GRATIDÃO

Gratidão é algo dos simples ou algum que eu sinto que pode me levar onde ainda quero chegar: ao caminho da simplicidade.
Diariamente eu chego a simples conclusão de que a vida é tão maravilhosa porque também é feita de colos, de feridas que cicatrizam, de amigos que celebram ou choram junto, de café coado com coador de pano, de gente que pega metro ou faz caminhada pela manhã, de quem planta o que se pode comer, de vizinhos que alimentam seus gatos com comida de gente.

 

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Chego a simples conclusão que a vida é feita de algumas pessoas que direcionam todo o seu potencial criativo para melhorar a qualidade de vida de gente que eles nem conhecem. Chego a simples conclusão que é feita de e-mails que chegam recheados de saudade e de antigas cartas, do tempo que essas existiam, extraviadas solitárias numa gaveta de um correio qualquer. De muros e pontes e cais. De aviões que suprimem distâncias e de barcos que chegam. De bicicletas que atravessam cidades. De redes que balançam gente. De rostos que recebem beijos. De bocas que beijam. De mãos que se dão. Que existem pessoas altamente gostáveis, altamente rabugentas, altamente generosas, pessoas distraídas que perdem as coisas, mal-educadas que buzinam sem necessidade, pessoas conectadas que se preocupam com o lixo, pessoas sedutoras e seduzíveis, possíveis e impossíveis, pessoas que se entregam, pessoas que se privam, pessoas que machucam, pessoas que chegam pra curar desencadeadores de poemas, de sorrisos, de lições de vida que ficarão guardadas para sempre … A vida é tão maravilhosa porque ela nos compensa com ela mesma e um dia na simplicidade faz a gente descobrir que gratidão pode existir em tudo que vivem e por todos que convivemos.
A gratidão faz com que nossos relacionamento floresçam e quem agradece honra o que lhe foi dado e, simultaneamente, honra aqueles que lhe presentearam.
E por falar em relacionamento, como anda o seu relacionamento com Deus e a sua gratidão pela sua vida e capacidade de viver que Ele lhe deu? Como anda o seu relacionamento com as pessoas que você ama e sua capacidade de demonstrar sua gratidão pela vida delas na sua vida? Como anda o seu relacionamento com você mesmo e a sua autogratidão que é o combustível para a algo que poderíamos chamar de gratitude?
A correria do dia a dia nos afasta cada vez mais da simplicidade do ato de agradecer, de se sentir grato, de perceber o quanto o outro merece sabe a gratidão que existe dentro de você por ele.
Nosso ego nos afasta muito de nossas almas e da capacidade de sentir gratidão que é algo que apenas a nossa alma possui.
Há momentos que a solidão aparece para nos ensinar que a alma também sente fome de um sentimento chamado nos mesmo. E ao entramos num momento de solidão talvez matando a fome de si mesmo a gente consiga perceba por quantas coisas podemos nos sentir gratos.
Gratos a Deus pela nossas vidas, porque por mais que você já tenha querido morrer na hora da morte percebemos que queremos muito viver. Gratidão pelos momentos mágicos de sua vida Gratidão pelos seu pais, seus irmão, sua família pois a sua vida não seria a mesmo se não fosse eles. Gratidão pelas conquistas, vitórias, pelos amores e porque não gratidão também pelos desamores, escolhendo aprender com a vida.

Gratos à vida.
A gratidão desbloqueia a abundância da vida. Ela torna o que temos, suficiente e mais: ela torna negação em aceitação, caos em ordem, escuridão em celeridade. Ela pode transformar uma refeição em um banquete uma casa em um lar, um estranho em um amigo. A gratidão da sentindo ao nosso passado, traz paz para o hoje e cria uma visão para o amanhã.
Aristoteles já dizia: “a gratidão é a memória do coração”.
Já dizia também um grande mestre conhecido de todos nós, Napoleônico Hill: “Sou muito grato às adversidades que apareceram na minha vida, pois elas me ensinaram a tolerância, a simpatia, o auto-controle,a perseverança e outras qualidades que, sem essas adversidades eu jamais conheceria”.
Gratidão nos faz crescer.
Não precisamos de mais para ser gratos, precisamos apenas ser mais gratos.

Um dia talvez a gente descubra que somos muito abençoados para reclamar e nesse dia entenderemos que isso é o caminho para a verdadeira gratidão: reconhecer as simples e pequenas bênçãos em nossas vidas.
E desejo que essa descoberta me leve ao caminho da simplicidade e da plenitude da vida.
Minha gratidão eterna a cada um de vocês dessa nossa grande família que me faz enxergar sempre um pouco mais de mim mesmo em cada uma das histórias de cada treinamento e me faz a cada treinamento exercitar a minha gratidão à Deus pela minha missão e por todos, longe ou perto, que fazem parte de tudo isso chamado minha vida.

Emerson Feliciano

 

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Posted by Terapia Natural e Desenvolvimento pessoal com Selma Flávio on Quinta-feira, 23 de Julho de 2015

COMO TRABALHAR OS SENTIMENTOS NEGATIVOS NOS RELACIONAMENTOS

O amor é sempre belo no começo, pois você não deixa que as suas energias destrutivas o afetem. No início você investe as suas energias positivas no amor; o casal combina as suas energias de modo positivo e as coisas vão de vento em popa. Mas, depois, pouco a pouco, as energias negativas começam a transbordar; você não pode retê-las para sempre.

E depois que a sua energia positiva chegou ao fim, a lua de mel termina e começa a parte negativa. Então o inferno abre as suas portas e a pessoa não consegue entender o que está acontecendo. Uma relação tão bonita, por que está indo por água abaixo?

“Se a pessoa está alerta desde o início, é possível salvar a relação. Derrame sobre ela as suas energias positivas, mas lembre-se de que cedo ou tarde o negativo começará a vir à tona. E quando o negativo começa a aparecer, você precisa liberar a energia negativa quando estiver sozinho.”

Tranque-se num quarto e dê vazão a toda essa energia; não há necessidade de despejá-la sobre a outra pessoa. Se quiser gritar alto e ficar com raiva, entre num quarto e feche a porta — grite, fique furioso, bata num travesseiro. Pois ninguém deve ser tão violento a ponto de atirar coisas nas outras pessoas. Elas não fizeram nada contra você, então por que você deveria atirar coisas nelas?

É melhor atirar tudo o que é negativo numa lata de lixo. Se se mantiver alerta, você se surpreenderá ao ver o que pode ser feito; e depois que o negativo for liberado, o positivo voltará a transbordar. O negativo só pode ser liberado na companhia do parceiro numa etapa posterior do relacionamento, quando ele já estiver muito bem estabilizado.

E mesmo assim, isso só deve ser feito como medida terapêutica. Só depois que os parceiros de uma relação estiverem muito alertas, muito positivos, consolidados num único ser e capazes de tolerar — e não apenas tolerar mas usar a negatividade do outro —, eles podem concordar em que já está na hora de serem negativos juntos também, como medida terapêutica.

Nesse caso, também, “a minha sugestão é que deixem que isso seja algo muito consciente, não inconsciente; deixem que seja muito deliberado. “Façam um acordo de que, toda noite, durante uma hora, vocês serão negativos um com o outro — façam disso um jogo —, em vez de serem negativos em qualquer lugar, a qualquer hora.

Porque as pessoas não são muito alertas — durante 24 horas elas não são —, mas durante uma hora vocês podem se sentar juntos e serem negativos. Aí será um jogo, será como uma terapia em grupo! Depois de uma hora, vocês dão a coisa por encerrada e não levam mais nada adiante, não deixam que isso interfira no seu relacionamento.

  • O primeiro passo: o negativo deve ser extravasado quando você estiver sozinho.
  • O segundo passo: o negativo deve ser extravasado num determinado horário, com o acordo de que ambos liberarão o negativo.

 

  • Só no terceiro estágio vocês dois podem ser realmente naturais, pois não haverá receio de prejudicarem o relacionamento ou se magoarem. A essa altura, vocês poderão ser positivos e negativos, e ambos têm a sua beleza, mas só no terceiro estágio.

 

 

Num determinado ponto do primeiro estágio, você começará a sentir que agora a raiva não irrompe mais. Você se sentará diante do travesseiro e a raiva não tomará conta de você. Isso leva alguns meses, mas um dia você descobre que ela não está mais fluindo, passou a não ter mais sentido, você não consegue mais ficar com raiva sozinho. Nesse ponto termina o primeiro estágio.

  • Mas espere até que a outra pessoa também sinta se o primeiro estágio chegou ou não ao fim. Se o primeiro estágio do parceiro também estiver completo, então o segundo estágio começa. Então, por uma ou duas horas — seja de manhã ou à noite, você decide — você estabelece um horário para expressar os seus sentimentos negativos deliberadamente.

Faça isso como se fosse um psicodrama, de modo impessoal. Você não precisa ser agressivo — você descarrega o que sente, mas não sobre a pessoa. Na verdade, você está simplesmente extravasando a sua negatividade. Não está acusando o outro, não está dizendo, “Você é ruim!”; está simplesmente dizendo, “Eu estou achando você ruim!” Não está dizendo, “Você me ofendeu!”; está dizendo, “Eu me senti ofendido!”

Isso é totalmente diferente, é um jogo deliberado; “Eu estou me sentindo ofendido, por isso descarrego em você a minha raiva. Você é a pessoa mais próxima de mim, por isso me serve de desculpa”. E o outro faz o mesmo.

Chegará um momento em que, mais uma vez, você descobrirá que essa negatividade deliberada não funciona mais. Vocês se sentam juntos durante uma hora e nada vem à tona em você, nem no seu parceiro. Então o segundo estágio está acabado.

  • Agora vem o terceiro estágio, e o terceiro estágio dura a vida toda. Agora vocês estão prontos para serem positivos ou negativos à medida que esses sentimentos aflorarem;vocês podem ser espontâneos.

“É assim que o amor se torna um relacionar-se, torna-se uma qualidade do amar, torna-se o estado natural do seu ser.”

Osho

 

 

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Selma Flávio – Terapias – http://www.selmaflavio.com.br

Os segredos evolutivos do orgasmo feminino

Os segredos evolutivos do orgasmo feminino

O orgasmo é visto atualmente como sinônimo de uma relação sexual saudável, e tornou-se quase um fim em si mesmo. Do ponto de vista biológico, porém, o sexo é apenas um meio de assegurar a reprodução. O clímax feminino teria um papel biológico?

Por: Carlos Roberto Fonseca

 

Arte: Renato Alarcão.

O papel biológico do orgasmo masculino é claro para a maioria das pessoas. Como invariavelmente ele está ligado à ejaculação, não há qualquer dúvida a respeito de sua função reprodutiva. O orgasmo masculino seria assim uma espécie de ‘festa de comemoração’, favorecida pela seleção natural, ao longo da evolução, para incentivar e premiar a esperada transferência do esperma para o aparelho reprodutivo da fêmea.

O período fértil parece ser um segredo tão bem guardado que nem elas sabem

O papel biológico do orgasmo feminino, no entanto, é considerado um grande mistério. Para começar, não existe sincronia entre o momento do orgasmo feminino e a liberação dos óvulos pelos ovários.

Aliás, o período exato do ciclo menstrual em que as mulheres estão férteis parece ser um segredo tão bem guardado que, aparentemente, nem mesmo elas sabem. Muito menos seus parceiros!

Essa ‘ovulação oculta’ contrasta bastante com o ocorre com as fêmeas de muitos outros mamíferos, que anunciam aos quatro ventos seu estado fértil por meio de cores brilhantes, cheiros especiais e solicitações ostensivas.

Uma definição formal
O orgasmo feminino é uma sensação variada e aguda de prazer intenso, que cria um estado alterado de consciência. Começa, em geral, junto com contrações involuntárias e rítmicas da musculatura estriada pélvica cincunvaginal, acompanhadas, com frequência, de contração do útero e do ânus, e um relaxamento lento que desfaz (algumas vezes parcialmente) a vasoconstrição induzida pelo ato sexual, induzindo bem-estar e contentamento.

Em chimpanzés, por exemplo, as partes íntimas das fêmeas tornam-se irresistivelmente rosadas e elas exibem um comportamento altamente receptivo.

Entretanto, a norte-americana Elisabeth Anne Lloyd, filósofa da biologia, da Universidade de Indiana (Estados Unidos), acredita que não há mistério algum a ser desvendado. Em sua opinião, o orgasmo feminino não teria função biológica. Seria simplesmente um subproduto da evolução do orgasmo masculino, este com uma clara função biológica.

Esse tipo de explicação não adaptacionista é a mesma usada para explicar por que os homens têm mamilos, já que estes não têm função alguma no corpo masculino.

Uma hipótese atual propõe que os mamilos masculinos seriam subprodutos da evolução dos mamilos femininos, estes com clara função biológica, associados ao cuidado dos bebês.

Assim, tanto os mamilos nos homens quanto o orgasmo nas mulheres seriam uma espécie de ‘troça’ pregada pelos complicados mecanismos de herança genética dos caracteres.

Arte: Renato Alarcão.

Darwin e a teoria da seleção sexual

Muitos pesquisadores acreditam, porém, que o orgasmo feminino, em toda a sua complexidade fisiológica, morfológica e comportamental, só pode ser compreendido por meio da teoria da seleção sexual proposta pelo naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882).

Em seu famoso livro A origem do homem e a seleção sexual, de 1872, ele propôs que as disputas sexuais entre indivíduos da mesma espécie influenciam profundamente sua evolução. Segundo Darwin, essas disputas podem ser divididas em dois tipos principais: competição entre machos e escolha por parte das fêmeas.

Afinal, quem é o maior, mais forte, mais veloz, mais bonito e mais saudável entre os jovens da região?

A competição entre machos é a velha disputa que permite estabelecer uma hierarquia de dominância entre eles. Afinal, quem é o maior, mais forte, mais veloz, mais bonito e mais saudável entre os jovens da região? No mundo animal, muitas vezes essa hierarquia é decidida com a ajuda de dentes, garras e chifres, em lutas de final nem sempre feliz.

Na espécie humana, essa competição se manifesta de modo diferente em cada cultura. Em alguns casos, ela pode ser mais ‘animal’, enquanto em outros casos pode ser ritualizada e regrada, como acontece em campos de futebol, bares, pátios de escolas, ambientes de trabalho e, mesmo, no trânsito.

Na história humana, poder e sexo sempre estiveram associados. Antes da difusão de alguns conceitos democráticos e religiosos do Ocidente, os homens que ocupavam posições mais altas na hierarquia de suas sociedades conquistavam as maiores performances reprodutivas, ou seja, tinham mais filhos.

Sociedades em que apenas um homem atingiu um grau ilimitado de poder são particularmente ilustrativas. Todos os déspotas de grandes civilizações antigas (babilônica, egípcia, hindu, chinesa, asteca e inca) organizaram grandes haréns, contendo de centenas a milhares de esposas, concubinas ou escravas, às quais eles tinham acesso sexual exclusivo.

Como cada fêmea tem apenas algumas oportunidades reprodutivas, não é vantajoso desperdiçar essas poucas chances com qualquer um

Os únicos homens permitidos nesses haréns eram os eunucos, castrados ainda em idade precoce. Essa poligamia extrema, incomum na espécie humana, invariavelmente levou a extraordinárias hordas de descendentes.

A escolha pela fêmea é um mecanismo mais sutil. Como cada fêmea, ao longo da vida, tem apenas algumas oportunidades reprodutivas, não é vantajoso desperdiçar essas poucas chances com qualquer um. Assim, as fêmeas desenvolveram grande capacidade de observação.

Cada potencial parceiro é submetido a um cuidadoso exame, no qual suas potencialidades e defeitos são registrados e considerados. Aqueles que se saírem melhor nos testes terão grande chance de ser escolhidos como parceiros sexuais.

Quanto aos ‘reprovados’… Bem, quem sabe em uma próxima vez. Essa seleção criteriosa é justificada, já que, em função dos mecanismos de herança genética, as boas características do parceiro escolhido têm grande chance de aparecer em seus filhos. As más, também.

Para que serve o orgasmo feminino?

Diversas hipóteses adaptacionistas foram propostas para explicar o orgasmo feminino. O zoólogo inglês Desmond Morris, no clássico livro O macaco nu, de 1967, defende que a evolução da postura ereta em humanos teria dificultado a fertilização, já que nas fêmeas humanas atuais o orifício externo do colo uterino, por onde o esperma tem que penetrar, situa-se em posição superior da vagina.

O relaxamento muscular induziria a mulher a permanecer deitada após o ato sexual, aumentando as chances de fertilização

Segundo essa hipótese, o relaxamento muscular decorrente do orgasmo induziria a mulher a permanecer deitada após o ato sexual, aumentando suas chances de fertilização. Contudo, a ocorrência de orgasmo em diversos animais quadrúpedes sugere que essa hipótese não é correta.

Outra hipótese adaptacionista baseia-se no fato de que, como o bebê humano nasce mais indefeso do que os filhotes da maioria dos animais, sua sobrevivência só é assegurada pelos cuidados da mãe e do pai. Segundo essa proposta, os orgasmos – tanto o masculino quanto o feminino – seriam um incentivo prazeroso para selar a aliança do casal e favorecer a sobrevivência dos filhos.

O problema com essa hipótese é que o orgasmo, da mesma forma que pode ajudar a criar um vínculo de longo prazo em um casal, pode também ser o estímulo para que um dos parceiros resolva ‘pular a cerca’ e ter relações sexuais extraconjugais.

Carlos Roberto Fonseca
Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia,
Universidade Federal do Rio Grande do Norte

 

fonte cienciahoje

 

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OS 4 DONS DAS PESSOAS ALTAMENTE SENSÍVEIS (PAS)

Quando se está em minoria contra a maioria, os primeiros sentimentos que aparecem são desvantagem e medo. Por que eu vejo as coisas de forma diferente? Por que sofro mais do que o resto? Por que encontro alívio em minha própria solidão? Por que vejo e sinto coisas que os outros muitas vezes não conseguem?

Ser parte dos 20% da população que se reconhece como uma pessoa altamente sensível (PAS) não é uma desvantagem, nem um rótulo de “diferente”. É bem possível que ao longo de sua vida, especialmente durante sua infância, você esteve bem consciente dessa distância emocional, e como às vezes tinha a sensação de viver em uma bolha de alienação e solidão.

“A alta sensibilidade é um dom, uma ferramenta que lhe permite aprofundar e simpatizar mais com as coisas. Poucas pessoas têm a capacidade de chegar a este ponto de aprendizagem vital.”

Foi Elaine N. Aron que no início dos anos 90, investigando a personalidade introvertida, explicou em detalhes as características de uma nova dimensão não descrita antes, e que refletia a realidade social: a das pessoas altamente sensíveis, pensativas, empáticas e emocionalmente reativas.

Se este for o seu caso, se você se identificar com os traços que a doutora Aron escreveu em seu livro “The Highly Sensitive Person”, é importante que você também se convença de que a alta sensibilidade não é uma razão para se sentir estranho ou diferente. Pelo contrário, você deve se sentir sortudo por ter estes quatro presentes.

1. O dom do conhecimento emocional

 

Desde a infância, a criança com alta sensibilidade vai perceber aspectos de sua vida diária que irão oferecer um mix de angústia, contradição e curiosidade fascinante. Seus olhos irão captar aspectos que nem mesmo os adultos levam em conta.

Aquele olhar de frustração em seus professores, a expressão preocupada em sua mãe … ser capaz de perceber coisas que as outras crianças não veem, e, portanto, ensinadas desde cedo que a vida às vezes é difícil e contraditória.

“O conhecimento das emoções é uma arma de muito poder. Leva-nos mais perto das pessoas para que as entendamos, mas, por sua vez, também nos torna mais vulneráveis ​​à dor.”

A sensibilidade é como uma luz que resplandece, porém nos torna mais vulneráveis ​​ao comportamento dos outros, mentiras, enganos, ironia … “Você leva tudo muito a sério!” muitos te dizem, “Você é muito sensível!”, outros comentam.

E é verdade, mas você é o que é. Um dom exige uma grande responsabilidade, seu conhecimento sobre as emoções também vai exigir que você saiba se proteger. Saiba se cuidar.


2. O dom de desfrutar a solidão

Pessoas altamente sensíveis encontram prazer em seus momentos de solidão. São ansiosas para realizar suas tarefas, seus hobbies. São pessoas criativas que gostam de música, leitura … E, embora isso não signifique que não desfrutam da companhia dos outros, é só na solidão que encontram mais satisfação.

“Pessoas altamente sensíveis não têm medo da solidão. É nesses momentos que podem se conectar mais de perto com elas mesmas, com seus pensamentos, livre de apegos, gravatas e olhos curiosos.”


3. O dom de uma existência do coração

“Alta sensibilidade é viver do coração. Ninguém vive mais intensamente o amor, ninguém sente mais prazer com pequenos gestos diários, como a amizade, carinho …”

Ao falar sobre pessoas altamente sensíveis, elas são frequentemente associadas com sofrimento. Tendência para depressão, tristeza, sentimento de vulnerabilidade a estímulos externos, ao comportamento das pessoas. No entanto, há algo que muitos não sabem:poucas emoções são vivenciadas com tanta intensidade como amar e ser amado …

E não falo apenas de relações afetivas. A amizade, o carinho cotidiano, ou o simples ato de experimentar a beleza de uma pintura, uma paisagem ou uma melodia, é uma experiência intensa para uma pessoa altamente sensível. Enraizada de seu próprio coração.


4. O dom de crescimento interior

 

soledad

A alta sensibilidade não tem cura. Você nasce com ela, com essa peculiaridade, com esse dom que já pode ser claramente visto desde que é uma criança muito pequena. Suas perguntas, sua intuição, sua tendência perfeccionista, o seu limiar de dor física, o seu desconforto com luzes ou odores fortes, sua vulnerabilidade emocional …

Não é fácil viver com esse dom. No entanto, uma vez que você reconhece o que ele é e o que pode te proporcionar, precisa aprender a administrar muitos detalhes. Você não deve deixar que as emoções negativas te oprimam.

Você também deve saber que os outros seguem um ritmo diferente, eles não têm o seu limite emocional. Que não viverão certas coisas com mesma intensidade que você, porém isso não significa que te amam menos. Respeite-os, entenda-os. Respeite a si mesmo.

“Uma vez que tiver descoberto o seu próprio eu e suas habilidades, encontre seu equilíbrio e promova o crescimento pessoal. Você é único e vive do coração. Siga em paz, em segurança e seja feliz.”

 

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Traduzido pela equipe de O Segredo

Fonte: La Mente es Maravillosa