Kuan Yin e a pena do pavão


Kuan Yin e a pena do pavão. A história começa com Kuan Yin, deusa da paz, da tranquilidade e da sabedoria vindo à terra e mostrando às pessoas as maneiras de amor, de fraternidade e de caridade. As pessoas exultaram-na e honraram-n e viveram-nas na harmonia. Então Kuan Yin, ensinando lhes as lições retornadas aos céus. Depois que tinha ido as lições que tinha compartilhado começou a se deteriorar e o ego ordenou mais uma vez o mundo. Muitos que recordaram seu ensino gritaram para fora e para seu retorno. Ouvindo seus gritos retornou e deu-lhes as pérolas da sabedoria de que era o depositário e quando o mundo estava outra vez na paz ela retornou aos céus. Mas a história repetiu-se e foi chamada outra vez para trás por alguns de seus seguidores fiéis. Esta vez pediram Kuan Yin para permanecer com eles no mundo de modo que pudessem sempre ver sua beleza e ser lembrados de seus ensinos calmos. Sabendo não poderia permanecer com eles para sempre que lhe chamou um pássaro monótono da preferencialmente que fosse somente grande característica fosse 100 longos, maçante, marrom, as penas que que são cauda. Chamou a mágica do amor e coloriu as penas de cauda em cores iridescentes brilhantes do arco-íris e deu ao pássaro uma coroa bonita feita de penas brilhantes. Em cima de cada pena colocou um olho. Guardou o pássaro até as pessoas e disse, deixou esta ser seu lembrete da beleza que se encontra em seu coração dos corações e nos ensinos de maneiras calmas. Veja que estes olhos são meus olhos e saiba que eu estou aqui e olhar. Esta é a história de como o pavão a obteve é cores e de porque foi honrada para se transformar um ícone para a paz.

 


 

 

Sobre o Encontro do feminino

Quero compartilhar nosso encontro do feminino realizado dia 12 de novembro, momentos especiais. Ficamos cercados de amor, cura e harmonia.

Foi emocionante e curador, acolhidas pelo amor divino da mestra Kuan Yin abençoando do nosso feminino, nos trouxe um novo olhar, mostrando que amparadas podemos caminhar, nos curar e curar nossa geração de mulheres.

Contamos além das experiências, meditação e a visão sistêmica que é capaz de mostrar além do que se vê, além do que se imagina, abrindo caminhos para nossa jornada e assim conseguirmos cumprir nossa missão de vida de forma mais profunda e tranquila. O mais bonito é poder ver as mudanças em cada uma, ver o despertar do feminino, nos gestos, na fala e no olhar, o resgate da estima e confiança em ser mulher.

Eu amo o que faço, e faço com alegria, com prazer de ver as transformações em cada uma.

Parabéns mulheres, vocês são maravilhosas!

Venha você também, se de a oportunidade de olhar com amor para você mesmo, agora é a hora.  

 

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Veja que estes olhos são meus olhos e saiba que eu estou aqui a olhar .
– Kuan Yin

 

Arrepiou? É o chamado. Venha!

 

Selma Flávio  – Terapeuta Sistêmica e Vibracional
Atendimentos individuais e em grupo com Terapias Vibracionais e Constelação Familiar
Contato 11 9.7387.3144
selmaflavio@gmail.com

 

 


 

Vejam alguns momentos:-

 

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Atraímos obsessores ou captamos energias desequilibradas

Por que, muitas vezes, atraímos obsessores ou captamos energias desequilibradas de encarnados e desencarnados? Como se proteger?

Ressonância, em física, refere-se ao fenômeno em que se registra transferência de energia de um sistema oscilante para outro, quando a frequência do primeiro coincide com uma das frequências próprias do segundo.

O corpo de um instrumento musical, um violão, por exemplo, é uma caixa de ressonância. As vibrações da corda entram em ressonância com a estrutura da caixa de madeira que “amplifica” o som e acrescenta vários harmônicos, dando o timbre característico do instrumento. Sem o corpo, o som da corda seria fraco e insosso.

Podemos dizer que a ressonância é o fenômeno físico, energético, espiritual e consciencial responsável pela lei de afinidades, que diz: “Os semelhantes se atraem e os diferentes se repelem”. Você atrairá quem tiver o mesmo padrão vibratório ou energético que seu campo mental exterioriza, ou seja, quem sintoniza ou ressoa com você.

Ressonância vem de som. Quando você liga sua TV e muda de canal, você acabou de mudar a frequência de ressonância da recepção do aparelho para a frequência da emissora escolhida.

Quando um cantor que atinge frequências muito altas com sua voz é capaz de achar a frequência de ressonância de uma taça de cristal, pode fazê-la vibrar até quebrar.

Quando uma tropa de soldados passa por uma ponte, ela deve passar sem marchar, pois o ritmo da marcha pode coincidir com a frequência de ressonância da ponte e destruí-la instantaneamente. Isto já aconteceu em épocas de guerra…

Quem não ouviu falar nas Muralhas de Jericó, na Bíblia? Por um processo de frequência de ressonância as muralhas despencaram como se fosse um milagre. “Uma cidade antiga está sendo sitiada. Seus atacantes haviam atravessado em massa o rio Jordão e estavam agora acampados diante das altas muralhas da cidade. Todos os dias, durante seis dias, o exército invasor marcha ao redor da cidade em silêncio, rompido apenas por um grupo de sacerdotes acompanhantes, que toca buzinas.

Agora, no sétimo dia, o exército marcha silencioso sete vezes ao redor da cidade. De repente, os sacerdotes tocam as buzinas com toda a força. O exército rompe o silêncio com um forte grito de guerra, e as altas muralhas da cidade desmoronam numa nuvem de poeira, deixando a cidade indefesa” – Josué 6:1-21. Antes um “milagre”, hoje fato totalmente explicado pela física.

Quando você tem um bom equipamento de som e está ouvindo a alto ou médio volume, e alguma caixa de som está próxima do equipamento, aparece uma distorção.

Quando um engenheiro calcula uma instalação elétrica para uma residência, existem fórmulas de cálculo para se evitar que os fios entrem em ressonância com a frequência da rede elétrica de que ela é portadora, senão os fios começam a se mexer em forma de ondas dentro dos tubos, destruindo toda a instalação.

Quando você se agrega (casa, reúne, se agrupa) com uma ou mais pessoas, é porque tem afinidade com elas. Se tem afinidade, são semelhantes do ponto de vista espiritual; se são semelhantes, provavelmente têm defeitos e virtudes semelhantes. Vocês formam um grupo chamado de grupokarma.

Ódio, mágoa, ressentimento, são prisões cármicas. Quando você se desequilibra diante de um evento negativo que alguém gerou em você, está entrando em ressonância ou sintonia com ela. Acontece que o ódio desta pessoa que te fez mal continua atuando em você energeticamente, e seu ressentimento contra ela abre uma porta de sintonia emitindo a ela energias do mesmo padrão, que reforçam o seu ódio, que volta para você estimulando seus ressentimentos, formando um ciclo vicioso só quebrado pelo perdão ou, no mínimo, quando você deixar de alimentar raiva, rancor, ressentimento pela pessoa…

O perdão é um sentimento que confere uma qualidade positiva à nossa energia, sadia e protetora, que dinamiza a evolução consciencial humana e livra da prisão grupocármica. Perdão: desvencilhamento cármico.

Ódio, mágoa, vingança e ressentimento são prisões grupocármicas. Quando você gera desordem, desequilíbrio em seu padrão psicoemocional e energético (aura) diante de algo negativo que alguém fez para você, estará entrando em ressonância ou sintonia com ela.

 

Ciclo vicioso

Em outras palavras, o que eu já expliquei aqui: o ódio desta pessoa que te fez mal continua atuando em você energeticamente e seu ressentimento contra ela abre uma porta de sintonia, emitindo energias negativas que reforçam o seu ódio, que vai e volta indefinidamente num processo de sinergia negativa.

O acoplamento espiritual pode ser chamado de acoplamento consciencial, acoplamento áurico, acoplamento bioenergético, rapport bioenergético, interação áurica ou assimilação simpática.

 

Acoplamento áurico

Consiste na interfusão de duas ou mais auras que se misturam, trocando energias. Cada integrante ou participante desta fusão pode ler, sentir ou perceber as energias resultantes.

Podemos criar estes acoplamentos consciente ou inconscientemente, como o fazemos em todas as horas e locais diferentes aonde vamos.

Em todo relacionamento há trocas de energia e acoplamentos em diferentes graus de intensidade. Até num rápido bate papo com um estranho há trocas energia, seguindo a regra: quem tem mais doa para quem tem menos, analogamente aos vasos comunicantes que ligam dois recipientes com líquido.

Continuando a linha de raciocínio, o semelhante se atrai, ou seja, energias do mesmo tipo ou mesmo padrão tendem a se agregar. Consciências negativas atraem espíritos negativos, que estimulam ódio, revolta, ignorância e maus sentimentos. Neste caso, os espíritos mentores nada ou pouco podem fazer, pois não conseguem obter ressonância positiva com a pessoa que desejam proteger.

Ela não se permite receber ajuda. Não basta pedir, é preciso saber receber ajuda espiritual, pois nestas situações, mesmo os guias espirituais querendo ajudar não conseguem. Eles podem se afastar temporariamente até que o estado mental da pessoa melhore. Se esta pessoa guarda um grande ódio ou mágoa para o resto da vida, a assistência espiritual a ela estará prejudicada.

Se a pessoa possui seu padrão psicoemocional e energético desequilibrados, os assediadores ou obsessores “acoplam” em sua aura, desvitalizando a pessoa e deixando-a com a aura ainda mais desordenada.

Se a pessoa possui pensamentos, sentimentos e energia positiva, os amparadores acoplam em sua aura doando energias e liberando mais ideias positivas para ela.

As consciências que possuem pensamentos bons (de amor, paz e luz) são rodeadas por espíritos que inspiram boas ideias. Eles orientam, protegem e indicam sempre o caminho do bem. As pessoas que procuram viver em equilíbrio, desenvolvendo o autoconhecimento e a reforma íntima, são peças interdimensionais importantes.

Suas energias são utilizadas pelos amparadores para fazer assistência espiritual extrafísica. As pessoas que não vivem em um clima interno sadio e equilibrado, constantemente são vítimas dos assediadores, que as levam para “passear fora do corpo a locais promíscuos, para terem suas energias vampirizadas, de forma que quando acordam estão cansadas e mal dispostas.

 

Equilíbrio de energias

As energias ou bioenergias são constantemente trocadas por duas ou mais pessoas, que interagem consciente ou inconscientemente. Elas são trocadas por duas pessoas conversando, pelo professor dando aula a seus alunos, pelo casal de namorados, em um grupo de colegas, um par de amigos, pela mãe com seu filho e por inimigos que se odeiam, mesmo à distância.

Entre cada membro do grupo há um acoplamento positivo (sadio) ou não, com troca de energias. É simples de se entender. Quem tem mais doa, quem tem menos recebe. É o princípio dos vasos comunicantes. Imagine duas caixas d’água ligadas por um cano, e neste um registro.

A caixa cheia é o amigo cheio de energia, a caixa vazia é outro com menos energia (ninguém é totalmente vazio) e o registro se abrindo é o momento do encontro. Após algum tempo os níveis da água (das energias) entram em equilíbrio.

De alguma forma, com intensidade e qualidade variáveis, estas trocas de energia acontecem em todos os encontros. Lembre-se: para haver um acoplamento áurico não é necessário estar próximo fisicamente. A distância não existe para a energia, basta um pensamento potencializado por um sentimento ou emoção.

Se emano pensamento de amor no meu dia a dia, em casa, contribui com a paz no mundo. Se emano pensamentos de raiva, inveja, vingança, revolta, mágoa, frustração e depressão, estas irão reforçar estes sentimentos em outras pessoas mundo afora. Se emano pensamentos positivos, isto é, com base em sentimentos sadios, equilibrados, além de produzi-los e ajudar outras pessoas, recebo esta mesma qualidade de energia em mim, revigorando-me todo dia a todo instante.

É uma sinergia positiva: eu motivo a outros e outros me motivam inconscientemente. Caso contrário, será uma sinergia negativa, ou seja, meu ódio aumenta o ódio de outros e o dos outros amplifica o meu, formando um ciclo vicioso.

A primeira coisa que um bom espiritualista deve fazer é uma reforma íntima e silenciosa.

O karma é uma lei que não é considerada pela física humana. As leis só se transformam em leis da física quando esta as estuda e posteriormente as entende. Independentemente disso, o karma é uma lei que administra a nossa vida todos os dias.

Um dia a Ciência terá desvendado estes processos – quando tiver amadurecido, consciente e preparada, sem medo de estudar algo relativo, que é novo e estranho como ciência.

Quando o preconceito e a ignorância religiosa permitirem ao homem pensar com lucidez, nós descobriremos a verdade e a verdade nos libertará. São leis cósmicas, e entendendo-as melhor poderemos agir melhor, criando uma sociedade mais humanitária e feliz.

Quantas pessoas sofrem! Quantas crises íntimas acontecem pelo mundo. Pessoas muitas vezes cercadas de pessoas, mas totalmente sós. A falta de amor, carinho e compreensão são os responsáveis pelas infelicidades de modo geral. Isto é a falta de espiritualidade.

Nunca se resolverão as crises nos países, as guerras ou a fome sem amor na consciência e no coração. Não adianta encher o mundo de hospitais, creches, ONGs, entidades beneficentes e fundações sem uma mudança radical nos sentimentos e consciência do espírito humano.

“A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.”

 

Fonte: Texto retirado do livro O KARMA E SUAS LEIS.

O amor em vidas passadas, a reencarnação e as almas gêmeas


Pensando e refletindo sobre o texto abaixo, acrescento, muitas “paixões” instantâneas se dão pelas dividas cármicas, recuperar e curar situações não resolvidas, se tornam possíveis através dessa atração. A confusão acontece e quando não vivido alimenta a esperança que seria seu amor perfeito.

Muitas uniões acontecem para a reparação, algum momento houve amor, trouxe filhos e aprendizado que após realizado o desfecho muitos casais se separam.  A paixão pode estar não só relacionada pelas dividas cármicas como também pelos padrões de vida comportamentais, que unidos se tornam possível o resgate.

Mas, quando acontece apenas pelo padrão familiar negativo, causa dor e sofrimento. A carência é alimentada pela esperança que o outro a preencha, fixados numa ilusão de afinidades reconstroem suas dores internas e aprofundam-se na escuridão da alma, criando situações para justificarem o seu estado, se magoam e magoam e assim num círculo vicioso de atrações dolorosas, vazias e muitas não correspondidas.  

 

Refletir sobre o assunto é curador, complexo e libertador.

 

Selma Flávio – Terapeuta Sistêmica e Vibracional

 


Esta teoria nasceu na Grécia antiga, muito antes do surgimento da doutrina espírita, e defende, dentre outras coisas, que um amor não se constrói com base em simples semelhanças de personalidades e interesses, mas que é resultante de um processo lento e contínuo, ao longo de inúmeras existências nas quais duas almas gêmeas conviveram bastante.

Nestas vivências conjuntas, as pessoas foram passando por várias circunstâncias e dificuldades, enfrentando desafios e superando adversidades, e, desta forma, se unindo cada vez mais.

O amor de vidas passadas é constituído por laços afetivos extremamente fortes, um sentimento verdadeiro e caracterizado por uma identificação ímpar com a outra pessoa, que vai além do mundo físico.

 

Nada acontece por acaso e um grande amor de vidas passadas sempre aparecerá no momento mais oportuno

É fato que a maioria das pessoas passa boa parte de suas vidas procurando por suas respectivas almas gêmeas e idealizando um relacionamento feliz e duradouro. Esta busca advém justamente do fato de terem vivido um grande amor de vidas passadas e desejarem reviver esta relação na atual encarnação.

Mas não é possível garantir se este intento será realizado na vida atual ou em futuras. Na verdade, a maior parte das pessoas vivencia várias encarnações buscando por suas almas gêmeas, e tudo tem sua hora certa e seu momento mais oportuno para acontecer.

Mas aí fica a pergunta: Como descobrir e reconhecer se alguém que gostamos muito na atual encarnação é um amor de vidas passadas?

A resposta é, ao mesmo tempo, simples e complexa. Para exemplificar: quando se ama alguém de forma verdadeira em um curto espaço de tempo, de modo que fica difícil compreender ou explicar o sentimento inesperado, é um forte indício de que você e esta pessoa já viveram uma história de amor em vidas passadas.

E este é o verdadeiro amor, aquele que está no âmago de nossa alma e que não poderia ser desperto em apenas uma vida, mas cultivado gradualmente em várias.

 

Fonte AstroCentro


 

Viver o amor

 


Às vezes pensamos que, se estivéssemos sós, seríamos mais livres em nosso desenvolvimento e em nossas possibilidades. A realidade é o inverso. A evolução nos ensina que a associação dos parceiros (não a uniformização associada a uma compulsão totalitária) diferencia cada indivíduo, torna-o mais variável em seu pensar e agir do que quando fica confinado à própria individualidade. Quando, com vistas ao parceiro, temos de nos defrontar com coisas novas e procurar novas formas de equilíbrio interno e externo, isto nos libera um pouco dos próprios esforços, que são freqüentemente cegos, em nosso interior. Ganhamos em variedade e equilíbrio, que são pressupostos imprescindíveis para um certo grau de liberdade. Talvez a melhor maneira de descrever a realização espiritual e simultaneamente a realização sistêmica básica na relação do casal seja utilizar, num sentido um pouco mais amplo, as palavras de Bert Hellinger:

“Eu amo você e amo aquilo que suporta, dirige e desenvolve a você e a mim”.

 

Jakob Robert Schneider

 


Como está o seu relacionamento?

Tem questões a serem trabalhadas?

Selma Flávio – Terapeuta sistêmica e vibracional.

http://www.selmaflavio.com.br / 11-9.7387.3144 whatsapp /selmaflavio@gmail.com

Local: Tatuapé – SP

 


 

« atrair e seduzir »


Um indivíduo que conheci em adulto foi uma criança não desejada: não lhe foi dado amor nem um mínimo de atenção por parte da mãe, acabando, portanto, por desenvolver um denso corpo de dor ambivalente. Esta ambivalência consistia numa frustração e profunda ânsia pelo amor e atenção da mãe e, ao mesmo tempo, num profundo ódio por ela, por lhe negar aquilo de que ele desesperadamente necessitava.
Em adulto, quase todas as mulheres desencadeavam a carência do seu corpo de dor – uma forma de dor emocional -, e isto manifestava-se como um comportamento compulsivo para «atrair e seduzir» quase todas as mulheres com quem travava conhecimento e, desta forma, obter amor e a atenção feminina pela qual o corpo de dor ansiava. Ele tornou-se um perito na arte da sedução, mas assim que uma relação se tornava íntima ou que as suas investidas eram rejeitadas, a ira do corpo de dor em relação à mãe surgia e sabotava a relação.

Eckhart Tolle (Um Novo Mundo, pág. 149)


 

Mito da caverna de Platão


 

Compreender que podem viver e aprender além dos  limites preestabelecidos , é mais complexo que se possa imaginar. Lançar-se ao mundo inclui a necessidade de mudança, sair da  zona de conforto e caminhar em um mundo tangível e complexo. Na sua complexidade aprendendo que são seres capazes de alcançar voos  muito além do que sobrevoam e, acostumados estão.

Se libertar de crenças é calcar um mundo de novidades  repleto de surpresas, aprender, reaprender e viver a vida na sua magnitude.

Arrisque-se, compreenda o universo e transforme-se, não se conforme com as sombras que te ensinaram a cultivar, vá além dos limites riscados por outros.

Transforme a sua realidade!

Selma Flávio

Terapeuta Sistêmica e Vibracional

 

Uso o Mito da Caverna para uma reflexão profunda e até curadora.

 

O Mito da Caverna

O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.

 

Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.

“Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República”