A síndrome do pânico

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A sensação estranha chega do nada. Sensação de algo que não se identifica e vem interagindo, tomando conta do corpo. Começa com um frio no estomago expandindo por todo os sentidos, as pernas somem.

Você se pergunta: – E agora?

Um vazio gelado tão grande na alma, sensação do nada, vendo-se sem proteção, sem chão, e agora, o que fazer?

Não consegue nem pensar. Sente-se à beira de um precipício. Joelhos travados, a ponto de alguém ter que ir buscá-lo aonde estiver ou com muito esforço caminha passo por passo. Como se cada um tivesse um quilometro, até chegar num ponto seguro. Senta e chora… Meu Deus; que sentimento é esse?

O medo é tão maior que a terra, o teto ficou baixo, falta de ar, aperto no peito, palpitação, suor, medo, morte!

O que fazer com esse sentimento de ser um ponto no nada. O que poderiam fazer por mim, se todos estão ocupados demais?

O que eu faria por mim? Essa seria a questão certa!

A síndrome do pânico está relacionada com o medo interior, esse que precisamos olhar. Ver o que está aparentemente errado na vida. Medo do desconhecido, medo que vem na alma, através de nossas famílias, nossas limitações, medo indefinido. Sentimento de fraqueza, de pedido de socorro e de ajuda. Pavor!

Aprenda a olhar nos seus próprios olhos com o coração, sem medo da crítica, sem medo do julgamento,  com compaixão. Descobrirá que tem  algo para mudar e que só você tem a resposta. Olhar amorosamente para as necessidades internas, levando luz a essa dor,  clareando com amor poderá encaminhar o processo de cura.

A cura pode estar  perto, e trazer o sorriso novamente com a alegria do coração, com leveza e  ternura . Colocando balsamos de felicidade. Ressignificando todo esse sentimento que trouxe desespero, com um novo olhar, capaz de acolher e transformar sua vida.

Selma D. Flávio

 

Atendimentos

Selma D. Flávio – Palestrante e Terapeuta Transpessoal – Terapia Natural para o Desenvolvimento pessoal e Qualidade de Vida.

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… ajeita o coração, respira fundo e continua com esse sorriso no rosto, a felicidade está de braços abertos pra você, abrace-a e esqueça o resto!

 

 

 

Meditação pode sanar ou prevenir desordens psiquiátricas



Segundo estudo científico, praticantes experientes de meditação parecem ser capazes de harmonizar áreas do cérebro associadas a devaneios, ansiedade e certos distúrbios psiquiátricos, como autismo e esquizofrenia

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A meditação tem sido uma ferramenta extraordinária para estabilizar a mente humana e elevar os padrões de consciência (longtrekhome /Wikimedia Commons)


Praticantes experientes de meditação parecem ser capazes de desligar áreas do cérebro associadas a devaneios, ansiedade e certos distúrbios psiquiátricos, como autismo e esquizofrenia, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos.

 “A prática de meditação tem se mostrado capaz de amenizar vários problemas de saúde, ao contribuir para q
ue pessoas parem de fumar, lidem melhor com o câncer e até mes 

mo evitem a psoríase”, destacou Judson A. Brewer, o principal autor da pesquisa e professor assistente de psiquiatria em Yale.

Os pesquisadores usaram análises de ressonância magnética funcional em praticantes de meditação, experientes e novatos, usando três diferentes técnicas de meditação.

Os resultados mostraram uma redução da atividade na rede neural padrão (DMN – Default Mode Network, ou Rede Neural em Modo Padrão) em praticantes experientes, que é associada a distúrbios de ansiedade, déficit de atenção, hiperatividade e a formação de placas na doença de Alzheimer.

A redução da atividade nessa região, que engloba parte do córtex cingulado posterior e do córtex medial pré-frontal, foi percebida nos praticantes mais experientes, independente do tipo de meditação que faziam.

A investigação também mostrou que, quando a DMN estava ativada, áreas cerebrais associadas ao automonitoramento e ao controle cognitivo foram coativadas nos praticantes de meditação de longa data, mas não nos novatos. Isso também aconteceu quando os praticantes não estavam meditando, mas simplesmente descansando.

De acordo com o estudo, “A meditação tem sido associada com o aumento da felicidade.” (Brewer).

Os cientistas acreditam que os praticantes de meditação podem se concentrar melhor no momento presente, e estão constantemente reprimindo o surgimento de pensamentos egoístas e devaneios, que são fortemente associados com o autismo e a esquizofrenia.

“A capacidade da meditação ajudar as pessoas a permanecer no presente tem sido parte de práticas filosóficas e contemplativas há milhares de anos”, disse Brewer.

“Por outro lado, uma marca distintiva de muitas doenças mentais é uma preocupação com os próprios pensamentos, condição que a meditação parece atingir. Isso nos dá algumas pistas de como os mecanismos neurais podem atuar clinicamente.”

Epoch Times

Doenças relacionadas ao estresse

Pergunta a Osho:

“Fico doente com muita facilidade e acho que isso tem relação com o fato de me esforçar demais. Quando isso acontece, não me sinto mais conectado ao meu centro e o corpo adoece.”

Todo mundo tem de entender o funcionamento do próprio corpo. Se está tentando fazer algo além do que o seu corpo pode tolerar, mais cedo ou mais tarde ficará doente.

Existe um limite para o que você pode impingir ao corpo, então chega o momento em que ele não aguenta mais. Pode estar trabalhando demais. Para as outras pessoas, pode não parecer que você está trabalhando tanto, mas isso não interessa. O seu corpo não aguenta tanto esforço, você tem de descansar.

E o resultado final será o mesmo. Em vez de trabalhar por duas ou três semanas e depois descansar durante um período equivalente, trabalhe por seis semanas seguidas, mas reduza o esforço pela metade… é simples aritmética.

E é muito perigoso trabalhar demais porque pode prejudicar muitas coisas frágeis no corpo – você se sobrecarrega de trabalho e depois fica exausto, deprimido, se joga na cama e se sente mal com relação a todas as coisas.

Reduza o ritmo, vá mais devagar em tudo o que fizer. Por exemplo, pare de andar do jeito que anda. Ande devagar, respire devagar, fale devagar. Coma devagar: se você costuma levar 30 minutos para fazer uma refeição, leve 40 minutos. Tome banho devagar: se está acostumado a tomar banho em 10 minutos, prolongue o banho por 30 minutos.

Não estou falando apenas de seu lado profissional. Nas 24 horas do dia, tudo tem de ser reduzido, o ritmo tem de voltar para o mínimo, para a metade. Tem de ser uma mudança em todo o padrão e estilo de vida.

Fale mais devagar, leia mais devagar, pois a mente tende a fazer tudo de uma determinada maneira. A pessoa que trabalha muito lê rápido, fala rápido, come rápido – é uma obsessão. Seja lá o que estiver fazendo, ela o fará rapidamente, mesmo quando não houver necessidade. É o seu mecanismo automático e passa a ser uma característica quase inerente.

Pare com isso. De hoje em diante, reduza tudo pela metade. Levante-se devagar, ande devagar. E isso também lhe dará uma consciência maior, pois, quando fizer alguma coisa mais lentamente, ficará alerta ao que está fazendo. Quando move a mão depressa, faz o movimento de forma mecânica.

Se quiser ir mais devagar, terá de fazer isso conscientemente. Não é uma questão de falta de capacidade, é uma questão de ritmo. Cada pessoa possui seu próprio ritmo e tem de se movimentar de acordo com ele. Você pode trabalhar o suficiente obedecendo a esse ritmo, e acho até que poderá trabalhar mais. Depois que chegar ao seu ritmo certo, conseguirá fazer muito mais.

Seu trabalho não será febril, transcorrerá de um jeito muito mais suave e você será capaz de produzir mais. Existem pessoas que trabalham devagar, mas essa lentidão tem suas qualidades. E, na verdade, são as melhores qualidades. A pessoa que trabalha rápido pode ser quantitativamente melhor. Consegue produzir mais, mas, qualitativamente, nunca será muito eficiente.

A pessoa que trabalha devagar faz as coisas com mais qualidade. Toda a energia dela flui numa dimensão qualitativa. A quantidade pode não ser grande, mas não é o importante. Se você puder fazer poucas coisas, mas bem-feitas, quase perfeitas, se sentirá muito feliz e realizado. Não há necessidade de fazer muitas. Se conseguir até mesmo fazer uma única coisa que cause extremo contentamento, isso basta; sua vida estará preenchida.

Não existe o que as pessoas chamam de natureza humana. Existem tantas naturezas humanas quanto existem seres humanos, por isso não há critério. Uma pessoa corre velozmente, a outra anda devagar. Não se pode comparar as duas, porque estão separadas, ambas são totalmente únicas e individuais. Portanto, não se preocupe com isso.

Essa preocupação vem da comparação. Você vê que alguém está trabalhando duro e não precisa dormir, enquanto você faz uma só coisa e precisa ir para a cama. Por isso se sente mal, acha que não tem a capacidade que deveria.

Mas quem é essa outra pessoa e como é possível comparar-se a ela? Você é você e ela é ela. Se ela for obrigada a diminuir o ritmo, pode ficar doente. Ela estará indo contra a natureza dela. O que você está fazendo é ir contra a sua natureza – portanto, fique atento à sua essência.

Sempre ouça seu corpo. Ele sussurra, nunca grita, porque não pode gritar. Ele transmite suas mensagens sussurrando. Se você ficar alerta, será capaz de entendê-lo. E o corpo tem uma sabedoria só dele, muito mais profunda que a da mente.

O corpo ainda detém o controle de todas as coisas básicas. Só as coisas inúteis foram atribuídas à mente: pensar. Pensar sobre filosofia, sobre Deus, sobre o inferno e sobre a política.

As funções mais básicas – respiração, digestão, circulação do sangue – estão sob o controle do corpo, enquanto apenas os luxos foram dados à mente.

Ouça seu corpo e nunca faça comparações. Nunca antes existiu alguém como você e nunca existirá. Você é absolutamente único -no passado, no presente e no futuro. Não é possível comparar-se com alguém e também não é possível imitar outra pessoa.

Osho, em “Corpo e Mente em Equilíbrio”

 

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Cuide-se!

Atendimento

Selma D. Flávio – Educadora e Terapeuta Transpessoal

http://www.selmaflavio.com.br

 

 

Diminuição de desejo sexual está entre principais queixas de mulheres brasileiras

Unifesp e USP lançam campanha com ginecologistas para não deixar problemas sexuais passarem desapercebidos no consultório

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Vida sexual. Mulheres, ao contrário de homens, precisam estar bem consigo para ter um bom desempenho no sexo – Latinstock

RIO – Uma rotina estressante, com tarefas intermináveis em casa e no trabalho, está reduzindo o desejo sexual de boa parte das mulheres brasileiras. É o que avalia Ivaldo Silva, professor de Ginecologia da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp), onde coordena o Grupo Afrodite, que abriga um ambulatório voltado para orientar mulheres sobre sexualidade. Ele diz ter notado, na prática, que a perda de libido é uma das queixas mais frequentes entre elas. Tratar esse e outros problemas, ou ao menos identificá-los, faz parte da rotina dos ginecologistas. Ou, pelo menos, deveria.

— Se a paciente não falar, é importante que o médico pergunte sobre a vida sexual dela, pois é uma forma entendê-la de maneira mais ampla — explica o professor. — A sexualidade faz parte do currículo da universidade de medicina, então, teoricamente, todos deveriam ter esta noção. Mas muitos profissionais não falam sobre o tema com suas pacientes.

CAMPANHA PARA FALAR MAIS DE SEXO

Foi pensando nisso que o professor — através do Grupo Afrodite, que abriga o ambulatório — junto da psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do grupo Prosex, da Universidade de São Paulo (USP), lançam hoje a campanha “Sinta-se!”. A primeira atividade do projeto é avaliar como está o diálogo sobre sexo entre ginecologistas e pacientes. Eles aplicarão questionário aos profissionais durante o Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal, que começou ontem. Os resultados dessa pesquisa serão apresentados no próximo congresso de ginecologia, em São Paulo, em setembro.

A ideia da campanha, explica Silva, é lembrar que falar de problemas sexuais na consulta é tão importante como de qualquer outro.

— Infelizmente, mulheres colocam outras queixas acima da sexual — ressalta Silva. — E os próprios médicos costumam dividir a paciente em partes, tratam o coração, o pulmão… Mas é bom lembrar que ela precisa ser vista como um todo. Às vezes uma queixa sintomática tem relação com um problema sexual.

Há cerca de uma década, o Prosex realizou uma pesquisa e revelou, na época, que 56% das mulheres estavam insatisfeitas com a vida sexual e 63% tinham dificuldades de admitir o problema. Também apontou que 56% dos ginecologistas não investigavam a vida sexual de suas pacientes e 50% dos profissionais mostravam-se pouco seguros para responder sobre problemas relacionados a esta questão.

O pesquisador reforça que a mulher tem uma resposta sexual bastante diferente da masculina:

— O homem faz sexo como uma forma de relaxar. A mulher é o contrário disso. Se ela não estiver bem consigo, se não estiver tudo em ordem, ela não consegue funcionar.

Além disso, ele lembra, falta de conhecimento e de conversa, assim como a cultura machista arraigada ainda influencia a visão sobre sexo entre casais:

— Nos países sul-americanos, fala-se muito de sexualidade, mas o casal mesmo não conversa, a mulher acha que precisa manter a regularidade sexual mesmo sem vontade como uma espécie de dever matrimonial, e o homem evita tratar o tema por achar que isto o torna menos viril.

Segundo Silva, a maioria das mulheres que busca ajuda no ambulatório tem curso superior. Em camadas mais baixas e com menor escolaridade, o tema, ele diz, é colocado ainda menos em pauta.


Fonte: O Globo –  FLÁVIA MILHORANCE

A sexualidade da mulher é um assunto mais complexo, envolve padrões limitantes e vida pessoal atual. Muitas vezes deve se refletir e ir a busca de uma ajuda terapêutica.

Informações :

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