– A depressão

O reconhecimento das ordens do amor de Bert Hellinger

Olhar para os pais e dizer: Eu sou o filho certo para você e vocês são os pais certos para mim e eu os liberto de toda a expectativa, e exigências que superam o que se pode esperar de uma mulher comum e de um homem comum. Recebi suficientemente e já basta. Obrigado(a).
Bert Hellinger


A expressão “os pais dão o que têm” sugere que os pais oferecem aos filhos aquilo que possuem em termos de recursos emocionais, psicológicos, materiais e experiências de vida. Essa afirmação reflete a ideia de que a capacidade dos pais de prover apoio, orientação e cuidado está intrinsecamente ligada às suas próprias vivências, habilidades e recursos disponíveis.

Em um sentido emocional e psicológico, os pais podem transmitir aos filhos aquilo que aprenderam ao longo de suas vidas, incluindo valores, crenças e padrões de comportamento. Se os pais têm uma compreensão saudável e equilibrada das relações interpessoais, é mais provável que transmitam esses princípios aos filhos. Da mesma forma, se os pais enfrentaram desafios emocionais, podem inadvertidamente influenciar seus filhos de maneiras específicas.

No âmbito material, os pais fornecem suporte financeiro, educação e condições de vida com base em suas possibilidades econômicas. A situação financeira da família pode impactar significativamente o acesso dos filhos a oportunidades educacionais, culturais e sociais.

Essa expressão também ressalta que os pais são seres humanos com suas próprias limitações, experiências e imperfeições. Por vezes, as falhas e desafios enfrentados pelos pais podem se refletir na forma como criam e apoiam seus filhos. Reconhecer essa realidade pode contribuir para uma compreensão mais compassiva das dinâmicas familiares.

Entender que “os pais dão o que têm” não significa desculpar comportamentos prejudiciais ou negligentes. Pelo contrário, destaca a importância de reconhecer as limitações dos pais, fomentando um ambiente de compreensão e, se necessário, buscando apoio adicional para promover o bem-estar da família.

Por Selma Flavio, Especialista em Saúde Mental e Relações Familiares.



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– Desvendando as Trevas da Depressão: Uma Jornada de Luz e Libertação

Por Selma Flavio

A depressão é uma aflição silenciosa que aflige a alma, envolvendo-a em um manto de tristeza, angústia e desesperança. Esta dor não pode ser vista, tocada ou facilmente nomeada, mas é uma realidade que está presente, oculta nas profundezas de quem a enfrenta. Ela se infiltra sorrateiramente, como uma voz sussurrando ao ouvido, uma sombra que paira e um medo sem razão aparente. Os sintomas muitas vezes demoram a ser percebidos, afetando pessoas de todas as idades, desde crianças até idosos. Quando finalmente reconhecida, a depressão já pode ter se instalado e começado a corroer tanto a saúde física quanto a mental do indivíduo. Algumas pessoas tentam anestesiar essa dor com álcool, drogas, festas ou jogos, buscando uma maneira de fugir do vazio que as consome, enquanto outras se afundam cada vez mais na melancolia.

“Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua ‘raridade’ como a flor mais preciosa da tua árvore.”
 – Bert Hellinger

O que muitos não percebem é que esse vazio faz parte de um sistema familiar mais amplo, sendo, na verdade, um sintoma desse sistema. Essa escuridão, frieza e sensação de vazio são como uma assombração que arrepia a pele, acionada por gatilhos – lembranças conscientes ou não, algo que nos leva de volta a um momento doloroso. A depressão enfraquece gradualmente o corpo, drena as energias e deixa pouco espaço para escapar desse redemoinho de sombras.

Infelizmente, ainda existem aqueles que consideram a depressão como frescura, sem compreender sua natureza séria e a necessidade de cuidados adequados. Precisamos urgentemente de uma nova perspectiva, para que as pessoas não se afundem nas areias movediças dessa doença. Podemos chamá-la de trevas, da escuridão da alma, mas como podemos trazer luz a essa escuridão? É um desafio complexo, mas, na maioria das vezes, a resposta está intrinsecamente ligada a questões não resolvidas em nossas vidas, como perdas de entes queridos, abortos espontâneos, natimortos e outras experiências dolorosas. Esses eventos se entrelaçam nas histórias familiares e muitas vezes se repetem, como se a vida tentasse reescrever uma narrativa incompleta.

A Jornada da Cura

Para iniciar o processo de libertação, é crucial compreender por que nos identificamos com essa escuridão, quem ou o que estamos realmente observando quando olhamos para dentro de nós mesmos. É uma jornada que exige humildade, a capacidade de reconhecer que aquilo que carregamos não nos pertence. Precisamos compreender que somos pequenos diante de nossos pais, que eles são os guardiões de suas próprias histórias e que não cabe a nós julgarmos. Somente através da humildade podemos entender que a vida soprou em nossas narinas porque nossos pais existiram antes de nós, e foi necessário um momento de desarmamento para que pudéssemos nascer. Não somos superiores a eles, não temos o poder de carregar o fardo do passado em seus lugares. Uma alma arrogante acredita que pode, mas isso apenas a levará à doença.

A frase bíblica “deixe que os mortos enterrem seus mortos” nos alerta sobre a importância de permitir que os mortos descansem em paz. A depressão muitas vezes está ligada à tentativa de cuidar das feridas do passado da família. Portanto, é fundamental encontrar a coragem e a humildade para deixá-los seguir seu próprio caminho e liberar essas amarras.

Concluindo

A jornada de libertação da depressão é uma busca pela luz na escuridão da alma. Ela começa com a compreensão de que não somos os guardiões das dores e traumas de nossa família, mas sim pequenos participantes em uma história maior. A humildade é a chave para a libertação, pois nos permite deixar ir o que não nos pertence e encontrar paz ao invés de carregar um fardo que não é nosso.

Portanto, é hora de desmistificar a depressão, reconhecendo-a como a doença séria que é e oferecendo o apoio necessário àqueles que lutam contra ela. É hora de trazer luz à escuridão da alma, abraçando a jornada de liberdade com compreensão, empatia e humildade. Somente então poderemos ajudar a aliviar o sofrimento de tantas pessoas que enfrentam essa batalha silenciosa.

“Não olhe apenas para as dores, olhe também para as alegrias. De teus antepassados.” -Bert Hellinger

Por Selma Flavio, Especialista em Saúde Mental e Relações Familiares.


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Depressão

SOBRE A DEPRESSÃO


O depressivo não recebe de seus pais, mesmo que se disponha a dar muito em sua vida. A
depressão pode ser denominada “doença das raízes”. É como se o depressivo tivesse sido separado de suas raízes, os pais, ficasse privado da seiva e secasse. Quem se limita a dar sem receber toma-se oco e vazio, caindo finalmente em depressão. Com isso já não pode dar e é obrigado a aceitar ajuda em sua doença.

Também aqui podemos indagar: “Que força mais profunda de amor dificulta a alguém receber de seus pais e, mais tarde, também de outras pessoas?

Algumas crianças pequenas já percebem, ao olhar para seus pais, que eles estão onerados com destinos difíceis ou até mesmo em risco de vida. Então algo diz na alma delas: “Agora não posso vir e exigir algo de meus pais, pois eles não suportarão. Eles podem ficar mal ou mesmo morrer se eu pegar algo deles.” Assim essa criança poupa os seus pais, firma-se nas próprias pernas e diz a si mesma: “Vou conseguir sozinha.” Se esse padrão se mantém, a pessoa frequentemente vai à exaustão, com todas as consequências.

Qual é a solução, neste caso?

Ela geralmente não consegue, se olharmos somente para a relação entre os pais e os filhos. Precisamos também dos avós. É necessário um processo em que, retroativamente, os pais recebam de seus pais, em sua alma, aquilo de que precisam, para que se livrem da sobrecarga e do perigo de vida. No fluxo das gerações precisamos encontrar o lugar onde, em razão de determinados eventos, ele foi interrompido. Ali pode começar a cura.

Uma mulher depressiva, que já passara várias vezes por clínicas psicossomáticas, procurou um grupo para melhorar sua relação com a mãe. O terapeuta solicitou-lhe que colocasse em sua constelação apenas uma representante para si e outra para sua mãe. Ela as posicionou frente a frente e muito distanciadas. A imagem era de total frieza. Sem pedir informações, o terapeuta introduziu uma representante para a avó. Nada se moveu e continuou a frieza. Outra mulher foi colocada, a bisavó. Então a avó espontaneamente se aproximou dela, lançou-se em seus braços e chorou amargamente. Depois se soltou, aproximou-se de sua filha, a mãe da cliente, e tomou-a amorosamente nos braços. A mãe começou a sorrir, aproximou-se finalmente da filha, a representante da cliente, como o membro mais novo dessa corrente e abraçou-a fortemente.

A cliente, ainda sentada na roda, ficou calma e pediu para entrar pessoalmente em contato com aquelas mulheres. Todas quatro se abraçaram por longo tempo. Embora não soubesse o que se passara entre a bisavó e a avó, a mulher ficou visivelmente aliviada. Na mesma noite falou cordialmente e por longo tempo com sua mãe pelo telefone. Soube então que a bisavó tivera sua filha como mãe solteira e tivera de entregá-la depois, por pressão de seus pais, a parentes distantes que mais tarde não quiseram devolver-lhe a filha.

Muitos casos de morte nas famílias e eventos dolorosos e terríveis podem levar os pais ao limite de suas forças e de suas vidas, de modo que seus filhos não ousam exigir nada mais deles.

Jakob Robert Schneider
A Prática das Constelações Familiares


Selma Flavio – Psicoterapia Pós Graduada em
Saúde Mental / Constelação Familiar – Especialista em Terapia Floral

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Terapia Cognitivo- comportamental / Tcc

Saúde Mental

A maior parte das pessoas, quando ouve falar em “Saúde Mental”, pensa em “Doença Mental”. Mas, a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais.
Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida.
A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções.

Ter saúde mental é:

  • Estar bem consigo mesmo e com os outros;
  • Aceitar as exigências da vida;
  • Saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida;
  • Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

Segundo a ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE:

É o estado de bem-estar no qual um indivíduo realiza suas próprias habilidades, consegue lidar com as tensões normais da vida, trabalhar de forma produtiva, mantes relações interpessoais saudáveis, formar vínculos afetivos e fazer contribuições à sua comunidade.

Terapia Cognitivo-Comportamental / TCC

A terapia cognitivo-comportamental, ou simplesmente TCC, é uma abordagem da psicoterapia que tem como foco entender a maneira como cada pessoa interpreta os acontecimentos, ou seja, concentra-se em identificar como você enxerga, pensa ou sente as situações.

Seu principal objetivo é encontrar padrões de comportamento, compreensão, crenças e hábitos que originam os problemas para, depois, buscar formas de alterar essas percepções de maneira positiva.

É uma terapia que se aprofunda na fala do paciente e este é o motivo pelo qual as mudanças costumam ser efetivas e duradouras: por meio da comunicação, o terapeuta vai entendendo e identificando as concepções equivocadas e, em cima de cada uma delas, encontra mudanças que possibilitam uma boa adaptação à realidade.

Como funciona a terapia cognitiva comportamental

Tem como principal objetivo corrigir os pensamentos distorcidos e aliviar os sintomas depressivos, de forma sócio educativa, direcionando o paciente a compreender seu estado emocional, facilitando as tomadas de decisões, direcionando para a conquistas de novos desafios. Na compreensão dos efeitos qual os transtornos causam na vida, promove as habilidades para lidar com as situações indesejáveis, em sua reinterpretação, levando a resultados positivos.

O terapeuta oferece ao cliente técnicas e atividades que auxiliam na mudança de pensamentos e crenças, permitindo desenvolver o autoconhecimento e a tomada consciente de suas escolhas.

Identificando as distorções cognitivas, auxiliando a reconhecê-las para que possam substituir suas visões negativas do seu processo emocional por habilidades positivas.

O que pode ser tratado

É indicada para todas as pessoas, em vários âmbitos da vida. No tratamento dos transtornos como TOC, ansiedade, depressão, depressão mórbida, depressão pós-parto, bipolaridade, fobias, traumas, dependência química, transtornos alimentares, escolhas profissionais, luto, separações, perdas, desenvolvimento pessoal, dificuldade no relacionamento, dificuldade na adolescência e crise da maturidade.

Auxiliando o empoderamento do paciente em:

  • Ter autonomia para compreender e distinguir a realidade de seus pensamentos negativos.
  • Clareza de seus pensamentos e sentimentos, de forma fluidifica e vital.
  • Conquistar a habilidade para interromper seus processos internos negativos.
  • Ter instrumentos para que possa auxiliar a si, num momento de crise.

Selma FlavioFormação em Pedagogia – Psicoterapeuta na especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental ( terapia para transtornos mentais); Constelação Familiar Sistêmica; Especialista em Terapia Floral, Profª Curso Internacional Healingherbs .

Fale comigo linktr.ee/selma.flavio

Contato 11 973873144
Local: Aura Quartz – Rua Visconde de Itaboraí , 360 –  próximo ao Metrô Tatuapé


Avaliação: 5 de 5.

DEPRESSÃO E ANSIEDADE DESENHADAS PARA VOCÊ ENTENDER:

Depressão e ansiedade são duas doenças que muitos têm, porém muitos não entendem. Quem não sofre de depressão e ansiedade normalmente classifica o quadro como frescura, mimimi ou algo que o deprimido inventa como desculpa pra não fazer as coisas ou tomar atitude perante a vida.

Mas não é tão simples assim, são doenças que prejudicam e matam, e por isso precisamos prestar atenção para poder ajudar quem sofre.

Frases como

Você precisa tomar um ar
Já tentou simplesmente não ter depressão?
Você é preguiçoso, é só sair da cama!
É muito drama por nada, tome uma atitude.

não ajudam em nada e só pioram a situação da pessoa. Os quadrinhos que você verá a seguir são o trabalho do artista Nick Selçuk que resolveu ilustrar o depoimento que uma das suas leitoras, Sarah Flanigan, compartilhou.











É um quadro difícil e exige compreensão dos que estão em volta, pois lutar contra a depressão e ansiedade é uma batalha diária que nem sempre se vence.

Fonte Viva Positivamente /  Ta e Dai


Você tem depressão?


A pessoa deprimida é em geral aquela que não tomou um dos pais. Alguns se castigam simplesmente através do fracasso, por exemplo, na profissão ou no relacionamento, perdendo ou não conseguindo emprego, perdendo o seu parceiro ou muito dinheiro.
 
A base do desenvolvimento saudável é reverenciar os pais, respeitar aquilo que significam e tocar a vida em frente. Não importa como são os seus pais. Aquele que ousa desprezar os pais vai repetir em sua própria vida o que ele despreza. Pois é exatamente através do desprezo que ele se torna igual aos pais. (Compulsão de repetir o padrão).
 
A pessoa que respeita os pais e os toma sem reserva, toma tudo que eles têm de bom – isso fluí para dentro dela. O estranho é que aquele que toma os pais dessa forma não é afetado pelas fraquezas ou pelo destino adverso dos pais. Quando uma pessoa rejeita os pais, mais vai imitá-los. Rejeita-se o pai, por exemplo, porque é alcoólatra ou a mãe porque tem um filho ilegítimo, então a atenção se volta para a pessoa rejeitada. Nesse caso, o que os pais deram de bom não pode ser reconhecido e tomado e essa rejeição acaba afetando outras áreas da vida.
 
A pessoa não consegue tomar o que recebeu por fazer exigências que é uma forma de rejeitar os pais. Quando alguém quer impor aos pais a maneira com devem ser ou o que deveriam fazer por ele, impede a si mesmo de tomar o que é essencial.
 

Bert Hellinger – Constelação Familiar

*imagem Pixabel

Você tem um  na família que sofre com a depressão, ou  você mesmo pode estar passando por esse momento.  A constelação Familiar vem para contribuir com a cura desse sofrimento. Entre em contato e peça informações, nós retornaremos a ligação.

Antidepressivos sem terapia não têm efeito, aponta pesquisa


Os estudos mais recentes vêm mostrando que os antidepressivos restauram a capacidade de determinadas áreas do cérebro a fim de contornar rotas neurais cujo funcionamento não está normal, mas essa mudança só trará benefícios se acompanhada de uma mudança do paciente – mudança esta obtida através da psicoterapia.

Essa mudança no “hardware” do cérebro só trará benefícios se houver uma mudança no “software” – o comportamento do paciente – algo que não é suprido pelos antidepressivos, só podendo ser alcançado mediante a psicoterapia ou terapias de reabilitação; O alerta está sendo feito pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque (Finlândia).

Plasticidade cerebral

Milhões de pessoas em todo o mundo tomam antidepressivos seguindo receitas de seus médicos, e as empresas farmacêuticas têm faturado bilhões de dólares vendendo essas drogas.

Pesquisas em modelos animais demonstram que os antidepressivos não são uma cura por si só; Em vez disso, o seu papel é o de restaurar a plasticidade no cérebro adulto.

Os antidepressivos reabrem uma janela da plasticidade cerebral, que permite a formação e a adaptação de conexões cerebrais através de atividades específicas e observações do próprio paciente, de forma semelhante a uma criança cujo cérebro se desenvolve em resposta a estímulos ambientais. Quando a plasticidade cerebral é reaberta, problemas causados por “falsas conexões” no cérebro podem ser tratadas – por exemplo, fobias, ansiedade, depressão etc.

A equipe do Dr. Castrén mostrou que os antidepressivos sozinhos não surtem efeitos para esses problemas. Quando antidepressivos e psicoterapia são combinados, por outro lado, obtém-se resultados de longa duração.

“Simplesmente tomar antidepressivos não é o bastante. Nós precisamos também mostrar ao cérebro quais são as conexões desejadas,” disse o pesquisador. A necessidade de terapia e tratamento medicamentoso também pode explicar porque os antidepressivos às vezes não têm efeito. Se o ambiente e a situação do paciente permanecerem inalterados, a droga não tem capacidade para induzir mudanças no cérebro, e o paciente não se sente melhor.

Fonte redepsi