– Famosos falam sobre a Constelação Familiar

Muitos famosos buscam entender melhor essa prática terapêutica que vem ganhando espaço na mídia e nas conversas do dia a dia. A constelação familiar é uma abordagem terapêutica que visa explorar os relacionamentos e dinâmicas familiares, muitas vezes identificando padrões e questões não resolvidas que afetam a vida presente. Por meio de representações visuais e dinâmicas interativas, os participantes podem ganhar insights sobre os laços familiares e encontrar maneiras de promover a cura e a harmonia dentro do contexto familiar. Essa técnica pode ser utilizada para abordar uma ampla gama de desafios, desde conflitos e traumas familiares até questões de relacionamento e identidade. À medida que mais figuras públicas compartilham suas experiências com a constelação familiar, o interesse e a busca por informações sobre essa prática terapêutica continuam a crescer.

O Que é Constelação Familiar?

Constelação familiar é uma abordagem terapêutica desenvolvida pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger. A técnica busca identificar e resolver conflitos emocionais que são transmitidos de geração em geração dentro de uma família. Hellinger percebeu que muitos problemas emocionais e comportamentais têm raízes em dinâmicas familiares inconscientes, que influenciam a vida dos indivíduos de maneiras profundas e, muitas vezes, imperceptíveis.

Como Funciona a Constelação Familiar?

Durante uma sessão de constelação familiar, o cliente é convidado a escolher representantes para si mesmo e para membros da sua família, que podem ser interpretados por outras pessoas presentes na sessão ou por objetos. Esses representantes são posicionados no espaço de acordo com a percepção do cliente sobre as relações familiares. A partir daí, o terapeuta observa as dinâmicas que surgem e orienta o cliente a encontrar soluções e novas perspectivas para os problemas apresentados.

Benefícios da Constelação Familiar

A constelação familiar pode trazer diversos benefícios, incluindo:

  • Resolução de Conflitos: Ajuda a resolver conflitos familiares, tanto os atuais quanto os que vêm de gerações passadas.
  • Autoconhecimento: Proporciona uma maior compreensão das próprias emoções e comportamentos.
  • Liberação de Padrões Negativos: Contribui para a liberação de padrões comportamentais negativos que foram herdados.
  • Melhora nas Relações: Facilita a melhora das relações interpessoais, tanto dentro quanto fora da família.
Se você está interessado em explorar mais sobre a constelação familiar, posso guiá-lo nesse processo. A constelação familiar é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e cura emocional que pode transformar profundamente a maneira como você se relaciona com sua história familiar e com o mundo ao seu redor.

Fique atento às próximas postagens para mais informações e reflexões sobre terapias e práticas de bem-estar!

Informações pelo WhatsApp (11)973873144


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C0NE HINDU, tratando ouvido, garganta e dores em geral

O Cone Hindu, também conhecido como Cone Chinês, é uma técnica milenar de medicina natural originada há 3.000 a.C. na Índia. Utilizando cones feitos de algodão, cera de abelha, óleos essenciais e ervas medicinais, a técnica visa equilibrar a energia do corpo, especialmente na região do ouvido, chakras e pontos de acupuntura.

Principais benefícios incluem ativação da circulação sanguínea nos ouvidos, aumento da atenção e intuição, melhora de sintomas físicos decorrentes de desequilíbrios energéticos, desobstrução do ouvido, nariz e garganta, elevação do padrão vibratório, fortalecimento do sistema imunológico, alinhamento dos chakras e purificação da energia.

Indicações abrangem problemas otorrinolaringológicos como insônia, enxaquecas, ansiedade, perda de audição, zumbido, sinusite, rinite, otite e labirintite. Contudo, há contraindicações, como cirurgia recente no ouvido, tímpano rompido não cicatrizado e crise de labirintite ativa.

É importante ressaltar que o Cone Hindu não remove a cera do ouvido, mas pode ajudar a limpar o excesso. Cones adquiridos online podem não garantir a mesma qualidade e segurança proporcionadas em clínicas especializadas. As sessões, que duram 30 a 60 minutos, devem ser conduzidas por profissionais qualificados para evitar queimaduras e garantir a eficácia da terapia.

Em casa, sem acompanhamento profissional, o uso do Cone Hindu não é recomendado. Certifique-se de procurar um profissional habilitado para realizar a técnica de forma segura e eficaz.

Assista ao vídeo e entenda mais.


– A depressão

O reconhecimento das ordens do amor de Bert Hellinger

Olhar para os pais e dizer: Eu sou o filho certo para você e vocês são os pais certos para mim e eu os liberto de toda a expectativa, e exigências que superam o que se pode esperar de uma mulher comum e de um homem comum. Recebi suficientemente e já basta. Obrigado(a).
Bert Hellinger


A expressão “os pais dão o que têm” sugere que os pais oferecem aos filhos aquilo que possuem em termos de recursos emocionais, psicológicos, materiais e experiências de vida. Essa afirmação reflete a ideia de que a capacidade dos pais de prover apoio, orientação e cuidado está intrinsecamente ligada às suas próprias vivências, habilidades e recursos disponíveis.

Em um sentido emocional e psicológico, os pais podem transmitir aos filhos aquilo que aprenderam ao longo de suas vidas, incluindo valores, crenças e padrões de comportamento. Se os pais têm uma compreensão saudável e equilibrada das relações interpessoais, é mais provável que transmitam esses princípios aos filhos. Da mesma forma, se os pais enfrentaram desafios emocionais, podem inadvertidamente influenciar seus filhos de maneiras específicas.

No âmbito material, os pais fornecem suporte financeiro, educação e condições de vida com base em suas possibilidades econômicas. A situação financeira da família pode impactar significativamente o acesso dos filhos a oportunidades educacionais, culturais e sociais.

Essa expressão também ressalta que os pais são seres humanos com suas próprias limitações, experiências e imperfeições. Por vezes, as falhas e desafios enfrentados pelos pais podem se refletir na forma como criam e apoiam seus filhos. Reconhecer essa realidade pode contribuir para uma compreensão mais compassiva das dinâmicas familiares.

Entender que “os pais dão o que têm” não significa desculpar comportamentos prejudiciais ou negligentes. Pelo contrário, destaca a importância de reconhecer as limitações dos pais, fomentando um ambiente de compreensão e, se necessário, buscando apoio adicional para promover o bem-estar da família.

Por Selma Flavio, Especialista em Saúde Mental e Relações Familiares.



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– Desvendando as Trevas da Depressão: Uma Jornada de Luz e Libertação

Por Selma Flavio

A depressão é uma aflição silenciosa que aflige a alma, envolvendo-a em um manto de tristeza, angústia e desesperança. Esta dor não pode ser vista, tocada ou facilmente nomeada, mas é uma realidade que está presente, oculta nas profundezas de quem a enfrenta. Ela se infiltra sorrateiramente, como uma voz sussurrando ao ouvido, uma sombra que paira e um medo sem razão aparente. Os sintomas muitas vezes demoram a ser percebidos, afetando pessoas de todas as idades, desde crianças até idosos. Quando finalmente reconhecida, a depressão já pode ter se instalado e começado a corroer tanto a saúde física quanto a mental do indivíduo. Algumas pessoas tentam anestesiar essa dor com álcool, drogas, festas ou jogos, buscando uma maneira de fugir do vazio que as consome, enquanto outras se afundam cada vez mais na melancolia.

“Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua ‘raridade’ como a flor mais preciosa da tua árvore.”
 – Bert Hellinger

O que muitos não percebem é que esse vazio faz parte de um sistema familiar mais amplo, sendo, na verdade, um sintoma desse sistema. Essa escuridão, frieza e sensação de vazio são como uma assombração que arrepia a pele, acionada por gatilhos – lembranças conscientes ou não, algo que nos leva de volta a um momento doloroso. A depressão enfraquece gradualmente o corpo, drena as energias e deixa pouco espaço para escapar desse redemoinho de sombras.

Infelizmente, ainda existem aqueles que consideram a depressão como frescura, sem compreender sua natureza séria e a necessidade de cuidados adequados. Precisamos urgentemente de uma nova perspectiva, para que as pessoas não se afundem nas areias movediças dessa doença. Podemos chamá-la de trevas, da escuridão da alma, mas como podemos trazer luz a essa escuridão? É um desafio complexo, mas, na maioria das vezes, a resposta está intrinsecamente ligada a questões não resolvidas em nossas vidas, como perdas de entes queridos, abortos espontâneos, natimortos e outras experiências dolorosas. Esses eventos se entrelaçam nas histórias familiares e muitas vezes se repetem, como se a vida tentasse reescrever uma narrativa incompleta.

A Jornada da Cura

Para iniciar o processo de libertação, é crucial compreender por que nos identificamos com essa escuridão, quem ou o que estamos realmente observando quando olhamos para dentro de nós mesmos. É uma jornada que exige humildade, a capacidade de reconhecer que aquilo que carregamos não nos pertence. Precisamos compreender que somos pequenos diante de nossos pais, que eles são os guardiões de suas próprias histórias e que não cabe a nós julgarmos. Somente através da humildade podemos entender que a vida soprou em nossas narinas porque nossos pais existiram antes de nós, e foi necessário um momento de desarmamento para que pudéssemos nascer. Não somos superiores a eles, não temos o poder de carregar o fardo do passado em seus lugares. Uma alma arrogante acredita que pode, mas isso apenas a levará à doença.

A frase bíblica “deixe que os mortos enterrem seus mortos” nos alerta sobre a importância de permitir que os mortos descansem em paz. A depressão muitas vezes está ligada à tentativa de cuidar das feridas do passado da família. Portanto, é fundamental encontrar a coragem e a humildade para deixá-los seguir seu próprio caminho e liberar essas amarras.

Concluindo

A jornada de libertação da depressão é uma busca pela luz na escuridão da alma. Ela começa com a compreensão de que não somos os guardiões das dores e traumas de nossa família, mas sim pequenos participantes em uma história maior. A humildade é a chave para a libertação, pois nos permite deixar ir o que não nos pertence e encontrar paz ao invés de carregar um fardo que não é nosso.

Portanto, é hora de desmistificar a depressão, reconhecendo-a como a doença séria que é e oferecendo o apoio necessário àqueles que lutam contra ela. É hora de trazer luz à escuridão da alma, abraçando a jornada de liberdade com compreensão, empatia e humildade. Somente então poderemos ajudar a aliviar o sofrimento de tantas pessoas que enfrentam essa batalha silenciosa.

“Não olhe apenas para as dores, olhe também para as alegrias. De teus antepassados.” -Bert Hellinger

Por Selma Flavio, Especialista em Saúde Mental e Relações Familiares.


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– Revelando o Poder das Relações Familiares: Impulsionando um Futuro Brilhante para Seus Filhos

O perigo velado

Por Selma Flavio


Imagine um cenário em que o amor e a conexão familiar são as bases sólidas sobre as quais as crianças constroem suas vidas. Não é apenas no momento do divórcio que o destino delas é moldado; na verdade, começa muito antes disso. Desde o instante em que olhamos para nosso parceiro e permitimos que nossos julgamentos se transformem em barreiras invisíveis, estamos traçando um caminho que pode levar à alienação parental.

Cada riso, cada lágrima, cada sonho compartilhado entre os pais é um tijolo que forma a fundação da felicidade de seus filhos. Mesmo antes de qualquer conflito ser visível, nossas atitudes e palavras podem plantar sementes de discórdia nos corações sensíveis dos pequenos. Quando, inadvertidamente, mostramos a eles um mundo dividido entre vítima e superior, estamos inadvertidamente semeando o terreno fértil para futuros conflitos emocionais.

“  Ao mesmo tempo em que ama, a criança sofre, pois sacrifica sua saúde e isso não ajuda em nada, ou seja, a atitude heroica do pequeno ser não é capaz de salvar seus pais. Mas ela está disposta a garantir o bem-estar dos que ama a todo custo, mesmo que precise morrer, afinal, assim ela acredita que está garantindo que o outro fique vivo. – Bert Hellinger chamou de “amor cego”.              

Bert Hellinger

As crianças são esponjas emocionais, absorvendo a atmosfera emocional que permeia o lar. Mesmo quando um sorriso está no rosto, se um conflito velado reside nas entrelinhas das conversas e dos olhares, essa energia tóxica pode ser absorvida pelos jovens corações. Sua alegria pode se transformar em incerteza, seu entusiasmo em medo. E o que é pior, essas tensões subterrâneas podem, ao longo do tempo, desencadear doenças emocionais silenciosas que minam a saúde interior.

Imagine as palavras como flechas. Cada vez que uma flecha da desaprovação ou do afastamento é disparada em direção a um dos pais, ela perfura o coração da criança. Cada vez que um pai é excluído, uma parte da alma da criança se apaga. E essa escuridão pode se manifestar de maneiras inesperadas, desde dificuldades no aprendizado até o surgimento de problemas comportamentais, como um grito silencioso por ajuda.

Então, antes mesmo de pensarmos em partir caminhos separados, lembremos que somos os guardiões dos sonhos de nossos filhos. Sejamos os exemplos vivos de amor, compreensão e cooperação. Cada abraço, cada palavra gentil, cada gesto de respeito é uma luz que dissipa as sombras. Quando coletivamente decidimos criar um oásis de aceitação e união, estamos garantindo que nossos filhos não apenas sobrevivam, mas floresçam.

⁠“Somente quando estamos em sintonia com o nosso destino, com os nossos pais, com a nossa origem e tomamos o nosso lugar, temos a força.”                                                                                                       

Bert Hellinger 

O futuro deles não deve ser prejudicado pela batalha silenciosa entre adultos. Nossos filhos merecem uma infância cheia de risos, uma adolescência repleta de sonhos e um futuro de possibilidades ilimitadas. E tudo isso começa com o amor incondicional e a coexistência respeitosa entre aqueles que compartilham a responsabilidade sagrada de guiar essas vidas jovens e preciosas.

No cerne dessa simples afirmação reside uma poderosa reflexão sobre a influência dos adultos nas vidas de suas crianças. Imagine o impacto transformador que pode ter sobre os filhos quando os pais optam por enxergar além de suas próprias diferenças e desavenças. Ao permitir que os filhos cultivem sentimentos positivos em relação ao parceiro não amado, estão plantando as sementes de um futuro mais promissor para essas jovens almas.

Pense nisso!

Se você está imerso nessa situação, saiba que estou prontamente disponível para auxiliar através da constelação familiar. Os conflitos dentro do âmbito familiar podem se apresentar como desafios complexos, mas juntos podemos encontrar soluções que nutram um ambiente de resolução. Caso tenha interesse, podemos agendar uma sessão para explorarmos a situação em profundidade, olhando para as conexões e dinâmicas que estão em jogo.

Nossa colaboração será uma jornada de compreensão mútua e reconhecimento das influências que moldaram essa dinâmica. Trabalhando conjuntamente, poderemos orientar sua família para superar obstáculos e encontrar formas autênticas de restaurar os laços com amor e positividade. Por meio dessa abordagem, visamos estabelecer um ambiente acolhedor e amoroso em seu lar, promovendo a cura e o crescimento.

Lembrando sempre que a constelação familiar oferece uma perspectiva única, permitindo-nos acessar as raízes subjacentes dos desafios. Estou aqui para oferecer suporte nessa jornada, trazendo insights que possam iluminar o caminho e ajudar a sua família a reconstruir relações saudáveis e harmoniosas. Juntos, podemos co-criar um futuro de entendimento e harmonia para todos os membros da sua família.

Sou Selma Flavio Faciltadora em Constelação Familiar – Terapeuta

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– Em Busca do Verdadeiro Amor: A Jornada de Sofia

Da Ilusão à Realização.

Era uma vez uma jovem mulher chamada Sofia, que vivia uma vida alegre e empolgante. Ela conheceu um rapaz encantador chamado Lucas, que era divertido, amoroso e até mesmo um pouco obediente. Eles se apaixonaram e decidiram se casar, e no começo, tudo parecia perfeito. A lua de mel foi uma experiência mágica e eles estavam cheios de planos e sonhos para o futuro.

Logo no primeiro ano de casados, Sofia deu à luz ao seu primeiro filho. Com a chegada da criança, as responsabilidades aumentaram, e Sofia percebeu que tinha que lidar com tudo sozinha. Lucas parecia distante e não tomava iniciativa para ajudar nas tarefas domésticas ou cuidar do bebê. Ele vivia emburrado, cansado e nervoso, deixando Sofia sobrecarregada e exausta.

Sofia começou a questionar o comportamento de Lucas e se perguntou se ele havia se transformado em uma espécie de “banana”, alguém fraco e incapaz de assumir responsabilidades. Ela se questionou se Lucas era apenas um cara folgado que não queria arcar com as obrigações de ser marido e pai.

Mas então, uma conversa com uma amiga mais experiente a fez perceber que talvez o problema fosse mais profundo. Ela aprendeu sobre a expressão “filhinho da mamãe” e logo associou ao comportamento de Lucas. A mãe dele sempre o protegeu excessivamente, cuidando de tudo por ele e não permitindo que ele desenvolvesse sua independência e responsabilidade. Esse excesso de cuidado tornou Lucas fraco, dependente e sem iniciativa.

Sofia entendeu que, de certa forma, ela se casou com um homem que ainda estava sob o domínio materno, e que isso afetava negativamente a relação deles. Ela sentia que estava cuidando não apenas do bebê, mas também do próprio marido, e isso a deixava sobrecarregada.

Com o tempo, a paciência de Sofia esgotou-se, e ela percebeu que o que sentia por Lucas não era amor verdadeiro, mas uma cilada emocional. Ela estava adoecendo, tanto física quanto emocionalmente, e compreendeu que a relação não poderia seguir daquela forma.

Sofia tomou a difícil decisão de confrontar Lucas e expressar seus sentimentos. Ela explicou como se sentia sobrecarregada e que precisava de um parceiro, não de um filho a mais para cuidar. Infelizmente, mesmo com a conversa, Lucas não conseguiu mudar seus comportamentos arraigados.

Finalmente, com o coração pesado, Sofia decidiu que era hora de seguir em frente. Ela sabia que merecia um relacionamento saudável e equilibrado, onde ambos compartilhassem responsabilidades e crescimento mútuo.

E assim, a jovem Sofia embarcou em uma jornada de autodescoberta e autovalorização. Ela aprendeu lições valiosas sobre amor-próprio e a importância de escolher um parceiro que estivesse disposto a amadurecer e caminhar junto com ela.

Com o tempo, Sofia encontrou um homem que era maduro, amoroso e disposto a ser um parceiro comprometido. Juntos, eles construíram uma vida feliz e equilibrada, compartilhando alegrias e desafios como uma verdadeira equipe.

E assim termina a história de Sofia, que descobriu que o verdadeiro amor não é uma cilada, mas uma jornada de crescimento e conexão com alguém que está pronto para compartilhar a vida em igualdade e companheirismo.

Por Selma FlavioTerapeuta Sistêmica – Facilitadora em Constelação Familiar

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*Os nomes usados são fictícios, baseados em histórias relevantes.



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– Abrace a mudança como uma oportunidade de crescimento e transformação.

Nascemos perfeitos numa magnitude existencial. O início de nossa jornada é marcado por um potencial infinito e por uma essência que flui com serenidade. No entanto, ao longo da vida, nos deparamos com escolhas que muitas vezes desconhecemos, e o peso dessas escolhas acaba se tornando evidente com o tempo.

Às vezes, essas escolhas se apresentam como virtudes, como dons que possuímos e que nos permitem florescer em nossa plenitude. Por outro lado, se manifestam como dificuldades, como desafios que nos confrontam e nos exigem esforços para superá-los.

Em meio a esse processo de autodescoberta, é importante reconhecer que carregamos conosco padrões de comportamentos negativos, nossos arquétipos, que violam ou reprimem nossa essência verdadeira. São esses padrões que podem nos levar ao adoecimento físico, emocional ou espiritual.

No entanto, é nas crises existenciais que encontramos a oportunidade para a mudança, para a renovação de nossa postura em relação ao mundo e a nós mesmos. É nesses momentos de introspecção e reflexão que podemos buscar uma nova perspectiva de vida, reavaliando nossos valores, propósitos e prioridades.

Mudar não é algo fácil. Requer coragem e disposição para confrontar nossos medos, nossas crenças limitantes e os padrões que nos aprisionam. Entretanto, é também um processo gratificante e libertador, pois nos permite reconectar com nossa verdadeira essência e viver de acordo com nossos valores mais autênticos.

Alguns desafios que vale a pena superar:

  1. Resistência ao desconhecido: A mudança muitas vezes nos leva para territórios desconhecidos, e isso pode gerar insegurança e medo do que está por vir.
  2. Romper padrões e hábitos antigos: Superar comportamentos e hábitos arraigados exige esforço e determinação, pois eles tendem a se opor à mudança.
  3. Lidar com o desconforto: A mudança pode ser desconfortável, já que pode envolver enfrentar situações difíceis, emoções intensas ou desafios imprevistos.
  4. Resistência externa: Às vezes, outras pessoas ao nosso redor podem resistir ou até mesmo criticar a nossa mudança, o que pode afetar nossa confiança.
  5. Requer tempo e paciência: A mudança real não acontece da noite para o dia. É um processo que exige tempo, esforço e paciência para ver resultados significativos.
  6. Autoconfrontação: Enfrentar nossos medos, inseguranças e crenças limitantes pode ser doloroso, mas é um passo essencial para a mudança.
  7. Possibilidade de falhar: O risco de falhar ao longo do caminho pode ser assustador, mas também é uma oportunidade para aprender e crescer.

Recompensas da mudança:

  1. Crescimento pessoal: A mudança nos permite aprender mais sobre nós mesmos, nossas capacidades e nossos limites, resultando em um crescimento pessoal significativo.
  2. Autodescoberta: Ao enfrentar os desafios da mudança, podemos descobrir novos aspectos de nossa personalidade, talentos ocultos e paixões genuínas.
  3. Aumento da autoestima: À medida que superamos os desafios e alcançamos nossos objetivos, nossa autoestima e confiança aumentam.
  4. Melhoria nos relacionamentos: A mudança positiva pode melhorar nossos relacionamentos, pois nos tornamos mais conscientes de nossas ações e reações e podemos interagir de forma mais saudável.
  5. Realização de metas e sonhos: A mudança nos aproxima de nossos objetivos e sonhos, permitindo que alcancemos aquilo que realmente desejamos.
  6. Liberdade emocional: A superação de padrões negativos nos liberta das amarras do passado, permitindo que vivamos com maior leveza e alegria.
  7. Abertura a novas oportunidades: A mudança pode abrir portas para oportunidades que antes não estavam disponíveis ou que não éramos capazes de enxergar.

Em resumo, a mudança é um processo complexo que envolve desafios, mas também traz recompensas significativas em termos de crescimento pessoal, autoconhecimento e realização. É um caminho que vale a pena ser percorrido para alcançar uma vida mais plena e autêntica.

Portanto, quando nos encontrarmos em uma encruzilhada existencial, é importante abrir nossos corações e mentes para explorar novas possibilidades, para abraçar a mudança como uma oportunidade de crescimento e transformação. Ao fazermos isso, nos fortalecemos e nos tornamos capazes de enfrentar os desafios da vida com mais sabedoria e ser.

Por Selma FlavioTerapeuta Sistêmica – Facilitadora em Constelação Familiar

Sou Selma Flavio terapeuta sistêmica altamente qualificada e com vasta experiência na área. Com um conhecimento profundo das dinâmicas familiares e relacionais, ofereço suporte e orientação para aqueles que desejam compreender e superar os desafios que surgem nos sistemas familiares.

Com uma abordagem holística e empática, trabalho com indivíduos, casais e famílias para identificar as dinâmicas disfuncionais e os padrões de relacionamento negativos que podem estar causando sofrimento e conflitos. Acredito na importância de explorar o sistema familiar como um todo, reconhecendo que cada membro da família desempenha um papel significativo na dinâmica geral.




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