Criando União nos Relacionamentos


“O homem, na era da consciência expandida, já não precisa de uma parceira mais fraca como forma de negar a sua fragilidade. Ele enfrenta e encara a sua fragilidade, e assim conquista força real. Ele percebe que sua fraqueza sempre tem origem na culpa, e a auto-rejeição é sempre a negação da integridade do Eu Superior, de uma forma ou de outra. Portanto, já não existe nele a necessidade de ter um escravo. O homem, então, não se sente ameaçado por um igual. Não exige um parceiro inferior para se convencer de que é aceitável o que, naturalmente, de qualquer forma seria uma ilusão. Depois de encarar a própria fraqueza, é preciso que ele conquiste a sua verdadeira força. Portanto, seu relacionamento com a mulher é realmente igualitário; ele não se sente ameaçado por uma pessoa tão criativa, tão adequada tão forte moralmente, tão inteligente como ele mesmo. Não precisa bancar o patrão. Isso permite que ele abra o coração e sinta uma satisfação antes impossível.”

Texto de Eva Pierrakos extraído do livro “Criando União nos Relacionamentos”

 

#SejaEstejaSorria
Terapia Natural e Desenvolvimento pessoal Selma Flávio

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Amor e Força


O grande amor tem força e é duro. O amor barato é macio, não suporta o sofrimento. Às vezes podemos observar isso aqui. Alguns ficam profundamente tocados pelo trabalho, também no público e começam a soluçar. Depois, alguém que não aguenta isso vai até essas pessoas e as consola. Não as consola por necessitarem de consolo, consola-as porque ele mesmo é que precisa ser consolado.

Esse amor é fraco, interfere na alma dos outros sem respeito por aquilo que serve à sua alma. Temos que aprender a suportar a dor dos outros sem interferir. Na Bíblia existe um bom exemplo para isso. Jó foi espancado por Deus. Todos seus filhos morreram. Coberto de feridas, ele estava sentado num monte de lixo. Depois vieram seus amigos para consolá-lo. O que fizeram? Sentaram-se a certa distância dele e durante sete dias não disseram nenhuma palavra. Isto foi amor com força.

Se um médico fizer uma operação e chorar durante a operação, certamente é um médico sensível, mas não pode mais operar. Para podermos ajudar diante de um grande sofrimento temos que nos deslocar para um nível superior. Nesse nível superior estamos sem emoção, porém plenos de amor. O médico que faz uma boa cirurgia não mostra nenhuma emoção, mas está repleto de amor e, assim, pode operar. Um ajudante que realmente quer ajudar tem que suportar a dor sem deixar que o puxem para dentro desse sofrimento. Se suportar a dor, transmite força ao outro, mesmo não interferindo. Quem tem um problema, também pode suportá-lo. Apenas a pessoa que tem o problema pode suportá- lo. Se uma outra pessoa quiser suportar esse problema no seu lugar, ele se torna fraco.

Podemos observar isso em nós. Eu faço essa experiência em mim mesmo: quando vejo algo no outro e quero dizê-lo a ele de qualquer forma, mas me contenho e não digo nada, isto exige minha força. A força que me custa para que eu me contenha, converte-se em força para ele. De repente aquilo que queria lhe dizer vem à sua mente e, como veio à sua mente, ele pode tomá-lo. Quando não aguento e quero dizer-lhe de qualquer forma, sinto-me aliviado por ter dito, mas tirei a sua força. Mesmo se aquilo que queria lhe dizer estiver certo, ele não pode tomá-lo, por vir de fora. Então, esse ato de conter-se é a base do respeito e do amor.

Fonte Bert Hellinger – O amor do espírito

Constelação Familiar

 

 

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Conheça as doenças e suas curas


Na visão do famoso alquimista Paracelso, conheça as doenças  e suas curas.

Causas : Pensamentos – Padrões negativos
Cura: Pensamentos – Padrões positivos

Acidentes:
Causa: Rebelião contra autoridade. Crença em violência, raiva.
Cura: Paz e segurança. Eu amo e aceito tudo na vida.

Acne
Causa: Não se aceitar; desamor de si
Cura: Eu me amo, eu me aceito onde eu estou agora. Eu sou maravilhoso.

Adenoides
Causa: Atritos familiares, discussões. Criança se sente mal querida
Cura: A criança é querida e bem-vinda

Alcoolismo
Causa: Sentimentos de futilidade, inadequação, culpa e auto rejeição
Cura:Eu relaxo o passado. Eu tenho valor. Eu me amo e me aceito agora

Alergias
Causa:A quem você é alérgico? Falso ego e sensibilidade
Cura:Eu estou em Paz. O mundo é seguro e amigo.

Amigdalite
Causa: Emoções reprimidas e medo; raiva reprimida
Cura: Nada impede o bom em mim. Eu permito a liberdade de expressão, das ideias divinas, que fluem e ganham significado em mim.

Anemia
Causa:Falta de prazer; desinteresse da vida.
Cura: Meu mundo é cheio de alegria e estou interessado em tudo.

Apendicite
Causa:Medo da vida; bloqueio do fluxo das sensações.
Cura: Alegria; eu relaxo e deixo minhas sensações fluírem.

Arteriosclerose
Causa:Resistência; tensão; abertura mental estreita
Cura: Eu estou completamente aberto para a vida e a alegria. A vida é boa.

Artrite
Causa:Amargura, ressentimento, crítica, sentimentos de desamor
Cura: Amor e perdão. Eu deixo os outros serem eles mesmo. Eu sou livre.

Asma
Causa:Super sensibilidade; amor sufocado; supressão do choro, sentimentos sufocados
Cura: Eu sou livre. Eu me encarrego da minha própria vida. Eu posso expressar meus sentimentos como eles são.

Ataques, golpes, congestão
Causa:Rejeição da vida; auto violência, resistência extrema
Cura:Eu aceito a vida passada, presente e futura. Vida e alegria.

Bexiga (problemas)
Causa: Ansiedade; resistência contra novas ideias
Cura:Eu abandono o passado, despreocupo me do futuro. Eu aceito o que é novo, agora.

Boca (problemas)
Causa:Incapacidade de engolir ideias; fixação de opiniões e mente fechada
Cura:Eu dou boas-vindas a ideias e conceitos novos.

Bronquite
Causa:Ambiente familiar inflamado
Cura:Paz. Ninguém consegue irritar-me.

Bursite
Causa: Raiva reprimida, vontade de bater em alguém
Cura:Eu relaxo a raiva de maneira que ela não cause mal. O amor relaxa.

Câimbras
Causa:Tensão; segurar-se; oprimir-se
Cura: Eu relaxo e deixo a vida fluir.

Câncer
Causa: Profundos segredos ou aflições corroendo o Eu; retenção longa dos ressentimentos; ferimentos profundos.
Cura:Não existem segredos. Eu deixo que o passado se vá. Meu presente é preenchido com alegria.

Catarata
Causa:Futuro pouco claro; inabilidade de ver a frente
Cura: Eu sou livre. A vida é eterna e cheia de alegria.

Ciática
Causa: Medo do dinheiro e do futuro
Cura:Eu me movimento no melhor de tudo. Meu bem está em todo lugar e eu estou seguro.

Cisto
Causa: Crescimento falso; fomentação de choques e machucados emocionais
Cura: Eu dissolvo velhas raivas. Nada pode ferir-me.

Coceira
Causa: Desejos insatisfeitos, remorso; punição e culpa.
Cura: Tudo que eu precisar estará sempre aqui. Eu aceito tudo de bom sem sentimentos culposos.

Colesterol
Causa: Entupimento dos canais do prazer; medo de aceitar o prazer
Cura: O prazer é normal. Meus canais estão largamente abertos. Eu amo a vida.

Colite
Causa: Pais superexcitados; opressão, menosprezo; necessidade de afeto
Cura: Eu sou livre-pensador. Eu estou em paz na minha mente.

Contensão, (machucaduras, esgotamento)
Causa: Pequenos impactos da vida
Cura:Não existe razão para eu bater na vida. Eu estou agindo com amor.

Coração
Causa: Problemas emocionais sérios longamente suportados; falta do prazer, rejeição da vida. Crença nas pressões e no esforço.
Cura: Alegria, alegria, alegria, amor e paz. Eu prazerosamente aceito tudo na vida.

Corcunda
Causa: Raiva atrás de você, ressentimento conservado.
Cura:Eu vejo o passado com alegria. Ninguém jamais me fez mal.

Crescimento
Causa: Nutrir ferimentos emocionais, falso senso de valores e orgulho.
Cura: Perdão. Eu amo a mim mesmo. Não irei fazer-me mal.

Dedos
Causa:Super exagerar os detalhes da vida (unhas- super analisar)
Cura: Eu relaxo conscientemente de que a sabedoria da vida cuida dos detalhes.

Defeitos de nascença
Causa: Necessidade de reencarnação; você pediu para vir assim.
Cura: Não se sinta culpado. Você e seus pais, têm algo a aprender.

Dentes
Causa: Sustentar longas indecisões; incapacidade de derrubar ideias por análise ou decisão.
Cura: Eu faço minhas decisões baseado nos princípios da verdade e fico seguro com o resultado.

Deslocamento de disco
Causa: Indecisão; não se sentir emocionalmente amparado pelos outros.
Cura: Eu sou corajoso e independente. Eu sou amparado pela vida.

Desmaios
Causa:Medo; não poder conviver ou enfrentar; apagar-se de tudo.
Cura: Eu tenho poder, força e conhecimento para lidar com tudo na vida.

Diabetes
Causa: Profundo sentimento de mágoa; falta de açúcar na vida
Cura: Eu permito que a vida seja gostosa. Eu deixo o passado ser apenas passado. Eu aceito que o prazer e a alegria sejam as bases da minha vida.

Doenças venéreas
Causa: Culpa sexual; crença de que os órgãos genitais são pecaminosos e sujos; necessidade de punição
Cura: Eu amorosa e prazerosamente aceito minha sexualidade e sua expressão. Não há culpa sem punição.

Dor
Causa: Congestão, bloqueio; crença em barreiras; punição, culpa
Cura: Eu descanso minha necessidade de punição. Eu deixo a vida fluir.

Dor de Cabeça
Causa: Tensão, revolta, contrariedades emocionais. Sentimentos feridos
Cura: Paz, amor, alegria, relaxamento. No meu mundo tudo está bem.

Dor de ouvido
Causa: Raiva; não querer ouvir
Cura: Eu ouço com amor e prazer. Sempre escuto o bom de tudo.

Edema
Causa:Super sensibilidade, individualidade machucada. Personalidade ferida
Cura: Eu sou seguro, ninguém ameaça minha individualidade.

Enjoo de carro
Causa:Medo dependência, sentimento de ser pego em armadilhas
Cura: Eu ando facilmente no tempo e espaço. Não existe o medo.

Enjoo do mar
Causa:Medo; medo da morte
Cura: A vida continua. Não existe a morte. Somente mudanças.

Enlouquecer
Causa:Reter amor e consideração
Cura: Eu respondo à vida, reparto meus sentimentos e meu amor. Eu sinto… eu amo…

Envelhecer
Causa:Crença social; velhos pensamentos
Cura: Eu me amo e me aceito em todas as idades; cada idade é perfeita. Eu sou espírito. Eu sou eterno.

Enxaqueca
Causa: Resistência ao fluir da vida; medos sexuais. Desperdícios emocionais
Cura: Eu descanso no fluxo da vida. Deixo-a fluir através de mim.

Epilepsia
Causa:Rejeição da vida; sensação de perseguição; violência contra si
Cura: Eu amo a mim mesmo e a toda a vida. A vida é uma eterna alegria

Esclerose múltipla
Causa:Dureza mental, coração endurecido, vontade de forra; inflexibilidade
Cura: Eu não tento me controlar. Eu me solto com alegria na vida

Espinhas
Causa:Crença na feiura, culpa, ódio de si
Cura: Eu não propago pensamentos feios. Eu amo todo o meu corpo. Não há culpa

Estomago (problemas)
Causa:Incapacidade de assimilar ideias. Medo de novas ideias
Cura:Eu assimilo novas ideias facilmente. A vida concorda comigo

Excesso de peso
Causa:Insegurança; auto rejeição; procura de amor. Medo de perda, sufocar sentimentos
Cura:Eu me aceito e me amo como eu sou. Eu sou sempre seguro no espiritual

Face (doenças)
Causa:Representa individualidade, reconhecimento
Cura:Reconheço meus verdadeiros valores. Minha individualidade

Fadiga
Causa:Resistência, aborrecimento; falta de amor pelo que faz
Cura:Estou entusiasmado com a vida. Cheio de Energia

Febre
Causa:Queimar-se com alguém ou algo; raiva
Cura: Eu sou calmo, exprimo amor e paz

Febre do Feno
Causa:Congestão emocional; confusão nas crenças; medo do moralismo
Cura: Eu nego qualquer moralismo. Eu sou uno em tudo na vida

Gagueira
Causa:Insegurança; falta de autoexpressão
Cura:Eu me permito falar por mim. Eu me comunico com amor

Garganta
Causa:Repressão de raiva; ferimentos emocionais engolidos
Cura:Eu me expresso com alegria. Ninguém pode ferir-me

Gastrite (gases)
Causas:Reter ideias indigestas; sufocar o ar por medo
Cura:Eu deixo a vida fluir através de (gases) mim

Gengivas (problemas)
Causa:Inabilidade de levar avante as decisões uma vez que elas sejam tomadas
Cura:Eu sou uma pessoa decidida. Eu deixo-me ir pela vida

Glândulas (problemas)
Causa:Desequilíbrio; falta de ordem; distribuição insuficiente
Cura:Eu estou em equilíbrio total. Meus sistemas estão em ordem

Glaucoma
Causa:Pressão emocional por sustentar por longo tempo sentimentos feridos
Cura:Ninguém pode jamais me ferir. Eu vejo com amor e ternura

Gota
Causa: Impaciência, raiva, dominação
Cura: Eu deixo o ego e sentimentos de superioridade irem-se. Deixo os outros serem o que são

Gripe
Causa:Respostas a negatividade e crença geral; medo, crença em estatísticas
Cura: Eu não sou governado pelas crenças de grupos ou preconceitos. Eu sou livre de todas influências

Hemorroidas
Causa:Carga, pressão, tensão, medo de deixar acontecer
Cura:Eu descanso todo o peso e as cargas. Eu vivo na alegria do presente

Hepatite
Causa:Medo, raiva, ser odiado. O fígado é o local da raiva e emoções primitivas
Cura:Eu deixo ir agora tudo que não preciso mais, minha consciência esta limpa, cheia de vida

Hérnia
Causa:Carga, resistência mental, autopunição; raiva; expressões criativas incorretas
Cura:Minha vida é calma e harmoniosa. Eu me amo com ternura

Herpes
Causa:Prolongada suspensão nervosa
Cura:Estou descansado de todos os meus pensamentos e de todas atividades. Que a paz esteja comigo

Hipoglicemia
Causa:Desequilíbrio no sistema
Cura:A aceitação do prazer equilibra o meu sistema

Impotência
Causa:Pressão sexual, tensão, culpa; crenças sociais; rancor contra um antigo parceiro
Cura:Eu permito que todo poder dos meus princípios sexuais opere com facilidade e prazer

Inchaços (verrugas)
Causa:Auto rejeição, medo, falta de amor
Cura:Eu só adiciono amor em mim. Nada terá mais poder em mim

Indigestão
Causa:Medo, ansiedade, pavor
Cura:Eu recebo o novo e assimilo

Infecções
Causa:Irritação, raiva, chateação
Cura: Nada tem o poder de irritar-me. Eu sou pacífico e harmonioso

Insanidade
Causa:Escapismo, recolhimento; violenta separação da vida. Ressentimentos familiares
Cura:Minha mente sabe sua verdadeira identidade e eu sou um ponto criativo da expressão divina

Insônia
Causa:Tensão, culpa, medo
Cura:Eu descanso do dia e mergulho num sono perfeito, pacífico

Laringite
Causa:Medo de verbalizar opiniões; raiva. Ressentimento da autoridade
Cura:Eu posso falar por mim. Eu me expresso livremente

Mãos
Causa:A habilidade de segurar e deixar as ideias escaparem; medo de novas ideias
Cura:Eu lido com todas as ideias com amor e facilidade

Mau hálito
Causa:Atitudes podres, pensamentos estúpidos
Cura:Eu falo com amor. Eu expiro o que é bom

Menopausa
Causa:Medo de não ser mais querido, auto rejeição. Modo de envelhecimento
Cura:Eu sou equilibrado em todos os ciclos da mudança, abençoo meu corpo com amor

Nervos e nervosismo
Causa:Comunicação, luta, pressa; medo, ansiedade. Pensamentos confusos
Cura:Eu estou na interminável jornada pela eternidade. Que a paz esteja conosco. Não existe nenhum lugar para o qual devamos nos apressar

Olhos (problemas)
Causa:Não gostar do que vê em sua vida. Medo do futuro; não ver a verdade
Cura:Eu vejo com olhos amorosos, eu vejo, a verdade, eu vejo claramente

Ombros
Causa:Suportar carga, excesso de carga
Cura:A vida é alegria e liberdade; tudo o que aceito é bom

Ossos (problemas)
Causa:Rebelião contra a autoridade (os ossos são a estrutura do universo)
Cura:Eu estou em paz com a autoridade. Em meu mundo, sou minha própria autoridade

Paralisia
Causa:Medo, escapismo, resistência, choque
Cura:Eu sou uno com a vida. Eu bendigo minhas experiências

Pele (problemas)
Causa:Sentir-se ameaçado na individualidade; falta de segurança, impaciência; assadura; maneira de ganhar atenção
Cura:Eu aceito minha individualidade. Eu sou emocionalmente seguro. Eu ganho atenção de maneira positiva

Pernas (problemas)
Causa:Medo do futuro (as pernas carregam você para frente)
Cura:Eu me movo com confiança e alegria

Pés (problemas)
Causa:Medo do futuro
Cura:Eu paro na verdade. Vou adiante com prazer. Tenho compreensão espiritual

Pescoço (problemas)
Causa:Inflexibilidade, recusa em ver outros lados da questão; teimosia
Cura:Eu sou flexível. Aceito outros pontos de vista

Pneumonia
Causa:Desespero; cansaço da vida, preocupações emocionais; distúrbios internos
Cura:Eu recebo livremente ideias divinas, impregnadas com o hálito da vida

Pressão sanguínea
Causa:ALTA: manter por longo tempo problemas insolúveis; BAIXA: depressão, mágoa, derrotismo, raiva
Cura: ALTA: eu sou alegria e deixo o passado dissolver-se. BAIXA: eu vivo com mais alegria agora; a vida é alegria

Prisão de ventre (intestinos)
Causa:Recusa de relaxar sobre velhas ideias; mesquinhez
Cura:Eu relaxo o passado, generosamente permito que a vida flua através de mim

Próstata (problemas)
Causa:Desistência, derrotismo sensualidade excessiva com sentimento de culpa; crença na velhice
Cura:Eu aceito minha masculinidade; eu sou eternamente poderoso. Sexo é prazer

Psoríase (pele)
Causa:Insegurança emocional
Cura: Eu sou pacífico e seguro. Eu estou em paz com tudo na vida

Pulmões
Causa:Medo de receber e dar-se à vida
Cura: A respiração flui através de mim

Quadris (problemas)
Causa:Medo de ir avante em decisões importantes
Cura: Sigo com alegria, amparado e sustentado pelo poder da vida

Queimaduras
Causa:Raiva; queimar-se com os outros
Cura:As pessoas não tem poder contra mim. Eu tenho paz no meu ambiente

Raquitismo
Causa:Desequilíbrio emocional; falta de amor e segurança
Cura:Eu sou seguro e nutrido pelo amor do Universo

Resfriados
Causa:Confusão, desordem, pequenos machucados; família e crenças estereotipadas
Cura:Eu sou livre-pensador; estou em paz com minha mente

Retenção (líquidos)
Causa:O que é que você tem medo de perder?
Cura:Eu descanso com alegria, e espontaneidade

Reumatismo
Causa:Falta de amor; ressentimento; amargura crônica; vingança
Cura:Eu tenho compaixão com os outros e comigo. Eu aceito sentimentos prazerosamente

Rins (problemas)
Causa:Crítica, sensibilidade, desapontamento
Cura:Eu vejo somente o bom em tudo. Ações corretas sendo tomadas. Eu estou realizado

Roer unhas
Causa:Separação dos pais, pedaço de si que se recalca
Cura:Eu sou indivíduo criativo. Aceito, sou seguro em minha maturidade

Sangue (problemas)
Causa: Falta de alegria; faltas de circulação das ideias; pensamentos estagnados
Cura:Alegria. Com alegria as novas ideias circulam livremente

Sinusite
Causa:Presença de pessoa que o irritam
Cura: Ninguém tem o poder de me irritar a menos que eu permita. Paz e harmonia

Surdez
Causa:O que você não quer escutar? Rejeição, teimosia, isolamento
Cura:Eu escuto Deus. Eu escuto o prazer e a vida, sou parte dela

Tórax (cisto)
Causa:Super dimensão de atitudes e propósitos na vida. Super proteção
Cura:Eu sou livre e permito liberdade a todos

Tosse
Causa:Nervosismo, amolação, crítica
Cura:Me expresso pacificamente e falo com amor

Tuberculose
Causa:Egoísmo; possessão; crueldade
Cura: Eu não me sufoco na vida. Meus pensamentos desenvolvem ótimas ideias. Todos momentos da vida são cheios de sentido

Tumor
Causa:Crescimento falso; ferimentos e choques emocionais
Cura:Descanso e perdão. O amor dissolve ferimentos

Tumor no cérebro
Causa:Crenças incorretas computadas; teimosia; recusa em mudar os velhos padrões
Cura:Tudo na vida é mudança. Meus padrões são sempre novos

Úlceras
Causa:Algo se corrói em você; ansiedade, medo, tensão. Crença em pressões
Cura:Nada pode irritar-me; sou pacífico, calmo e feliz

Urinar na cama
Causa:Medo dos pais (normalmente do pai)
Cura:Amor, compreensão e compaixão

Urticária
Causa:Pequenos medos escondidos; exagero de pequenos problemas
Cura:Eu estou em paz com as pequenas coisas da vida

Vaginite
Causa:Culpa sexual; sentimento de perda de alguém ou algo amado
Cura:As formas e as vias podem mudar. O amor nunca se perde. Todas as partes do meu corpo são bonitas

Varizes
Causa:Negatividade, resistência; remoer emoções; sustentar um trabalho que você odeia; circulação entravada, atulhada de ideias; desencorajamento
Cura:Eu me movimento e vivo com prazer. Eu amo a vida e circulo livremente

Vesícula (pedras na)
Causa:Amargura; pensamentos dolorosos que você não encontra meios de evitar
Cura:Jubilosamente deixo o passado ir-se. A vida é boa. Eu sou bom

Paracelso – Por volta do ano de 1.500, a medicina era considerada ultrapassada, nesta época só se conhecia o tratamento de doenças através de ervas, plantas e substâncias extraídas de animais. Não se imaginava que a cura para alguns males estava nos recursos minerais, foi aí que Paracelso, cujo nome verdadeiro era Phillipus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, desempenhou seu papel de médico e alquimista.

Quer saber quem foi Paracelso

 


 

Dúvidas e informações, entre em contato preenchendo o formulário abaixo.

Workshop Vivencial – Por que ainda você não é feliz na vida amorosa?

A oportunidade de descobrir e ressignificar a sua vida amorosa. Nesse workshop falaremos sobre a vida de casal e teremos um olhar profundo e revelador.

Qual dessas situações você se encontra?

– Não encontro minha alma gêmea
– A gente se entende, mas não ficamos juntos
– Tenho tanta saudades que dói
– Não sou amada(o)
– Não encontro um parceiro
– Tenho problemas de relacionamento
– Muitas brigas na guarda dos filhos
– Divórcio
– Brigas constantes
– Falta de amor
– Ciúmes exagerado
– Vivo sendo traída(o)
– Estou em um triângulo amoroso
– Não consigo amar alguém
– Situações ocultas de relacionamento amoroso
– Abuso sexual

Quer começar a mudar ?

Venha vivenciar e ressignificar a sua história. Através do workshop vivencial em Constelação Sistêmica. Todos irão se beneficiar e levar um novo olhar para a sua vida.

Selma Flávio é terapeuta sistêmica, com profundo conhecimento na área humana. Esse é o momento de cuidar da sua vida amorosa.

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Local: Vila Prudente – SP
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Homem e mulher : a imagem completa


“Eu gostaria de fazer algo junto com vocês. E farei isto através de uma meditação.

Existem dois hemisférios opostos no cérebro. Eles estão em oposição e são também complementares. São opostos por estarem separados, têm diferentes funções.

Nós temos dificuldades porque utilizamos eles de maneira desproporcional, valorizando um lado ao invés do outro.

A solução seria trazê-los à igualdade de maneira que utilizamos os dois igualmente, sem perceber a diferença. Esta é uma visão de fora, como sabemos.

Agora chegamos a algo diferente.

É dito na Bíblia: “Deus criou o homem em sua imagem.” E o que segue é um tanto confuso: “Ele criou eles como um homem e uma mulher.”

Então, em Deus – se eu posso dizer isso – os dois hemisférios não eram separados.

 

Mas em nós eles são. Em contraste com Deus, homem e mulher parecem separados para nós. Mas nem o homem somente ou a mulher somente  compreende a imagem completa de Deus. Somente juntos eles correspondem ao que é Deus.

Assim, o homem sozinho é incompleto. Somente junto a mulher ele é completo.

E a mulher é somente completa com o seu oposto, o homem. Ainda assim, ambos tem distinções entre eles.

Seres humanos se tornam completos quando podem unir o masculino e o feminino em todos os aspectos.

Há várias distinções que podemos fazer seguindo este modelo. Podemos trocar o feminino por Corpo, e o masculino por Espírito.

Neste sentido, qualquer caminho espiritual, com sua negação do corpo também está negando o feminino. Muitos caminhos espirituais são anti-matéria. Eles negam a união entre o masculino e o feminino, dando prioridade a um em detrimento ao outro.

O mesmo acontece entre o hemisfério direito e esquerdo: um é o masculino, e outro o feminino. A questão é: o que une estes opostos?”

 

Sinta internamente

“Agora feche seus olhos e sinta dentro de você: Qual lado é o mais presente, o esquerdo ou o direito? O que é mais forte em você:  a parte superior ou inferior do seu corpo? O que é mais forte: o relacionamento com seu pai ou o relacionamento com a sua mãe? Se você tem filhos de ambos os sexos, com qual deles você sente a conexão mais forte?

Essa é a preparação. Você é capaz de perceber a separação em você?

Agora eu gostaria de seguir numa jornada meditativa com você, onde iremos conectar os dois. Na verdade tudo é masculino e feminino ao mesmo tempo.

Então a questão se torna como os unificamos? Quando nós temos sucesso nessas esferas, nós podemos ter sucesso na união entre o masculino e feminino dentro de nós e na nossa relação como casal.”

 

 

Esquerdo e direito

“Feche seus olhos. Nós direcionamos nossa atenção ao braço direito e depois levamos a atenção para nosso braço esquerdo. Separe-os um do outro e deixe suas palmas da mão viradas para cima. Deixe suas mão repousar sobre suas coxas. Permaneça relaxado.

Agora você sente uma mão após a outra. Qual delas é a mais forte? Qual delas é a mais fraca?

Sem olhar para as mãos, olhe para frente, até que suas mãos se juntem.

Isso significa que uma mão se torna mais, assim como a outra. Nós esperamos até que não pensemos mais em termos de uma mão ou outra, as vemos agora como somente uma coisa só.

O processo se desenrola no sentido que a idéia de oposições se dissolvem. Elas são uma coisa só.”

 

Superior e inferior

“Agora fazemos o mesmo com a parte superior e inferior do nosso corpo. Primeiro sentimos nossa parte superior, e então nossa parte inferior.

Onde no nosso corpo está a linha que separa esses dois lugares? Nós levamos nossa atenção para lá, e esperamos, até eles se juntem como um só.

Nós sentimos a diferença dentro de nós quando nós chegamos nessa união.”

 

Pai e mãe

“Agora fazemos o mesmo com nossa mãe e nosso pai. Nós sentimos o lugar do nosso pai dentro de nós, imediatamente, o lugar da nossa mãe. Algum deles fica negligenciado, no fundo?

Nós esperamos o movimento interno até que ambos se tornem um, e iguais de um só vez.”

 

A relação de casal

“Agora transferimos esse movimento para nosso relacionamento de casal. Quem ou o quê está na frente? Quem ou o que está mais atrás? Algo está mais para a esquerda do que para a direita? Quem está mais acima ou mais abaixo?

Agora nos movemos para outra oposição, que podemos comparar com esquerdo ou direito, ou com acima ou abaixo – a oposição de Deus e do mundo.

Nós deixamos eles fluem juntos em nós, em direção a uma união que não podemos mais separar. Nós nos tornamos imediatamente um, em todos os sentidos.”

 

Reflexões sobre os opostos

“Essas deliberações podem ser aplicadas em outras oposições. Irei mencionar algumas aqui:

  • Saúde e doença: Quando nós queremos nos livrar de uma doença, nos comportamos como um homem. Quando aceitamos, nos comportamos como uma mulher. Quando a saúde e a doença são liberados para fluírem juntos, eles funcionam juntos e se tornam um.

 

  • Vida e morte: Vida é masculino neste senso, e a morte é feminina. O que acontece conosco quando ambos são permitidos  a pertencer e fluir como um só no nossos sentimentos? Nossa vida se torna memorável e cheia. Nós vivemos na face da morte. E nossa morta também se tornará cheia no seu próprio tempo.

 

  • Antes e depois: Na esfera do tempo, nós experienciamos o passado como feminino. Ele é completo nesse sentido. O que está vindo é masculino. Quando sua orientação vai para o futuro, nos comportamos com o nosso masculino. Quando o que aconteceu em nosso passado nos puxa para sua prisão, nós esperamos sem agir. Os dois lados são necessários: um sem o outro não podem frutificar. Como eles se tornam um? No agora.”

 

– um texto de Bert Hellinger

Este texto foi extraído e traduzido livremente do livro “In the service of live”,  de Bert Hellinger

 

Fonte IpeRoxo

 


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Curando os Relacionamentos Só para Mulheres


 

Sabe quando ficamos doentes emocionalmente?

Sabe quando nossos órgãos reprodutores ficam doentes?

Sabe quando nossos relacionamentos não dão certo?

Sabe quando a vida sexual não está grande coisa?

Sabe quando as amigas nos traem?

Sabe???

 

‘Curando os Relacionamentos”

Uma abordagem sistêmica, onde o reencontro é com você mesma.

 

“É A HORA DE CURAR O SEU FEMININO!”

Agregando o masculino e o feminino, quebrando paradigmas que impedem se viver intensamente a força de mulher através do feminino.

“A cura e a integração da mulher à energia da sua sexualidade dependerão especialmente do entendimento que ela possui sobre suas simbologias físicas, emocionais, mentais e espirituais. ”

Venha fazer parte desse lindo encontro, é o caminho para a busca e para as respostas.

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Isso não começou com você: Como traumas familiares moldam quem você é


Uma característica bem documentada sobre trauma familiar para muitos, é a nossa incapacidade de articular o que nos acontece. Nós não só sabemos como falar, mas também se perde em nossa memória. Durante um incidente traumático, nossos processos de pensamentos tornam-se dispersos e desorganizados de tal forma que já não reconhecemos as memórias como pertencentes ao evento original. Em vez disso, fragmentos de memória, dispersos como imagens, sensações corporais e palavras, são armazenados em nosso inconsciente e podem ser ativados posteriormente por qualquer coisa, mesmo que remotamente, que relembre a experiência original. Uma vez que eles são acionados, é como se um botão de rebobinação invisível tivesse sido pressionado, fazendo-nos reencontrar aspectos do trauma original em nossas vidas no dia-a-dia. Inconscientemente, podemos nos encontrar reagindo a certas pessoas, eventos ou situações de maneiras antigas e familiares que ecoam do passado.

Sigmund Freud identificou esse padrão há mais de cem anos. A reconstituição traumática, ou a “compulsão de repetição”, como Freud nomeou, é uma tentativa do inconsciente de reproduzir o que não está resolvido, para que possamos “entender”. Essa unidade inconsciente para reviver eventos passados ​​poderia ser um dos mecanismos que trabalha quando as famílias repetem traumas não resolvidos nas gerações passadas.

O contemporâneo de Freud, Carl Jung, também acreditava que o que permanece inconsciente não se dissolve, mas ressurge em nossas vidas como destino ou fortuna. “Tudo o que não surge como consciência”, disse ele, “retorna como destino”. Em outras palavras, é provável que continuemos repetindo nossos padrões inconscientes até trazê-los à luz da consciência. Jung e Freud observaram que tudo o que é muito difícil de processar não desaparece por conta própria, mas sim é armazenado em nosso inconsciente.

Freud e Jung observaram cada vez que fragmentos de experiências de vida previamente bloqueadas, suprimidas ou reprimidas apareciam nas palavras, gestos e comportamentos de seus pacientes. Durante décadas, terapeutas viram pistas, como lapsos de linguagem, padrões de acidentes, ou imagens oníricas como mensageiros que brilham uma luz para as regiões indizíveis e impensáveis de vida de seus clientes.

Os avanços recentes na tecnologia de imagem permitiram que os pesquisadores desvendassem o cérebro e as funções corporais que “falharam” ou “quebraram” durante episódios devastadores. Bessel van der Kolk é um psiquiatra holandês conhecido por sua pesquisa sobre o estresse pós-traumático. Ele explica que durante um trauma, o centro de fala encerra, assim como o córtex pré-frontal medial, a parte do cérebro responsável por experimentar o momento presente. Ele descreve o “terror sem fala” do trauma como a experiência de estar em uma “perda de palavras”, uma ocorrência comum quando os caminhos cerebrais de lembrança são dificultados durante períodos de ameaça ou perigo. “Quando as pessoas revivem suas experiências traumáticas”, diz ele, “os lobos frontais ficam prejudicados e, como resultado, eles têm dificuldade para pensar e falar”.

Ainda assim, tudo não é silencioso: palavras, imagens e impulsos que se fragmentam após um evento traumático emergem para formar uma linguagem secreta de nosso sofrimento que carregamos conosco. Nada está perdido. As peças acabaram de ser reencaminhadas.

As tendências emergentes em psicoterapia estão agora começando a apontar além dos traumas individuais também incluem eventos traumáticos na história familiar e social como parte do quadro inteiro. As tragédias que variam em tipo e intensidade — como o abandono, o suicídio e a guerra, ou a morte precoce de uma criança, pai ou irmão — podem enviar ondas de choque de angústia em cascata de uma geração para a próxima. Desenvolvimentos recentes nos campos da biologia celular, neurobiologia, epigenética e psicologia do desenvolvimento sublinham a importância de explorar pelo menos três gerações de história familiar para entender o mecanismo por trás dos padrões de trauma e sofrimento que se repetem.

A seguinte história oferece um exemplo vívido

Quando conheci Jesse, ele não teve uma noite inteira de sono por mais de um ano. Sua insônia era evidente nas sombras escuras ao redor de seus olhos, mas o vazio de seu olhar sugeria uma história mais profunda. Apesar de apenas vinte anos, Jesse ficou com pelo menos dez anos de idade. Ele afundou no meu sofá como se suas pernas já não aguentassem seu peso.

Jesse explicou que ele tinha sido um atleta-estrela e um aluno com ótimas notas, mas que sua persistente insônia havia iniciado uma espiral descendente de depressão e desespero. Como resultado, ele abandonou a faculdade e teve que perder a bolsa de beisebol que ele tinha batalhado tão duro para conseguir. Ele procurou desesperadamente ajuda para recuperar sua vida e colocar ela no caminho certo. Ao longo do último ano, ele tinha estado em três médicos, dois psicólogos, uma clínica de sono e um médico naturopata. Nenhum deles, ele relatou em um monólogo, foi capaz de oferecer qualquer ideia do que fosse ou ajuda real. Jesse, olhava principalmente para o chão enquanto compartilhava sua história, me disse que estava no fundo do poço.

Quando perguntei se ele tinha alguma ideia sobre o que poderia ter desencadeado sua insônia, ele balançou a cabeça. O sono sempre veio facilmente para Jesse. Então, uma noite, logo após o décimo nono aniversário, ele acordou de repente às 3:30 da manhã. Ele estava gelado, tremendo, incapaz de se aquecer, não importava o que tentasse. Três horas e vários cobertores mais tarde, Jesse ainda estava bem acordado. Não só ele estava frio e cansado, como ele foi agarrado por um estranho medo que ele nunca experimentou antes, um medo de que algo horrível pudesse acontecer se ele se deixasse caísse no sono. Se eu for dormir, nunca vou acordar. Toda vez que ele sentia-se sonolento, o medo o trazia de volta à vigília. O padrão repetiu-se na noite seguinte, e a noite depois disso. Logo a insônia tornou-se uma provação noturna. Jesse sabia que seu medo era irracional, mas ele se sentia indefeso para acabar com isso.

Escutei atentamente enquanto Jesse falava. O que se destacou para mim era um detalhe incomum — ele estava extremamente frio, “congelando”, ele disse, antes do primeiro episódio. Comecei a explorar isso com Jesse e perguntei se alguém de ambos os lados da família sofria de um trauma que envolvesse “frio”, ou estar “adormecido” ou algo com a idade “dezenove”.

Jesse revelou que sua mãe tinha recentemente informado sobre a trágica morte do irmão mais velho de seu pai — um tio que ele nunca soube que ele tinha. O tio Colin tinha apenas dezenove anos quando congelou até a morte controlando as linhas de energia em uma tempestade ao norte de Yellowknife, nos Territórios do Noroeste do Canadá. Trilhas na neve revelaram que ele tinha se esforçado para não cair. Eventualmente, ele foi encontrado à beira de uma nevasca, tendo perdido consciência por conta da hipotermia. Sua morte foi uma perda tão trágica que a família nunca falou seu nome novamente. Agora, três décadas depois, Jesse estava inconscientemente revivendo aspectos da morte de Colin — especificamente, o terror inconsciente de adormecer. Para Colin, cair significava morte. Para Jesse, adormecer deve ter sentido o mesmo.

Fazer a conexão foi um ponto de virada para Jesse. Uma vez que ele percebeu que sua insônia tinha sua origem em um evento que ocorreu trinta anos antes, ele finalmente teve uma explicação para o medo de adormecer. O processo de cura agora poderia começar. Com ferramentas que Jesse aprendeu em nosso trabalho em conjunto, que será detalhado mais adiante neste livro, ele conseguiu se libertar do trauma sofrido por um tio que ele nunca conheceu, mas cujo terror ele inconscientemente assumiu como seu. Não só Jesse se sentiu livre da neblina pesada da insônia, ele ganhou uma sensação mais profunda de conexão com sua família, com seu presente e seu passado.

Na tentativa de explicar histórias como a de Jesse, os cientistas agora são capazes de identificar marcadores biológicos — evidências de que os traumas podem e passam de uma geração para a outra. Rachel Yehuda, professora de psiquiatria e neurociência na Mount Sinai School of Medicine em Nova York, é um dos principais especialistas mundiais em estresse pós-traumático, uma verdadeira pioneira neste campo. Em numerosos estudos, Yehuda examinou a neurobiologia do TEPT em sobreviventes do Holocausto e seus filhos. Sua pesquisa sobre o cortisol em particular (o hormônio do estresse que ajuda nosso corpo a voltar ao normal depois de experimentar um trauma) e seus efeitos sobre a função cerebral revolucionaram a compreensão e o tratamento do TEPT em todo o mundo. (Pessoas com TEPT revivem sentimentos e sensações associadas a um trauma apesar do fato de que o trauma ocorreu no passado.)

Yehuda e sua equipe descobriram que os filhos de sobreviventes do Holocausto que tinham TEPT nasceram com níveis baixos de cortisol semelhantes aos seus pais, predispondo-os a reviver os sintomas de TEPT da geração anterior. Sua descoberta de níveis baixos de cortisol em pessoas que experimentaram um evento traumático agudo tem sido controversa, indo contra a noção de longa data de que o estresse está associado a altos níveis de cortisol. Especificamente, nos casos de TEPT crônica, a produção de cortisol pode ser suprimida, contribuindo para os baixos níveis medidos em ambos os sobreviventes e seus filhos.

Yehuda descobriu níveis baixos de cortisol em veteranos de guerra, bem como em mães grávidas que desenvolveram TEPT depois de serem expostas aos ataques do World Trade Center e em seus filhos. Não só ela descobriu que os sobreviventes em seu estudo produziram menos cortisol, uma característica que eles podem transmitir aos seus filhos, ela observa que vários distúrbios psiquiátricos relacionados ao estresse, incluindo TEPT, síndrome da dor crônica e síndrome da fadiga crônica, estão associados a baixos níveis sanguíneos de cortisol. Curiosamente, 50 a 70 % dos pacientes com TEPT também atendem os critérios diagnósticos para depressão maior ou outra disposição ou transtorno de ansiedade.

A pesquisa de Yehuda demonstra que você e eu somos três vezes mais propensos a experimentar sintomas de TEPT se um dos nossos pais tiveram TEPT e, como resultado, é provável que soframos de depressão ou ansiedade. Ela acredita que este tipo de TEPT geracional é herdado, em vez de ocorrer de nossa exposição às histórias de nossos pais sobre suas provações. Yehuda foi uma dos primeiros pesquisadores a mostrar como descendentes de sobreviventes de trauma carregam sintomas físicos e emocionais de traumas que eles não experimentam diretamente.

Esse foi o caso com Gretchen.

Depois de anos tomando antidepressivos, participando de sessões de conversação e terapia grupal e tentar várias abordagens cognitivas para mitigar os efeitos do estresse, seus sintomas de depressão e ansiedade permaneceram inalterados.

Gretchen me disse que não queria mais viver. Enquanto ela se lembrava, ela lutava com emoções tão intensas que mal podiam conter os surtos em seu corpo. Gretchen foi admitida várias vezes em um hospital psiquiátrico onde foi diagnosticada como bipolar com transtorno de ansiedade grave. A medicação trouxe um ligeiro alívio, mas nunca tocou nos poderosos impulsos suicidas que viviam dentro dela. Quando adolescente, ela se machucou ao queimar-se com uma bituca ainda acesa de um cigarro. Agora, aos trinta e nove anos, Gretchen tinha tido o suficiente. Sua depressão e ansiedade, disse ela, impediram que ela se casasse e tivesse filhos. Num tom de voz surpreendentemente importante, ela me disse que estava planejando suicidar-se antes do próximo aniversário.

Ouvindo Gretchen, tive o forte senso de que deve haver um trauma significativo na história da família. Em tais casos, considero essencial prestar muita atenção às palavras que estão sendo faladas por indícios do evento traumático subjacente aos sintomas de um cliente.

Quando perguntei como ela planejava se matar, Gretchen disse que ia se vaporizar. Por mais incompreensível que possa parecer para a maioria de nós, seu plano era, literalmente, pular em um tonel de aço fundido na fábrica onde seu irmão trabalhava. “Meu corpo irá incinerar em segundos”, disse ela, olhando diretamente nos meus olhos, “mesmo antes de chegar ao fundo”.

Fiquei impressionado com a falta de emoção enquanto ela falava. Qualquer coisa que estivesse presa parecia ter sido abandonada por dentro. Ao mesmo tempo, as palavras “vaporizavam” e “incineravam” palpitaram dentro de mim. Tendo trabalhado com muitos filhos e netos cujas famílias foram afetadas pelo Holocausto, aprendi, a deixar suas palavras me levarem. Eu queria que Gretchen me contasse mais.

Perguntei se alguém em sua família era judeu ou estava envolvido no Holocausto. Gretchen começou a dizer que não, mas depois se deteve e lembrou uma história sobre sua avó. Ela nasceu em uma família judaica na Polônia, mas se converteu ao catolicismo quando veio para aos Estados Unidos em 1946 e casou-se com o avô de Gretchen. Dois anos antes, a família inteira de sua avó havia morrido nos fornos de Auschwitz. Eles tinham sido literalmente vaporizados — envoltos em vapores venenosos — e incinerados. Ninguém na família imediata de Gretchen nunca falou com sua avó sobre a guerra, nem sobre o destino de seus irmãos ou seus pais. Em vez disso, como é frequentemente o caso de trauma extremo, eles evitam o assunto por completo.

Gretchen conhecia os fatos básicos de sua história familiar, mas nunca a havia conectado isso à sua própria ansiedade e depressão. Ficou claro para mim que as palavras que ela usava e os sentimentos que ela descreveu não se originaram com ela, mas de fato se originaram com sua avó e os membros da família que perderam a vida.

Quando expliquei a conexão, Gretchen ouviu atentamente. Seus olhos se arregalaram e a cor subiu nas bochechas. Eu poderia dizer que o que eu disse estava ressoando. Pela primeira vez, Gretchen teve uma explicação para o sofrimento que fazia sentido para ela.

Para ajudá-la a aprofundar seu novo entendimento, convidei-a a imaginar em pé nos sapatos da sua avó, representada por um par de pegadas de borracha de espuma que coloquei no tapete no centro do meu escritório. Pedi-lhe que imaginasse sentir o que a avó poderia ter sentido depois de ter perdido todos os seus entes queridos. Levando-o mesmo a um passo adiante, perguntei-lhe se ela poderia literalmente ficar de pé nas pegadas como sua avó e sentir os sentimentos de sua avó em seu próprio corpo. Gretchen relatou sensações de perda e sofrimento muito fortes, solidão e isolamento. Ela também experimentou o profundo sentimento de culpa que muitos sobreviventes sentem e a sensação de permanecer vivo enquanto os entes queridos foram mortos.

Chegar a um acordo com trauma

Para processar trauma, muitas vezes é útil para os clientes ter uma experiência direta dos sentimentos e sensações que foram submersos no seu corpo. Quando Gretchen conseguiu acessar essas sensações, ela percebeu que seu desejo de se aniquilar estava profundamente entrelaçado com seus familiares perdidos. Ela também percebeu que adotara algum elemento do desejo de sua avó de morrer. Quando Gretchen absorveu esse entendimento, vendo a história da família em uma nova luz, seu corpo começou a suavizar, como se algo dentro dela tivesse sido enrolado até agora e então ela poderia relaxar.

Tal como acontece com Jesse, o reconhecimento de Gretchen de que seu trauma estava enterrado na história não pronuncia da sua família era apenas o primeiro passo em seu processo de cura. Uma compreensão intelectual por si só raramente é suficiente para uma mudança duradoura para ocorrer. Muitas vezes, a consciência precisa ser acompanhada por uma experiência visceral profundamente sentida.

Uma herança familiar inesperada

Um menino pode ter as pernas longas de seu avô e uma garota pode ter o nariz de sua mãe, mas Jesse havia herdado o medo de seu tio de nunca acordar, e Gretchen carregou a história do Holocausto da família em sua depressão. Adormecido dentro de cada um deles estavam fragmentos de traumas demais para serem resolvidos em uma geração.

Quando aqueles em nossa família experimentaram traumas insuportáveis ​​ou sofrem com imensa culpa ou sofrimento, os sentimentos podem ser esmagadores e podem escalar além do que eles podem gerenciar ou resolver. É a natureza humana; Quando a dor é muito grande, as pessoas tendem a evitá-la. No entanto, quando bloqueamos os sentimentos, inconscientemente entravamos o processo de cura necessário que pode nos levar a uma libertação natural.

Às vezes, a dor submerge até encontrar um caminho para expressão ou resolução. Essa expressão é frequentemente encontrada nas gerações que se seguem e pode ressurgir como sintomas que são difíceis de explicar. Para Jesse, o frio e o tremor implacáveis ​​não apareceram até atingir a idade que seu tio Colin estava quando congelou até a morte. Para Gretchen, a ansiedade e desespero e os impulsos suicidas de sua avó estiveram com ela durante o tempo que ela conseguiu lembrar. Esses sentimentos se tornaram uma parte de sua vida que ninguém jamais pensou em considerar que os sentimentos não se originavam com ela.

Atualmente, nossa sociedade não oferece muitas opções para ajudar pessoas como Jesse e Gretchen que carregam remanescentes de trauma familiar herdado. Normalmente, eles podem consultar um médico, psicólogo ou psiquiatra e receber medicamentos, terapia ou alguma combinação de ambos. Mas, embora essas caminhos possam trazer algum alívio, geralmente não fornecem uma solução completa.

Nem todos nós temos traumas tão dramáticos quanto os de Gretchen ou Jesse na nossa história familiar. No entanto, eventos como a morte de um bebê, uma criança dada para adoção, a perda da casa ou mesmo a falta da atenção de uma mãe ou pai podem ter o efeito de colapsar os muros de apoio e restringir o fluxo de amor em nossa família . Com a origem desses traumas à vista, os padrões familiares de longa data podem finalmente ser postos para descansar. É importante notar que nem todos os efeitos do trauma são negativos.

De acordo com Rachel Yehuda, o propósito de uma mudança epigenética é expandir o leque de maneiras de responder em situações estressantes, o que ela diz é positivo. “Quem você preferiria que estivesse em uma zona de guerra?”, Ela pergunta. “Alguém que teve adversidade prévia [e] sabe como se defender? Ou alguém que nunca teve que lutar por nada? “Uma vez que entendemos o que as mudanças biológicas do estresse e do trauma devem fazer, ela diz:” Nós podemos desenvolver uma maneira melhor de nos explicar quais são nossas verdadeiras capacidades e potenciais”.

Visto desta maneira, os traumas que herdamos ou experimentamos em primeira mão não só podem criar um legado de angústia, mas também podem forjar um legado de força e resiliência que podem ser sentidas pelas gerações vindouras.

 

Este artigo é um trecho do livro de Mark Wolynn, Mark Wolynn’s book, It Didn’t Start With You: How Inherited Family Trauma Shapes Who We Are and How to End the Cycle.

Texto em inglês aqui. Tradução livre por Yatahaze.

*Imagem Pixabel

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