Os 10 Conceitos do Dr. Joseph Murphy, publicados no seu livro “O Poder do Subconsciente”      

1 – Pense no bem, e o bem se seguirá! Pense no mal, e o mal se seguirá! Você é aquilo que pensa, no decorrer de todos os seus dias!

 

2 – O seu subconsciente, nunca discute com você se está correto ou não! Ele apenas aceita o que, a sua mente consciente determinar!

 

3 – Você sempre tem o poder de escolher o bom ou o mau! Você pode escolher a cordialidade, ou preferir ser antipático! Escolha saúde, felicidade, ser prestativo, alegre, cordial, e simpático que, todo o mundo lhe corresponderá!

 

4- A sua mente consciente, é a sentinela no portão! E, tem como principal função proteger o subconsciente das impressões falsas! Procure acreditar que, algo de bom vai acontecer, e está acontecendo agora mesmo, neste exato momento! O seu maior poder, é a sua capacidade de escolha, por isso escolha tudo que lhe faça sentir bem!

 

5- As sugestões, e afirmações, dos outros não têm qualquer poder para prejudicá-lo! O único poder, é a ação do seu próprio pensamento em relação a isso e como reagirá!

 

6- Tome cuidado com o que você diz! Você terá que prestar contas, por cada palavra irresponsável! Nunca diga “vou fracassar”; O seu subconsciente, não sabe identificar se isso é uma piada, ou realidade! Ele simplesmente, faz com que todas essas coisas, se tornem verdades!

 

7- A sua mente não é voltada para o mal! E, nenhuma Força da Natureza o é! Tudo depende de como, você usa os poderes da natureza!

 

9- Nunca diga que não pode fazer determinada coisa! Supere o seu medo, substituindo-o pela seguinte afirmação: “ Posso fazer todas as coisas, através do poder da minha mente subconsciente!”

 

10- Você é o capitão da sua alma (subconsciente), é o senhor do seu destino! Lembre-se: “você tem a capacidade de escolher! Escolha a felicidade!”

 

11- O que quer que a sua mente consciente acredite ser verdade, o seu subconsciente aceitará, e fará com que se transforme em verdade mesmo! Acredite nas bênçãos da vida!

 

QUE A PAZ ESTEJA SEMPRE COM VOCÊ!

Dr. Joseph Murphy

30 TRAÇOS DE UM EMPATA ou INTUITIVO.

 

O que é um empata?

Bem, não tem nada a ver com jogos ou desporto que terminam sem vencedor.

Ser um empata significa que ter a capacidade de perceber e ser afetado pelas energias de outras pessoas e ter uma capacidade inata de sentir e perceber intuitivamente outros. A sua vida é inconscientemente influenciada pelos desejos dos outros, desejos, pensamentos e estados de espírito. Ser um empata é muito mais do que ser altamente sensível e não está limitado apenas às emoções.Pessoas mais sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como apenas saber as motivações e intenções de outras pessoas. Ou tu és um empata ou tu não és. Não é uma característica que é aprendida. Tu estás sempre aberto, por assim dizer, para processar os sentimentos e a energia de outras pessoas, o que significa que tu realmente sente, e em muitos casos, assumes as emoções dos outros. Muitos sensitivos experimentam coisas como fadiga crônica, sensibilidades ambientais, ou dores inexplicáveis ​​e dores diárias. Estas são coisas mais propensas a ser atribuídas a influências externas e não tanto a ti mesmo. Essencialmente, tu andas neste mundo com todo a energia do karma acumulado, as emoções e a energia dos outros.

As pessoas sensitivas são muitas vezes empreendedores tranquilos. Elas podem levar um tempo para lidar com um elogio embora sejam eles que estão mais inclinados a identificar e expressar os atributos positivos dos outros . Elas são altamente expressivas em todas as áreas de ligação emocional e falam abertamente e muito francamente. Elas podem ter alguns problemas para falar sobre os seus próprios sentimentos, se alguém se disponibiliza para ouvir (independentemente de quanto eles escutam os outros).

No entanto, elas podem ser exatamente o oposto: recatadas e aparentemente sem resposta, a maior parte do tempo. Elas podem até parecer ignorantes. Algumas são muito boas a “bloquear” os outros e isso nem sempre é uma coisa má, pelo menos para o empata aprender a gerir uma enxurrada de emoções dos outros, bem como os seus próprios sentimentos.

Os Empatas têm uma tendência para sentir abertamente o que está fora deles mais do que o que está dentro deles. Isto pode causar com que os empatas ignorem as suas próprias necessidades. Em geral um empata é não-violento, não-agressivo e inclina-se mais para ser o pacificador. Qualquer área preenchida com desarmonia cria uma sensação de desconforto a um empata. Se eles se encontram no meio de um confronto, farão o possível para resolver a situação o mais rapidamente, ou até evitá-la de todo. Se quaisquer palavras mais duras são expressas, provavelmente eles vão ressentir-se da falta de auto-controlo e demonstram uma preferência em resolver pacificamente o problema.

Os sensitivos são mais inclinados a pegar nos sentimentos alheios e projetá-los de volta, sem perceber a sua origem em primeiro lugar. Falar sobre as coisas é um factor importante na libertação de emoções no empata em aprendizagem. Os sensitivos podem desenvolver um grau ainda maior de compreensão, para que possam encontrar a paz na maioria das situações. A desvantagem é que os sensitivos podem reprimir as emoções e construir barreiras altas, de modo a não deixar que os outros saibam dos seus pensamentos e/ou sentimentos mais íntimos. Esta retenção de expressão emocional pode ser um resultado direto de uma experiência traumática, uma educação sem expressão ou simplesmente ser dito como uma criança, “As crianças são feitas para serem vistas e não ouvidas!” o que é ridículo.

Sem dúvida, esta retenção emocional pode ser prejudicial para a saúde, porque a maior parte dos seus pensamentos e/ou emoções não são libertadas, para conseguirem ter mais poder para construir. Os pensamentos e/ou emoções podem, eventualmente, tornar-se explosivas, se não incapacitantes. A necessidade de expressar-se honestamente é uma forma de cura e uma escolha aberta a todos. Não fazê-lo pode resultar num colapso da pessoa e resultar em instabilidade mental/emocional ou a criação de uma doença física ou enfermidade.

As pessoas mais sensitivas são sensíveis à TV, vídeos, filmes, notícias e transmissões. Violência ou dramas emocionais com cenas chocantes de dor física ou emocional infligida em adultos, crianças ou animais podem trazer um empata facilmente às lágrimas. Às vezes, eles podem sentir-se fisicamente doente ou sufocar as lágrimas. Alguns sensitivos terão dificuldade para compreender tal crueldade e podem ter graves dificuldades em se expressar em face de outra pessoa que tenha ignorância, mente fechada e óbvia falta de compaixão. Eles simplesmente não conseguem justificar o sofrimento que sentem e vêem.

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Podemos encontrar sensitivos que trabalham com pessoas, animais ou natureza com uma verdadeira paixão e dedicação para ajudá-los. Eles são muitas vezes os professores e/ou cuidadores incansáveis ​​para o nosso ambiente e tudo dentro dele. Muitos voluntários são empáticos e dão o seu tempo pessoal para ajudar os outros sem remuneração ou reconhecimento.

Os sensitivos podem ser excelentes contadores de histórias, devido a uma imaginação sem fim, mentes curiosas e conhecimento em constante expansão. Eles podem ser românticos antigos no coração e muito gentis. Eles também podem ser os “guardiões” do conhecimento ancestral e histórico familiar. Se não os historiadores da família óbvias, eles podem ser os que escutam as histórias passadas e possuem a maior parte da história familiar. Não surpreendentemente, eles podem ter começado ou possuírem uma árvore genealógica.

Eles têm um grande interesse na música de acordo com os seus muitos temperamentos expressivos e outros podem ouvir um estilo de música, e em poucos minutos, mudar para algo completamente diferente. A letra de uma canção pode ter efeitos adversos poderosos sobre os sensitivos, especialmente se for relevante para uma experiência recente. Nestes momentos, é aconselhável que os sensitivos para ouvir música sem letra ou instrumental, para evitar jogar com as suas emoções!

Eles são tão expressivos com a linguagem do corpo como com as palavras, pensamentos e sentimentos. A sua criatividade é muitas vezes expressa através da dança, teatro, música ou pelos movimentos corporais. Os sensitivos podem projetar uma quantidade incrível de energia ao retratar e/ou libertar emoção. Os sensitivos podem-se perder na música, ao ponto de estar quase num estado de transe; eles tornam-se UNOS com a música através da expressão dos seus corpos físicos. Eles descrevem a sensação como um tempo em que tudo o resto em torno deles é quase inexistente.

Pessoas de todas as esferas da vida e os animais são atraídos para o calor e a genuína compaixão dos sensitivos. Independentemente de saber se os outros estão conscientes de um ser empático, as pessoas são atraídas para eles como um objecto de metal para um íman, embora algumas também sejam afastadas.

Até mesmo completos estranhos acham fácil falar com sensitivos sobre a maioria das coisas pessoais, e antes que eles dêem por isso, eles já derramaram os seus corações e a sua alma sem a intenção de fazê-lo de forma consciente. É como se a um nível sub-consciente, a pessoa soubesse instintivamente que um empata o iria ouvir com uma compreensão compassiva.

Estes são os grandes ouvintes da vida. Eles podem ser extrovertidos, borbulhantes, entusiastas e é uma alegria estar na presença deles, assim como podem ser altamente humorísticos nos momentos mais inusitados! Por outro lado, os empatas ou sensitivos podem ser ponderados com mudanças de humor quando têm outros ao seu redor e podem querem pular ao mar e abandonar o navio! Os pensamentos e sentimentos que os sensitivos recebem de todo o lado e em qualquer altura da sua vida podem ser tão avassaladores (se não forem entendidos) que os seus humores podem flutuar com uma velocidade relâmpago. Num momento podem ser deliciosamente felizes e como um movimento de um interruptor, sentir-se miseráveis.

Abandonando um empata no meio de humores alternados pode criar efeitos prejudiciais. Uma simples troca de amor empático, escuta e cuidar com compaixão, sem julgamento ou condenar pode originar um tempo incrivelmente longo no caminho para a recuperação instantânea de um empata. Muitos sensitivos não entendem o que está a acontecer dentro deles. Eles literalmente não têm ideia de que as emoções de outra pessoa estão agora a ser sentidas como se fosse o próprio e a ser refletidas exteriormente. Eles ficam confusos pois num momento tudo estava bem e logo depois sentem-se tão deprimidos, sozinhos, etc. A necessidade de compreender as possibilidades de conexão empática é uma parte vital da viagem dos sensitivos, quer para si mesmos, quer para aqueles ao seu redor.

Os sensitivos são muitas vezes solucionadores de problemas, pensadores e estudiosos de muitas coisas. No que diz respeito aos sensitivos onde existe um problema existe também a resposta. Eles muitas vezes vão procurar até encontrar uma – mesmo que seja apenas por paz de espírito. Isso certamente pode ser benéfico para os outros nos seus relacionamentos ou no trabalho. Onde há uma vontade, uma intenção, há um caminho e o empata irá encontrá-lo. A empatia pode literalmente (provavelmente sem o conhecimento do que realmente está a ocorrer) tocar no Conhecimento Universal e ser receptivo à orientação para a solução de qualquer coisa que eles colocaram a sua cabeça e no seu coração.
Os sensitivos muitas vezes são sonhadores lúcidos. Eles podem sonhar em detalhe e são curiosos acerca do conteúdo do seu sonho. Muitas vezes eles sentem-se como se os sonhos estivessem ligados à sua vida física de alguma forma e não apenas um murmúrio de imagens irrelevantes e sem sentido. Esta curiosidade vai levar muitos sonhadores empáticos a desvendar alguns dos conteúdos dos sonhos “misteriosos” desde tenra idade e se conectar à interpretação da sua relevância na sua vida física. Se não, eles podem ser levados às interpretações dos sonhos  através de outros meios.

 

Os sensitivos são sonhadores com dificuldade em manter o foco sobre o que é mundano ou fútil. Se a vida não é suficientemente estimulante um empata poderá entrar num estado separado de espírito. Eles vão para algum lugar, para qualquer lugar, num pensamento que parece estar destacado da realidade física e poderão parecer para os outros que estão longe. Se um professor ou orador estiver a falar com pouca ou nenhuma emoção, os sensitivos não serão receptivos a este tipo de ensino ou comunicação e podem (não intencionalmente) derivar para um estado de sonhar acordado.

 

Deemao aluno empata um professor que fala com estímulos e emoção (através da experiência real de um determinado assunto) e o empata é extremamente receptivo e atento. Os sensitivos são um público cativado. Este mesmo princípio aplica-se à representação. Um actor ou vai querer cativar o público por meio de expressar (em todos os aspectos) emoções (como se eles realmente fizessem o papel que eles estão a retratar) ou irá perdê-los completamente. Por este motivo os empatas tornam-se excelentes atores.

Os sensitivos frequentemente experienciam o déjà vu e sincronicidades. O que pode inicialmente começar como: “Oh, que coincidência”, vai levar ao entendimento de sincronicidades como um aspecto de quem eles são. Estas sincronicidades se tornarão em ocorrências bem-vindas e em contínua expansão. Como uma compreensão de si mesmo cresce, as sincronicidades tornam-se mais fluentes e de fluxo livre. As sincronicidades podem promover uma sensação de euforia quando os empatas se identificam com elas e apreciam a conexão com a sua natureza empática.

Os sensitivos são mais susceptíveis de terem tido experiências paranormais variadas ao longo das suas vidas. NDE (experiências de quase morte) e ou OBE (experiências fora do corpo) podem catapultar um empata, mesmo sem ele saber, para o período de despertar e dar-lhe o impulso para uma viagem de descoberta. Aqueles que encontram a sua vida fechada, muitas vezes numa sociedade repleta de regras castradoras, de uma forma ou de outra, muitas vezes se perdem no meio de uma vida mecanizada, no trabalho, etc, e vivem sem nenhum propósito ou significado. Todos os “sinais de orientação” são ignorados e deslocam-no para fora desse estado de “fazer”.

Esses tipos de experiências parecem dramáticas e possivelmente mudam a sua vida de facto, sendo muito seguramente tão intensamente memoráveis nos anos vindouros. Elas são a voz de orientação incentivando a prosseguir a nossa jornada na consciência. Às vezes, alguns de nós necessitam alguma ajuda extra!

Para alguns sensitivos, a falta de compreensão dos outros, dos eventos paranormais que experimentam, podem levar à supressão de tais habilidades (a maioria dessas habilidades são muito naturais e não coincidência). Os sensitivos podem adaptar inconscientemente a atitude positiva ou negativa dos outros como sendo sua própria. Isso, no entanto, podem ser superados. Estes podem precisar seguir interesses no paranormal e inexplicável com curiosidade, a fim de explicar e aceitar as suas circunstâncias de vida.

 

Aqui ficam 30 dos traços mais comuns do Empata ou Sensitivo:

1. Saber: os sensitivos sabem coisas, sem lhes ser dito. É um conhecimento que vai além da intuição, mesmo que essa seja a forma como muitos poderiam descrever o saber. Quanto mais sintonizados eles são, mais forte este dom se torna.

2. Estar em locais públicos pode ser esmagador ou avassalador: lugares como shoppings, supermercados ou estádios onde há uma grande quantidade de pessoas ao redor pode preencher o empata com as emoções turbulentas vindas de outras pessoas.

3. Sentir as emoções e tomá-las como suas: este é grande fardo para sensitivos. Alguns deles vão sentir emoções vindas daqueles que estão perto e outros poderão sentir as emoções de pessoas a uma grande distância, ou até ambas. Os empatas mais sintonizados irão saber se alguém está a ter maus pensamentos sobre eles, até mesmo a uma grande distância.

4. Assistir violência, crueldade ou tragédias na TV pode tornar-se insuportável. Quanto mais sintonizado um empata se torna, pior se torna o acto de ver TV. Pode acontecer, eventualmente, este ter de parar de ver televisão e ler jornais por completo.

5. O empata sabe quando alguém não está a ser honesto: se um amigo ou um ente querido lhe está a dizer mentiras ele sabe disso (embora muitos sensitivos tentam não se focar muito nesse conhecimento porque saber que um ente querido está a mentir pode ser doloroso). Se alguém está a dizer alguma coisa mas se ele sente ou pensa de outra, o empata simplesmente sabe.

6. Captar os sintomas físicos de uma outra pessoa: um empata pode desenvolver as doenças de outra pessoa (constipações, infecções oculares, dores no corpo e dores), especialmente aqueles que são mais próximos, um pouco como as dores de simpatia.

7. Distúrbios digestivos e problemas nas costas: o chakra do plexo solar tem base no centro do abdómen e é conhecido como a sede das emoções. Este é o lugar onde os empatas sentem a emoção de entrada do outro, o que pode enfraquecer a área e, eventualmente, levar a qualquer problema, desde úlceras estomacais a má digestão, entre muitas outras coisas. Os problemas nas costas podem-se desenvolver porque quando uma pessoa que não tem conhecimento que é um empata e não está preparada, estará quase sempre “sem chão”.

8. Sempre a olhar os oprimidos: qualquer um cujo sofrimento, dor emocional, a ser vítima de injustiça ou intimidado, chama a atenção e a compaixão de um empata.

9. Outros irão querer descarregar os seus problemas, até mesmo estranhos: um empata pode-se tornar uma lixeira para questões e problemas de toda a gente e se não tiver cuidado pode acabar como utilizando esses problemas como seus próprios.

10. Fadiga constante: os sensitivos muitas vezes ficam sem energia, seja de vampiros de energia ou apenas captando em demasia a energia dos outros, que até mesmo o sono não cure. Muitos são diagnosticados com Fadiga Crónica ou até Fibromialgia.

11. Personalidade possivelmente viciada: álcool, drogas, sexo, são, para citar apenas alguns vícios a que os empatas podem recorrer, para bloquear as emoções dos outros. É uma forma de auto-proteção, a fim de se esconder de alguém ou de algo. Pode não se tornar um vício mas, em menor escala, hábitos regulares.


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. Atracção para a cura, as terapias holísticas e todas outras coisas metafísicas: embora muitos sensitivos gostassem de curar os outros, podem acabar por se afastar dessa vocação (mesmo tendo eles uma capacidade natural para isso), depois de se terem estudado e formado, porque eles carregam muito daqueles que eles estão a tentar curar. Especialmente se eles não sabem da sua capacidade e habilidade da empatia. Qualquer coisa que tenha uma natureza sobrenatural é de interesse para os sensitivos e não se surpreende ou ficar chocado facilmente. Mesmo com uma revelação que muitos outros considerariam impensável, por exemplo, os empatas teriam reconhecido o mundo seria redondo quando todos os outros acreditavam que era plana.

13. Criatividade: a cantar, dançar, actuar, desenhar ou escrever, um empata terá uma forte veia criativa e uma imaginação muito fértil.

14. Amor pela natureza e pelos animais: estar ao ar livre na natureza é uma obrigação para os sensitivos e os animais de estimação são uma parte essencial da sua vida. Podem não os ter porque acredita que eles devem ser livres mas têm grande carinho e protecção por eles.

15. Necessidade de solidão: um empata vai agitar-se e ficar louco se ele não receber algum tempo de silêncio. Isto é ainda muito evidente em crianças empáticas.

16. Fica entediado ou distraído facilmente se não for estimulado nas tarefas mais rotineiras: trabalho, escola e vida doméstica tem que ser mantidas interessantes para um empata ou eles desligam-se delas e acabam a sonhar, rabiscar ou a procrastinar.

17. Consideram impossível fazer coisas que não gostam: como no anterior, parece que eles estão a viver uma mentira por fazê-lo. Para forçar um empata a fazer algo que ele não gosta, através da culpa ou rotulando-o como passivo servirá apenas para fazê-lo ficar infeliz. É por esta razão que muitos sensitivos ficam rotulados como sendo preguiçosos.

18. Luta pela verdade: isso torna-se mais predominante quando um empata descobre seus dons de nascença. Qualquer coisa que seja ele sente que está completamente errada.

19. Sempre à procura de respostas e conhecimento: ter perguntas sem resposta pode ser frustrante para um empata e eles vão esforçar-se sempre para encontrar uma explicação. Se eles têm um conhecimento sobre algo, eles irão procurar a confirmação. O lado mau disso pode ser a sobrecarga de informações.

20. Gostam de aventura, liberdade e viagens: os sensitivos são espíritos livres.

21. Abomina a desordem: ela traz uma sensação ao empata de peso e bloqueia o seu fluxo de energia.

22. Adora sonhar acordado: um empata pode olhar para o espaço por horas, ficando num mundo muito próprio e de muita felicidade.

23. Acha a rotina, as regras ou o controlo aprisionante: qualquer coisa que tire a liberdade é debilitante para um empata.

24. Propensão para carregar peso sem necessariamente se desgastar: o excesso de peso é uma forma de proteção para impedir a chegada das energias negativas que têm tanto impacto em si.

25. Excelente ouvinte: o empata não vai falar de si, a menos que seja para alguém em quem realmente confia. Ele gosta de conhecer e aprender com os outros e genuinamente cuidar.

26. Intolerância ao narcisismo: embora sensato e generoso e muitas vezes tolerante para com os outros, os sensitivos não gostam de ter pessoas ao seu redor excessivamente egoístas, que se colocam em primeiro lugar e se recusam a considerar os sentimentos dos outros, ou pontos de vista diferentes do seu.

27. A capacidade de sentir os dias da semana: um empata sentirá o “Sentimento de Sexta-feira”, quer ele trabalhe às sextas-feiras ou não. Eles captam sobre como o colectivo se está a sentir. O primeiro par de dias de um longo fim de semana de feriado (da Páscoa, por exemplo) pode ser sentido por eles, como se o mundo estivesse sorrindo, calmamente e relaxadamente. Domingo à noite, as segundas-feiras e terças-feiras, de uma semana de trabalho, têm um sentimento muito pesado.

28. Não vai optar por comprar antiguidades, vintage ou coisas em segunda mão: qualquer coisa que tenha sido pré-propriedade, carrega a energia do proprietário anterior. Um empata vai mesmo preferir ter um carro ou uma casa nova (se eles estiverem numa situação financeira que lhe permita fazê-lo), sem energia residual.

29. Sente a energia dos alimentos: muitos sensitivos não gostam de comer carne ou aves, pois eles podem sentir as vibrações do animal (especialmente se o animal sofreu), mesmo se eles gostarem do seu sabor.

30. Pode parecer mal-humorado, tímido, indiferente, desconectado: dependendo de como um empata se sente, isso irá influenciar com que cara eles se mostram para o mundo. Eles podem ser propensos a mudanças de humor e se eles captaram energia muito negativa aparecerão calados e insociáveis, parecendo mesmo miseráveis. Um empata detesta ter de fingir ser feliz quando está triste, isso só aumenta a sua carga (torna o trabalho no sector de serviços, quando é preciso fazer o serviço com um sorriso, muito desafiador) e pode fazê-los sentir como que se escondendo debaixo de uma pedra.

Se você pode identificar-se com a maioria ou com todos os itens acima, então você é definitivamente mais um empata.

Os sensitivos estão a ter um momento particularmente difícil, no momento presente, captando todas as emoções negativas que estão a ser emanadas para o mundo a partir da população que sente as dificuldades da sociedade atual, por todo o mundo.

 

fonte thespiritscience

A arte de viver junto  

Conta uma lenda dos índios Sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:

– Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse-lhes :

– Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!

Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão.

No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.

– E agora, o que faremos? – os jovens perguntaram.

– Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.

Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros.

A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do voo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.

Então, o velho disse:

– Jamais se esqueçam do que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados. Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas. Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizade e profissionais.

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Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.

A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar.

 

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Autor: Desconhecido

Meditem sobre o amor

Muitas pessoas formam um casal pensando que vão iniciar uma grande brincadeira cujo objetivo maior é o prazer. A experiência mostra que eles que pensam apenas no gozo são os que mais sofrem numa relação. Depois de algum tempo, vêm as insatisfações, as frustrações, as cobranças, a rotina e o tédio. A pessoa se sente como um peixe no anzol: tentou comer a minhoca e acabou virando comida de pescador!
Quando duas pessoas desejam se unir, devem criar um espaço no qual possam desenvolver a capacidade de viver a dois, buscar soluções criativas à medida que os obstáculos aparecem e aprendem a desfrutar todas as formas de viver com amor.
Após a grande libertação sexual dos anos 60 e 70, ficou fácil para as pessoas se encontrar e ter relacionamentos ocasionais, em que aliviam as tensões, conhecem gente diferente e gozam de momentos agradáveis. Mas, ao mesmo tempo, cada vez mais, elas sofrem com a “ressaca sexual” – aquela sensação de vazio, culpa e insatisfação que acompanha tais relacionamentos. A pessoa acorda de manhã e se pergunta: “Meu Deus, o que estou fazendo nesta cama, ao lado desta pessoa:” Já dizia um poeta: “Deitei ao lado de um corpo e acordei à beira de um abismo…”

A ressaca sexual aparece toda vez que se comete uma agressão íntima contra si mesmo e, sem dúvida, é um aviso de que precisa ser mais cuidadoso. No passado, muitas pessoas experimentavam a “ressaca moral” por ter transgredido uma regra aprendida na infância, como a norma de que se deve ser fiel ao esposo ou praticar sexo apenas depois do casamento. Mas hoje o que nos chama a atenção é a ressaca sexual, cada vez mais experimentada por mulheres e homens que tiveram um grande número de relações superficiais e passageiras.
Passada a euforia da “liberação sexual”, as pessoas estão sentindo falta de relações profundas e sólidas!

Estar com alguém plenamente é um caminho de crescimento, um aprendizado de viver a dois; é a possibilidade de vencer o medo da entrega e de se conhecer no mais íntimo. Conviver com alguém que amamos é o mesmo que comprar um imenso espelho da alma, no qual cada um dos nossos movimentos é mostrado sem a mínima piedade. Ao mesmo tempo que conhecemos melhor o outro, entramos em contato com nossas inseguranças também. E aí começa o inferno… Em vez de encarar a verdade e de ver a imagem temida do verdadeiro eu, tenta-se quebrar o espelho.

Como é possível quebrar esse espelho? Há muitas formas, porém as mais freqüentes são: fugir da intimidade, culpar o outro, não assumir as próprias responsabilidades na relação desacreditar o amor.
Viver com alguém que se uma oportunidade de conhecer o outro, mas também a maior chance de entrar em contato consigo mesmo. Apenas quando conseguimos nos enxergar por inteiro é que percebemos o medo de nós mesmos e nos damos conta de que precisamos evoluir para nos tornar pessoas menores. Começamos, então, a nos capacitar para o amor.

 

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Um dia, perguntaram a um grande mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação, e ele respondeu: “Um cachorro”.
Os discípulos, surpresos, quiseram saber o que havia acontecido, e o mestre contou:

“Certa vez, eu estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d’água. Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida. O cachorro, então, fez uma cara de assustado, e a imagem o imitou. Ele fez cara de bravo, e a imagem o arremedou. Então, ele fugiu de medo e ficou observando, distante, durante longo tempo, a água. Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente. Num dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção à água, atirou-se nela e saciou sua sede. Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado. E ficava, de longe, sonhando com esse relacionamento que eu queria para mim. Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando nos outro”.

 

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Ciência comprova elo entre saúde e espiritualidade

 

 

Ciência comprova elo entre saúde e espiritualidade

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Bons sentimentos reduzem os riscos de doenças cardíacas

Rio –  Tomar um comprimido a cada seis horas, perdoar desavenças e ser otimista. Em breve, pacientes poderão sair de consultas médicas com recomendações parecidas com esta. Estudos norte-americanos apontam que pessoas espiritualizadas têm saúde melhor. No Brasil, 500 cardiologistas começaram a pesquisar o comportamento dos brasileiros.

De acordo com o médico Álvaro Avezum, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, nos Estados Unidos o nível de espiritualidade foi medido por meio de um questionário. Em seguida, foi associado a questões biológicas, como ocorrência de problemas cardiovasculares (derrame e infarto) e índice de mortalidade.

Aqueles que cultivavam sentimentos positivos, como perdão, tolerância e paciência, tiveram pressão arterial controlada, melhor nível de colesterol e menos risco de desenvolver doenças cardíacas. Álvaro explica que, na pesquisa, a espiritualidade é definida como uma forma de enxergar e encarar a realidade e não se relaciona diretamente a religiões.

ATEUS TAMBÉM CONSIDERADOS

“Trata-se dos sentimentos que a pessoa nutre no cotidiano e como ela enfrenta os problemas. Isso se aplica a crentes e ateus ”, afirma, acrescentando que americanos também avaliaram a interferência da religiosidade na saúde. “Os religiosos também tiveram melhores índices”, disse. Segundo o médico, já está comprovado que estresse e depressão estão ligados a problemas cardíacos, mas há muitos mistérios ainda não desvendados. “Não conseguimos explicar casos que fogem do padrão clínico, como pacientes que melhoram ou pioram subitamente, contrariando projeções”.

Há dois meses, a sociedade criou o Grupo de Estudos em Espiritualidade (Gemca). Com cerca de 500 cardiologistas, o Gemca vai analisar o nível de espiritualidade entre os 14 mil médicos da sociedade. A pesquisa será estendida à população brasileira e o resultado deve sair em um ano. Para Álvaro, há casos clínicos que não podem ser explicados apenas pela ótica biológica. “Há lacunas na cardiologia e é possível encontrar a resposta para elas na espiritualidade”, acredita.

 

 

 

Fonte: O Dia – RJ

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O que é Alzheimer?

O que é Alzheimer?

No Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Seis por cento delas sofrem do Mal de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Em todo o mundo, 15 milhões de pessoas têm Alzheimer, doença incurável acompanhada de graves transtornos às vítimas. Nos Estados Unidos, é a quarta causa de morte de idosos entre 75 e 80 anos. Perde apenas para infarto, derrame e câncer.

Alzheimer: doença ligada ao envelhecimento afeta a memória recente

O Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções intelectuais, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade. De início, o paciente começa a perder sua memória mais recente. Pode até lembrar com precisão acontecimentos de anos atrás, mas esquecer que acabou de realizar uma refeição. Com a evolução do quadro, o alzheimer causa grande impacto no cotidiano da pessoa e afeta a capacidade de aprendizado, atenção, orientação, compreensão e linguagem. A pessoa fica cada vez mais dependente da ajuda dos outros, até mesmo para rotinas básicas, como a higiene pessoal e a alimentação.

Perguntas frequentes

1) Por que interditar a pessoa portadora da doença de Alzheimer?

Um dos grandes problemas causados pela doença de Alzheimer é a redução da capacidade de discernimento, isto é, o doente não consegue entender a consequência dos seus atos, não manifesta a sua vontade, não desenvolve raciocínio lógico por causa dos lapsos de memória e perde a capacidade de comunicação, impossibilitando que as pessoas o compreendam. Por isso, a lei o considera civilmente incapaz.A interdição serve como medida de proteção para preservar o paciente de Alzheimer de determinados riscos que envolvem a prática de certos atos como, por exemplo, evitar que pessoas “experientes” aproveitem-se da deficiência de discernimento do paciente para efetuar manobras desleais, causando diversos prejuízos, principalmente, de ordem patrimonial e moral.

Como exemplo, podemos citar a venda de um imóvel ou de um veículo, retirada de dinheiro do banco, emissão de cheques, entre outros.

A interdição declara a incapacidade do paciente de Alzheimer que não poderá, por si próprio, pratica ou exercer pessoalmente determinados atos da vida civil, necessitando, para tanto, ser representado por outra pessoa. Esse representante é o curador.

2) Como interditar o paciente de Alzheimer?

A interdição do paciente de Alzheimer é feita através de processo judicial, sendo necessário, para tanto, a atuação de um advogado. Entretanto, em alguns casos específicos, o Ministério Público poderá atuar, sendo, nesse caso, desnecessária a representação por advogado. No processo de interdição, o paciente será avaliado por perito médico que atestará a capacidade de discernimento da pessoa. O laudo emitido servirá de orientação para o juiz decidir pela intervenção, ou não. Além disso, o paciente deverá ser levado até a presença do juiz (se houver possibilidade) para que este possa conhecê-lo.

3) Quem é o curador?

Curador é o representante do interditado (no caso, o doente de Alzheimer) nomeado pelo juiz, que passará a exercer todos os atos da vida civil no lugar do paciente interditado. Irá administrar os bens, assinar documentos, enfim, cuidará da vida civil do paciente de Alzheimer.Para facilitar a compreensão, é só imaginar a relação existente entre os pais e o filho menor de idade. A criança não pode assinar contratos, quem os assina em seu lugar são seus pais. A criança também não pode movimentar conta no banco, necessitando da representação dos seus pais para tanto. Com a interdição, podemos comparar o paciente interditado como sendo a criança, e os pais, o curador.

4) E a “procuração de plenos poderes”, não possui a mesma finalidade da interdição?

Não, a interdição é mais ampla. Se o paciente de Alzheimer não for interditado, todos os atos praticados por ele serão válidos, a princípio. Ao passo que, se ele for interditado, seus atos serão NULOS. A procuração, por sua vez, não tem esse “poder”, apenas confere ao representante o direito de atuar dentro dos limites a ele conferido na procuração, geralmente administrar patrimônio e assinar documentos – o paciente poderia praticar atos autônomos causando uma série de prejuízos. Atos, estes, que serão tidos como válidos, se praticados com boa-fé. Muitas vezes, a procuração se torna inviável porque o paciente não consegue assiná-la.

5) O que é o auxílio-cuidador pago pelo INSS?

É o acréscimo de 25% ao valor da aposentadoria quando o segurado, aposentado por invalidez, necessita de assistência permanente de outra pessoa. Muitas confusões são feitas em relação a este benefício.Ele não é devido a quem necessita de um cuidador permanente, mas, sim, a quem se aposentou por invalidez devido a uma doença que precisa de cuidador em tempo integral.

6) O que é o benefício da prestação continuada paga pelo INSS?

É a garantia de um salário mínimo mensal, pago pelo INSS, à pessoa portadora de deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais, que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção, nem de tê-la provida por sua família. Para ter direito a esse benefício, o idoso não precisa ter contribuído à Seguridade Social, mas precisa provar que sua família possui renda mensal per capta (por pessoa da família) inferior a 1/4 do salário mínimo. Exemplo: um idoso com mais de 65 anos que resida na casa de sua filha, com o genro e mais dois netos. No caso de somente o genro trabalhar e ganhar R$ 1.000,00 por mês. Dividiremos R$ 1.000,00 por cinco pessoas (casal, dois filhos e o idoso), obteremos R$ 200,00 por pessoa – valor menor que um salário mínimo. Assim, nesse exemplo, o idoso tem direito ao benefício.

Causas

A causa do Alzheimer é desconhecida, mas seus efeitos deixam marcas fortes no paciente. Normalmente, atinge a população de idade mais avançada, embora se registrem casos em gente jovem. Os cientistas já conseguiram identificar um componente genético do problema, só que estão longe de uma solução.

Sintomas de Alzheimer

Um aspecto fundamental do Alzheimer é a manutenção do chamado estado de alerta. A doença não reduz o estado de consciência. O paciente responde tanto aos estímulos internos quanto aos externos. Pode responder mal ou errado, mas está de “olho aberto”, acompanhando as pessoas e tudo o que acontece em sua volta. Muitas vezes, os sintomas mais comuns, como a perda da memória e distúrbios de comportamento, são associados ao envelhecimento.

Mesmo com uma aparência saudável, os portadores do Mal de Alzheimer precisam de assistência ao longo das 24 horas do dia. O quadro da doença evolui rapidamente, em média, por um período de cinco a dez anos. Os pacientes, em geral, morrem nessa fase.

Diagnóstico de Alzheimer

Diagnosticar alguém com o Mal de Alzheimer não é tarefa fácil. A família do idoso imagina que se trata apenas de um problema consequente da idade avançada e não procura a ajuda de um especialista. Ao notar sintomas do Alzheimer, o próprio portador tende a escondê-los por vergonha. A família precisa estar atenta e, se identificar algo incomum, deve encaminhar o idoso à unidade de saúde mais próxima, mesmo que ela não tenha um geriatra ou um neurologista. É preciso diferenciar o esquecimento normal de manifestações mais graves e frequentes, que são sintomas da doença. Não é porque a pessoa está mais velha que não vai mais se lembrar do que é importante.

O acompanhamento médico é essencial para que se identifique corretamente a existência ou não do Alzheimer. Outras doenças, como a hipertensão – que dificulta a oxigenação do cérebro -, também podem originar falta de memória e sintomas de demências. Existem também demências que podem ser tratadas, como a provocada pelo hipotireoidismo.

Em 2002, o Ministério da Saúde publicou a portaria que instituiu no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) o Programa de Assistência aos Portadores da Doença de Alzheimer. Esse programa funciona por meio dos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, que são responsáveis pelo diagnóstico, tratamento, acompanhamento dos pacientes e orientação aos familiares e atendentes dos portadores de Alzheimer. No momento, há 26 Centros de Referência já cadastrados no Brasil.

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, vem investindo na capacitação de profissionais do SUS para atendimento aos idosos. O envelhecimento da nossa população é um fenômeno recente, pois, até os anos 50, a expectativa de vida da população era de aproximadamente 40 anos, observa. Atualmente a esperança de vida da população é de 71 anos de idade, lembra a coordenadora.

Estimativas do Ministério da Saúde indicam que 73% das pessoas com mais de 60 anos dependem exclusivamente do SUS. O atendimento aos pacientes que sofrem do Mal de Alzheimer acontece não só nos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, mas também nas unidades ambulatoriais de saúde.

Tratamento de Alzheimer

O SUS oferece, por meio do Programa de Medicamentos Excepcionais, a rivastigmina, a galantamina e o donepezil, remédios utilizados para o tratamento do Alzheimer. É bom lembrar que os medicamentos não impedem a evolução da doença, que não tem cura. Os medicamentos para a demência têm alguma utilidade no estágio inicial, podendo apenas amenizar ou retardar os efeitos do Alzheimer.

1ª. Tratamento dos distúrbios de comportamento:

Para controlar a confusão, a agressividade e a depressão, muito comuns nos idosos com demência. Algumas vezes, só com remédio do tipo calmante e neurolépticos (haldol, neozine, neuleptil, risperidona, melleril,entre outros) pode ser difícil controlar. Assim, temos outros recursos não medicamentosos, para haver um melhor controle da situação.

2ª. Tratamento específico:

Dirigido para tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Drogas como a rivastigmina (Exelon ou Prometax), donepezil (Eranz), galantamina (Reminyl), entre outras, podem funcionar melhor no início da doença, até a fase intermediária. Porém, seu efeito pode ser temporário, pois a doença de Alzheimer continua, infelizmente, progredindo. Estas drogas possuem efeitos colaterais (principalmente gástrico), que podem inviabilizar o seu uso. Também há o fato de que somente uma parcela dos idosos melhoram efetivamente com o uso destas drogas chamadas anticolinesterásicos, ou seja, não resolve em todos os idosos demenciados. Outra droga, recentemente lançada, é a memantina (Ebix ou Alois), que atua diferente dos anticolinesterásico. A memantina é um antagonista não competitivo dos receptores NMDA do glutamato. É mais usado na fase intermediária para avançada do Alzheimer, melhorando, em alguns casos, a dependência do portador para tarefas do dia a dia.

Convivendo/ Prognóstico

Quanto mais os efeitos do Mal de Alzheimer avançam em seu corpo, mais o paciente tende a se afastar completamente do convívio social. O ator norte-americano Charles Bronson foi uma das vítimas da doença. Perto de perder a vida, aos 81 anos, em 2003, o ator de Era uma Vez no Oeste praticamente havia esquecido a sua identidade e não se lembrava de nada de seu passado como astro de Hollywood. O ex-presidente norte-americano Ronald Reagan, morto em 2004, foi outra vítima famosa. O problema de saúde tirou o político das atividades públicas, em sua última década de vida.

A família e a sociedade podem dar um grande apoio aos pacientes do Alzheimer. A Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) é formada por familiares dos pacientes e conta com a ajuda de vários profissionais, como médicos e terapeutas. A associação promove encontros para que as famílias troquem experiências e aprendam a cuidar e a entender a doença e seus efeitos na vida dos idosos. Para a coordenadora de Saúde do Idoso do Ministério da Saúde, Neidil Espínola, mesmo com o desgaste, as famílias podem entender que, se o paciente sofre de uma doença incurável, pelo menos ele pode ser cuidado e receber carinho.

Prevenção

Incurável, o Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção. Os médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social permite, pelo menos, retardar a manifestação da doença. Entre as atividades recomendadas para estimular a memória, estão: leitura constante, exercícios de aritmética, jogos inteligentes e participação em atividades de grupo.

 

fonte:  minhavida

Dúvidas comuns sobre a espiritualidade dos animais

Entrevista com Ricardo Luiz Capuano- Médico veterinário.

Procuramos através deste pequeno questionário esclarecer as dúvidas mais frequentes em relação à espiritualidade dos animais, tendo como base as obras de Allan Kardec, Chico Xavier, Marcel Benedeti e outros grandes autores espíritas.

Cachorro Espiritual

Pergunta 1 – Os animais têm alma?

Resposta: Sim. Considerando que a inteligência é um dos atributos essenciais do espírito, tão importante que um se confunde com o outro, podendo até serem considerados a mesma coisa e como os animais agem demonstrando Inteligência Racional ou não Racional (na forma de instintos), eles possuem um principio independente da matéria que sobrevive ao corpo e pode ser considerado seu espírito e quando encarnado sua alma.

Justificativas:

 L. dos Espíritos – Pergunta 24 – A inteligência é um atributo essencial do espírito um e outro, porem, se confundem num principio comum, de sorte, que para vós, são a mesma coisa.”

L. dos Espíritos – Pergunta 73 – “O instinto é uma espécie de inteligência. É uma inteligência sem raciocínio”.

L. dos Espíritos – Pergunta 597 – “Pois que os animais possuem uma inteligência que lhes faculta certa liberdade de ação. Haverá neles algum principio independente da matéria? – Há e que sobrevive ao corpo”.

Pergunta 2 – A alma dos animais difere da alma dos humanos?

Resposta: – Não, no sentido de sua origem. A alma dos humanos e dos animais só estão em fases evolutivas diferentes, onde as almas humanas tem uma aquisição muito maior.

Justificativas:

 L. dos Espíritos – Pergunta 540 – “Tudo se encadeia na natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo.”

L. dos Espíritos – Pergunta 606-A  “Então emanam de um único principio a inteligência do homem e dos animais? Sem duvida.”

Pergunta 3 – O que acontece com os animais ao desencarnarem?

Resposta: – Quando os animais desencarnam seu espírito é recebido por espíritos  incumbidos de tutelá-los no mundo espiritual. Ele é curado de suas enfermidades (muito mais rápido que os humanos) e é logo reconduzido para animar novos seres. Alguns animais, por suas características próprias e valores adquiridos servem ao homem também no mundo espiritual. Vemos, pois, cães, aves, e outros animais que são descritos nas obras espíritas, mas não são espíritos errantes, pois não possuem essa liberdade. Os espíritos dos animais no mundo espiritual ficam sob a tutela dos humanos, que se incumbem deles.

Justificativas:

 L. dos Espíritos – Pergunta 600 – “A alma do animal depois da morte é classificado pelos espíritos a quem incumbe essa tarefa e é utilizado quase imediatamente.”

L. dos Médiuns – Pergunta 283 – “Depois da morte do animal o principio inteligente que nele havia se acha em estado latente e é logo utilizado, por Espíritos incumbidos disso, para animar novos seres, em os quais continua a obra de sua elaboração, assim , no mundo dos espíritos não há errantes Espíritos de animais, porem unicamente Espíritos humanos.”

Nosso Lar – André Luiz – ”Aves de plumagens policromas cruzavam os ares e de quando em quando pousavam agrupadas nas torres muitas alvas…”

                “Os cães são auxiliares preciosos nas regiões escuras do Umbral”

                “Animais que mesmo de longe pareciam iguais aos muares terrestres”

Pergunta 4 – Se os animais reencarnam eles evoluem como nós humanos?

Resposta: Os animais evoluem, mas não como nós, eles evoluem pela “força das coisas”, ou seja, por situações que são alheias a sua vontade. Como ainda não têm um livre arbítrio desenvolvido igual aos humanos à maioria das situações de aprendizado são motivadas por forças externas a sua vontade.

Deste modo os animais não tem que expiar suas dívidas, apenas aprender com suas experiências. O termo por “força das coisas” refere-se às organizações de Espíritos superiores agindo sobre os animais, que não poderiam se conduzir por si mesmos.

Justificativas:

 L. dos Espíritos – Pergunta 602 – “Os animais progridem como o homem, por ato da própria vontade, ou pela força das coisas? – Pela força das coisas, razão por que não estão sujeitos à expiação.”

Revista Espírita março de 1864 – “Há uma lei geral que rege os seres da criação, animados ou inanimados; é a lei do progresso. Os espíritos estão submetidos a ela pela força das coisas.”

Programa “Alma Querida” – Adão Nonato- “Os animais evoluem dentre as espécies até se aproximarem do homem, é pelo contato com o ser humano, que os animais irão fazer sua evolução para humanizar-se.”

Pergunta 5: Os animais sentem dor? Possuem sentimentos?

Resposta: Sim e cada vez mais a ciência vem confirmando esses fatos que aquelas pessoas que convivem com os animais nunca tiveram dúvida.

Justificativas:

“Lato, logo existo” – O Estado de São Paulo – 2172012 – “Ante evidências de que os animais têm consciência e sofrem é hora de o homem tratá-los com respeito”…,…“Com o respaldo de uma década e meia de estudos do fenômeno da consciência, do comportamento animal, da rede neural, da genética e da anatomia do cérebro, cada vez mais refinado por novas tecnologias de investigação, concluiu-se que as estruturas nervosas ativadas no cérebro de um bicho assemelha-se às de um humano quando também sente prazer, medo, dor e até piedade.”

Mandato de Amor – Chico Xavier  “Quem ignora que a vaca sofre imensamente a caminho do matadouro? Quem duvida que minutos antes do golpe fatal, os bovinos derramam lágrimas de angústia? “

Qual sua Dúvida para o tema “A Espiritualidade dos Animais” – Marcel Benedeti – “Os animais, assim como nós, possuem sistema nervoso que serve para fornecer informações sobre o meio ambiente em que está . . .A dor que é uma interpretação desse sistema corporal, serve para indicar a presença de perigo ou risco para sua sobrevivência”

Pergunta 6 – Por que os animais sofrem tanto?

                Resposta: Os animais sofrem, não para compensar ou resgatar seus erros, pois seu livre arbítrio é muito restrito, mas sofrem para que sua consciência se expanda e alcancem maior conhecimento.

Justificativas:

 Léon Denis – “Todos os seres têm de passar pelo sofrimento. Sua ação é benfazeja…,… O sofrimento é, de modo geral, como agente de desenvolvimento, condição de progresso.”

Qual sua Dúvida para o tema “A Espiritualidade dos Animais” – Marcel Benedeti – “À medida que os Espíritos na condição animal, por exemplo, expandem sua consciência pela dor, expandem também sua condição de desenvolver sentimentos relacionados ao amor ao próximo, tornando –os aptos a entrar em outra faixa evolutiva: a humanidade.”

 Emanuel – Chico Xavier – “Nem sempre o sofrimento está atrelado ao resgate do passado, mas toda a vivencia atrelada ao sofrimento leva ao aprendizado.”

Pergunta 7: Como os animais reencarnam com certa rapidez é possível que retornem para a mesma família?

Resposta: Sim, e até muito provável que durante o percurso de nossa vida carnal, que é bem mais longa que a da maioria dos animais de estimação, reencontremos amigos que desencarnaram e que se apresentam em novos corpos para continuarem seu aprendizado a nosso lado.

Justificativas:

Qual sua Dúvida para o tema “A Espiritualidade dos Animais” – Marcel Benedeti – “Os animais principalmente os domésticos, aprendem conosco, que somos, além de irmãos, seus professores. Durante o tempo em que permanecem conosco, passam por várias experiências, como encarnados, e quando já for o suficiente, provavelmente ele reencarnará em outra família e em outra localidade onde aprenderá coisas que não podemos oferecer. Mas em geral retornam varias vezes ao mesmo lar.”

 Emanuel – Chico Xavier – “Chico, pare e preste atenção neste cãozinho. É o Dom Pedrito que está voltando para você!”

A Questão Espiritual dos animais – Irvênia Prada – “A reencarnação pode favorecer o reencontro afetivo entre animais e homens para continuarem juntos o aprendizado de amor”

Pergunta 8: Se os animais evoluem, eles um dia se tornarão humanos?

Resposta: Sim, como já foi comentado, a evolução se dá do “Átomo ao Arcanjo”,  assim a alma passa por uma evolução constante, cada vez galgando um degrau mais elevado. Tudo depende do aprendizado e chegará uma hora que os animais adentrarão no reino hominal, assim como o homem evoluindo se tornará um dia um arcanjo.

Justificativas:

A Gênese – Allan Kardec – “Todas as almas têm a mesma origem e são destinadas ao mesmo fim. A todos o Supremo Senhor proporciona os mesmos meios de progresso, a mesma luz, o mesmo amor.”

A Gênese – Allan Kardec – “A alma dos animais segue uma lei progressiva como a alma humana; e que o Princípio Inteligente de que são dotados (…) finalmente estes passarão um dia do reino animal para o reino hominal.”

Programa “Alma Querida” – Adão Nonato- “Os animais evoluem dentre as espécies até se aproximarem do homem, é pelo contato com o ser humano, que os animais irão fazer sua evolução para humanizar-se.”

Revista Espírita – Março de 1860 – “Pode (um animal) aperfeiçoar-se a ponto de se tornar um Espírito Humano? – Ele pode, mas depois de passar por muitas existências animais, seja no nosso planeta terrestre, seja em outros.”

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“Nossos benfeitores espirituais nos esclarecem que é preciso que todos consideremos que os animais diversos, a nós rodearem a existência de seres humanos em evolução no planeta Terra, são nossos irmãos menores, desenvolvendo em si mesmo o próprio princípio inteligente.(…) Eles, os animais aspiram ser, num futuro distante, homens e mulheres inteligentes e livres. Assim sendo, nós podemos nos considerar como irmãos mais velhos e o mais experimentado dos animais. (…) Tudo isso se resume em graves responsabilidades para os seres humanos; a angústia, o medo e o ódio que provocamos nos animais lhe altera o equilíbrio natural de seus princípios espirituais, determinando ajustamentos em posteriores existências (…) A responsabilidade maior recairá sempre nos desvios de nós mesmos, que não soubemos guiar os animais no caminho do Amor e do Progresso, seguindo a Verdade de Deus” – Chico Xavier – Mandato de Amor.

fonte: editoramundomaior