1. Elas não se queixam! Aceitam que o que foi e que não pode ser mudado e assumem que o que interessa é daqui para frente. Não quer dizer que não expressem dor, mas não se lamentam, não se vêem nem agem como vítimas.
2. São atrevidas têm coragem de experimentar o novo, buscam o não vivido, o não conhecido.
3. “Tem mãos para as plantas” concreta e metaforicamente. “Plantam, regam e acompanham o crescimento” de plantas, pessoas, projetos…
4. Confiam nos seus pressentimentos, intuição, honram a sua sabedoria interna.
5. Meditam à sua maneira cultivam um centro interno de silêncio e escuta, de prece e reconexão com o Sagrado.
6. Defendem com firmeza o que mais importa, descobrem a sua voz e tendem a tornar-se mais rebeldes e radicais com tudo que consideram errado no mundo.
7. Decidem o seu caminho com o coração, mesmo que esse caminho seja difícil.
8. Dizem a verdade com compaixão, mas dizem sempre a verdade, porque sabem que só a verdade cura e liberta.
9. Escutam o seu corpo, o vêem como um instrumento de prazer e auto conhecimento.
10. Improvisam, agem com espontaneidade, fluem com a vida.
11. Não imploram, não fazem NADA com a finalidade de serem aceitas.
12. Riem juntas, riem de si e com isso nutrem um profundo senso de irmandade, porque é o rir que expressa o triunfo do espírito e da alma sobre aquilo que poderia tê-las destruído ou as convertido em mulheres amargas .
13. Saboreiam o positivo da vida, sabem ter gratidão pela beleza da vida, mesmo quando manchada pelo sofrimento.
Não é necessária uma violação para que uma vagina fique traumatizada. Quando tratada de uma forma bruta e violenta, mesmo que dentro de um relacionamento estável e aparentemente saudável, os tecidos da vagina, extremamente sensíveis podem perder a sua altíssima sensibilidade. No ocidente homens e mulheres aprendem a arte de fazer amor com a pornografia, indústria que trabalha com a intenção de atrair maioritariamente um publico masculino desde tenra idade, estimulando o abuso da integridade e do corpo feminino. Neste tipo de produção, não são raras as vezes em que o homem “consome” e abusa do corpo da mulher como um animal, batendo-lhe com força e brutalidade, humilhando-a e diminuindo o seu valor.
Este tipo de mensagem é depois replicada pelo homem, nas suas relações intimas.
Ignorante da verdadeira arte de fazer amor, a maioria dos homens ocidentais desconhece a fisionomia feminina bem como a altíssima sensibilidade da vagina, a somar o facto de que muitas mulheres aceitam este tipo de comportamento, por elas próprias não estarem disponíveis para respeitar e ouvir o seu próprio corpo.
Muitas sujeitam-se a este tipo de comportamento porque temem perder o homem.
A solidão é um dos maiores temores do feminino.
Ao permitir a violência a mulher vai sofrendo uma diminuição gradual das suas qualidades recetivas.
No Ocidente o homem penetra a mulher muito antes de que a temperatura sexual dela esteja suficientemente alta para convidá-lo a entrar.
Em segundo lugar, após a entrada do homem, produz-se uma série de fricções do pénis contra as sensíveis e suaves paredes vaginais que causam outro efeito negativo:
A vagina deixa de ser um canal altamente sensivel e recetivo, para ser um canal endurecido e “couraçado”.
Em terceiro lugar, os movimentos mecânicos da pélvis, próprios do sexo convencional contribuem, ainda mais, para aumentar a crescente insensibilidade do interior da vagina.
O Sexo lento e a cura da vagina
Um exemplo concreto da conexão entre os seios e vagina-útero, é o facto de que a sucção do recém-nascido ativa a expulsão da placenta e que as mães quando amamentam, geram oxitocina que atua ao nível do colo do útero.
Então será suficiente uma boa estimulação dos seios para chegar ao orgasmo?
Existem muitas mulheres que não necessitam deste passo para atingir o clímax, mas para a maioria este é um passo precioso, que se fosse respeitado e bem conduzido possivelmente não existiriam tantas mulheres, frigidas ou com dificuldades para atingir o orgasmo.
Quando bem estimulados, os seios promovem um tipo de energia que inunda e acende a vagina.
Numa relação heterossexual, a vagina, como polo passivo, deve estar totalmente preparada para receber o máximo de impacto da energia masculina. É importante reconciliarmos a natureza recetiva / passiva da sexualidade feminina. Passiva não quer dizer submissa.
Na Sexualidade Sagrada, a mulher recebe no seu corpo a energia masculina e é por isso que se diz que é o polo passivo: o seu movimento não é para a frente nem para fora, como no caso da energia masculina, mas sim de dentro para cima.
Quando a vagina da mulher vibra como resposta magnética às carícias dos seus seios, torna-se recetiva e ativa em si a energia sexual, criativa e prazerosa
Este é o momento em que a mulher percebe que está pronta para o coito.
É um acontecimento energético completamente espontâneo: um “Sim” absoluto à penetração que parte das profundezas. Então pode abrir-se a entrada da energia dinâmica do pénis criando um circuito eletromagnético vivo.
A vagina “derrete” à volta do pénis e bebe a energia que irradia dele.
A mulher, como força recetiva feminina, possui a capacidade de arrastar a energia masculina para cima através da sua vagina, levando-a ao coração e elevando-a a uma frequência mais alta.
O sexo é um ato sublime de comunicação sutil e poderosa e como em toda dinâmica de comunicação, o recetor deve estar disposto e aberto para receber o que o emissor tem para expressar.
Se o emissor e o recetor estão bem sintonizados, então a comunicação flui, da mesma forma também a energia sexual flui através desta dinamica de recetividade e abertura de um ao outro. Se não, por muito que o emissor queira dar a sua energia / informação, o recetor não pode absorver ou Integrá-la.
Estas são as chaves para despertar o poder sexual feminino no coito. Um poder que deve ser aquecido em lume brando e quando chega à fervura tem uma energia tal que pode levar a mulher a estados alterados de consciência inimaginados capaz de fazer derreter o maior iceberg. E até mesmo apaziguar ou curar, algumas feridas emocionais sexuais.
O caminho da cura está nas nossas mãos …
O primeiro passo deverá ser olharmos para a nossa sexualidade com vontade de a aperfeiçoar, só assim teremos a possibilidade de mudar a nossa energia alquímica e isto terá uma consequência imediata em toda a nossa vida.
Este texto foi elaborado segundo os ensinamentos de Ollin Mazatzin Emekauko por Rute Alegria
*imagem Google
Mulher, você tem dificuldade com a intimidade, dificuldade de ter orgasmo, entre em contato e conheça o meu trabalho terapêutico.
Sou Selma Duarte terapeuta Sistêmica e Vibracional Fale comigo pelo WhastApp ou telefone 11 973873144
Amamos mulheres! Desde que elas se depilem totalmente a ponto de parecerem crianças. Sim, vaginas “infantis” são ovacionadas. Nenhum pêlo! Que nojo mulher com pêlo! Mulher tem pêlo? É sério? Depilação com cera, por favor! E finge que não dói.
Amamos mulheres! Essas divas. Mas parto normal, não. Vai estragar o brinquedinho? Vagina de cocotinha, lembra? Vagina de cocotinha não é capaz de colocar uma criança no mundo. Cirurgia, por favor!
Amamos mulheres! Com peitos durinhos. Põe silicone, ué! Uma cirurgia a mais, uma a menos, não faz diferença. Peitos que jorram leite pra alimentar um bebê? Isso existe? Com tanta latinha na farmácia… Não, amamentar, não. Que pretensão é essa de poder produzir o alimento do seu filho? Seca, leite. Você não consegue. Peito é pra fins sexuais. Apenas. Servidão.
Amamos mulheres! Que nojo de menstruação… Mulher menstrua? Sangue? Ai, vou desmaiar. Esconde esse absorvente. Shhhhh. Ninguém pode saber que sai sangue de você todo mês. Tem jeito de não menstruar. Vai! Faz isso! Que nojo! Hormônio pra dentro. Tá tudo bem.
Amamos mulheres! De barriga chapada: por que a sua não é? Lipoaspiração. Abdominoplastia. Cinta que tira o fôlego. Tudo a seu favor. O que não vale é ter a sua própria barriga. Onde já se viu? Que audácia amar seus pneuzinhos!
Amamos mulheres! Mas essa vagina não é igual ao do filme pornô. Vai lá! Tem cirurgia íntima! O Brasil é recordista mundial em cirurgias íntimas femininas. Uma cirurgia a mais, uma menos… Mais uma dose de cirurgia, por favor. Labioplastia ou ninfoplastia. Ninfo. Aproveita que também existe clareamento anal. Tudo rosinha. Ninfo. Rosinha. Sua vagina não serve. Nem seu ânus.
Amamos mulheres! De sobrancelha feita, cabelo pintado, escovado, maquiada, com esmalte, depilada, vagina e ânus rosadinhos, salto, sem menstruação, sem leite jorrando do peito, sem ver um filho passando em sua vagina. Mulheres… Cirurgias. Protudos pra maquiar. Naturalidade feminina? Nojo!
Amamos mulheres! Doces. Já tomou seu rivotril hoje? Gritou? Tá louca. The mad woman in the attic. Mulheres. Jovens. Eternamente. Um fio de cabelo branco é sinal de desleixo. Compra tinta, maquiagem, faz cirurgia, toma hormônio, rivotril, sinta a dor de cada pelinho sendo arrancado com cera quente. Vai em frente!
Amamos mulheres! Jovens, maquiadas, moldadas, dormentes, lipoaspiradas, siliconadas, alisadas, clareadas, refinadas, “limpas”, de salto – nem sua altura serve! – desumanizadas, anestesiadas para a próxima cirurgia. São tantas Galateas…
Amamos mulheres! Já viu o ‘the perfectv’? Novidade no mercado. Iluminador para a vagina. Rosa. Iluminada. Ninfa. Cocotinha. Depilada. Infantil.
Amamos mulheres! Desde que elas não sejam mulheres. Apenas estátuas moldadas. Apenas Galateas esculpidas por Pygmalion. Sem vida. Estão todas dopadas. Seja por remédios ou pela mídia.
“Gostamos de mulheres femininas”: mentira! Porque vocês odeiam tudo o que é feminino: pêlos, sangue, parto, leite, cheiro natural de vagina, cores e sabores. Vocês não gostam de fêmeas. Vocês gostam que mulheres performem feminilidade. A qualquer custo. Que não sejam elas mesmas. Chora, Galatea. Em silêncio pra não incomodar.
Na conquista e busca do próprio espaço a mulher lançou-se ao mundo de forma masculinizada, deixando para traz toda a sabedoria interna, intuição e feminino. A necessidade de sustento, o enfraquecimento masculino, fez com que a mulher se coloque cada vez mais de forma masculina no mundo.
O lado bom da história foi a conquista, o novo rumo e voz retomada. Mas numa saga incessante perderam o equilíbrio, negando totalmente o feminino. A confusão foi gerada pela necessidade de imposição, contra o menosprezo da mulher e, sem perceber foram abrindo mão totalmente do sagrado.
Resultado dessa confusão está refletido no corpo da mulher, doenças ginecológicas aumentando, dificuldade nos relacionamentos, mulheres reclamam de seus homens fracos e muitos aspectos da sexualidade.
A mulher se desconectou do feminino, quase esquecido dentro de si. A menina que foi vitima ainda chora dentro do coração, e vimos esse comportamento no olhar, no desequilíbrio emocional, enxaquecas, insônias, falta de vontade sexual, a fala autoritária. Reflexo de gerações reprimidas e hoje gerações perdidas no contexto.
Não foi fácil décadas passadas, e agora no oposto adoecem. Resgatar o feminino não é abrir mão do seu trabalho, não é abrir mão da sua liberdade, não é abandonar seus ideais. É sim resgatar o melhor de ser, o poder de Mulher, através do feminino.
Pense e verbalize: – “Sou mulher no poder do meu feminino.”
Imagens Google
Reaprenda a ouvir a voz interna, a intuição. Faça as pazes com suas ancestrais que não tiveram oportunidade de crescimento interno. Faça diferente sem negar o seu sagrado feminino, honre o que as mulheres de nossas vidas nos ensinaram de forma inconsciente e coletiva. Honre sendo Mulher e sendo Feminina.
Somos quão a lua, a cada ciclo uma nova passagem. Trazendo vida e fertilidade. Sensíveis e receptivas, vulneráveis a suas fases mas inteiras na sua essência. É essa dança que traz a graça, a intuição e a sabedoria interna. Respeitando o sagrado feminino podemos reger sem medo a vida, nos libertar das dores de nossa ancestrais e resgatar a nossa essência de forma sensível e alicerçada .
Vejo homens usando a intuição muito mais que antes ou pelo menos começaram a admitir, o ser racional está dando espaço ao ser intuitivo e ambos não precisam se perderem.