– A depressão

O reconhecimento das ordens do amor de Bert Hellinger

Olhar para os pais e dizer: Eu sou o filho certo para você e vocês são os pais certos para mim e eu os liberto de toda a expectativa, e exigências que superam o que se pode esperar de uma mulher comum e de um homem comum. Recebi suficientemente e já basta. Obrigado(a).
Bert Hellinger


A expressão “os pais dão o que têm” sugere que os pais oferecem aos filhos aquilo que possuem em termos de recursos emocionais, psicológicos, materiais e experiências de vida. Essa afirmação reflete a ideia de que a capacidade dos pais de prover apoio, orientação e cuidado está intrinsecamente ligada às suas próprias vivências, habilidades e recursos disponíveis.

Em um sentido emocional e psicológico, os pais podem transmitir aos filhos aquilo que aprenderam ao longo de suas vidas, incluindo valores, crenças e padrões de comportamento. Se os pais têm uma compreensão saudável e equilibrada das relações interpessoais, é mais provável que transmitam esses princípios aos filhos. Da mesma forma, se os pais enfrentaram desafios emocionais, podem inadvertidamente influenciar seus filhos de maneiras específicas.

No âmbito material, os pais fornecem suporte financeiro, educação e condições de vida com base em suas possibilidades econômicas. A situação financeira da família pode impactar significativamente o acesso dos filhos a oportunidades educacionais, culturais e sociais.

Essa expressão também ressalta que os pais são seres humanos com suas próprias limitações, experiências e imperfeições. Por vezes, as falhas e desafios enfrentados pelos pais podem se refletir na forma como criam e apoiam seus filhos. Reconhecer essa realidade pode contribuir para uma compreensão mais compassiva das dinâmicas familiares.

Entender que “os pais dão o que têm” não significa desculpar comportamentos prejudiciais ou negligentes. Pelo contrário, destaca a importância de reconhecer as limitações dos pais, fomentando um ambiente de compreensão e, se necessário, buscando apoio adicional para promover o bem-estar da família.

Por Selma Flavio, Especialista em Saúde Mental e Relações Familiares.



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“Caminhos da Alma Feminina: Curando e Transformando Juntas”

🌷 Grupo terapêutico para mulheres

Para a sua felicidade profissional e amorosa assista este vídeo até o final.

Vamos falar sobre por que ainda sofremos em relacionamentos e saúde.

Você também pode participar dos nossos encontros terapêuticos, onde teremos conversas sobre cuidar, apoiar, ouvir e empoderar. O grupo foi criado com o objetivo de oferecer um espaço seguro e acolhedor onde mulheres possam compartilhar suas experiências e se fortalecerem juntas. Acreditamos que a união e o apoio mútuo são essenciais para o processo de cura e empoderamento.

Se você está passando por alguma dificuldade em sua vida – seja por ter sofrido violência, enfrentar desafios profissionais, problemas amorosos, baixa autoestima, medo ou tristeza – ou se simplesmente busca um maior autoconhecimento e desenvolvimento pessoal com a ajuda de profissionais qualificados, este grupo é perfeito para você.

Em nossos encontros, utilizamos várias ferramentas terapêuticas para promover o bem-estar e o crescimento individual. Através da escuta ativa, exercícios sistêmicos, dinâmicas de grupo e outras técnicas terapêuticas, buscamos proporcionar um espaço de cura, reflexão e transformação.

Nosso objetivo é promover a reeducação emocional, ajudando as participantes a conhecerem melhor a si mesmas e a lidarem de forma saudável com suas emoções. Através de movimentos de autoconhecimento, proporcionamos uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal.

Além disso, vamos vivenciar exercícios sistêmicos, que são ferramentas poderosas para compreender as dinâmicas familiares e pessoais que podem estar impactando negativamente na vida das participantes. Esses exercícios nos ajudam a identificar padrões limitantes, traumas não resolvidos e crenças negativas, fornecendo as bases para um processo de cura e transformação.

Durante os encontros, também trabalhamos o desenvolvimento de habilidades interpessoais, com o propósito de gerar autoestima, confiança e relacionamentos saudáveis. Através de dinâmicas de grupo, exercícios de comunicação e práticas de empatia, buscamos capacitar as participantes a construírem relacionamentos mais autênticos e gratificantes.

Além das atividades terapêuticas, também reservamos momentos para respiração, meditação e práticas de autocuidado. Acreditamos na importância de dedicar tempo para cuidar de nós mesmas, nutrir nosso corpo e mente, e cultivar uma maior consciência do momento presente.

É importante ressaltar que, durante os encontros, as informações compartilhadas são tratadas com total confidencialidade e respeito. Todos os membros são incentivados a ouvir e apoiar umas às outras, criando um ambiente seguro e livre de julgamentos.

Por último, mas não menos importante, a facilitadora do grupo está apta a fazer indicações de florais de acordo com as necessidades e perfis do grupo. Essas essências naturais podem ser um valioso suporte para lidar com questões emocionais, promovendo equilíbrio e bem-estar.

Então, se você busca um espaço terapêutico onde possa compartilhar, aprender, crescer e se fortalecer junto com outras mulheres, convidamos você a participar dos nossos encontros terapêuticos. Junte-se a nós nessa jornada de autoconhecimento, cura e empoderamento!

Sou Selma Flavio, uma Terapeuta Sistêmica especializada em auxiliar indivíduos a explorar e compreender as dinâmicas dos seus sistemas familiares e relacionais. Com uma abordagem holística, busco entender e analisar os padrões e as interações que influenciam o equilíbrio interno e externo de cada pessoa.

Acredito que a saúde emocional e a qualidade dos relacionamentos são fundamentais para o bem-estar de um indivíduo. A Terapia Sistêmica permite trazer à luz questões não resolvidas e desequilíbrios que podem estar afetando a vida de alguém de maneira negativa. Ao identificar e examinar essas questões, trabalhamos juntos para encontrar soluções e promover a cura e o crescimento pessoal.

Meu objetivo é fornecer um ambiente seguro e acolhedor, onde você possa se expressar livremente e explorar seus sentimentos, pensamentos e desafios. Utilizo técnicas e abordagens terapêuticas eficazes, adaptadas às suas necessidades individuais, para ajudá-lo a ganhar uma perspectiva mais clara sobre si mesmo e seus relacionamentos.

A Terapia Sistêmica é uma jornada de autodescoberta e transformação. Com o meu apoio, você poderá explorar novas maneiras de se relacionar consigo mesmo e com os outros, superar obstáculos, melhorar a comunicação e criar relacionamentos saudáveis ​​e gratificantes.

Portanto, se você está enfrentando dificuldades em seus relacionamentos, sente-se preso em padrões repetitivos ou deseja aprofundar sua compreensão sobre si mesmo, estou aqui para ajudar. Entre em contato comigo para agendar uma sessão e dar o primeiro passo em direção ao equilíbrio e ao crescimento pessoal.

Estou ansiosa para embarcar nessa jornada terapêutica ao seu lado!

Sentiu o coração vibrar? Venha!


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– DAR E RECEBER NA RELAÇÃO

Essa frase carrega muito mais complexidade do que se imagina, pois sua ação o coloca na busca do equilíbrio do dar e receber.

Nos levando para dois parâmetros o dar e tomar, entre um casal pode coexistir a fatalidade qual um dos parceiros não aceite a moeda de troca que o outro tem a oferecer, por arrogância ou por medo. Gerando o desconforto, otimizando conflitos e levando a separação.

Ao mesmo tempo nem tudo que se recebe demais nos faz bem, nem tudo traz paz – então a pergunta é – O que você recebe demais, o que você dá demais?

Sentirá que está em equilíbrio quando esse movimento traz leveza de se estar com o outro. O amor precisa ser leve para estar bem.

Selma Flavio – Terapeuta Facilitadora em Constelação Familiar

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A crise no RELACIONAMENTO AFETIVO

“As ordens do amor entre o homem e a mulher são diferentes das ordens do amor entre pais e filhos. Por isso a relação do casal sofre abalo e fica perturbada quando o casal transfere irrefletidamente para ela as ordens do relacionamento entre pais e filhos.

Se, por exemplo, numa relação de casal, um parceiro busca no outro um amor incondicional, como uma criança busca em seus pais, ele espera receber do outro a mesma segurança que os pais dão a seus filhos.

Isso provoca uma crise na relação, fazendo com que aquele de quem se esperou demais se retraia ou se afaste. E com razão, pois ao se transferir para a relação de casal uma ordem própria da infância, comete-se uma injustiça para com o parceiro.

Quando, por exemplo, um dos parceiros diz ao outro: “Sem você não posso viver” ou: “Se você for embora eu me mato”, o outro precisa se afastar, pois tal exigência entre adultos no mesmo nível hierárquico é inadmissível e intolerável.

Já uma criança pode dizer algo assim a seus pais, porque sem eles realmente não pode viver. Inversamente, se o homem ou a mulher se comporta como se fosse autorizado a educar o parceiro e tivesse a necessidade de fazê-lo, arroga-se, em relação a alguém que lhe é equiparado, direitos semelhantes ao dos pais em relação aos filhos.

Neste caso, frequentemente o parceiro se esquiva à pressão e busca alívio e compensação fora do relacionamento. Portanto, faz parte das ordens do amor na relação entre o homem e a mulher que ambos se reconheçam como iguais.

Qualquer tentativa de colocar-se diante do parceiro numa atitude de superioridade, própria dos pais, ou de dependência, característica da criança, restringe o fluxo do amor entre o casal e coloca em perigo a relação. Isso também se aplica ao equilíbrio entre o dar e o tomar.

Bert Hellinger, no livro “Amor do espírito”

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica – Constelação Familiar.


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ONDE COMEÇAM OS RELACIONAMENTOS ABUSIVOS

De acordo com a visão da terapia em Constelação Familiar, criada por Bert Hellinger. – Os relacionamentos são construídos com as necessidades emocionais de todo um sistema familiar. Alimentando de forma simbiótica a necessidade de complementar ou de excluir pessoas envolvidas a cada relação.

Por lealdade a esse sistema familiar os padrões negativos de comportamento se repetem, salvo padrões que favorecem o crescimento pessoal sem sofrimento. Por outro lado, a projeção de uma criança ferida, lança a busca de relacionamentos sofridos e abusivos.

Nesse contexto amplo, a criança pode lançar mão do seu lugar, transpondo as leis naturais da hierarquia, posicionando-se no lugar de pais – movimento que chamamos de amor distorcido – o amor que não contribui para um bem maior; erroneamente de forma inconsciente, tem como objetivo tomar o lugar de um dos pais, acreditando que dessa forma o ajudará. As consequências são inúmeras, desde doenças físicas, abusos sexuais e dificuldade nos relacionamentos futuros.

A criança negligenciada afetivamente na sua primeira idade, tem como tendência a atrair relacionamentos baseados na busca constante de um pai ou uma mãe, gerando confusão emocional. Dado fato que presenciamos com frequência mulheres jovens com homens muito mais velhos –  caso esse representante for de um pai amoroso, talvez passe despercebido e sem consequências negativas, o que é muito bom e de grande aprendizado para ambos mas, se esse representante for de um pai austero e ausente, esse companheiro irá oferecer austeridade, ausência e até violência doméstica – chamo a atenção para a linhagem feminina, que poderá estar envolvida em um emaranhado de mulheres que passaram por sofrimento.

Os relacionamentos abusivos começam dentro de casa, geralmente na primeira idade, marcando feito ferro quente na pele, na alma. Gerando medos, inseguranças, preconceitos, desesperos.

A transgeracionalidade – história repetidas da avó, da bisavó, heranças emocionais familiares – reforça todo um padrão de comportamento, tanto para o amor quanto para a dor.

Se pensarmos por essa perspectiva, vamos perceber onde estão as necessidades e o que cada um tem para oferecer, uma dinâmica livre e que você pode escolher ser feliz.

Agora pode começar a compreender onde começa a ferida do tal chamado dedo podre. Vamos dar o primeiro passo para a cura?

Se escreva para o nosso workshop será realizado em breve, avisaremos você.

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica – Constelação Familiar.

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Para complementar nossa conversa, assista ao vídeo abaixo.


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Abuso psicológico – Você pode estar vivendo essa situação sem saber.

Assistindo Maid – Netflix, me identifiquei muitas vezes no papel personagem principal, Alex.  O quão  é complexo enxergar as verdadeiras dificuldades da vida, o quão machuca e drena as energias.

                O gritante e não ouvido, nem percebido muitas vezes, é estar dentro do abuso psicológico, pois não deixa marcas físicas; acreditando que tudo está certo se permite perpetuar na situação. A família não vê, os amigos não percebem nem mesmo você se dá conta do que acontece. Pois, o outro é o cara bacana, – bacana para os outros.

                Quando se percebe já está adoecida, presa numa situação aparente sem saída. Precisa muito mais que força, precisa renascer das cinzas para reconstruir uma identidade.

                A violência psicológica mora dentro de casa, começa muito antes de embarcar num relacionamento, situação que se repetiu em toda sua geração. Todas as “vítimas”” com os olhos velados moldados por uma criação machista de homens adoecidos,  mulheres que sofreram abusos psicológicos e criaram suas filhas da maneira que aprenderam a viver. Aceitando a situação como certo, enlouquecem, num desatino desesperado na esperança de ser amada.

Quantas de vocês acreditam que o bonzinho da história é realmente bonzinho, mas no fundo apenas mais um manipulador, oferecendo tudo, desde que seja do jeito dele. Estar com a alma ferida, sempre as leva para ciladas de relacionamentos. Enquanto não for visto, olhado, ressignificado tudo se repete, se não com os companheiros, com amigos e até mesmo com os chefes do seu trabalho. Alguém vai representar a sua história.

O mundo diz não, você não pode ser feliz, pois foi assim que aprendeu a viver. Precisa ter força e coragem para olhar sua vida e transformá-la. Dói, mas é curador!

“A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas “ovelhas negras” um trabalho difícil e conflituoso.”

Bert Hellinger

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica

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QUEM QUER APRENDER A FAZER AMOR

Quem quer aprender a fazer amor precisa se esquecer um pouco de sexo. Precisa se esquecer até mesmo do outro. Deve estar em si, antes de tudo. E entender-se com suas raízes selvagens. E deve saber, antes, que o amor rege o mundo. Mesmo quando se esquecem dele. Quem quer aprender a fazer amor deve ser capaz de olhar nos olhos. E no olhar expressar, receber, trocar.

Até tocar


Precisa perceber o quanto as almas podem comungar, ainda que os corpos não se conheçam. Deve, ao lado do seu bem – sim, pra fazer amor tem que querer bem –, abrir espaço para que uma canção de derramada beleza os transporte para reinos de ternura. Precisa conhecer o próprio corpo e ter a bondade de lhe conceder prazer. Precisa investigar o prazer do outro e saber que tudo está muito bem se tiver prazer em lhe provocar prazer. Quem quer aprender a fazer amor também deve ser capaz de se aninhar no corpo do seu par e ficar quietinho. E deve ser livre o suficiente para poder chorar de amor. Nunca pode se considerar mestre. Porque os verdadeiros mestres sabem que são aprendizes sempre. Quem quer aprender a fazer amor tem que ser criança no coração e amar a brincadeira. E tem quer ter tempo, muito tempo, para fazer amor. Porque a cama a gente prepara muito antes de deitar.

– Khalil Gibran

Dificuldades no relacionamento, também tem terapia, entre em contato.

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