Participante: Quando antes ouvimos aqueles gritos, foi dito que esta era a saída do autismo. Será que isso significa que a criança poderia ficar boa?
Hellinger: Você tem de ouvir-me atentamente. Eu disse: “Esta é a irrupção do autismo”. Pudemos ver isso aqui. O que realmente aconteceu, eu não sei. Então, se alguém pergunta, tal como você o está a fazer agora, “será que isto vai ajudar realmente?”, o que é que acontece na sua alma? Você está em sintonia com o que está a acontecer ou a sua conexão interior foi interrompida?
Participante: Então, se eu estiver sempre assim, não estou em sintonia?
Hellinger: Exactamente. Mas a questão não o afecta apenas a si, afecta também o sistema do cliente. Tais perguntas curiosas interferem com o movimento da alma. Portanto, é necessária reticência, reticência completa. Sem dúvida que eu teria também prazer em saber se a criança estaria a ficar melhor. Eu tinha isso no meu coração. Contudo, não me atrevo a fazer algo parecido.
Sempre que queremos alcançar um fim específico, quer seja em psicoterapia, quer seja no trabalho social ou em casa – assim que um objectivo específico seja determinado – as coisas correm mal. Correm mal porque nos colocamos no lugar de um movimento superior. Queremos correr na frente, forçar algo. Nesse momento, perdemos o contacto com os poderes maiores. O que nos controla, esta alma maior, tem em mente, inclui, mais coisas. Quando nos confiamos a ela, conseguimos muito mais do que aquilo que tínhamos imaginado.
Em psicoterapia e em casa fazemos a pergunta: o que é aconteceu ali? Porque é que foi deste ou daquele modo? Estas perguntas perturbam os movimentos da alma, enfraquecem. Mas se nos mantivermos somente ali, em consonância com o todo, imediatamente irradia. Nesta posição, um poder maior funciona em segundo plano. Os chineses chamam-lhe “actuar através do não-agir”.
Ao intervir, retiro-me sempre do meio. De repente, quando me retiro desta maneira, uma frase vem ter comigo, ou o próximo passo. Eu sigo-o, mas não sei onde isso vai levar. Então, mais uma vez eu espero um pouco e assim algo se vai desdobrando passo a passo.
A forma como deve encarar isto é: assim como aqui os representantes percebem directamente o que está a acontecer na família, a família imediatamente percebe o que se passa aqui. Assim, as soluções que encontramos aqui alcançam a família também.
Há uma história que se conta em Colónia. Eles lá tinham uns duendes muito úteis, que faziam o trabalho das pessoas durante a noite e faziam-no muito bem, mas só trabalhavam quando não estava ninguém. Um dia uma mulher quis saber exactamente o que eles faziam e esse foi o fim de tudo. Este é um belo exemplo para o que acontece aqui. É exactamente assim.
Esta extrema reticência é sempre cheia de respeito. E esse respeito dá asas a algo na alma. Abre um espaço na alma. Quando surge uma pergunta, a alma contrai-se: “o que é que ele quer agora de mim?” Ninguém se coloca a pergunta “o que é que o sol quer de mim?”, ele brilha somente. Portanto, eu deixo brilhar em mim – sem perguntas.
Bert Hellinger In Help for the Soul in Daily Living, Junho 2011
“Não existe fracasso escolar, existe o grande amor das crianças por seus pais.” Dita assim, a frase pode parecer sem sentido. Mas inserida no contexto da pedagogia sistêmica é a resposta para o maior dos desafios da educação.
O assunto foi tema de uma palestra proferida por Angelica Olvero na Universidade de Brasília, nesta segunda-feira (25). Diretora Corporativa Acadêmica e de Investigação Educativa da Universidade Emílio Cárdenas (CEDUC), ela estuda e forma professores nessa especialização há 16 anos.
Ao longo de seus 46 anos de formação em pedagogia, Olvero diz ter encontrado a solução para os principais problemas da educação, na união da base teórica da pedagogia aos ensinamentos do filósofo e professor alemão Bert Hellinger, o criador das constelações familiares.
O resultado é uma abordagem mais completa e sensível do histórico de cada membro participante do processo de aprendizagem. Em sua apresentação, Olvero pediu que espectadores representassem pai, mãe, criança, escola, professora, ensino da matemática e violência. Com um trabalho semelhante ao feito na constelação familiar, ela mostrou quais são os cinco principais problemas encontrados nas escolas atualmente:
1) Desvio de função
Quando a professora ou o professor percebe na criança a ausência da mãe ou do pai e se sente no dever de assumir esse papel, a aprendizagem é prejudicada. Em vez de atuar como mestre e se concentrar na transmissão do conteúdo, passa a cuidar, consolar, ajudar a criança que está passando por algum problema, colocando o ensinamento e as outras crianças em segundo plano.
2) A culpa
Se as crianças não vão bem na escola começa um jogo de empurra. A família culpa a escola. A escola culpa o professor. O professor culpa a criança. A criança se sente culpada e a família se volta contra a escola. Segundo Angelica Olvera, a solução para esse conflito é o respeito. Os dois espaços, tanto o escolar quanto o familiar, precisam ser respeitados para que a criança se desenvolva bem.
3) O problema da criança
Onde está a atenção da criança que não consegue se concentrar na escola? O que a preocupa? De acordo com Olvera, essa é a reflexão que pais e mestres precisam fazer para descobrir a origem da agitação ou tédio que impedem as crianças de aprender.
“Tenho, na minha biblioteca, mais de cem livros sobre o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. Mas a resposta não está lá. Está aqui”, disse ela.
De acordo com a especialista, se a criança não quer ir para a escola é porque existe algo mais importante a preocupando. Ela se sente no dever de cuidar do pai, da mãe, dos irmãos, que podem estar passando por alguma dificuldade. Ela sente, sabe e precisa ajudar.
“Nós compramos livros, fazemos cursos e nada funciona. Viajei muitíssimo. Nenhuma escola do mundo tem a resposta porque é isso. Ninguém tem culpa. Só que a criança precisa estar com a família”, explica.
4) Violência
Para Olvera, o problema começa na família. A violência presente em uma família desestruturada, onde existem ameaças, discussões, agressões, se expande até a escola, onde as crianças reproduzem o que sofrem, prejudicando outras crianças e famílias. A grande incoerência, no entanto, é que para acabar com a violência, a escola gera mais violência, com medidas punitivas e improdutivas. A solução, na opinião de Algelica Olvera é tratar as famílias individualmente por meio da terapia sistêmica de Bert Hellinger.
5) A presença dos pais
Os pais tanto das crianças quanto dos professores também precisam estar presentes na escola para que o aprendizado seja efetivo. São as raízes, as origens e não podem ser desprezadas, diz ela. Na palestra, Olvera lembrou o caso de uma professora que costumava colocar quadros dos próprios pais na sala de aula e os apresentava as crianças. Ela pedia para que os alunos também trouxessem, simbolicamente, os pais para a escola.
“Nessas horas, sempre tem alguma criança que diz: ‘Não conheço meu pai’. E ela respondia: ‘Mas eu conheço seu pai. Eu vejo ele bem aqui, na minha frente, porque você é a metade dele. Vamos desenhá-lo’.”
Segundo Olvera, muitos problemas escolares são resolvidos como mágica, quando as crianças fazem esse trabalho de trazer suas origens para a sala de aula.
“A criança que não consegue aprender matemática não consegue somar seu pai e sua mãe. As matemáticas são somas. Esse é o segredo da matemática. Todas as disciplinas têm seus segredos.”
É a consciência desses segredos por parte das professoras e professores, das mães e pais e da escola que faz com que as crianças tenham êxito no aprendizado.
“Essa é a solução dos problemas de todos os países porque o problema de todos os países é a educação”, completou.
Se filho tem TDAH infantil entre em contato e saiba como resolver essa questão através da Constelação Familiar, preenchendo o formulário abaixo ou se preferir use WhatsApp 11 973873144.
“Prestem atenção a quem você compartilha sua energia íntima. A intimidade, a este nível, entrelaça sua energia com a energia da outra pessoa. Essas conexões poderosas, independentemente de quão insignificante você acha que elas sejam, deixam detritos espirituais, particularmente nas pessoas que não praticam qualquer tipo de limpeza física, emocional ou de outra forma…
Quanto mais você interagir intimamente com alguém, mais profunda será sua ligação e mais suas auras se entrelaçarão. Imagine a aura confusa de alguém que dorme com várias pessoas e absorve estas múltiplas energias?
O que elas podem não perceber é que há energias que conseguem repelir a energia positiva e atrair, assim, energia negativa em sua vida.
Eu sempre digo, nunca dormir com alguém que você não gostaria de ser”.
Lisa Patterson
*imagem Pixabel
Dia 11 AGOSTO – 2018 – Workshop “Seja Feliz, só para mulheres.”– Uma abordagem sistêmica, onde o reencontro é com você mesma.
“Para o que vamos fazer aqui é preciso entrega. Sintam a emoção e se precisar chorar, chorem.”
É com essa recomendação que o psicanalista Mauro Gleisson de Castro iniciou a sessão de constelação familiar do jovem Luiz Boaventura, interno da Unidade Socioeducativa de Santa Maria, cidade localizada a 26 quilômetros de Brasília.
Luiz é o nome fictício de um jovem de 17 anos que foi condenado por roubo e internado na unidade socioeducativa. O que esse adolescente e os demais 149 jovens internados no centro de ressocialização de Santa Maria têm em comum é a ausência de uma estrutura familiar sólida e um histórico de conflito com a lei, com crimes como homicídio ou tentativa de homicídio, roubo, tráfico de drogas e lesão corporal.
A figura do pai, quando existe na vida desses rapazes, é a de um homem violento e agressivo com a mulher e com os filhos, num conflito que marca o comportamento, a conduta e as ações desses menores.
Círculo vicioso
A fim de auxiliar os jovens a entender as circunstâncias que os levaram a transgredir a lei e ajudá-los a quebrar o círculo vicioso que os fazem reincidir no crime, a Unidade de Internação de Santa Maria tem realizado desde o ano passado sessões de constelação familiar.
A técnica desenvolvida pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger investiga as relações interpessoais de um determinado sistema familiar, mostrando as conexões entre as gerações e os padrões familiares que geram conflitos.
Por sua capacidade em solucionar atritos, a constelação familiar tem sido usada pelo Poder Judiciário em vários ramos da Justiça como nos casos das Varas de Família, de violência doméstica e no tratamento de vícios entre detentos. A técnica é utilizada por juízes brasileiros de pelo menos 16 unidades da Federação.
Na experiência que está sendo praticada em Santa Maria, o adolescente infrator a ser “constelado” escolhe outros cinco jovens internos para tomar parte na sessão.
Participam também servidores da unidade do socioeducativo e voluntários, alguns dos quais estudantes de psicologia e de psicanálise, numa sessão coordenada por consteladoras selecionadas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) no projeto “Constelar e Conciliar”.
O que se vê ao longo da sessão com todas essas pessoas tomando parte é a gradativa reconstrução da família do jovem constelado.
Os outros cinco jovens tomam parte na sessão e passam a representar ou o pai ou o irmão do constelado, ou mesmo o próprio constelado, vivenciando papéis e tomando parte numa família virtual que não difere muito da família real de cada um deles.
É uma experiência psicodramática em que esses adolescentes entram na pele de um pai agressivo ou distante, de um irmão indiferente ou de um filho revoltado. E se veem representando um algoz ou uma vítima, numa tomada de consciência sobre frustrações familiares que, em parte, os induziram à infração.
“Quando assisti minha constelação senti tristeza. Senti também alegria porque a constelação me ajudou a saber a verdade da minha história. Eu estava ali vendo como tudo acontecia e, pra mim, isso mudou”, disse Fernando dos Anjos, 16 anos, um dos colegas escolhido por Luiz para participar da representação da constelação familiar. Fernando passou por sessão de constelação familiar antes de Luiz.
No modelo de constelação praticado na Unidade de Santa Maria, a atuação dos servidores não é por acaso. Miriam Bastos Tavares, que conduziu a sessão, explica que a participação dos funcionários sensibiliza-os sobre as trajetórias que levaram rapazes e moças a entrar em conflito com a lei.
Em uma das sessões realizadas anteriormente um servidor se identificou com a história de família do jovem que cumpria a pena. “Após as sessões, os funcionários passam a olhar para esses jovens com outros olhos”, comentou a consteladora.
À flor da pele
Ao longo da reconstrução do sistema familiar de Luiz, adolescentes privados de liberdade, servidores responsáveis pela vigilância da unidade e voluntários vão tomando parte no psicodrama numa representação intuitiva e à flor da pele de brigas, abandonos, traumas e decepções.
O adolescente cuja família está sendo constelada não toma parte do processo. Sua postura é a de assistir à reconstrução da sua estrutura familiar, dando-se conta de que a experiência com o crime e a pena que cumpre são consequência de vários desajustes.
A sessão de constelação familiar de Luiz teve duração de mais de duas horas. Nesse tempo, entraram em cena a história e a representação da vida da mãe dele, do pai, dos irmãos, incluindo os avós e outros ancestrais. E o que o jovem também pode perceber é que o comportamento de abandono do pai e os desacertos da mãe tiveram origem em traumas vivenciados por eles, os país, na infância, em revelação de conflitos transgeracionais.
Nesse ponto, a consteladora conduz a sessão de forma que o adolescente constelado entenda que os problemas vivenciados por seus pais são problemas deles, dos pais. E que ele, o filho, não precisa assumir ou reproduzir esses conflitos.
“Você está liberado”, repetem, um a um, os familiares (representados pelos voluntários) de forma que o jovem entenda que tem uma vida própria e que não precisa repetir os traumas dos pais ou dos familiares. Na sessão tem choro, assombro, sentimentos de culpa, arrependimento e muitos pedidos de desculpas.
Comportamento
As sessões de constelação familiar na Unidade de Internação de Santa Maria, comentam o psicanalista Mauro Gleisson e a consteladora Miriam Bastos, buscam proporcionar aos jovens internados maior consciência sobre a sua origem e as consequências dos conflitos que viveram em família. Buscam, também, fazer com que os jovens percebam que podem trilhar um caminho diferente.
O diretor da Unidade de Santa Maria, Antônio Raimundo, vê efeitos práticos na postura dos internados. “Depois da sessão a gente sente uma diferença grande no comportamento deles, no tratamento com os colegas, na escola, com os assistentes sociais, como todo mundo. Eles passam a ter outra visão, passam a valorizar a questão familiar, o convívio com outras pessoas. É muito bacana e gratificante. As sessões demoram bastante e se a gente deixar, eles querem que a constelação entre noite à dentro.”
Na Unidade de Internação de Santa Maria há o caso de um jovem que foi constelado, que deixou o centro socioeducativo, mas pede para voltar e participar das sessões de constelação.
A pessoa deprimida é em geral aquela que não tomou um dos pais. Alguns se castigam simplesmente através do fracasso, por exemplo, na profissão ou no relacionamento, perdendo ou não conseguindo emprego, perdendo o seu parceiro ou muito dinheiro.
A base do desenvolvimento saudável é reverenciar os pais, respeitar aquilo que significam e tocar a vida em frente. Não importa como são os seus pais. Aquele que ousa desprezar os pais vai repetir em sua própria vida o que ele despreza. Pois é exatamente através do desprezo que ele se torna igual aos pais. (Compulsão de repetir o padrão).
A pessoa que respeita os pais e os toma sem reserva, toma tudo que eles têm de bom – isso fluí para dentro dela. O estranho é que aquele que toma os pais dessa forma não é afetado pelas fraquezas ou pelo destino adverso dos pais. Quando uma pessoa rejeita os pais, mais vai imitá-los. Rejeita-se o pai, por exemplo, porque é alcoólatra ou a mãe porque tem um filho ilegítimo, então a atenção se volta para a pessoa rejeitada. Nesse caso, o que os pais deram de bom não pode ser reconhecido e tomado e essa rejeição acaba afetando outras áreas da vida.
A pessoa não consegue tomar o que recebeu por fazer exigências que é uma forma de rejeitar os pais. Quando alguém quer impor aos pais a maneira com devem ser ou o que deveriam fazer por ele, impede a si mesmo de tomar o que é essencial.
Bert Hellinger – Constelação Familiar
*imagem Pixabel
Você tem um na família que sofre com a depressão, ou você mesmo pode estar passando por esse momento. A constelação Familiar vem para contribuir com a cura desse sofrimento. Entre em contato e peça informações, nós retornaremos a ligação.
Homens e mulheres têm que viver juntos na terra, mas ainda não aprenderam como estar juntos e, no entanto, não perdendo sua individualidade, como ficarem juntos tanto que são quase um só, sem perturbar essa unidade nos assuntos mundanos.
Tanto o homem quanto a mulher podem se ajudar – e se o tipo certo de ajuda estiver disponível, não haverá necessidade do homem escapar para as montanhas, para as cavernas, para os mosteiros. Não há necessidade, porque você não pode encontrar um lugar melhor do que a sua casa.
Uma atmosfera amorosa, pessoas que o entendem, pessoas que entendem seu silêncio e sua meditação, andam de mãos dadas com o seu amor.
Mesmo se você entrar em meditação nas montanhas, você terá apenas uma asa. Você não será capaz de voar em direção ao sol.
A outra asa que você deixou no mundo, que poderia ter sido uma tremenda ajuda para você, e você poderia ter sido uma grande ajuda em troca.
Se um casal é iniciado em meditação juntos, eles estão realmente se casando pela primeira vez. Quanto aos seus outros certificados e contratos de casamento – eles não são válidos para mim.
Para mim, há apenas um certificado que a existência lhe dá – onde o amor e a meditação têm ajudado um ao outro, apoiando-se mutuamente e abrindo as portas do céu para o seu vôo, o vôo do sozinho para o sozinho.
– Osho.
Agenda
Dia 28 JUHO 2018- “Relacionamentos Amorosos” – Vivência em Constelação Familiar
Dia 11 AGOSTO – 2018 – Workshop “Seja Feliz, só para mulheres.”– Uma abordagem sistêmica, onde o reencontro é com você mesma.
Uma equipe de pesquisa biológica na Universidade de Bielefeld fez uma descoberta inovadora mostrando que as plantas podem extrair uma fonte alternativa de energia de outras plantas. Essa descoberta também pode ter um grande impacto no futuro da bioenergia, eventualmente fornecendo evidências para mostrar que as pessoas extraem energia de outras da mesma maneira.
Os membros da equipe de pesquisa biológica do Professor Dr. Olaf Kruse confirmaram pela primeira vez que uma planta, o reinhardtii alga Chlamydomonas verde, não s
ó se engaja na fotossíntese, mas também tem uma fonte alternativa de energia: pode desenhá-la de outras plantas. Os resultados da pesquisa foram divulgados esta semana na revista online Nature Communications, publicada pela renomada revista Nature.
As flores precisam de água e luz para crescer e as pessoas não são diferentes. Nossos corpos físicos são como esponjas, absorvendo o meio ambiente. “É exatamente por isso que há certas pessoas que se sentem desconfortáveis em grupos específicos onde há uma mistura de energia e emoções”, disse a psicóloga e curandeira energética, Dra. Olivia Bader-Lee.
As plantas participam da fotossíntese de dióxido de carbono, água e luz. Em uma série de experimentos, o professor Dr. Olaf Kruse e sua equipe cultivaram a microscópica espécie de alga verde Chlamydomonas reinhardtii e observaram que, diante de uma falta de energia, essas plantas unicelulares podem extrair energia da celulose vegetal vizinha. A alga segrega enzimas (chamadas enzimas celulósicas) que “digerem” a celulose, dividindo-a em componentes menores de açúcar. Estes são então transportados para as células e transformados em uma fonte de energia: a alga pode continuar a crescer. “Esta é a primeira vez que tal comportamento foi confirmado em um organismo vegetal”, diz o professor Kruse. ‘Aquelas algas podem digerir celulose contradiz todos os livros anteriores. Até certo ponto, o que estamos vendo é plantas comendo plantas ‘. Atualmente, os cientistas estão estudando se esse mecanismo também pode ser encontrado em outros tipos de algas. Descobertas preliminares indicam que este é o caso.
“Quando os estudos de energia se tornarem mais avançados nos próximos anos, nós eventualmente veremos isso traduzido para os seres humanos também”, afirmou Bader-Lee. “O organismo humano é muito parecido com uma planta, atrai energia necessária para alimentar estados emocionais e isso pode essencialmente energizar as células ou causar aumentos no cortisol e catabolizar as células, dependendo do gatilho emocional.”
Bader-Lee sugere que o campo da bioenergia está evoluindo e que os estudos sobre o mundo vegetal e animal logo traduzirão e demonstrarão o que os metafísicos da energia sempre souberam – que os seres humanos podem curar uns aos outros simplesmente através da transferência de energia, assim como as plantas. “O ser humano pode absorver e curar através de outros humanos, animais e qualquer parte da natureza. É por isso que estar perto da natureza é muitas vezes edificante e energizante para muitas pessoas ”, concluiu ela.
AQUI ESTÃO CINCO FERRAMENTAS DE ENERGIA PARA USAR PARA LIMPAR O SEU ESPAÇO E PREVENIR O DRENO ENERGÉTICO ENQUANTO LIBERTE A ENERGIA DAS PESSOAS:
1. Conheça o seu eu espiritual
Se você acredita que está centrado em seu eu espiritual, será capaz de escolher que energia entrou em seu espaço e sair rapidamente dele.
2. Não mostrar resistência
Toda vez que você tentasse empurrar algo para fora, sentir-se-ia como vindo mais para você. Toda ação tem uma reação igual ou oposta.
A limpeza não deve ser considerada como resistindo. Deve-se assegurar que você não está sobrecarregando energias negativas e não tentando ignorá-las. Eles permanecerão em sua subconsciência. Seja puro e translúcido, sempre que algo vier em sua direção, passe direto.
3. Seja o dono do seu espaço
Todos nós temos esse espaço, mas você possui? Cercando seu corpo está o espaço que cria um vácuo para as energias de entrada do lado de fora. Se você não controla e possui este espaço, você terá a negatividade explodindo este espaço – resultando em um colapso mental, desespero e depressão.
4. Energia Limpar-se
O ouro é conhecido por ter uma fórmula de compensação de energia dentro de sua cor. Altas vibrações podem tirar a energia e limpá-la. No momento em que você segura um botão dourado, sinta as vibrações entrando em seu sistema e esclareça seu espaço.
5. Traga de volta sua energia
Se você encher um armário com seus próprios utensílios na cozinha, seu companheiro de quarto não terá espaço para ficar com o deles. É assim que o seu espaço também funciona com energia. Se a sua energia estiver limpa e você estiver plenamente consciente dela, ela terá pouco espaço para a energia entrar do lado de fora.
Energia, ações, conversas e presença de outras pessoas podem refletir sobre sua energia e, em vez de absorvê-la, evitá-la limpando a si mesmo.