C0NE HINDU, tratando ouvido, garganta e dores em geral

O Cone Hindu, também conhecido como Cone Chinês, é uma técnica milenar de medicina natural originada há 3.000 a.C. na Índia. Utilizando cones feitos de algodão, cera de abelha, óleos essenciais e ervas medicinais, a técnica visa equilibrar a energia do corpo, especialmente na região do ouvido, chakras e pontos de acupuntura.

Principais benefícios incluem ativação da circulação sanguínea nos ouvidos, aumento da atenção e intuição, melhora de sintomas físicos decorrentes de desequilíbrios energéticos, desobstrução do ouvido, nariz e garganta, elevação do padrão vibratório, fortalecimento do sistema imunológico, alinhamento dos chakras e purificação da energia.

Indicações abrangem problemas otorrinolaringológicos como insônia, enxaquecas, ansiedade, perda de audição, zumbido, sinusite, rinite, otite e labirintite. Contudo, há contraindicações, como cirurgia recente no ouvido, tímpano rompido não cicatrizado e crise de labirintite ativa.

É importante ressaltar que o Cone Hindu não remove a cera do ouvido, mas pode ajudar a limpar o excesso. Cones adquiridos online podem não garantir a mesma qualidade e segurança proporcionadas em clínicas especializadas. As sessões, que duram 30 a 60 minutos, devem ser conduzidas por profissionais qualificados para evitar queimaduras e garantir a eficácia da terapia.

Em casa, sem acompanhamento profissional, o uso do Cone Hindu não é recomendado. Certifique-se de procurar um profissional habilitado para realizar a técnica de forma segura e eficaz.

Assista ao vídeo e entenda mais.


Coletânea atualiza saberes sobre PICS. Primeiro número aborda florais

Medo, ansiedade, sintomas depressivos, sensação de impotência diante do desconhecido. De alguma forma esses sentimentos tornaram-se comuns na população mundial diante da pandemia do novo coronavírus, entre os que se isolam obrigatoriamente para se proteger dos  riscos de infecção e entre os que precisam estar na linha de frente do combate, nas unidades de saúde tentando salvar vidas ou em outras atividades essenciais, expondo-se ao vírus. Estudos  demonstraram em outras situações de adoecimento coletivo recente, como nas síndromes respiratórias por H1N1 e Ebola, por exemplo,  que a quarentena apresenta riscos à saúde mental, exigindo, então, um cuidado amplo e integral. O ObservaPICS dá sua contribuição diante do quadro emergente mundial, lançando a coleção Cuidado integral na Covid-19, sobre diferentes práticas integrativas e complementares com evidência de sucesso em cenários similares de sofrimento.

“Diante de uma pandemia que obrigou quarentena mundial sem precedentes, torna-se fundamental fortalecer  o corpo, a mente e o emocional, para lidar com esse novo desafio, às vezes negligenciado nos aspectos sociais e emocionais durante e após a epidemia”, explica a pesquisadora Islândia Carvalho, coordenadora do ObservaPICS. Ela lembra que a Organização Pan-Americana (Opas) e o Ministério da Saúde recentemente lançaram campanha sobre o assunto . “E é  nesse sentido”, completa,  “que buscamos analisar as evidências e experiências acerca das  Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)  que possam contribuir com o bem-estar, associadas à prevenção, promoção da saúde e ao tratamento biomédico”.

A terapia floral (TF) é uma dessas práticas, indicada para ajudar na estabilidade mental e emocional, tão necessária em situações como a vivida diante do risco de adoecimento mental coletivo. A TF abre a coleção Cuidado Integral na Covid-19, que o ObservaPICS está lançando para orientar, principalmente, profissionais de saúde com rotina de trabalho estressante e ampliado, que precisam de equilíbrio e fortalecimento físico, mental e emocional. Afinal, além de cuidar dos portadores do novo coronavírus e das populações que sofrem com os impactos da pandemia, lidam com o sofrimento pessoal, o distanciamento das suas famílias e perdas afetivas.

OMS reconhece ação dos florais desde 1950

Reconhecida desde a década de 1950 pela Organização Mundial de Saúde, a terapia floral vem ajudando na reabilitação de pessoas em sofrimento emocional. É baseada, principalmente, no conhecimento desenvolvido pelo médico inglês Edward Bach, daí existirem os florais de Bach.

Formado na medicina convencional, o médico acabou se interessando por tratamentos mais naturais. Concebia a doença como resultado da desarmonia entre o corpo, a mente, a alma e a personalidade. E viu, no estudo das essências extraídas das flores, a possibilidade de ajudar os indivíduos a alcançarem essa harmonia. As pesquisas de Bach aconteceram nas primeiras décadas do século XX e, graças a elas, os florais começaram a ser usados em maior escala.

Evidências no Brasil

No Brasil, os florais integram as 29 práticas integrativas e complementares reconhecidas pelo Ministério da Saúde, com aplicação por várias equipes de saúde em diferentes municípios e unidades do SUS, além de  estarem incluídos em projetos de pesquisa e extensão de universidades públicas.

“Frente à pandemia de Covid-19, a TF pode diminuir o sofrimento”, explicam as pesquisadoras Carla Luzia França Araújo, professora associada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ), Maria Júlia Paes da Silva, professora titular da Universidade de São Paulo (EEUSP), e Vanessa Damasceno Bastos, professora substituta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EEAN/UFRJ). Elas assinam a publicação Terapia Floral: equilíbrio para emoções em tempo de pandemia, que abre a coletânea produzida especialmente para a página especial do ObservaPICS. “Pessoas deprimidas têm o seu sistema imunológico enfraquecido e, consequentemente, são mais suscetíveis ao contágio de doenças”, lembram.

O documento produzido pelas três pesquisadoras reúne informações conceituais e faz uma revisão na literatura, considerando resultados de estudos publicados nos últimos 14 anos em periódicos científicos. Quatro deles são destacados: um sobre a experiência dos florais em gestantes, para alívio da dor e ansiedade durante o trabalho de parto, outro que investiga o efeito de quatro florais em pessoas ansiosas, um terceiro que aborda a terapia floral como alternativa ao tratamento de indivíduos com sequelas psicológicas decorrentes de violência familiar e um quarto que analisa a eficácia dos florais e de outras práticas no controle de sintomas na menopausa. Em complemento, o documento lista florais com a respectiva indicação, como exemplo do uso voltado ao equilíbrio físico, mental e emocional.

Carla Luzia, Maria Júlia e Vanessa lembram, com base em outros autores, que as essências florais não agem sobre a bioquímica do corpo, não substituindo alimentos e medicamentos. Também não interferem na ação dos remédios.   explicam.

Uso durante a pandemia

Do ponto de vista prático, como usar a terapia floral na rotina dos profissionais de saúde diante da pandemia de Covid-19? “A recomendação é que equipes do SUS que  têm experiência com uso de TF possam oferecer  o suporte aos colegas que estão na linha de frente da assistência às vítimas do novo coronavírus, como também aos que atuam na atenção primária, lidando diretamente, nas comunidades, com a aflição das famílias”, esclarece  Islândia Carvalho, coordenadora do ObservaPICS. Profissionais interessados na terapia floral que não contam com esse tipo de atendimento na rede de saúde onde atuam poderão buscar grupos de apoio com oferta da terapia, a exemplo do que oferece a Rede Cuidar Enfermagem, apoiada pelo observatório.

  • Para leitura complementar
  • Brooks SK, Webster RK, Smith LE, Woodland L, Wessely S, Greenberg N, et al. The psychological impact of quarantine and how to reduce it: rapid review of the evidence. Lancet. 2020;395:912-20
  • Ornell F, Schuch JB, Sordi AO, Kessler FHP. “Pandemic fear” and COVID-19: mental health burden and strategies. Braz J Psychiatry. Forthcoming 2020
  • Campanha Saúde Mental https://www.paho.org/bra/

Fonte: fiocruz


Selma Flavio – Psicoterapeuta em Saúde Mental – Constelação Familiar e especialista em Terapia Floral.

Informações e agendamento


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Juízes empregam “constelação familiar” para tratar vícios e recuperar presos

Por conta de uma disputa por um poço subterrâneo em uma comunidade carente no Ceará, José Antônio (nome fictício) foi julgado e condenado a seis meses de detenção. O rapaz alega que apenas defendia a permanência do uso coletivo da água pelos moradores da vila, que enfrenta estiagem severa há pelo menos seis anos. Durante o incidente, um advogado se apossou da fonte.

José Antônio, por ser réu primário, cumpre a pena prestando serviços comunitários e tenta acompanhar as mudanças promovidas em sua vida graças às sessões de “Constelação Familiar”, uma técnica alemã cada vez mais utilizada pela justiça brasileira na resolução de conflitos.

O programa tem sido reconhecido como um dos mais nobres e eficazes da Justiça Estadual do Ceará, e usa a técnica da constelação familiar no atendimentos aos detentos. A juíza Maria das Graças Quental, da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas da capital cearense, conta que as sessões de constelação ajudaram a levar alento ao jovem no entendimento de que há uma pena a cumprir, ainda que ele se sinta injustiçado.

‘Constelar’ para curar

A juíza teve uma audiência especial com o jovem e o convidou para participar da constelação familiar. Em vista de convencê-lo a ingressar no projeto, ela explicou que o tempo de participação nas sessões é usado para reduzir a duração da pena.

Esta é a situação atual de centenas de jovens que se tornaram réus primários, envolvidos em fatos que são marcantes à condição da estrutura familiar, à baixa escolaridade e condições de pobreza. Somem-se a isso, diz a juíza, os sentimentos de revolta e abandono que sentem ao serem encarcerados.

O projeto alternativo tem sido utilizado entre presos que cumprem alternativas penais com a finalidade de evitar que reincidam no crime. Ao mesmo tempo, oferece a oportunidade a eles de entender os motivos que os levaram a cometer o crime.

“A maioria deles sucumbiu à droga, mas são réus primários com bons antecedentes. São jovens que não fazem parte de organização criminosa, não apresentam periculosidade e que precisam ser atendidos para não se tornarem reincidentes”, observou a juíza.

“O Direito é transdisciplinar e se vale da psicologia, da sociologia e da antropologia e de qualquer outra experiência de transformação do conflito”, comenta a professora de Direito da Universidade do Vale do Itajaí e pesquisadora Márcia Sarubbi, responsável por conduzir as sessões de constelação familiar na Casa do Albergado e no Hospital de Custódia.

“Até o presente momento, em relação aos que aplicamos na dinâmica da constelação e que foram para a rua, nenhum deles voltou a delinquir e todos relatam melhora nas relações com os familiares”, diz Sarubbi.

Fonte razõesparaacreditar



Criando União nos Relacionamentos


“O homem, na era da consciência expandida, já não precisa de uma parceira mais fraca como forma de negar a sua fragilidade. Ele enfrenta e encara a sua fragilidade, e assim conquista força real. Ele percebe que sua fraqueza sempre tem origem na culpa, e a auto-rejeição é sempre a negação da integridade do Eu Superior, de uma forma ou de outra. Portanto, já não existe nele a necessidade de ter um escravo. O homem, então, não se sente ameaçado por um igual. Não exige um parceiro inferior para se convencer de que é aceitável o que, naturalmente, de qualquer forma seria uma ilusão. Depois de encarar a própria fraqueza, é preciso que ele conquiste a sua verdadeira força. Portanto, seu relacionamento com a mulher é realmente igualitário; ele não se sente ameaçado por uma pessoa tão criativa, tão adequada tão forte moralmente, tão inteligente como ele mesmo. Não precisa bancar o patrão. Isso permite que ele abra o coração e sinta uma satisfação antes impossível.”

Texto de Eva Pierrakos extraído do livro “Criando União nos Relacionamentos”

 

#SejaEstejaSorria
Terapia Natural e Desenvolvimento pessoal Selma Flávio

*imagem pixabel

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– Não sou amada(o)
– Não encontro um parceiro
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– Muitas brigas na guarda dos filhos
– Divórcio
– Brigas constantes
– Falta de amor
– Ciúmes exagerado
– Vivo sendo traída(o)
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blog.selmaflavio.com.br

 

Ministério da Saúde anuncia aromaterapia, florais e bioenergética


Ministério da Saúde anuncia aromaterapia, florais e bioenergética entre 10 novos procedimentos no SUS

Conselho Federal de Medicina questiona adoção de novas terapias alternativas e diz que elas ‘não têm base na medicina e são sem evidências’.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou que as práticas alternativas ou integrativas, como as aprovadas nesta segunda pelo ministério, “não têm base na medicina e são sem evidências”. Segundo o presidente da entidade, Carlos Vital, os médicos só podem atuar “com procedimentos terapêuticos que têm reconhecimento científico”.

“Nós não temos nenhuma prática alternativa que seja reconhecida pelo CFM. Há uma especialidade médica, a acupuntura, que é feita de maneira completamente diferente do que está colocado no SUS como uma prática integrativa. A prática da acupuntura como especialidade médica é feita com base em evidências científicas”, disse Vital.

Segundo o CFM, essas práticas dentro do SUS “oneram o sistema e não deveriam estar incorporadas”. O presidente da unidade chama a aplicação de verbas para a área de terapias alternativas de “desperdício”.

Ministro cita Temer e é vaiado

O ministro foi vaiado e quase não conseguiu dar prosseguimento a seu discurso quando citou o nome do presidente Temer. Ele foi vaiado e ouviu gritos de “Fora Temer”. Ele finalizou seu discurso lembrando que a prioridade do ministério é buscar a informatização do SUS e depois a sua regionalização.

“Esse é o nosso desafio, ter conhecimento finque acontece no sistema e integrá-lo. Hoje o SUS só ocupa 60% dos leitos do país. Precisamos otimizar os serviços e valorizar os recursos humanos no SUS”, disse o ministro.

Em 2006, quando foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) eram ofertados apenas cinco procedimentos. Após 10 anos, em 2017, foram incorporadas 14 atividades, chegando as 19 práticas disponíveis atualmente à população.

Veja abaixo a lista dos procedimentos que o SUS já oferece:

  • ayurveda
  • homeopatia
  • medicina tradicional chinesa
  • medicina antroposófica
  • plantas medicinais/fitoterapia
  • arteterapia, biodança
  • dança circular
  • meditação
  • musicoterapia
  • naturopatia
  • osteopatia
  • quiropraxia
  • reflexoterapia
  • reiki
  • shantala
  • terapia comunitária integrativa
  • termalismo social/crenoterapia e yoga.

As terapias estão presentes em 9.350 estabelecimentos em 3.173 municípios, sendo que 88% são oferecidas na Atenção Básica.

Em 2017, foram registrados 1,4 milhão de atendimentos individuais em práticas integrativas e complementares. Atualmente, a acupuntura é a mais difundida com 707 mil atendimentos e 277 mil consultas individuais.

fonteg1.globo


A Vida nos trata como tratamos nossa mãe!

Segundo Bert Hellinger, psicoterapeuta criador das Constelações Familiares, e formulador das Leis Sistêmicas do Amor e da Vida, “O sucesso tem a face da mãe”.
Quem não conquista o sucesso na vida, entendendo-se sucesso como ter relacionamentos afetivos amorosos e enriquecedores para ambos, uma relação saudável com o dinheiro, conquistar seus objetivos, realizar-se e ser feliz na vida, sentir-se seguro, é porque “não tomou sua mãe”.

Tomar a mãe significa aceitá-la plenamente, sem julgamentos, amorosamente no coração, independentemente de como tenha sido sua criação, educação e relação com ela, se sentiu-se ou não amado o suficiente ou da maneira que imagina “adequada”, se foi castigado injustamente, preterido ou mesmo abandonado.
Conheço muitas pessoas, amigos, alunos, pacientes, que ouvindo essas palavras, com expressão angustiada, de raiva ou sofrimento, afirmam ser uma tarefa impossível! Não conseguem, e muitos afirmam sinceramente que não querem, abrir-se para esta aceitação. Carregam mágoas profundas, cicatrizes mal formadas que encobrem superficialmente feridas crônicas e incuráveis da alma.
Porém, não há como dizer sim à Vida, sem a aceitação, e antes de dizer SIM a ela, nossa mãe. A Vida nos foi entregue através da mãe, nascemos de suas entranhas, de sua carne. Nosso corpo foi forjado em seu ventre, através do alimento ingerido por ela e que tomamos para nós. Esses nutrientes nos permitiram evoluir a partir do momento da concepção, quando duas células, mãe e pai, se tornaram somente uma, EU, através de um ato de amor da Vida, para para trilhões de células no momento do nascimento.

O oxigênio que nos manteve vivos, foi inspirado através de seus pulmões. O ritmo pulsante e tranquilizador que nos embalou durante os nove meses que em seu ventre fomos carregados, vinha das batidas de seu coração.
As emoções que sentíamos e nos envolviam, tanto as ruins que refletiam medos, incertezas e angústias, como as boas que carregavam os sonhos, esperanças, desejos e ideais, vieram de sua alma, e do campo familiar do qual ela fazia parte, e já nos envolvia, campo sistêmico que reverbera as experiências de milhares de pessoas que vieram antes de nós, as quais nos constituem incondicionalmente.
Revoltar-se, ter restrições, julgar ou criticar a mãe (ou também o pai, o que traz outras implicações) significa que nos julgamos maiores que ela, o que vai contra a lei da Hierarquia, significa também excluí-la o que vai contra a lei do Pertencimento e resulta em não realizar uma troca amorosa pois recebemos a Vida também através dela, o que vai contra a lei do Equilíbrio de Troca.

Em resumo, com a escolha e atitude de não aceitar nem tomar plenamente a mãe, deixamos de vivenciar as três Ordens do Amor, as principais e fundamentais Leis dos relacionamentos e da Vida.
O resultado é a criação e/ ou a continuidade do fenômeno transgeracional de emaranhamentos familiares, e o consequente fracasso em conquistar um destino de Sucesso e uma Vida plena e feliz.
A partir da ampliação da consciência sobre esses temas, da aceitação de tudo e de todos como são, dizemos SIM à Vida, podemos transformar essa realidade, cumprir nossa missão pessoal e, enfim, viver um destino saudável, com efeitos curativos em todo nosso sistema.

Fontes: Obras de Bert Hellinger; conteúdo do curso de formação “Consciência Sistêmica”, reflexões do autor

Roberto Debski

Fonte somostodosum 

 


Selma D. Flávio - Soluções Sistêmicas e Terapias Vibracionais
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Inscrições e informações- 11 973873144 - whatsapp