ANATOMIA FEMININA

*foto Facebook

Mulheres, isso é um útero.
A imagem também mostra os ovários.
Todas as mulheres nascem com esse órgão maravilhoso, e muitos de vocês nunca viram isso.
Seu tamanho normal é de cerca de 7 centímetros de comprimento e 5 centímetros de largura. Este órgão se expande mais de 100 vezes para abrigar um feto.
Todo mês, ela se autodestrói e reconstrói, eliminando a menstruação devido a contrações, então a dor menstrual é a dor do útero, não dos ovários.
Pode suportar até 150 vezes o seu próprio peso.
É o único órgão capaz de criar outro órgão: a Placenta.
Está ligado a você. Se você ficar estressada, ele fica estressado, se você relaxar, ele relaxa.
Nesse mesmo órgão, a vida é compartilhada, pois há mulheres que com esse órgão, deram vida a até 15 crianças, hoje em dia, só dão vida a 2 ou 3 filhos, mas está capacitada para treinar mais de 20 vidas.
É o segundo coração de uma mãe, porque ali ela forma o coração de seus filhos.


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Independência

Independência é aceitar a si mesmo antes da aprovação alheia. 
É defender a própria verdade e ter humildade para mudar de opinião caso seja surpreendido por melhores argumentos. Ser independente é preferir ir ao cinema com alguém, mas não perder o filme por falta de companhia. É vibrar quando lhe abrem um champanhe, mas não deixar de comemorar sozinho se a sua alegria basta para o brinde. Ser independente é fazer tudo o que se gosta junto de quem mais se gosta, incluindo a si mesmo.

Martha Medeiros


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AMOR À SEGUNDA VISTA

No prefácio do seu livro, AMOR À SEGUNDA VISTA, Bert Hellinger aponta  qual a postura  para uma relação de amor se sustentar com mais força:


“O que acontece quando o homem diz à mulher e a mulher diz ao homem esta frase: “Eu amo você e aquilo que guia a mim e a você”? De repente não olham apenas para o seu desejo, olham para algo que está além deles. Mesmo que ainda não consigam compreender o que essa frase exige deles ou com o que de especial ela os presenteia, e ainda qual o destino que guarda cada um deles separadamente e juntos – trata-se de uma frase que prepara e possibilita, após o amor à primeira, o amor à segunda vista.”
As relações podem dar certo se conhecemos as ordens ocultas do amor.
Por exemplo, para se preparar para uma relação ou facilitar a fluência do amor em um relacionamento existente é importante ter conseguido tomar  os três círculos do amor, dos cinco que o Hellinger descobriu ao longo destes anos.


1º CÍRCULO DO AMOR: Como você recebe a vida dos teus mãe e pai? Como foi o teu nascimento? Na infância seus pai e mãe estavam presentes?


2º CÍRCULO DO AMOR:
Como você caminha para a tua mãe, pai e vida? Ainda julga teus mãe e pai? Quantos irmãos você tem, vivos e mortos? Qual o seu lugar na família? Você tenta resolver os conflitos de casais dos teus pai e mãe? Já entendeu que o casal que eles formam ou formaram não sobrepõe o fato de serem teus pai e mãe?


3º CÍRCULO DO AMOR: Teus pai e mãe tiveram parceiros importantes antes da relação deles? Estes parceiros são respeitados? Como foi a tua primeira experiência sexual? E de amor? Você sabe dar e receber nas relações? Se mantém do tamanho do parceiro/a ou é maior ou menor? Exige do parceiro/a o que não recebeu dos pai ou mãe? A família do teu parceiro/a tem um lugar em teu coração? E a tua família, tem? Você criou uma relação (família) com teu parceiro/a ou levou ele/a para teu sistema familiar porque o teu sistema é “melhor”? Sabe que há 3 esferas e 5 “entidades” que precisam ser contempladas em uma relação de amor? Você ama também aquilo o que te guia e ao teu parceiro/a, além dele/a? Escolheu este homem ou mulher por benefícios? Usou o casamento para ter cidadanias ou outras vantagens? Está solteiro/a e quer se preparar para uma relação, sem fazer a lista dos atributos do outro? Consegue tirar força e ensinamentos das frustrações nas relações que “não deram certo”? Acha que o parceiro ou parceira nasceu para atender às suas expectativas? Acredita em loja de relacionamentos perfeitos ou está preparado/a para arriscar?


Se busca respostas, tente responder essas questões. Agende-se e venha constelar seu tema pelo WhastApp 11 973873144 – Selma Flavio – Consteladora Familiar.


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#SelmaFlavio 


“Quer foder comigo?” Sexo casual

“Quer foder comigo?”
Sexo casual 
é o novo modelo de relacionamento.
Uma mensagem,
Um olhar,
Algumas palavras e pronto!
O sexo ganhou um novo pseudônimo;
o aclamado: “foda”.
Então prepare o preservativo
que a noite vai ser de prazer.
Mas a preservação não é só 
por uma gravidez inesperada ou uma DST,
também nos preservamos 
do compromisso,
do apego,
das cobranças
e também do AMOR.
É mais fácil tirar a roupa do que o sorriso.
Tocar corpo do que o coração.
Preferimos alguém pra comer em uma noite,
a alguém que fique para comer com a gente no café da manhã.
Estamos tão fragilizados com compromisso
que matamos o prazer enquanto a carência nos enterra.
Houve um tempo em que as pessoas 
faziam amor, e eram felizes.
Mas hoje, elas fodem!!!
E talvez por isso exista pouca gente feliz
e tanta gente fodida.”

Marcos Bulhões

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O vínculo amoroso para ser bem sucedido

Quando o homem e a mulher se aceitam mutuamente como tais, a consumação de seu amor cria um vínculo. Esse vinculo é indissolúvel. Isto nada tem a ver com a doutrina moral da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio. A realização do amor cria uma ligação, independentemente do casamento e de qualquer rito externo.

A existência de uma tal ligação é percebida pelos seus efeitos. Por exemplo, o homem que se separa levianamente de uma parceira a quem estava vinculado dessa forma pela consumação do amor, via de regra não conseguirá conservar uma segunda parceira num outro relacionamento. Pois esta percebe o seu vínculo com a parceira anterior, e não ousa tomá-lo plenamente. Quando um homem abandona uma mulher e se casa de novo, talvez sua segunda mulher se considere melhor que a primeira e diga: “Agora eu o tenho para mim”. Ela entretanto o perderá. Nesse próprio triunfo o perde, pois reconhece o vínculo desse homem com a sua primeira mulher.

Então ela não o assumirá completamente. Nas constelações familiares, pode-se perceber que uma segunda mulher se distancia um pouco do homem. Ela não ousa colocar-se perto dele, pelo fato de não ser sua primeira ligação, mas a segunda.

A profundidade de um tal vínculo pode ser avaliada pelo seu efeito. A separação do primeiro amor é a mais difícil de se conseguir. É a mais dolorosa. Quando uma segunda ligação se desfaz, a dor é menor. Numa terceira, é ainda menor.

Essa ligação não é porém sinônimo de amor. O amor pode ser pequeno e o vínculo profundo. Inversamente, o amor pode ser profundo e a ligação pequena. O vínculo se origina do ato sexual. Por isto, ele também nasce de um incesto ou de um estupro. Para que mais tarde uma nova ligação seja possível, é preciso que a primeira seja corretamente resolvida. Ela é resolvida quando é reconhecida e quando é honrado o respectivo parceiro. Quem amaldiçoa o primeiro vínculo impede uma ligação ulterior.

A ordem de precedência

O fruto do amor entre o homem e a mulher são os filhos. Também aqui é importante observar uma ordem do amor, uma ordem de precedência no amor. Ela se orienta pelo começo. Isto significa que o que vem antes tem, via de regra, precedência sobre o que vem depois. Numa família, existe primeiro o casal homem-mulher. Seu amor funda a família. Por isso, seu amor como homem e mulher tem precedência sobre tudo o que vem depois, portanto, sobre seu amor de pais por seus filhos. Muitas vezes acontece nas famílias que os filhos atraem sobre si toda a atenção. Então os pais não são antes de tudo um casal, mas pais. Com isto os filhos não se sentem bem.

Quando a relação do casal tem prioridade, o pai diz a seu filho: “Em você, eu respeito e amo também a sua mãe”. E a mãe diz ao filho: “Em você, eu respeito e amo também o seu pai”. E a mulher diz ao homem: “Em nossos filhos, eu respeito e amo a você”. E o homem diz à mulher: “Em nossos filhos, eu respeito e amo a você”. Então o amor dos pais é a continuação do amor do casal. Este tem a prioridade. Os filhos então se sentem muito bem.

Várias famílias são segundas e terceiras famílias, quando o homem e a mulher já eram casados anteriormente e trouxeram filhos do matrimônio anterior. Como é então a ordem de precedência?

Eles são primeiramente pai e mãe de seus próprios filhos, e só depois disso constituem um casal. Por conseguinte, seu amor como casal não pode continuar nos filhos, pois já foram pais anteriormente. Então, o novo parceiro deve reconhecer que o outro é, em primeiro lugar, pai ou mãe dos próprios filhos, e que seu maior amor e sua maior força fluem para eles e, neles, naturalmente, também para o parceiro anterior. Só então seu amor e sua força fluem para o novo parceiro. Quando ambos os parceiros reconhecem isto, seu amor pode ser bem sucedido. Quando, porém, um parceiro diz ao outro: “Eu tenho prioridade em seu amor, e só então vêm seus filhos”, a relação fica em perigo. Essa situação não se mantém por longo tempo.

Se eles mais tarde têm filhos em comum, então são, em primeiro lugar, pai e mãe dos filhos do primeiro casamento; em segundo lugar, são um casal e, em terceiro lugar, são pais de seus filhos comuns. Esta seria a ordem, neste caso. Quando se sabe disto, pode-se resolver ou evitar conflitos em muitas famílias.

Original: Wie Liebe gelingt,
Palestra proferida por Bert Hellinger, em S.Paulo, Agosto de 1999 em original manuscrito.

Tradução: Anand Udbuddha (Newton Queiroz) , Rio de Janeiro
Revisão: Mimansa Erika Farny, Caldas Novas

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Amor na Maturidade


Surge, então, uma perspectiva madura, sábia, ondulada do amor. A maioria dos estudos reconhece que o índice de felicidade é maior em pessoas de cinquenta e cinco anos em diante, se tiverem saúde. 
A que se deve isso? A uma mudança de atitude, mais que a uma mudança das circunstâncias. E isso impacta no âmbito do relacionamento, de maneira que o preenche com frutos novos.

Maior pertinência e fusão. 
Os casais que acumulam muitas milhas de amor são premiados com uma graça especial, a de ser um só corpo.
Assim expressava um casal de idosos, ambos tocados por um evidente prazer de estarem juntos: “Às vezes não sei se a perna dela é minha perna ou a dela”, dizia ele. 
O anseio de pertencer, fazer parte e estar vinculado
profundamente é o maior instinto dos seres humanos. No início queremos estar ligados a nossos pais, depois a nossos companheiros e às famílias que criamos, e, evidentemente, a nosso parceiro na maturidade.

Maior entendimento, compreensão e respeito. 
Se a viagem própria, e também a em comum, foi verdadeira e se as pessoas se desenvolveram
como verdadeiras, ambos aprenderam o código da tolerância e o apreço ao alheio, aprenderam a sentir o outro tão importante quanto a si mesmo.
Flexibilizaram suas crenças e seus mapas da realidade, e abriram o coração para o diferente. E, se além de tudo, acumulam muitas milhas de amor, desfrutam de um grande depósito de atos comunicativos férteis e esquemas
de relação previsíveis, que lhes dão o reconhecimento e a segurança de se sentir novamente em casa, sempre.

Maior alegria, gozo e sentido do presente. 
Um progressivo relaxamento de nossas paixões, responsabilidades e objetivos franqueia a entrada para
um progressivo e inesperado retorno à terra prometida do presente, que nos faz ecoar o velho paraíso perdido do presente de nossa infância, quando focávamos mais no viver e menos em nossos pensamentos sobre o viver.
Com sorte, na maturidade a mente se torna mais silenciosa e mais aberta à alegria por nenhum motivo especial, a alegria de cada momento que a vida
continua nos dando, tal como decide ser. No relacionamento começa a edificar-se uma dimensão do amor na qual amamos o outro não tanto pelo
que nos produz, move ou satisfaz, mas por ser como é e por estar aí. E os dias se enchem de uma atitude mais prazerosa.
“Inclinado nas tardes, lanço minhas tristes redes aos teus olhos oceânicos”, reza um poema de amor de Neruda. Talvez o amor maduro seja também um amor transcendente. Nesse amor, pelos olhos oceânicos do outro vamos além dele e abrimos esperança, alma e coração a um amor mais amplo que abarca a tudo e a todos. 
E nos tornamos mais e mais altruístas e generosos.
E perto do final sorrimos e continuamos plantando árvores de cujos frutos outros comerão em nosso lugar.
Preferi não citar neste relato os que se compactam com os anos, em vez de algodoar, os que continuam conquistando em vez de saber declinar com dignidade, os que se impõem na maturidade e na velhice em vez de saber
morrer um pouco antes de morrer totalmente e ganhar em vida um pouco de vida eterna – o presente maravilhoso – antes que a eternidade nos engula e acolha a todos por igual, com seus enormes braços, como uma grande mãe.

#JoanGarriga – O amor que nos faz bem.

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O melhor estado de vida não é estar apaixonado, é estar em paz.

Com o tempo, geralmente descobrimos que o melhor estado de vida não é estar apaixonado , mas estar em paz. Somente quando uma pessoa consegue encontrar o equilíbrio interior onde nada é deixado e nada está faltando, é quando ele se sente mais cheio do que nunca. O amor pode aparecer então se quiser, embora não seja uma necessidade obrigatória.

É curioso como a maioria das pessoas ainda tem como principal objetivo encontrar o parceiro perfeito.   Cada vez mais usam aplicativos em nossos celulares para facilitar essas pesquisas. Também não há escassez de programas clássicos de televisão em horário nobre voltados para o mesmo fim. Procuramos e procuramos neste vasto oceano sem antes termos feito uma jornada essencial: a do autoconhecimento.

“A paz nunca pode ser obtida no mundo externo até que possamos fazer as pazes conosco”

-Dalai Lama-

O fato de não ter feito essa necessária peregrinação em nosso interior aprofundando-se em lacunas e necessidades, às vezes acabamos escolhendo companheiros de viagem imprudentes. Relacionamentos efêmeros que se inscrevem na solidão de nossos travesseiros , tão cheios de sonhos desfeitos e lágrimas sufocadas. Tanto é assim que há muitas pessoas que passam grande parte do seu ciclo de vida saltando de pedra em pedra, de coração em coração, armazenando decepções, amargura e tristes decepções.

Paz De Espírito, Mulher, Menina, Outdoor, Floresta

No meio desse cenário, como Graham Greene disse em seu romance “O fim do romance” , só temos duas opções: olhar para trás ou olhar para frente . Se o fizermos da mão da experiência e da sabedoria, tomaremos o caminho certo: o do interior. Lá onde colocar em ordem o labirinto de nossas emoções para encontrar o precioso equilíbrio.

O melhor estado de vida é estar em paz.

Tranquilidade não é de forma alguma a ausência de emoções. Nem implica qualquer renúncia ao amor ou aquela paixão que nos dignifica, aquilo que nos dá asas e também raízes. A pessoa calma não evita nenhuma dessas dimensões, mas ele as vê a partir dessa perspectiva, onde se sabe muito bem onde estão os limites , onde aquela temperança que, como um farol na noite, ilumina nossa paz interior.

Quão bonita é a tranquilidade!

Vivemos em uma cultura de massa onde somos instados a procurar um parceiro como se, dessa maneira, pudéssemos finalmente alcançar a desejada auto-realização . Frases como “quando você ter namorado ficará bem ” ou “todos os seus problemas serão aliviados quando você encontrar o seu homem ideal” , não fazer nada, mas constantemente cancelar a nossa identidade para erguer uma idealização absolutista e errônea de amor.

O melhor estado do ser humano não é, portanto, amor até ser anulado. Não é dar tudo até que nossos direitos vitais sejam obscurecidos apenas pelo medo insondável de estar sozinho. O melhor estado é estar em paz, com uma harmonia interna adequada, onde não há espaço para espaços vazios, apegos desesperados ou idealizações impossíveis.

Porque o amor, por mais que nos digam, nem sempre justifica tudo . Não se isso significa abandonar a nós mesmos.

Como encontrar tranquilidade interior

Praia, Lago, Menina, Solitário, Panorama, Idílico, Água

Antoine de Saint-Exupéry disse certa vez que o campo da consciência é limitado: só aceita um problema de cada vez. Esta frase contém uma realidade óbvia. As pessoas acumulam em nossa mente infinitos problemas, objetivos, necessidades e desejos. O curioso sobre tudo isso é que algumas pessoas passam a acreditar que o amor resolve tudo , que é aquele bálsamo multiuso que resolve tudo, que tudo o ordena.

“Em lugares calmos, a razão é abundante”

-Adlai E. Stevenson-

No entanto, antes de se jogar no vácuo na esperança de ter sorte no amor, é melhor ir pouco a pouco. A primeira coisa será encontrar aquela calma, aquela tranquilidade interior onde reorganizamos nossos enigmas pessoais para adquirir força e temperança. Vamos agora refletir sobre uma série de dimensões que podem nos ajudar a alcançar isso.

Chaves para encontrar o equilíbrio interno

Acredite ou não, ao longo deste ciclo de vida este momento sempre virá. Aquele momento em que dizemos a nós mesmos   “quero calma, quero encontrar meu equilíbrio interior” para ficar calmo. É uma maneira excepcional de promover nosso crescimento pessoal e alcançá-lo, nada melhor do que promover essas mudanças.

  • A primeira coisa que faremos é aprender a discriminar quais as relações que temos neste presente, não são satisfatórias . Ninguém pode achar que ansiava por tranquilidade se você tem um elo prejudicial entre esses laços familiares, amizade ou  trabalho .
  • O segundo passo é tomar uma decisão essencial: deixar de ser vítimas. De certa forma, todos nós estamos em algum aspecto: vítimas desses vínculos prejudiciais anteriormente referenciados, vítimas de nossas inseguranças, obsessões ou limitações. Devemos ser capazes de reprogramar atitudes para nutrir a coragem de derrubar todas essas cercas.
  • Uma vez que os dois passos anteriores tenham sido alcançados, é necessário chegar a um terceiro e maravilhoso passo. Devemos ter um propósito, uma determinação clara e definida: ser feliz . Temos que cultivar essa felicidade simples na qual, finalmente, nos sentimos bem sobre como ele é, o que ele tem e o que alcançou. Que a complacência nutrida pelas raízes do amor-próprio nos trará, sem dúvida, um grande equilíbrio.

As pessoas em cujo coração o equilíbrio respira e cuja mente vive em tranqüilidade, não vêem o amor como uma necessidade ou como um desejo desesperado. O amor não é algo que vem para resgatá-los, porque a pessoa em paz não precisa mais ser salva . O amor é um precioso tesouro que se encontra e que decide, por sua própria liberdade e vontade, cuidar dele como a mais bela dimensão do ser humano.

Fonte lamentemaravilhosa
* imagens Pixabel
* imagem capa Google

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