SÃO JOSÉ – SAINT GERMAIN


Dia de São José traz a vibração de Saint Germain

 

José de Nazaré foi escolhido para ser o pai terreno de Jesus. Hoje, dia 19 de março, é comemorado pela Igreja Católica o dia de São José. O Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores. São José foi uma das encarnações do Mestre Saint Germain, O Profeta Samuel, também foi uma de suas encarnações, que ungiu o Rei David (uma das encarnações de Jesus). Avatar da Nora Era, de Aquário e Choran do 7º Raio, a Chama Violeta, Saint Germain nos emana a transmutação de toda negatividade nos encaminhando na espiral evolução. Por São José nos remetemos ao trabalho e por Saint Germain à transmutação.
 Saint Germain é o guardião da chama violeta, a chama da alquimia, da transmutação e do perdão. Quando invocada com todo o fervor do nosso coração, por meio de mantras e decretos, a chama violeta pode nos libertar dos sofrimentos e sentimentos negativos causados pelas mais diversas situações da vida.
O culto a São José começou provavelmente no Egito. Em 1870, o papa Pio IX o proclamou “O Patrono da Igreja Universal” e, a partir de então, passou a ser cultuado no dia 19 de março. José esteve ao lado de Maria em todos os momentos, principalmente na hora do parto. Outro momento da vida de Cristo em que José aparece na condição de Seu guardião foi na celebração da Páscoa, em Jerusalém, quando Jesus tinha 12 anos. Ele é o protetor do trabalho, da lavoura e de todos que buscam justiça.

Simpatia – Escreva em pequenos pedaços de papel todos os nomes de frutas que lembrar. Pense em algo que queira muito, mas ache difícil de alcançar. Tem que ser um desejo justo. Dobre os papeizinhos e coloque numa vasilha. Faça o pedido a São José e tire um dos papeizinhos. Fique um ano sem comer aquela fruta. Evite até as comidas que possam levar a fruta. Se o pedido for justo ele vai acontecer naquele ano.

Oração para São José: “Ó glorioso São José, a quem foi dado o poder de tornar possível as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos.Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda a confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder. São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede, nós vos pedimos, o pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria. São José, rogai por nós que recorremos a vós.”

Tenham fé e amor e façam os seus pedidos.

 

Divina Mãe Kuan Yin – Conexão Kuan Yin


“Tomo refúgio em Buda, Dharma e Sanga.
Abstenho-me de todas as ações negativas de corpo, palavra e mente.
Acumulo todos os dharmas virtuosos do universo em benefício de todos os seres”
Kuan Yin

Você pode ver seu rosto quase em qualquer lugar onde os chineses moram.  A Deusa da Misericórdia (a Deusa da Compaixão) é a mais popular e difundida entre as divindades do Budismo Chinês.  No entanto, somente agora o Ocidente começa a saber dela. Ela é conhecida como Kuan Yin, Quan’Am (Vietnã), Kannon (Japão), e Kanin (Bali), ou Kwan Yin.

Ela é a encarnação da compassiva amorosa bondade. Como a Bodhisattva da Compaixão, Ela ouve os lamentos de todos os seres. Kuan Yin tem uma grande semelhança com a Maria do Cristianismo, a Mãe de Jesus, e com a deusa tibetana Tara.  Sua influência se estende desde a criação até os desejos profundos de toda mulher que anseia ser mãe.

Em momentos de doença e problemas, a primeira invocada é ela. Ela é geradora, criadora, compaixão viva, amiga e intercessora.  Ela é a grande deusa da vida em si mesma.  Kuan Yin significa “alguém que ouve os lamentos do mundo.”  Suas maiores virtudes são: misericórdia, modéstia, valentia, justiça e sabedoria. Uma aliada próxima de Kuan Yi é Tara (estrela), deusa da proteção e compaixão, venerada pelos Budistas Tibetanos, Mongolianos e Nepaleses.   “Tara é a bodhisattva-deidade arcangélica e arquetípica que representa a atividade miraculosa de todos os budas. No mito, ela nasce das lágrimas de compaixão de Avalokitesvara ou de seu voto de ser iluminada e permanecer mulher…
Há muitas manifestações de Tara, “como muitos seres requerem”, sendo que a mais famosa é a Tara Branca pacífica, que traz proteção, vida longa e paz, e a Tara Verde dinâmica, que vence todos os obstáculos e salva os seres de situações perigosas.”

É o Bodhisattva Celestial da Compaixão, é a mestra da hierarquia divina que trabalha na frequência da Misericórdia, Compaixão e Amor Incondicional. Há uma confiança implícita na graça salvadora e nos poderes curadores de Avalokitesvara Kwan yin. A invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado. Desejo que a energia de Avalokitesvara Kwan Yin possa invadir seu coração agora como um perfume doce e suave e que você possa receber esta energia amorosa como uma dádiva Divina.

Kwan Yin é uma divindade chinesa – a deusa da compaixão e misericórdia, venerada em diversos países da Ásia. No Budismo corresponde ao Bodhisattva Avalokitesvara (em tibetano: Cherenzig), que representa a suprema compaixão de todos os budhas. No Japão esta personificação da caridade é representada como uma divindade masculina, chamada Kannon Bosatsu.

Kwan Yin é a Salvadora Compassiva

 

. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos. Orações à Presença dela e à sua Chama estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.

Muito presente na cultura oriental, Kwan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da “Deusa da Misericórdia”, junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Sétima Era de Aquário.

A longa história de devoção a Kwan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos, mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kwan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês p’u-sa), literalmente, “um ser de BDI, ou iluminação”, destinado a se tornar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.

 

 

O nome Kwan Ce Yin, como é frequentemente chamada, significa literalmente “aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo”. Segundo a lenda, Kwan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.

 

Existe ainda muito debate acadêmico relativo à origem da devoção à bodhisattva feminina Kwan Yin. Ela é considerada a forma feminina de Avalokitesvara, bodhisattva da compaixão do Budismo indiano, cuja adoração foi introduzida na China no terceiro século.

Embora Kwan Yin tenha sido retratada como um homem até o século X, com a introdução do Budismo Tântrico na China no século oitavo, durante a dinastia T’ang, a imagem da celestial bodhisattva como uma bela deusa vestida de branco era predominante e o culto devocional a ela cresceu em popularidade. No século nono havia uma estátua de Kwan Yin em cada monastério budista da China.

 

Apesar da controvérsia acerca das origens de Kwan Yin como um ser feminino, a representação de um bodhisattva, ora como deus, ora como deusa, não é inconsistente com a doutrina budista. As escrituras explicam que um bodhisattva tem o poder de encarnar em qualquer forma – masculino, feminino, criança e até animal – dependendo da espécie de ser que ele procura salvar. Como relata o Sutra do Lótus, a bodhisattva Kuan Shih Yin, “pelo recurso de uma variedade de formas, viaja pelo mundo, conclamando os seres à salvação”.

Kwan Yin, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente – assim como Mãe Maria, no Ocidente. Antes de Saint Germain, era ela a Chohan do Sétimo Raio. Hoje, sustenta os atributos do Raio Lilás (violeta e rosa) do perdão e da misericórdia divina, irradiado de seu Templo da Misericórdia sobre Pequin, na China.

São ilimitados o seu amor e compaixão pelos homens. A Deusa da Misericórdia, que é mediadora do Conselho Cármico, está sempre pronta a atender os desejos dos seres humanos, concedendo-lhes mais auxílio do que em verdade merecem.

O Raio Lilás ampara os seres que transgrediram gravemente as leis universais e não conseguem suportar os retornos cármicos, necessitando de uma energia mediadora ou intercessora entre o mundo das criações e a Grande Lei.

Também conhecida como deusa da misericórdia, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente como Mãe Maria no Ocidente. Ela é o Bodhisattva Celestial da Compaixão, é a Mestra da Hierarquia Divina que trabalha na frequência da Compaixão e Amor Incondicional. Bodhisattva é um ser humano que atingiu o estado de perfeição e ascensão, tendo se libertado da roda da reencarnação e do ciclo de samsara (ciclo de reencarnações sucessivas visando o aprendizado e ascensão do ser, relacionados a lei do carma – ação e reação).

Kwan Yin já era conhecida no Extremo Oriente antes do advento do Budismo. Dentre suas várias encarnações na China, a mais conhecida foi como filha do Imperador Miao Chunang Wang da Dinastia Chou, 700 a.C. Diz a lenda que ela se determinara a seguir uma vida religiosa, tendo se recusado a casar, apesar das ordens do seu pai, e das súplicas dos seus amigos. Aí, por ordens do seu pai, foi submetida às mais árduas tarefas, que de forma alguma enfraqueceram o seu zeloso amor por Deus.

Enraivecido pela sua devoção, seu pai, ordenou que fosse executada, mas quando a espada a tocou partiu-se em mil pedaços. Ele então ordenou que fosse asfixiada, mas quando a sua alma deixou o seu corpo e desceu até o inferno, transformou-o num paraíso. Transportada numa flor de lótus até a Ilha de P’ootoo, próxima a Nimpo, aí viveu durante nove anos, curando os enfermos e salvando marinheiros do naufrágio.

Certa vez, quando soube que seu pai estava muito doente, cortou um pedaço da carne dos seus braços, e usou-a como um remédio que lhe salvou a vida. Em gratidão, ele ordenou que uma estátua fosse erigida em sua honra, comissionando ao artista que a representasse com ‘olhos e braços completamente formados’. Entretanto, o artista compreendeu mal, e até hoje Kwan Yin algumas vezes aparece representada com ‘mil braços e mil olhos’, sendo capaz dessa forma, de olhar e cuidar de todo o seu povo sendo também chamada de Avalokitesvara.

 

Ela hoje é madrinha da nação chinesa, onde se encontra altares em todos os lugares, como lojas, restaurantes, até mesmo em para-lamas ou painéis de carros. Há uma confiança implícita na graça salvadora e poderes curadores de Kwan Yin. Acredita-se que até mesmo a mera invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado.

Kwan Yin fez o voto de bodhisattva, para trabalhar junto às evoluções deste planeta e deste sistema solar para lhes mostrar o caminho dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos. Ela diz que enquanto houver uma única alma sofrendo na Terra, Ela estará presente!

                                                                               
 Kuan Yin

Na mitologia chinesa, Kuan Yin ?????  é conhecida como a Deusa da Compaixão e da Misericórdia. Ela existiu como pessoa, igual a todos nós e somente depois de sua morte foi transformada em Deusa. Também conhecida como Quan’Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), e Kanin (em Bali). Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China. E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.

Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe. A MESTRA KUAN YIN TORNOU-SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO. Ela nos diz que se você cantar seu mantra diariamente, cultivará a compaixão que curará o mundo das mais dolorosas feridas.

Kuan Yin, cujo nome significa “aquela que ouve os lamentos do mundo” é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês. Ela vive em uma ilha paradisíaca de P’u T’o Shan, onde ouve todas nossas preces. Todos que trabalham com sua energia, sabem o quanto ela é doce e sutil, mas também o quanto é poderosa. Somente a menção de Seu Nome alivia o sofrimento e as dificuldades. Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos homens.

Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade, a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação.
Algumas vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras). Isto caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas. As mãos dela formam frequentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta para entrada para este mundo pelo princípio feminino universal.

Outras vezes, Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus. Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem flutuando sobre flores de lótus – uma representação dos tronos da suprema espiritualidade. Nas escrituras budistas do Tibet, conta-se que o pequeno Buda já podia andar ao nascer e que, a cada passo, brotavam flores de lótus de suas pegadas – um sinal de sua origem divina. Hoje, muitos monges e fiéis dessa religião visualizam essa mesma cena enquanto caminham, imaginando que flores de lótus surgem debaixo de seus pés. Com essa prática meditativa, acreditam eles, estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda simbolizados pela flor.

Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do “Barco da Salvação”, guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bênçãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição.

Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P’u-sa em chinês), junto com Samantabhadra, Kshitigorha (Di-cang) e Manjushiri (Wen-shu) e em seu aspecto masculino se identifica com o Bodhisattva Avalokiteshvara, a quem em Tibetano se chama Chenresi: “Quem ouve e chora o mundo”.

Exatamente igual a Ártemis, Kuan Yin é uma deusa virgem que protege todas as mulheres e crianças. A simplicidade que esta Deusa da Clemência gera ao seu redor e entre seus devotos, é de um forte sentimento de fraternidade universal. Seus padrões morais e humanos tendem a nos conduzir para nos tornarmos mais compassivos e misericordiosos.

Kuan Yin aparece nas nossas vidas para dizer que está na hora de alimentarmos nossos corações com a compaixão. Compaixão pelos outros e também por nós mesmos. Você se importa pelos sentimentos dos outros? Ou não se interessa? O que lhe afasta da compaixão? Você é daquelas pessoas que feri antes de ser ferida? Tem medo de abrir seu coração? Compreende-se por compaixão a capacidade de ouvir, de dar aos outros e a si mesma um espaço para experimentar tudo que deve ser experimentado e sentido. Não fuja de seus sentimentos, a jornada da vida nos presenteia com inúmeras vivências, que devem ser degustadas nos fazendo desenvolver a compaixão por nós mesmos, assim como pelos outros. De tal modo, esta maneira, fácil e confortável de pensar, levará o mundo lentamente, mas inevitavelmente, a se tornar um lugar melhor.

Acredita-se que Kwan Yin frequentemente aparece no céu ou nas ondas para salvar aqueles que a invocam quando em perigo. Histórias pessoais podem ser ouvidas em Taiwan, por exemplo, de pessoas que a viram durante a Segunda Guerra Mundial aparecendo no céu como uma jovem, agarrando as bombas e cobrindo-as com as suas vestes brancas para que não explodissem.

Ela passou por numerosas encarnações antes de sua ascensão há milhares de anos e aceitou o voto de bodhisattva para ensinar aos filhos de Deus não ascensionados como equilibrar seus carmas e cumprir seus planos divinos com serviço amoroso à vida e a aplicação da chama violeta pela ciência da Palavra falada.

Kwan Yin é originária do planeta Vênus e chegou à Terra juntamente com a comitiva de Sanat Kumara há 16 milhões de anos, quando este tomava posse como Senhor do Mundo, na regência da Terra. Como Mestra de Saint Germain , ela o acompanhou e inspirou em suas inúmeras missões na Terra, com a intenção de ajudar a humanidade em sua elevação.

Nos momentos de grave necessidade, eleve a sua mente até Kwan Yin, emita o mantra “Om Mani Padme Hum” e faça o seu pedido com fé…

“Te suplico minha Mãe, tenha compaixão, cure-me de todas as mágoas que me faz sofrer. Cubra-me com suas vestes brancas, purifique meu coração, para que nele permaneça apenas o verdadeiro Amor”.

Fonte summit

Ministério da Saúde anuncia aromaterapia, florais e bioenergética


Ministério da Saúde anuncia aromaterapia, florais e bioenergética entre 10 novos procedimentos no SUS

Conselho Federal de Medicina questiona adoção de novas terapias alternativas e diz que elas ‘não têm base na medicina e são sem evidências’.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou que as práticas alternativas ou integrativas, como as aprovadas nesta segunda pelo ministério, “não têm base na medicina e são sem evidências”. Segundo o presidente da entidade, Carlos Vital, os médicos só podem atuar “com procedimentos terapêuticos que têm reconhecimento científico”.

“Nós não temos nenhuma prática alternativa que seja reconhecida pelo CFM. Há uma especialidade médica, a acupuntura, que é feita de maneira completamente diferente do que está colocado no SUS como uma prática integrativa. A prática da acupuntura como especialidade médica é feita com base em evidências científicas”, disse Vital.

Segundo o CFM, essas práticas dentro do SUS “oneram o sistema e não deveriam estar incorporadas”. O presidente da unidade chama a aplicação de verbas para a área de terapias alternativas de “desperdício”.

Ministro cita Temer e é vaiado

O ministro foi vaiado e quase não conseguiu dar prosseguimento a seu discurso quando citou o nome do presidente Temer. Ele foi vaiado e ouviu gritos de “Fora Temer”. Ele finalizou seu discurso lembrando que a prioridade do ministério é buscar a informatização do SUS e depois a sua regionalização.

“Esse é o nosso desafio, ter conhecimento finque acontece no sistema e integrá-lo. Hoje o SUS só ocupa 60% dos leitos do país. Precisamos otimizar os serviços e valorizar os recursos humanos no SUS”, disse o ministro.

Em 2006, quando foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) eram ofertados apenas cinco procedimentos. Após 10 anos, em 2017, foram incorporadas 14 atividades, chegando as 19 práticas disponíveis atualmente à população.

Veja abaixo a lista dos procedimentos que o SUS já oferece:

  • ayurveda
  • homeopatia
  • medicina tradicional chinesa
  • medicina antroposófica
  • plantas medicinais/fitoterapia
  • arteterapia, biodança
  • dança circular
  • meditação
  • musicoterapia
  • naturopatia
  • osteopatia
  • quiropraxia
  • reflexoterapia
  • reiki
  • shantala
  • terapia comunitária integrativa
  • termalismo social/crenoterapia e yoga.

As terapias estão presentes em 9.350 estabelecimentos em 3.173 municípios, sendo que 88% são oferecidas na Atenção Básica.

Em 2017, foram registrados 1,4 milhão de atendimentos individuais em práticas integrativas e complementares. Atualmente, a acupuntura é a mais difundida com 707 mil atendimentos e 277 mil consultas individuais.

fonteg1.globo


Acupuntura e Reiki agora têm explicação científica


Pesquisadores avaliam efeitos e mecanismo de terapias alternativas em animais de laboratório

 

Matheus Lopes Castro

Ricardo Monezi testou o Reiki em ratos com câncer   (Ilustração: Matheus Lopes)

Pesquisas recentes comprovam efeitos benéficos e até encontram explicações científicas para acupuntura e reiki. Estudos sobre o assunto, antes restritos às universidades orientais, ganharam espaço entre pesquisadores americanos, europeus e até brasileiros. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma denominação especial para esses métodos: são as terapias integrativas.

Um artigo sobre o mecanismo da acupuntura contra a dor foi publicado por pesquisadores da Universidade de Rochester na revista Nature Neuroscience em 30 de maio. Criada há quatro mil anos, a prática consiste na aplicação de agulhas em pontos do corpo. Pela explicação tradicional, ela ativa determinadas correntes energéticas para equilibrar a energia do organismo.

Reprodução/ Shutterstock

Cientificamente, as agulhas teriam efeitos no sistema nervoso central (cérebro e espinha dorsal). As células cerebrais são ativadas e liberam endorfina, um neurotransmissor responsável pela sensação de relaxamento e bem-estar. O estudo dos nova-iorquinos descobriu uma novidade: a terapia, que atinge tecidos mais profundos da pele, teria efeitos no sistema nervoso periférico. As agulhas estimulam também a liberação de outro neurotransmissor, a adenosina, com poder antiinflamatório e analgésico.

No experimento com camundongos com dores nas patas, cientistas aplicavam as agulhas no joelho do animal. Eles constataram que o nível de adenosina na pele da região era 24 vezes maior do que o normal e que houve uma redução do desconforto em dois terços.

A equipe tentou potencializar a eficácia da terapia, colocou um medicamento usado para tratar câncer nas agulhas. A droga aprimorou o tratamento: o nível de adenosina  e a duração dos efeitos no organismo dos animais praticamente triplicou e o tempo de duração dos efeitos no organismo dos ratos também triplicou. Mas este método não poderia ser feito em humanos porque o medicamento ainda não é usado clinicamente. “O próximo passo é testar a droga em pessoas, para aperfeiçoá-la ou para encontrar outras drogas com o mesmo efeito”, diz Maiken Nedergaard, coordenadora do estudo.

Reiki

Seus praticantes acreditam nos efeitos benéficos da energia das mãos do terapeuta colocadas sobre o corpo do paciente contra doenças. Para entender as alterações biológicas do reiki, o psicobiólogo Ricardo Monezi testou o tratamento em camundongos com câncer. “O animal não tem elaboração psicológica, fé, crenças e a empatia pelo tratador. A partir da experimentação com eles, procuramos isolar o efeito placebo”, diz. Para a sua pesquisa na USP, Monezi escolheu o reiki entre todas as práticas de imposição de mãos por tratar-se da única sem conotação religiosa.

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

 

Ricardo Monezi

Imposição de mãos nos grupos “Controle-Luva” e “Impostação”, respectivamente (imagens retiradas do mestrado de Monezi)

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

“Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”, diz Monezi. Segundo ele, essa energia produz ondas físicas, que liberam alguns hormônios capazes de ativar as células de defesa do corpo. A conclusão do estudo foi que, como não houve diferenças significativas nos os grupos que não receberam o reiki, as alterações fisiológicas do grupo que passou pelo tratamento não são decorrentes de efeito placebo.

A equipe de Monezi começou agora a analisar os efeitos do reiki em seres humanos. O estudo ainda não está completo, mas o psicobiólogo adianta que o primeiro grupo de 16 pessoas, apresenta resultados positivos. “Os resultados sugerem uma melhoria, por exemplo, na qualidade de vida e diminuição de sintomas de ansiedade e depressão”. O trabalho faz parte de sua tese de doutorado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp).

E esses não são os únicos trabalhos desenvolvidos com as terapias complementares no Brasil. A psicobióloga Elisa Harumi, avalia o efeito do reiki em pacientes que passaram por quimioterapia; a doutora em acupuntura Flávia Freire constatou melhora de até 60% em pacientes com apneia do sono tratados com as agulhas, ambas pela Unifesp. A quantidade pesquisas recentes sobre o assunto mostra que a ciência está cada vez mais interessada no mecanismo e efeitos das terapias alternativas.

 

fonte: RevistaGalileu

 

 


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Vila Prudente – SP
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Ter um grande amor!


Relacionamento, duvidas que acompanham o mundo inteiro, cada cultura tem uma forma de busca, mas, no fundo procuram a mesma coisa. Ter um grande amor!

A mídia, os escritores romancistas e algumas pessoas que desejam vender livros, vendem também a ideia de um amor perfeito. Não quero jogar água no coração de ninguém, mas, quero chamar atenção que muitas pessoas sofrem esperando por esse amor perfeito.

A alma gêmea é a ideia de perfeição, então te pergunto, você é perfeito?

Se atraiu o que sou, o que ando atraindo?

Os relacionamentos amorosos harmoniosos são invejáveis e desejáveis, precisamos assim os desejar e, para atrai-los é preciso primeiramente olhar para nós, descobrir quem somos e quem sou, olhar o mundo com olhos atentos, e se perguntar por que não, por que não posso ser feliz.

Ao mesmo tempo dar-vos-eis a oportunidade de vivenciar os amores no qual as almas são apenas companheiras, proporcionando oportunidades de aprendizado, num ensaio para viver um grande amor. Sem cobranças e sem dores.

 

O leitor em especial, chamou-me atenção, quão sua dor na busca de um amor.

 

Milton –  Moçambique – 18 anos.

(..) vivo numa sociedade, neste que a questão do amor está modernizado, até demais, ninguém respeita o outro, basta ter seu prazer e satisfação que o outro da, tipo assim, homens não se contentam em uma só mulher O triste é que mulheres, eu critico isto, por isso as vezes digo.

– ame somente uma única parceira ou parceiro, como eu disse, acredito no Verdadeiro Amor sempre orei a Deus que me desse um, tenho fé disso, mas às vezes por ver outros e amigos meus com suas namoradas, mesmo seus namoros fora de padrões normais eu cobiçava aquilo, por isso fico impaciente e vou a busca de atalhos fáceis, mas devido a minha postura, o não sempre vê como resposta, fico triste, mas agradeço a Deus porque sei que ele impedia aquela União, que aquela não era a pessoa certa para mim, continuou viver sem um amor, acreditando que um dia terei um, o que me confortá e dos sites que eu abro que falam do seu seu verdadeiro amor, fico lendo, e encontou palavras Que enchem de esperança, no certo dia ouvi um programa em que dois amigos falavam de almas gêmeas, um dia aqui a alma gêmea existe, e o outro dizia aqui como é possível uma pessoa naser no mesmo lugar que você, e ainda mas para você, neste caso a alma gêmea, que você é mas o outro dizia, – às vezes não nasci perto de você e tens que viajaram o mundo para encontrar sua alma, este assunto não é novidade para mi, já ouvi falar mas a partir deste dia decidi pesquisar, achei neste site Li, e gostei da matéria, eu gostaria que comentasse sobre o meu comentário e der me pequeno pequeno conselho, sobre isso, me dê esperança de um dia encontrar a minha alma.

Eu Milton Paulo acredito em almas gemias.

 

Em resposta:
Querido Milton. Os relacionamentos fúteis também imperam no Brasil, estamos vivendo momentos frívolos e artificiais. Todo reencontro de almas depende do estado evolutivo de cada um, você pode estar preparado e o outro não e, mesmo assim, os reencontros não significam que serão livres de conflitos, como disse, tudo depende do estado evolutivo de cada um. Viva a vida da forma mais tranquila que puder, viva relacionamentos sem cobranças, no momento certo a pessoa mais semelhante a você chegará. Relacionamentos é um grande aprendizado, quando temos no coração a ideia de ter um amor profundo, saberemos identifica-lo.

 

Vale refletir sobre Hermes Trismegisto – Caibalion – 5º Princípio –  Um casal que em início de namoro tem um comportamento muito explosivo com demonstrações de paixão, esse gradiente de euforia pode se tornar um equivalente em depressão violência, rejeição em um casamento. Dificilmente você vai encontrar um casal que sempre foi muito sereno que depois se estapeie.

 

 

Gratidão pela oportunidade!

Selma D. Flávio
Soluções Sistêmicas e Terapias Vibracionais

 

 


 

 

 

 

É mais fácil suportar a doença do que aceitar a benção


“As Ordens do Amor são forças dinâmicas e articuladas que sopram e revoluteiam em nossas famílias ou relacionamentos íntimos. Percebemos a desordem que sua turbulência nos causa como as folhas percebem o redemoinho – sob a forma de sofrimento e doença. Em contra partida, percebemos seu fluxo harmonioso como uma sensação de estar bem no mundo.”

“Nem todos os sofrimentos e doenças são causados por distúrbios em nossos relacionamentos, é claro: mas, visto que freqüentemente fazer alguma coisa contra as angustias que não brotam dessa turbulência sistêmica, elas são objeto de atenção especial em nosso trabalho. Quando compreendemos as leis sistêmicas que permitem a efusão do amor, capacitando-nos a ajudar famílias e pessoas em sofrimento a encontrar soluções, e mudar seus ambientes psicológicos. É profundamente tocante observar clientes que entram em contato com as Ordens do Amor e, espontaneamente, se entregam a um íntimo e suave amor, mesmo depois de uma vida de ódios, rancores e agressões. Todavia, lutar apenas com as armas da vontade pode estabelecer o equilíbrio sistêmico num relacionamento, permitindo que o amor floresça. Penetrar as Ordens do Amor é sabedoria. Segui-las com amor é humildade.”

O instrumento que Bert Hellinger utiliza para tornar visível a dinâmica normalmente oculta dos sistemas de relacionamento é a Constelação Familiar.

Doenças graves, suicídios, acidentes são alguns fatos que freqüentemente presenciamos nas constelações. São motivados pelo amor – o amor cego da criança. As crianças amam de acordo com um sistema de crenças mágicas. Para elas, o amor significa: “Para onde você for eu vou também. O que você fizer, eu farei também” ou “Amo- o tanto que quero estar sempre com você”. Isto é: “Vou acompanhá-lo na doença” e “Vou segui-lo na morte”. Quando alguém ama dessa maneira, fica evidentemente vulnerável às doenças graves.

Nas constelações, sempre observamos que os mortos, os doentes e os que padecem de um destino adverso querem que os sobreviventes estejam bem. Uma morte ou infortúnio é suficiente. Os mortos querem bem aos vivos. Não é apenas a criança que ama; amam também todos os que sofreram ou morreram. Para que se dê a cura sistêmica o cliente precisa reconhecer o amor do ente querido e reverenciar o destino dele. Os bons desejos podem curá-lo e esta seria a solução: acolher no coração, na alma a força do amor do ente querido. Quando os mortos ocupam o seu devido lugar na família, causam efeitos benéficos para a família. Do contrário, causam ansiedade e sofrimentos. Se tem seu devido lugar na família, ajudam os sobreviventes a viver, em vez de alimentar-lhes a ilusão de que devem morrer também.

“A Simetria oculta do Amor” –
Bert Hellinger

 

“O sofrimento é aprova de que nossa alma pueril necessita para não se sentir culpada perante a família. Ele garante e protege o direito de participação. Toda desventura causada por dificuldades sistêmicas é acompanhada pela satisfação profunda de pertencer à família e pelo anseio do amor. Problemas e vicissitudes, por outro lado, fortalecem o sentimento de participação. E, muitas vezes, esse tipo de participação parece mais importante que a felicidade ou é a própria felicidade”.

 

“Constelações Familiares”-
Bert Hellinger

 

Às vezes soluções importantes vêm à tona: O problema e o sofrimento são mais fáceis de suportar do que a solução. Isso tem a ver com o fato de que sofrer ou manter o problema é algo que está profundamente vinculado a um sentimento de inocência e lealdade com relação à família num nível mágico. Com isso a pessoa tem esperança de que o próprio sofrimento possa salvar outra pessoa da família. O cliente vê que a tia não precisa de salvação e isto representa para ele uma grande decepção, porque, dessa forma tudo o que ele fizera por ela até então teria sido em vão. Isso não é fácil de reconhecer. Às vezes o cliente se nega a fazer uma reverencia, prefere manter o problema ou o sofrimento, mesmo conhecendo a solução.

Bert Hellinger

 


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As feridas do círculo familiar são as que mais demoram para sarar


Não podemos permitir que um passado familiar disfuncional e traumático afete o nosso presente e o nosso futuro. Devemos ser capazes de superá-lo e nos curarmos para sermos felizes.

 

As feridas geradas no círculo familiar causam traumas, carências profundas e vazios que nem sempre conseguimos reparar.

 

O impacto decorrente de um pai ausente, uma mãe tóxica, uma linguagem agressiva, gritos ou uma criação sem segurança e afeto trazem mais do que a clássica falta de autoestima ou os medos que é tão difícil superar.

Muitas vezes a dificuldade para resolver muitos destes impactos íntimos e privados está em um cérebro que foi ferido muito cedo.

Não podemos nos esquecer de que o estresse experimentado ao longo do tempo em idades jovens faz com que a arquitetura de nosso cérebro mude, e com que estruturas associadas às emoções sejam alteradas.

Tudo isso traz como consequência uma maior vulnerabilidade, um desamparo mais profundo que leva a um risco maior na hora de sofrermos de determinados transtornos emocionais.

A família é nosso primeiro contato com o mundo social, e se este contexto não nutre nossas necessidades essenciais, o impacto pode ser constante ao longo de nosso ciclo vital.

Vejamos a seguir, detalhadamente, por que é tão difícil superar estas feridas sofridas na época mais inicial de nossas vidas.

 

O último cenário em que alguém pensa que vai ser ferido, traído, decepcionado ou até abandonado é, sem dúvida, no seio de sua família.

No entanto, isso ocorre com mais frequência do que imaginamos.

Estas figuras de referência que têm como obrigação dar-nos o melhor, oferecer confiança, ânimo, positividade, amor e segurança às vezes falham voluntária ou involuntariamente.

Para uma criança, um adolescente e até para um adulto, experimentar esta traição ou esta decepção no seio familiar supõe desenvolver um trauma para o qual nunca estamos preparados.

A traição ou a carência gerada na família é mais dolorosa do que a simples traição de um amigo ou companheiro de trabalho. É um atentado contra a nossa identidade e nossas raízes.

A ferida de uma família é herdada por gerações

Uma família é mais do que uma árvore genealógica, um mesmo código genético, que ter os mesmos sobrenomes.

 

Uma família é mais do que uma árvore genealógica, um mesmo código genético, que ter os mesmos sobrenomes.

 

  • As famílias compartilham histórias e legados emocionais. Muitas vezes estes passados traumáticos são herdados de geração em geração de muitas formas.
  • A epigenética nos lembra, por exemplo, que tudo que acontece em nosso ambiente mais próximo deixa um impacto em nossos genes.
  • Assim, fatores como o medo, o estresse intenso ou os traumas podem ser herdados entre pais e filhos.
  • Isso faz com que, em alguns casos, sejamos mais ou menos suscetíveis a sofrer de depressão ou reagir com melhores ou piores ferramentas diante de situações adversas.

Ainda que estabeleçamos distância de nosso círculo familiar, as feridas seguem presentes

Em um dado momento, finalmente tomamos coragem: dizemos “chega” e cortamos este vínculo prejudicial para estabelecer uma distância da família disfuncional e traumática.

No entanto, o simples fato de decidirmos dizer adeus a quem nos fez mal não traz, por si só, a cura da ferida. É um princípio, mas não a solução definitiva.

Não é nada fácil deixar para trás uma história, dinâmicas, lembranças e vazios.

Muitas destas dimensões ficam presas à nossa personalidade, e inclusive em nosso modo de nos relacionarmos com os demais.

As pessoas com um passado traumático costumam ser mais desconfiadas, têm mais dificuldade em manter relações sólidas.

Quem foi ferido precisa, além disso, se sentir reafirmado; anseia que os demais preencham estas carências, por isso muitas vezes se sentem frustrados porque poucas pessoas lhes oferecem tudo de que precisam.

Podemos chegar a questionar a nós mesmos

 

Este talvez seja o mais complexo e triste.

A pessoa que passou grande parte do seu ciclo vital em um lugar disfuncional ou no seio de uma família com estilo de criação negativo pode chegar a ver a si mesmo como alguém que não merece ser amado.

A educação recebida e o estilo de paternidade ou de maternidade em que fomos criados define as raízes da nossa personalidade e nossa autoestima.

O impacto negativo destas marcas é muito intenso; assim, muitas vezes a pessoa pode ter dúvida sobre a sua própria eficácia, sua valia como pessoa ou até se é digno ou não de cumprir seus sonhos.

Nosso círculo familiar pode nos dar asas ou pode arrancá-las. Isso é algo triste e devastador, mas verdadeiro.

No entanto, há algo de que nunca podemos nos esquecer: ninguém pode escolher quem serão seus pais, seus familiares, mas sempre chegará um momento em que teremos a capacidade e a obrigação de escolher como vai ser nossa vida.

Escolher ser forte, ser feliz, livre e maduro emocionalmente é algo essencial, daí a necessidade de superar e curar nosso passado.

 

Fonte melhorcomsaude

 

Hoje podemos olhar para nossos padrões negativos de comportamento,  através do trabalho com Constelação Familiar, olhamos diretamente a origem do trauma, onde tudo começou. Ressignificamos e temos um novo olhar e uma forma  nova de lidar com as situações.

Leia como é possível   Constelação Familiar