GRATIDÃO

Gratidão é algo dos simples ou algum que eu sinto que pode me levar onde ainda quero chegar: ao caminho da simplicidade.
Diariamente eu chego a simples conclusão de que a vida é tão maravilhosa porque também é feita de colos, de feridas que cicatrizam, de amigos que celebram ou choram junto, de café coado com coador de pano, de gente que pega metro ou faz caminhada pela manhã, de quem planta o que se pode comer, de vizinhos que alimentam seus gatos com comida de gente.

 

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Chego a simples conclusão que a vida é feita de algumas pessoas que direcionam todo o seu potencial criativo para melhorar a qualidade de vida de gente que eles nem conhecem. Chego a simples conclusão que é feita de e-mails que chegam recheados de saudade e de antigas cartas, do tempo que essas existiam, extraviadas solitárias numa gaveta de um correio qualquer. De muros e pontes e cais. De aviões que suprimem distâncias e de barcos que chegam. De bicicletas que atravessam cidades. De redes que balançam gente. De rostos que recebem beijos. De bocas que beijam. De mãos que se dão. Que existem pessoas altamente gostáveis, altamente rabugentas, altamente generosas, pessoas distraídas que perdem as coisas, mal-educadas que buzinam sem necessidade, pessoas conectadas que se preocupam com o lixo, pessoas sedutoras e seduzíveis, possíveis e impossíveis, pessoas que se entregam, pessoas que se privam, pessoas que machucam, pessoas que chegam pra curar desencadeadores de poemas, de sorrisos, de lições de vida que ficarão guardadas para sempre … A vida é tão maravilhosa porque ela nos compensa com ela mesma e um dia na simplicidade faz a gente descobrir que gratidão pode existir em tudo que vivem e por todos que convivemos.
A gratidão faz com que nossos relacionamento floresçam e quem agradece honra o que lhe foi dado e, simultaneamente, honra aqueles que lhe presentearam.
E por falar em relacionamento, como anda o seu relacionamento com Deus e a sua gratidão pela sua vida e capacidade de viver que Ele lhe deu? Como anda o seu relacionamento com as pessoas que você ama e sua capacidade de demonstrar sua gratidão pela vida delas na sua vida? Como anda o seu relacionamento com você mesmo e a sua autogratidão que é o combustível para a algo que poderíamos chamar de gratitude?
A correria do dia a dia nos afasta cada vez mais da simplicidade do ato de agradecer, de se sentir grato, de perceber o quanto o outro merece sabe a gratidão que existe dentro de você por ele.
Nosso ego nos afasta muito de nossas almas e da capacidade de sentir gratidão que é algo que apenas a nossa alma possui.
Há momentos que a solidão aparece para nos ensinar que a alma também sente fome de um sentimento chamado nos mesmo. E ao entramos num momento de solidão talvez matando a fome de si mesmo a gente consiga perceba por quantas coisas podemos nos sentir gratos.
Gratos a Deus pela nossas vidas, porque por mais que você já tenha querido morrer na hora da morte percebemos que queremos muito viver. Gratidão pelos momentos mágicos de sua vida Gratidão pelos seu pais, seus irmão, sua família pois a sua vida não seria a mesmo se não fosse eles. Gratidão pelas conquistas, vitórias, pelos amores e porque não gratidão também pelos desamores, escolhendo aprender com a vida.

Gratos à vida.
A gratidão desbloqueia a abundância da vida. Ela torna o que temos, suficiente e mais: ela torna negação em aceitação, caos em ordem, escuridão em celeridade. Ela pode transformar uma refeição em um banquete uma casa em um lar, um estranho em um amigo. A gratidão da sentindo ao nosso passado, traz paz para o hoje e cria uma visão para o amanhã.
Aristoteles já dizia: “a gratidão é a memória do coração”.
Já dizia também um grande mestre conhecido de todos nós, Napoleônico Hill: “Sou muito grato às adversidades que apareceram na minha vida, pois elas me ensinaram a tolerância, a simpatia, o auto-controle,a perseverança e outras qualidades que, sem essas adversidades eu jamais conheceria”.
Gratidão nos faz crescer.
Não precisamos de mais para ser gratos, precisamos apenas ser mais gratos.

Um dia talvez a gente descubra que somos muito abençoados para reclamar e nesse dia entenderemos que isso é o caminho para a verdadeira gratidão: reconhecer as simples e pequenas bênçãos em nossas vidas.
E desejo que essa descoberta me leve ao caminho da simplicidade e da plenitude da vida.
Minha gratidão eterna a cada um de vocês dessa nossa grande família que me faz enxergar sempre um pouco mais de mim mesmo em cada uma das histórias de cada treinamento e me faz a cada treinamento exercitar a minha gratidão à Deus pela minha missão e por todos, longe ou perto, que fazem parte de tudo isso chamado minha vida.

Emerson Feliciano

 

gratido

COMO TRABALHAR OS SENTIMENTOS NEGATIVOS NOS RELACIONAMENTOS

O amor é sempre belo no começo, pois você não deixa que as suas energias destrutivas o afetem. No início você investe as suas energias positivas no amor; o casal combina as suas energias de modo positivo e as coisas vão de vento em popa. Mas, depois, pouco a pouco, as energias negativas começam a transbordar; você não pode retê-las para sempre.

E depois que a sua energia positiva chegou ao fim, a lua de mel termina e começa a parte negativa. Então o inferno abre as suas portas e a pessoa não consegue entender o que está acontecendo. Uma relação tão bonita, por que está indo por água abaixo?

“Se a pessoa está alerta desde o início, é possível salvar a relação. Derrame sobre ela as suas energias positivas, mas lembre-se de que cedo ou tarde o negativo começará a vir à tona. E quando o negativo começa a aparecer, você precisa liberar a energia negativa quando estiver sozinho.”

Tranque-se num quarto e dê vazão a toda essa energia; não há necessidade de despejá-la sobre a outra pessoa. Se quiser gritar alto e ficar com raiva, entre num quarto e feche a porta — grite, fique furioso, bata num travesseiro. Pois ninguém deve ser tão violento a ponto de atirar coisas nas outras pessoas. Elas não fizeram nada contra você, então por que você deveria atirar coisas nelas?

É melhor atirar tudo o que é negativo numa lata de lixo. Se se mantiver alerta, você se surpreenderá ao ver o que pode ser feito; e depois que o negativo for liberado, o positivo voltará a transbordar. O negativo só pode ser liberado na companhia do parceiro numa etapa posterior do relacionamento, quando ele já estiver muito bem estabilizado.

E mesmo assim, isso só deve ser feito como medida terapêutica. Só depois que os parceiros de uma relação estiverem muito alertas, muito positivos, consolidados num único ser e capazes de tolerar — e não apenas tolerar mas usar a negatividade do outro —, eles podem concordar em que já está na hora de serem negativos juntos também, como medida terapêutica.

Nesse caso, também, “a minha sugestão é que deixem que isso seja algo muito consciente, não inconsciente; deixem que seja muito deliberado. “Façam um acordo de que, toda noite, durante uma hora, vocês serão negativos um com o outro — façam disso um jogo —, em vez de serem negativos em qualquer lugar, a qualquer hora.

Porque as pessoas não são muito alertas — durante 24 horas elas não são —, mas durante uma hora vocês podem se sentar juntos e serem negativos. Aí será um jogo, será como uma terapia em grupo! Depois de uma hora, vocês dão a coisa por encerrada e não levam mais nada adiante, não deixam que isso interfira no seu relacionamento.

  • O primeiro passo: o negativo deve ser extravasado quando você estiver sozinho.
  • O segundo passo: o negativo deve ser extravasado num determinado horário, com o acordo de que ambos liberarão o negativo.

 

  • Só no terceiro estágio vocês dois podem ser realmente naturais, pois não haverá receio de prejudicarem o relacionamento ou se magoarem. A essa altura, vocês poderão ser positivos e negativos, e ambos têm a sua beleza, mas só no terceiro estágio.

 

 

Num determinado ponto do primeiro estágio, você começará a sentir que agora a raiva não irrompe mais. Você se sentará diante do travesseiro e a raiva não tomará conta de você. Isso leva alguns meses, mas um dia você descobre que ela não está mais fluindo, passou a não ter mais sentido, você não consegue mais ficar com raiva sozinho. Nesse ponto termina o primeiro estágio.

  • Mas espere até que a outra pessoa também sinta se o primeiro estágio chegou ou não ao fim. Se o primeiro estágio do parceiro também estiver completo, então o segundo estágio começa. Então, por uma ou duas horas — seja de manhã ou à noite, você decide — você estabelece um horário para expressar os seus sentimentos negativos deliberadamente.

Faça isso como se fosse um psicodrama, de modo impessoal. Você não precisa ser agressivo — você descarrega o que sente, mas não sobre a pessoa. Na verdade, você está simplesmente extravasando a sua negatividade. Não está acusando o outro, não está dizendo, “Você é ruim!”; está simplesmente dizendo, “Eu estou achando você ruim!” Não está dizendo, “Você me ofendeu!”; está dizendo, “Eu me senti ofendido!”

Isso é totalmente diferente, é um jogo deliberado; “Eu estou me sentindo ofendido, por isso descarrego em você a minha raiva. Você é a pessoa mais próxima de mim, por isso me serve de desculpa”. E o outro faz o mesmo.

Chegará um momento em que, mais uma vez, você descobrirá que essa negatividade deliberada não funciona mais. Vocês se sentam juntos durante uma hora e nada vem à tona em você, nem no seu parceiro. Então o segundo estágio está acabado.

  • Agora vem o terceiro estágio, e o terceiro estágio dura a vida toda. Agora vocês estão prontos para serem positivos ou negativos à medida que esses sentimentos aflorarem;vocês podem ser espontâneos.

“É assim que o amor se torna um relacionar-se, torna-se uma qualidade do amar, torna-se o estado natural do seu ser.”

Osho

 

 

Ajuda terapêutica, para compreender seus relacionamentos e melhorar.

Selma Flávio – Terapias – http://www.selmaflavio.com.br

Será o fim da era do silicone?

MARCELO RUBENS PAIVA

A nudez de dez minutos da rainha Cersei Lannister, no último episódio de Game of Thrones, cena feita por uma dublê, talvez simbolize o fim da era do silicone

Ele surgiu como um acessório quase obrigatório da beleza feminina.

Uma obsessão pelos seios fartos, que só as mulheres tinham.

Como se grande parte delas rompessem com a nossa história e passassem a seguir o padrão de beleza californiano.

“Não, não façam isso!”, implorávamos.

Em vão.

Nossas amigas começaram a reaparecer com uma estética Baywatch.

Duzentos, 250, 300 ml a mais, em cada lado.

Até aprendemos a identificar, na escuridão do amor.

Numa pesquisa informal entre amigos, a grande maioria não curtia mulher siliconada.

A grande maioria sentia aflição em apalpar.

E saudades das curvas da natureza e do caimento do tempo, da evolução, dos anos de uma mulher sendo contados pelos seios.

Familiarizou-se até pelas cicatrizes, os tipos.

“Siliconada” passou a ser um adjetivo de reprovação: “É gata, mas é siliconada…”

Era quase uma decepção, quando se revelava o segredo daquele corpo escultural: “Tudo falso.”

Mulheres e homens desdenhavam: “É siliconada”.

Enfim são novos tempos.

Sai a exuberância de Pamela Anderson (Baywatch), entra Targaryen, provocativa, sutil, discreta (Game of Thrones)?

 

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A estética em voga é das mulheres originais, sem problemas de autoestima e de seios pequenos (obviamente naturais).

Até em Hollywood.

Com a ajuda do BuzzFeed, ei-las:

Charlotte Gainsbourg

 

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A prognatinha Keira Knightley

 

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A eterna Kate Moss

 

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A ativista mirim Emma Watson

 

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Kate Hudson

 

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A inigualável Natalie Portman

 

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Siena Miller

 

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A incrível e mega chique Lupita Nyong’o

 

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As informações e opiniões expressas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Perdão: a si mesmo e ao próximo

 

O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de

ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de

uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência

de castigo ou restituição. O perdão pode ser considerado simplesmente em

termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do

relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É o esquecimento

completo e absoluto das ofensas, vem do coração, é sincero, generoso e não

fere o amor próprio do ofensor. Não impõe condições humilhantes, tampouco é

motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos

atos e não pelas palavras. Existem religiões que incluem disciplinas sobre a

natureza do perdão, e muitas destas disciplinas fornecem uma base subjacente

para as várias teorias modernas e práticas de perdão. Exemplo de ensino do

perdão está na “parábola do Filho Pródigo” (Lucas 15:11–32).

Normalmente as doutrinas de cunho religioso trabalham o perdão sob duas

óticas diferentes, que são:

1) Uma ênfase maior na necessidade das faltas dos seres humanos serem

perdoadas por Deus;

2) Uma ênfase maior na necessidade dos seres humanos praticarem o perdão

entre si, como pré-requisito para o aprimoramento espiritual.

Mas o mais importante de tudo isso é quando você descobre que: Perdoar é

uma decisão.

Perdoar a si mesmo é um gesto de cuidado.

Perdoar o outro é um gesto nobre de compaixão.

O perdão nos coloca mais próximo da parte mais nobre do nosso ser, pois para

perdoar é necessário entrar em contato com nosso Eu Superior e permitir que

esse nossa essência enxergue o Eu Superior do outro por pior que ele tenha

feito com você.

Nada é por acaso. Fazemos parte de uma grande teia cheia de nós, de

caminhos, de encontros e de desencontros … um verdadeiro processo de

aprendizado e evolução onde o perdão fará parte em algum momento desse

Nos treinamentos percebemos que a nossa parte sábia sempre opta pelo perdão.

Ao olhar nos olhos no joken-pô já nos emocionamos porque muitas vezes ali já

percebemos que quem amamos muitas vezes são aqueles a quem precisamos

Na raiva, após a explosão da cartase, chamamos por alguém (pai, mãe, filho,

Deus, avô, avó, marido, esposa, enfim de alguém que sabemos que pode nos

ajudar) para nos ajudar a perdoar àquele a quem batemos.

No colchão ouvimos o pedido de perdoar da essência de nossos pais que

erraram conosco porque talvez erraram com eles.

Na terapia da morte às vezes pedimos perdão.

Mas é no jardim que muitas vezes decidimos perdoar, é a sensação que fica é

a de estarmos, com o perdão, mais próximos da verdade e mais próximos de

Se Deus perdoa a todo instante por todos os nossos erros, nossas falhas,

nossas vícios, quem somos nós para não nos perdoarmos e recomeçarmos

todos os dias um novo capítulo. Quem somos nós para não perdoarmos a

condição humana do outro e as suas falhas para conosco.

Dói… dói! Mas dor é condição humana, sofrimento é opção e perdão é decisão

e muitas vezes o único caminho para a cura.

Para perdoar é necessário aprender a olhar além do óbvio, a entender a

condição humana do outro, a aceitar que ele também está ou estava num

processo de evolução no mundo.

Mágoas são canceres emocionais. E perdoar, libertar-se dessas mágoas, é a

carta de alforria do passado. E carta de alforrias são as chaves para sua cura e

para a sua liberdade.

Podemos ser escravos do passado ou criadores do futuro: qual será a sua

opção a partir de agora.

Lembrem-se de que ainda da tempo de perdoar… ainda dá tempo de se

perdoar… e recomeçar.

 

Emerson Feliciano

 

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QUEM OLHA PARA FORA, SONHA. QUEM OLHA PARA DENTRO, ACORDA

Uma forma de evitar claramente que sensações, pensamentos, impulsos ou lembranças cheguem ao nosso consciente tem o nome de transferência ou projeção.

Projetar nossas ações e emoções nos outros, agindo como se elas não nos pertencessem, e recusar nosso mundo íntimo, não aceitando as coisas em nós como elas realmente são, pode se tornar um constante “acessório psicológico”, um processo preferencial do ego.

O método para projetarmos nossa vida íntima em outra pessoa funciona de certa forma em duas etapas: negação e deslocamento.

Primeiro um fato ou acontecimento que provoca um sentimento inadequado é negado, bloqueado do consciente e deslocado para o mundo externo. Tomemos por exemplo: um indivíduo que num determinado momento da vida teve um desentendimento com uma pessoa e desenvolveu um sentimento de antipatia e aversão por ela pode, posteriormente, julgar que superou as diferenças e que aquele episódio é uma “página virada”. No entanto, ele não consegue perceber que sua emoção pode ter sido inconscientemente projetada sob forma de uma suposta antipatia e aversão dessa pessoa por ele. O que estava dentro foi jogado para fora.

Uma vez que é atribuída a outras criaturas, a sensação de aversão é notada como completamente alheia, não nos pertence, não nos diz respeito. É, simplesmente, de outrem; jamais nossa. Nós somos bons perdoamos, mas os outros são maus, rancorosos e não perdoam.

“Assim são os homens. É como se lhes tivessem colocado dois alforjes: no peito, o alforje com os males alheios, e nas costas, o alforje com os próprios males. De tal modo que eles são cegos quanto aos próprios defeitos, mas enxergamos com nitidez os defeitos dos outros.”

É comum encontrar no dia-a-dia indivíduos que apresentam comportamentos idêntico. Ao invés de se dedicarem à tarefa de conscientização da própria vida íntima, evidenciam o argueiro no olho do vizinho e, por consequência, potencializam a trave que lhes obscurece a visão do mundo interior.

As mentiras que mais nos causam danos e nos impedem o crescimento espiritual não são tanto as que verbalizamos, mas as que contamos inconscientemente para nós, aquelas que projetamos.

Vivemos ilusões quando desfiguramos a realidade de nossa experiência ou a verdade de nosso ser e adotamos um “papel” que não corresponde à verdade. Apresentamos aqui o que em linguagem informal denominamos “máscaras”: são elas que turvam nossa verdadeira realidade interior; é delas que nos servimos para lançar fora o que está em nossa intimidade.

Projetamos e interpretamos papéis quando nossas reivindicações internas (processos psíquicos fortemente emocionais, impulsivos e basicamente irracionais) entram em choque com as regras e normas sociais, passando do campo da consciência para o da inconsciência.

Representamos como se fôssemos verdadeiros atores, interpretando uma personagem no palco ou no cinema, quando nos colocamos diante de alguém como sendo mais do que somos; quando dissimulamos um amor ou um desinteresse que não sentimos; quando nos mostramos alegres, e na realidade estamos tristes; quando aparentamos uma frieza que não experimentamos; quando escondemos e mantemos em segredo tudo aquilo que mais queremos e desejamos; quando aderimos a associações de caráter recreativo, cultural, artístico, religioso, político e social, etc., para obter benefícios eu não merecemos, recebendo elogios e reconhecimento.

O crescimento pessoal exige, acima de tudo, coerência, o que significa que o Si-mesmo (Self) deve estar numa relação harmônica entre o que se sente e o que se vive; deve haver uma identidade ou semelhança entre as partes de um todo.

Por que falsificamos nossa realidade? Afinal, o que conseguimos com isso? Danificamos nossa própria intimidade e atravessamos toda uma existência com a angustiante sensação de sermos impostores ou farsantes. Além disso, vivemos aprisionados à angústia e ao medo de um dia descobrirmos quem realmente somos.

O alvorecer do despertar manifesta-se no ser amadurecido quando a luz da consciênciailumina não apenas as áreas externas, mas, acima de tudo, as internas. Muitos indivíduos se satisfazem apenas por possuírem os olhos físicos, que lhes oferecem uma visão parcial ou incompleta da vida. Mas para vermos as coisas tais como são, é preciso desenvolver a acuidade do olho que esclarece, ilumina e guia — aquele voltado para o mundo íntimo. A partir daí, cessamos de projetar de forma contínua.

Como todos os nossos companheiros de viagem transcendental, desejamos preencher ou compensar o vazio existencial que sentimos por não vivermos a essencialidade de nosso ser.

Nossos anseios de ser e de possuir alguma coisa são, no fundo, a compensação da falta de não termos quase nenhuma consciência do que somos e nem para que fomos criados.

Sempre que distinguimos alguma coisa fora de nós e a reprovamos em demais como sendo perniciosa, perigosa, pervertida, imoral, e assim por diante, é provável que ela represente conteúdo existente em nós mesmos, sem que os reconheçamos como possíveis características nossas. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa, e não interna. Se afirmamos categoricamente “todos são desonestos”, estamos, na verdade, tentando projetar nos outros nossas próprias tendências. Ou então, ao dizermos “tudo gira em torno de uma só coisa: sexo”, podemos estar direcionando nossa disposição interna nas demais criaturas, por estarmos pessoalmente insatisfeitos. Muitas vezes dizemos “é inexplicável como aquela pessoa não gosta de mim”, quando, na realidade, somos nós que não gostamos dela, sem nos darmos conta.

Hammed

 

Os 10 Conceitos do Dr. Joseph Murphy, publicados no seu livro “O Poder do Subconsciente”      

1 – Pense no bem, e o bem se seguirá! Pense no mal, e o mal se seguirá! Você é aquilo que pensa, no decorrer de todos os seus dias!

 

2 – O seu subconsciente, nunca discute com você se está correto ou não! Ele apenas aceita o que, a sua mente consciente determinar!

 

3 – Você sempre tem o poder de escolher o bom ou o mau! Você pode escolher a cordialidade, ou preferir ser antipático! Escolha saúde, felicidade, ser prestativo, alegre, cordial, e simpático que, todo o mundo lhe corresponderá!

 

4- A sua mente consciente, é a sentinela no portão! E, tem como principal função proteger o subconsciente das impressões falsas! Procure acreditar que, algo de bom vai acontecer, e está acontecendo agora mesmo, neste exato momento! O seu maior poder, é a sua capacidade de escolha, por isso escolha tudo que lhe faça sentir bem!

 

5- As sugestões, e afirmações, dos outros não têm qualquer poder para prejudicá-lo! O único poder, é a ação do seu próprio pensamento em relação a isso e como reagirá!

 

6- Tome cuidado com o que você diz! Você terá que prestar contas, por cada palavra irresponsável! Nunca diga “vou fracassar”; O seu subconsciente, não sabe identificar se isso é uma piada, ou realidade! Ele simplesmente, faz com que todas essas coisas, se tornem verdades!

 

7- A sua mente não é voltada para o mal! E, nenhuma Força da Natureza o é! Tudo depende de como, você usa os poderes da natureza!

 

9- Nunca diga que não pode fazer determinada coisa! Supere o seu medo, substituindo-o pela seguinte afirmação: “ Posso fazer todas as coisas, através do poder da minha mente subconsciente!”

 

10- Você é o capitão da sua alma (subconsciente), é o senhor do seu destino! Lembre-se: “você tem a capacidade de escolher! Escolha a felicidade!”

 

11- O que quer que a sua mente consciente acredite ser verdade, o seu subconsciente aceitará, e fará com que se transforme em verdade mesmo! Acredite nas bênçãos da vida!

 

QUE A PAZ ESTEJA SEMPRE COM VOCÊ!

Dr. Joseph Murphy

Os 10 Conceitos do Dr. Joseph Murphy, publicados no seu livro “O Poder do Subconsciente”

Aprenda a usar seu Subconsciente a seu favor!

1 – Pense no bem, e o bem se seguirá! Pense no mal, e o mal se seguirá! Você é aquilo que pensa, no decorrer de todos os seus dias!

2 – O seu subconsciente, nunca discute com você se está correto ou não! Ele apenas aceita o que, a sua mente consciente determinar!

3 – Você sempre tem o poder de escolher o bom ou o mau! Você pode escolher a cordialidade, ou preferir ser antipático! Escolha saúde, felicidade, ser prestativo, alegre, cordial, e simpático que, todo o mundo lhe corresponderá!

4- A sua mente consciente, é a sentinela no portão! E, tem como principal função proteger o subconsciente das impressões falsas! Procure acreditar que, algo de bom vai acontecer, e está acontecendo agora mesmo, neste exato momento! O seu maior poder, é a sua capacidade de escolha, por isso escolha tudo que lhe faça sentir bem!

5- As sugestões, e afirmações, dos outros não têm qualquer poder para prejudicá-lo! O único poder, é a ação do seu próprio pensamento em relação a isso e como reagirá!

6- Tome cuidado com o que você diz! Você terá que prestar contas, por cada palavra irresponsável! Nunca diga “vou fracassar”; O seu subconsciente, não sabe identificar se isso é uma piada, ou realidade! Ele simplesmente, faz com que todas essas coisas, se tornem verdades!

7- A sua mente não é voltada para o mal! E, nenhuma Força da Natureza o é! Tudo depende de como, você usa os poderes da natureza!

9- Nunca diga que não pode fazer determinada coisa! Supere o seu medo, substituindo-o pela seguinte afirmação: “ Posso fazer todas as coisas, através do poder da minha mente subconsciente!”

10- Você é o capitão da sua alma (subconsciente), é o senhor do seu destino! Lembre-se: “você tem a capacidade de escolher! Escolha a felicidade!”

11- O que quer que a sua mente consciente acredite ser verdade, o seu subconsciente aceitará, e fará com que se transforme em verdade mesmo! Acredite nas bênçãos da vida!

QUE A PAZ ESTEJA SEMPRE COM VOCÊ!
Dr. Joseph Murphy