conciliações anteriores.

“Depois de participarem da constelação, as partes ficam mais dispostas a chegar a um acordo. Isso é fato. A abordagem, além de humanizar a Justiça, dá novo ânimo para a busca de uma solução que seja benéfica aos envolvidos. Quem faz, percebe uma mudança em sua vida”, disse. Para realizar as constelações, o TJDFT conta com servidores do Cejusc e voluntários, como a servidora Adhara Campos, especialista e facilitadora das constelações.

Reaproximação familiar – Na Vara de Infância e Juventude de Brasília, no ano passado, houve oito atendimentos com adolescentes em situação de acolhimento. Segundo Adhara Campos, os constelados que estavam afastados da família conseguiram uma sensível melhora na relação entre eles. “A constelação ajudou a amenizar o conflito deles com as famílias adotivas e, em outras situações, ajudou na reaproximação com os pais biológicos. Também foram percebidas mudanças positivas dos jovens no trato com as cuidadoras”, revelou a servidora.

Um dos primeiros a trazer a prática para o Judiciário, o juiz Sami Storch, da 2ª Vara de Família de Itabuna/BA, afirmou ter conseguido um índice de 100% de acordos em conflitos familiares ao utilizar a técnica antes das audiências de conciliação. Na época, em 2012, a técnica foi aplicada aos cidadãos do município de Castro Alves, a 191 quilômetros de Salvador. Das 90 audiências nas quais pelo menos uma das partes participou da vivência de constelações, o índice de conciliação foi de 91%. Nos processos em que ambas as partes participaram da vivência de constelações, o resultado foi 100% positivo.

“Já nas simples audiências de conciliação, sem constelação, o índice foi de 73%”, comparou. Segundo ele, o próximo passo, em Itabuna, será a constelação em processos de inventário. “Eles costumam ser processos demorados, que têm carga emocional envolvida de vários entes familiares. A técnica já foi aplicada em alguns processos e conseguiu reaproximar herdeiros. Deveremos incluir mais esse tema”, afirmou o magistrado.

Prática premiada – Em Goiás, o Projeto Mediação Familiar, do 3º Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania da comarca de Goiânia, rendeu para o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) o primeiro lugar no V Prêmio Conciliar é Legal, promovido pelo CNJ. A novidade apresentada no projeto era exatamente a utilização da técnica da constelação nas sessões de mediação. De acordo com o juiz Paulo César Alves das Neves, coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do tribunal e idealizador do projeto, o índice de solução de conflitos com auxílio da técnica é de aproximadamente 94% das demandas.

Política Pública – Mediação e conciliação são métodos voluntários de solução de disputa, no qual uma terceira pessoa conduz a negociação de maneira neutra, sem poder de decisão. Em geral, a mediação trata de ações complexas, de relação continuada, como conflitos familiares ou criminais. Já a conciliação é um processo consensual breve, que serve para resolver questões mais simples, pontuais, como dívidas.

Em 2010, o CNJ criou a Política Pública Nacional no âmbito do Judiciário (Resolução CNJ n. 125/2010), a fim de estabelecer um tratamento adequado para resolução de conflitos de forma não litigiosa. Cinco anos depois, a solução consensual de conflitos foi incluída no Código de Processo Civil (novo CPC), que tornou a conciliação etapa processual obrigatória. No mesmo ano, foi aprovada a chamada Lei da Mediação, disciplinando a técnica como forma de solução de conflitos.

No Distrito Federal, quem tem uma ação tramitando em alguma das seguintes unidades judiciárias (1ª Vara Criminal; Superendividados; Cejusc Brasília e Taguatinga; Vara cível, órfão e sucessões do Núcleo Bandeirante e Vara da Infância e Juventude) pode solicitar uma sessão de constelação por meio do e-mail cursos.nupemec@tjdft.jus.br, no “Projeto Constelar e Conciliar”. O processo será analisado e, sendo possível, inscrito no projeto. A constelação tem duração de aproximadamente duas horas.

Regina Bandeira
Agência CNJ de Notícias

 

Fonte  CNJ JUS

 


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do emaranhado familiar, levando luz e trazendo novas soluções para a problemática pessoal
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A RELAÇÃO DE CASAL


 

A RELAÇÃO DE CASAL SEGUNDO BERT HELLINGER, O CRIADOR DAS CONSTELAÇÕES FAMILIARES.

 

“Se o homem pudesse desenvolver em si o feminino e possuí-lo, não precisaria da mulher. E se a mulher pudesse desenvolver em si o masculino e possuí-lo, não precisaria do homem. Por isto, muitos homens e mulheres que desenvolvem em si as características do outro sexo frequentemente vivem sós.
Eles se bastam.”
Para Hellinger, esta confusão entre o masculino e o feminino, que leva os cônjuges a uma inversão de lugares no casamento, é uma das grandes causas do fracasso nos relacionamentos. As constelações familiares buscam deixar claro para o casal, qual o lugar e a função de cada um, para que possam, através de amor e da ordem, crescer e evoluir a partir do relacionamento.

A GRANDEZA DE UM RELACIONAMENTO

“O relacionamento de casal é o que existe de maior e mais importante. Todos nós viemos de uma relação de casal. Através dela a vida é passada adiante, aliás, é a condição para que a vida seja passada adiante. Por isso, na relação de casal estamos mais profundamente conectados com aquilo que leva o mundo adiante e o dirige. Essa força atua na relação de casal de forma especial, pois nela estamos conectados com essa força.”

 “Quando alguém para no caminho e não quer avançar, o problema não está no saber. Ele busca segurança quando é preciso coragem e quer liberdade quando o certo não lhe deixa escolha. Assim, fica dando voltas.

 

O mestre, porém, não sede ao pretexto e à aparência. Busca o próprio centro e, recolhido nele, espera por uma palavra eficaz que o alcance, como alguém que abre as velas e aguarda pelo vento”.
Bert Hellinger – “No Centro Sentimos Leveza”.


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A equivalência é o que faz um relacionamento dar certo


Bert Hellinger, trouxe para o mundo o conceito das Ordens do Amor, leis que para ele são tão arcaicas como nós mesmos e que são Leis da vida que regem os relacionamentos humanos, em todos os seus níveis.

Quando ele fala sobre o tema do RELACIONAMENTO DE CASAIS, cita vários pontos onde podemos nos emaranhar e colocar o risco nossas relações, sendo que, entre elas, talvez a mais comum e mais perigosa é a postura de esperarmos, cobrarmos ou exigirmos de nosso parceiro aquilo que não recebemos (ou não aceitamos receber) de nossos pais.

Quando fazemos isso, saímos do lugar de pessoa equivalente (pessoa diferente, mas tão importante quanto) e nos colocamos em situação inferior ou superior ao nosso parceiro. Se estamos no lugar da cobrança, estamos tentando transformar nosso parceiro em PAI ou MÃE e nós nos transformamos em CRIANÇAS. Se vamos para o lugar daquele que quer oferecer o que o outro exige, transformamos nosso parceiro em FILHO/A e nós mesmos vamos para o lugar de PAI ou MÃE. Em ambos os casos, para Hellinger, há uma quebra de uma lei e o relacionamento perde suas chances de dar certo e levar ambos a um outro lugar, o do crescimento de um através do outro.

Este belíssimo texto de Bert, ilustra bem esses princípios:

“As ordens do amor entre o homem e a mulher são diferentes das ordens do amor entre pais e filhos. Por isso a relação do casal sofre abalo e fica perturbada quando o casal transfere irrefletidamente para ela (a relação) as ordens do relacionamento entre pais e filhos.

Se, por exemplo, numa relação de casal, um parceiro busca no outro um amor incondicional, como uma criança busca em seus pais, ele espera receber do outro a mesma segurança que os pais dão a seus filhos. Isso provoca uma crise na relação, fazendo com que aquele de quem se esperou demais se retraia ou se afaste.

E com razão! Pois ao se transferir para a relação de casal uma ordem própria da infância, comete-se uma injustiça para com o parceiro. Quando, por exemplo, um dos parceiros diz ao outro: “Sem você não posso viver” ou: “Se você for embora eu me mato”, o outro precisa se afastar, pois tal exigência entre adultos no mesmo nível hierárquico é inadmissível e intolerável.

Já uma criança pode dizer algo assim a seus pais, porque sem eles realmente não pode viver.Inversamente, se o homem ou a mulher se comporta como se fosse autorizado a educar o parceiro e tivesse a necessidade de fazê-lo, arroga-se, em relação a alguém que lhe é equiparado, direitos semelhantes ao dos pais em relação aos filhos.

Neste caso, frequentemente o parceiro se esquiva à pressão e busca alívio e compensação fora do relacionamento.Portanto, faz parte das ordens do amor na relação entre o homem e a mulher que ambos se reconheçam como iguais. Qualquer tentativa de colocar-se diante do parceiro numa atitude de superioridade, própria dos pais, ou de dependência, característica da criança, restringe o fluxo do amor entre o casal e coloca em perigo a relação.”

Trecho extraído da Obra de Hellinger, O amor do Espírito.

 

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Faça a oração da Páscoa nesta semana Santa


Nesta semana comemoramos a Páscoa. O nome Páscoa vem da palavra hebraica pessach (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu, marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida.

 

Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria. Antigamente no hemisfério norte, a celebração da Páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera, tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.

De todos os símbolos, o ovo de Páscoa é o mais esperado pelas crianças. Em muitas culturas, o ovo trazia a ideia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.

Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos. A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.

Outro símbolo da Páscoa é o coelho, que é um mamífero roedor e passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pelo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar. Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de Cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

A simbologia do pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo, ao instituir a Eucaristia, se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre as pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.O Girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.

O girassol, como símbolo da Páscoa, representa a busca da luz que é Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida. Hoje, comemoramos a Páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.

O bolo em forma de “pomba da paz” significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.

O Sino é um símbolo da Páscoa. No domingo de Páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de Cristo.Muitas Simbologias e Energias que marcam a passagem da Páscoa.Para fortalecer esta época de Renascimento, segue abaixo uma oração:

Oração de Páscoa
Páscoa significa renascimento, renascer. Desejo que neste dia, em que nós cristãos, comemoramos o seu renascimento para a vida eterna, possamos renascer também em nossos corações.

Que neste momento tão especial de reflexão possamos lembrar-nos daqueles que estão aflitos e sem esperanças. Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida é um eterno ressurgir.

Não nos deixe esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho, tu estás conosco em nossos corações, porque mesmo que já tenhamos esquecido de ti, você jamais o faz. Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade, que muitas e muitas vezes esquece-se disso.

Esquecem de ti e do teu sacrifício
Quando agridem seu irmão,
Quando ignoram aqueles que passam fome,
Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação,
Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo,
Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso, um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor.
Jesus,
Conceda-me a graça de ser menos egoísta, e mais solidário para com aqueles que precisam.
Que jamais se esqueça de ti e de que sempre estarás comigo não importa quão difícil seja meu caminhar.
Obrigado Senhor,
Pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter.
Por minha vida e por minha alma imortal.
Obrigado Senhor!
Amém.
(Autoria desconhecida)