Liberando a dor do feminino

Oração de liberação da dor ancestral da linhagem feminina

Amadas mães, avós e irmãs…

Hoje e para sempre
Soltamos as recordações dolorosas que nos unem àqueles atos, pensamentos e sentimentos presentes na nossa linhagem feminina, onde está envolvida a linhagem masculina em seus piores aspectos.
Pelos maus tratos à nossa Essência Feminina em palavras, atos, pensamentos e sentimentos.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Onde a obrigação estava acima do amor
Onde a indiferença era aceita como algo “lógico” pelas nossas tarefas cotidianas.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Quando o descanso quase não existia, pois nosso ritmo de trabalho era muito além do nascer e do pôr do sol.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Quando o amor do homem para a nossa Essência Feminina era um ato para sua satisfação pessoal, esquecendo nossos sentimentos profundos de amor, nossa entrega cotidiana, nosso amor em silêncio apesar da desvalorização, a indiferença e a falta de amor.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Pelas memórias ancestrais de toda a nossa linhagem feminina familiar e mais além dela.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Pela cura total, pela liberação total de toda ferida de ontem e de hoje.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Hoje e para sempre nos perdoamos, nos amamos no respeito absoluto da nossa Essência Divina Feminina, para ser fonte viva de amor ilimitado.
Curando todo ressentimento.
Perdoando cada ferida recebida.
Amando a todos por igual.
Eu sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Renascemos em nós mesmas em nossa nova Linhagem Divina Feminina onde a paz, o amor, a compaixão e a misericórdia como laços de cura unem o separado, cicatrizam o machucado, soltam o rancor e a ira.
Renasce em equilíbrio perfeito onde o Feminino e o Masculino são livres, sãos e complementares.
Amantes do Amor Ilimitado.
Assim é, assim está feito.

Tradução de Oración de liberación del dolor ancestral del linaje feminino


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Avó Materna

A avó materna é chave para entender a transferência de informações e programas que carregamos inconscientemente durante toda vida.
Quando nossas avós estavam grávidas de nossas mães, o feto em formação já carregava os dois ovários que continham os óvulos com os quais ela iria se desenvolver. Um destes óvulos tem seu nome.

Este pequeno óvulo que está nos ovários de sua mãe, dentro do ventre de sua avó, recebe todos os impactos emocionais que esta senhora vivencia.
Nossas mães, como feto, e nós, como óvulos, estamos sujeitos a toda sorte de experiências traumáticas vividas por nossas avós maternas.
Esta é a essência do processo de transferência de informações.
Estes impactos emocionais estão relacionados à forma como foram vividas estas experiências, ex: se era o momento adequado de ter filhos, se a gravidez foi desejada, se sentia-se protegida por seu marido, se havia suspeita de traição, se havia ninho (território), se haviam suficientes recursos financeiros, se as condições de saúde eram as adequadas, etc.

É importante ressaltar que as experiências em si mesmo são neutras apesar de sua carga de dramaticidade. O que é decisivo neste caso é a forma como cada um vê e experimenta cada circunstância.

Ex.: se eu acho que estou sendo traído, meu inconsciente não quer saber se é verdade ou não, vive como real e ponto. Se meu marido passa o dia todo trabalhando eu posso viver esta situação como desproteção ou mesmo abandono.
Que necessidades biológicas não estavam cobertas pela avó no sentido de sobrevivência, proteção, valorização pessoal e de relacionamentos interpessoais?

Todas estas informações e muitas outras ficam gravadas em forma de engramas em cada célula do feto, das quais uma é você. É conhecido como memória celular.
Algumas vezes escutamos falar que a genética salta uma geração, aí está a explicação.

E por que a avó e não o avô?
Porque os espermatozóides se renovam a cada dia, ao contrário dos óvulos que permanecem os mesmos durante toda a vida adulta. Além disso, os óvulos carregam um tipo de informação que não está presente nos espermatozóides, o DNA mitocondrial.

E você, o que sabe da sua avó materna?”

Carlos Veiga Jr. 


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