AMOR À SEGUNDA VISTA

No prefácio do seu livro, AMOR À SEGUNDA VISTA, Bert Hellinger aponta  qual a postura  para uma relação de amor se sustentar com mais força:


“O que acontece quando o homem diz à mulher e a mulher diz ao homem esta frase: “Eu amo você e aquilo que guia a mim e a você”? De repente não olham apenas para o seu desejo, olham para algo que está além deles. Mesmo que ainda não consigam compreender o que essa frase exige deles ou com o que de especial ela os presenteia, e ainda qual o destino que guarda cada um deles separadamente e juntos – trata-se de uma frase que prepara e possibilita, após o amor à primeira, o amor à segunda vista.”
As relações podem dar certo se conhecemos as ordens ocultas do amor.
Por exemplo, para se preparar para uma relação ou facilitar a fluência do amor em um relacionamento existente é importante ter conseguido tomar  os três círculos do amor, dos cinco que o Hellinger descobriu ao longo destes anos.


1º CÍRCULO DO AMOR: Como você recebe a vida dos teus mãe e pai? Como foi o teu nascimento? Na infância seus pai e mãe estavam presentes?


2º CÍRCULO DO AMOR:
Como você caminha para a tua mãe, pai e vida? Ainda julga teus mãe e pai? Quantos irmãos você tem, vivos e mortos? Qual o seu lugar na família? Você tenta resolver os conflitos de casais dos teus pai e mãe? Já entendeu que o casal que eles formam ou formaram não sobrepõe o fato de serem teus pai e mãe?


3º CÍRCULO DO AMOR: Teus pai e mãe tiveram parceiros importantes antes da relação deles? Estes parceiros são respeitados? Como foi a tua primeira experiência sexual? E de amor? Você sabe dar e receber nas relações? Se mantém do tamanho do parceiro/a ou é maior ou menor? Exige do parceiro/a o que não recebeu dos pai ou mãe? A família do teu parceiro/a tem um lugar em teu coração? E a tua família, tem? Você criou uma relação (família) com teu parceiro/a ou levou ele/a para teu sistema familiar porque o teu sistema é “melhor”? Sabe que há 3 esferas e 5 “entidades” que precisam ser contempladas em uma relação de amor? Você ama também aquilo o que te guia e ao teu parceiro/a, além dele/a? Escolheu este homem ou mulher por benefícios? Usou o casamento para ter cidadanias ou outras vantagens? Está solteiro/a e quer se preparar para uma relação, sem fazer a lista dos atributos do outro? Consegue tirar força e ensinamentos das frustrações nas relações que “não deram certo”? Acha que o parceiro ou parceira nasceu para atender às suas expectativas? Acredita em loja de relacionamentos perfeitos ou está preparado/a para arriscar?


Se busca respostas, tente responder essas questões. Agende-se e venha constelar seu tema pelo WhastApp 11 973873144 – Selma Flavio – Consteladora Familiar.


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CONSPIRAÇÕES DE FAMÍLIA

As constelações familiares têm por objetivo restaurar o equilíbrio das leis sistêmicas, a partir das dinâmicas familiares. É importante ressaltar que uma dinâmica prejudicial pode conter várias rupturas sistêmicas que, deixarão sequelas nessa geração e nas gerações seguintes.

Nas famílias, existem dinâmicas ocultas entre os membros que são capazes de perturbar as ordens do amor, o equilíbrio entre dar e tomar e o pertencimento. Como é possível uma família com 55 filhos? Não é possível. Isso é um fenômeno de agrupamento coletivo, não uma família. Uma família com essa quantidade de filhos não serve de modelo pois gerenciar uma família significa equacionar as muitas dinâmicas subjacentes às relações e que são suficientes para sobrecarregarem até mesmo famílias pequenas.

Sobre as rupturas da ordem do amor, um exemplo seria o distanciamento e o atrito do casal que encabeça a família. Todos sabem que a vitalidade da conexão dos parceiros é fundamental para organizar o núcleo familiar. Não importa o sexo dos parceiros porque o destaque é a coordenação de membros subordinados ao casal, feita mediante a conexão. Quando esta se encontra enfraquecida, ocorre deslocamentos compensatórios para fora da família (extraconjugalidade) ou para dentro dela com um dos filhos, por exemplo, passando a se sentir responsável pela conexão do casal. É comum vermos mães compensarem o enfraquecimento da conexão com o parceiro delas, colando-se aos filhos. Isso provoca uma exclusão do parceiro, sentimentos de rivalidade e de ciúmes, sobrecarga no filho que, por lealdade à mãe, assume a responsabilidade de apoiá-la visto que o parceiro dela não a apoia. Cada filho assim empaca na vida: fracassa na escola, se isola socialmente, fracassa em ter parceria própria… ele está com o “slot” ocupado pelas questões da mãe. A energia que alimenta essas dinâmicas torna o filho (ou filha) infeliz no amor, fracassado financeiramente, incapaz de manter dinheiro, doente mental e fisicamente. Quando a compensação parte do pai que se alia à filha, ele acaba excluindo a parceira. Esta desenvolve sentimento de repulsa ciumenta pela filha, e se torna abusiva, denegridora e humilhante. Por motivos inerentes à sexualidade dos machos, pode ocorrer abuso sexual nesses casos também. Visto a energia materna excluir a filha, esta não se sentirá e poderá, neurótica e compensatoriamente, se refugiar em uma pseudo homossexualidade sofrida, ou se vincular com um parceiro insuficiente, ou desenvolver esterilidade e infertilidade, ou ficar sexualmente frígida ou afetivamente amarga e, materialmente, viver na pobreza.

A dinâmica de um casal deve refletir um dar-e-receber equilibrado porque ele antecede a formação da família. Quando a família antecede o casal (união por causa de gravidez) surge um terreno fértil para disfuncionalidade do dar-e-receber e consequente fracasso da parceria. Ninguém deve permanecer uma parceria contrariado: uma separação saudável é melhor do que uma convivência doentia. Não pretendo banalizar as parcerias; pelo contrário: parceria é coisa séria, não devendo ser estabelecida levianamente, principalmente na existência de prole.

Sobre problemas na dinâmica do pertencimento, os mais simples são aqueles referentes ao de ciúme entre irmãos. O ciúme é quando alguém quer expurgar do outro um afeto que julga que deveria ser seu. É uma disputa por amor e atenção que pode gerar rivalidades inconciliáveis e, inclusive, promover trapaças entre irmãos. Na base disso, existe um anseio de expropriar o fraterno. Quando o ciúme é simbólico, fica no registro do psíquico, gerando preocupações competitivas e desvio de energia. Outro exemplo é o pai que tem ciúmes do filho e quer ser o único macho da horda. Ele pode, simbolicamente, tentar emascular o filho, sendo abusivo, agressivo, fazendo ele se sentir inferior, incapaz e covarde. Normalmente o filho se submete a essa imposição e vira um banana. Na verdade, o banana é o pai que entra em rota de colisão desleal com uma criança, um filho; só que esse segredo é algo que só será descoberto mais tarde. Outro exemplo é quando o excluído, para sobreviver, assume postura de vítima e se converte naquilo de que é acusado, potencializando-as através da conduta, confirmando a tese e o intento familiar, tipo “quem tem fama, deita na cama”. Tal filho entregou à família o próprio direcionamento ao viver reativamente e sem impulso próprio. É alguém que ficou mentalmente doente e precisa de um cuidador substituto (psicoterapeuta, conselheiro, etc.). Quando o ciúmes é entre irmãos e concreto, ele pode embasar trapaça em partilhas, corrupção familiar e até mesmo deserdamento decorrente da cooptação dos irmãos com os pais. Tudo isso, quando não produzir assassinato.

Em resumo, certos acontecimentos trágicos têm origem na quebra do equilíbrio de leis e ordens familiares. Uma família pequena já encerra problemas suficientes para ocupar bastante tempo. Imagine em agrupamentos de 55 filhos adotivos, cujos responsáveis chamaram de “família”! Será algo ainda mais crítico!!! Mesmo sem acontecimentos trágicos emergirem, os efeitos dos desequilíbrios sistêmicos, mesmo quando desapercebidos, serão sentidos nas gerações seguintes porque possuem grande energia. As constelações os revelam e trabalham a energia deles. As constelações os neutralizam e podem colocar as pessoas no movimento correto, em direção à adequação, tornando-as capazes de crescerem e de promoverem o crescimento, o respeito e a responsabilidade.

Se você leu até aqui, curta o artigo e a página para ela poder continuar a crescer e venha conhecer como funciona uma constelação.

Fonte: Livro Constelações Familiares: evoluções – Miguel Mello


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Que tudo que é meu por direito divino chegue até mim.

Espiral de mudanças! Tudo que é meu por direito divino está neste exato momento entrando na frequência que meu ser emana, por merecimento. Sim, eu mereço!

Eu declaro hoje em minha vida e em meu coração a paz que busquei todos esses anos.

Eu perdoo o tempo pelas decepções que carreguei até aqui, e sou grata ao mesmo pelo aprendizado de cada um deles.

Eu abro minha mente quântica para que meus olhos possam ver além das aparências e observar luz em qualquer situação e fé como estilo de vida.

Eu agradeço o ar que respiro por me manter viva e abundante! E respiro profundamente, sentindo meus pulmões fazendo exuberantemente seu trabalho: manter-me viva!

Eu emano amor para meu coração para retribuir todo o amor que ele me ensinou a ter por tudo e por todos – eu sou amor!

Agradeço cada parte mais íntima do meu ser, meus erros e meus acertos, pois eu SOU todos eles reunidos. Eu evolui.

Eu declaro que meus dias daqui para frente serão de novidades, oportunidades e satisfações, tudo se encaixa e gira rapidamente com um único intuito: realizar meus sonhos, todos eles.

Tudo que é meu por direito divino está neste exato momento entrando na frequência que meu ser emana, por merecimento, sim eu mereço!

Fonte O Segredo


Para onde você olha quando precisa se curar?

O corpo
Para onde olhamos primeiro quando precisamos da cura? Olhamos para onde algo dói. Ou seja, olhamos primeiro para o nosso corpo. É no corpo, acima de tudo, que esperamos por alívio. Procuramos um médico que conheça o corpo e suas funções. Ele nos examina e encontra o local que está doendo e o órgão que está sofrendo.
Trata do local dolorido e fornece ajuda ao órgão que não desempenha mais, parcial ou totalmente, suas funções.
Que meios ele utiliza no tratamento necessário para a cura? Ele utiliza os meios que possui à sua disposição como médico. Por exemplo, meios capazes de retirar a dor. Isso já é um alívio enorme para nós.
Trata de um local ferido com as mãos, por exemplo, endireitando um membro deslocado. Às vezes corta algo fora ou costura um ferimento, curando-o com uma pomada.
Às vezes, percebe que nosso corpo está com falta de algum nutriente ou outra coisa, capaz de restabelecer suas capacidades. Prescreve-nos tais meios para que os usemos. Principalmente, prescreve-nos meios para coibir bactérias ou vírus em nosso corpo.
Ao mesmo tempo, sentimo-nos em boas mãos junto a ele. Isto também nos faz bem. Depositamos confiança nele, o que já nos faz sentir melhor. Criamos esperança de que esse tratamento nos curará.


A alma
O que acabamos de aprender aqui sobre a cura, além do tratamento corporal? Além de nosso corpo, nossa alma e nossos sentimentos também desempenham um papel importante na cura. Também devem ser tratados de uma boa maneira. Muitas vezes, sentimos a dor na alma de forma ainda mais intensa que as dores corporais.
Quais são geralmente as dores da alma? Quase sempre, são dores causadas por uma separação no presente, ou vêm da lembrança de separações ocorridas no passado, muitas vezes em nossa infância. Tais dores são experimentadas como traumas. Principalmente em casos onde somos expostos a elas de forma desprotegida, sem poder nos afastar delas.
Essas dores advindas de separações são armazenadas em nosso corpo, podendo ser resgatadas a qualquer instante, por exemplo, através de imagens internas capazes de evocar sentimentos passados, sem que precisemos lutar contra isso.
Nesse momento, nosso comportamento perante as pessoas muda. Sem estar imediatamente conscientes disso, esperamos por uma nova separação que virá.
Ao mesmo tempo, nosso corpo reage de uma forma que faz algo nele se apertar. Ficamos apertados. Por exemplo, perdemos o apetite ou não conseguimos respirar direito. Ou então, nosso coração dói e fica apertado. Ao invés de nos movimentarmos, ficamos sentados ou até mesmo de cama. Nossa força vital e nossas esperanças de uma vida feliz esmorecem. Tornamo-nos tristonhos e fisicamente doentes.
Qual será o resultado quando procuramos um médico nesse estado? Esperamos a cura? Ou aniquilamos internamente seus esforços? Separamo-nos dele sem esperanças como outrora? Onde começa a cura?
Em primeiro lugar na alma, através da cura das dores da separação do passado. Retornamos às pessoas das quais nos sentimos separados de forma dolorosa. Dessa forma, retornamos também à esperança. Ao longo deste livro mostrarei, em detalhes, como isso é possível. Ao mesmo tempo, irei conduzi-lo ao caminho da cura da alma através de exercícios internos e meditações.


O espírito
A pergunta é: como conseguimos a compreensão e a força para seguir esse caminho? A quem obedece a nossa alma? De onde obtém a fé na cura do corpo?
Ela obtém essa fé do amor. De um outro amor, muito além do amor que nos adoece, que nos adoece primeiro na alma e depois no corpo. Pois, o amor também faz adoecer. Por isso, é importante distinguir entre o amor que adoece e o amor que cura.
Você se surpreende com essa informação? Essa compreensão se manifesta como verdadeira em diversos sentidos nas Constelações Familiares. Todavia, o amor que leva à doença é diferente do amor que cura.
Diferentemente do amor que sentimos em nossas relações, o amor que cura é um amor do espírito. É o amor deste poder espiritual que, de forma criativa, trouxe à existência tudo aquilo que é.


Fonte Bert Hellinger – Livro A Cura


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BEBÊ CHORA, O QUE A MÃE CALA

“Se eu pudesse dar só uma informação preciosa para uma mulher que acaba de dar à luz, seria essa: O BEBÊ CHORA O QUE A MÃE CALA.

Como doula pós-parto, como consultora em amamentação ou como mãe que apoia outras mães, eu sempre vejo isso acontecer. Bebês que choram sem parar, tendo peito ilimitado, tendo sling, tendo mãe em tempo integral, tendo banho de ofurô, tendo música clássica e som do útero no YouTube tocando. Eles choram. Sem parar.

Mas não são eles que choram, de verdade. Quem está chorando – por dentro – é a mãe, imersa no caos do puerpério, entre a privação intensa de sono e as dificuldades de amamentar. A mãe cala o choro, e carrega a angústia que dar à luz traz: a responsabilidade eterna de cuidar de outro ser. O fim da mulher que ela conhecia. O nascimento de uma nova mulher que é uma completa desconhecida. Todo o peso que pôr um filho no mundo significa, recai sobre seus ombros. E ela cala. A dor é silenciada, porque quase ninguém compreende verdadeiramente o peso do puerpério.

O puerpério é uma água represada, que cedo ou tarde precisa ser liberada. O bebê são as comportas abertas.

E essa água vem feito um dilúvio! E o bebê vai chorar. Vai chorar a falta de descanso da mãe. Vai chorar a falta de cumplicidade do marido. Vai chorar a avó que ou se ausenta demais ou se intromete demais. Vai chorar as dificuldades de amamentar. Vai chorar o parto que nem sempre sai como o sonhado. Vai chorar o medo de falhar que a mãe carrega. Vai chorar o corpo que se revela tão disforme.

Nunca se diagnosticaram tantos bebês com cólica, com refluxo e com alergias como hoje. Doenças que justificam a mesma coisa: o choro que não cessa. Pode ser que hoje a medicina identifique mais os casos que antes passavam batidos? Pode. 
Mas eu vejo um outro lado também… Nunca a maternidade foi tão solitária como é hoje. 
Antes, quando uma mulher dava à luz, sua mãe, avó, tias, vizinhas, todas se encarregavam de cuidar da nova mãe. Cuidar da casa, cuidar da mulher, cuidar de ajudá-la. Hoje não. 
Parimos (e re-nascemos) e estamos sozinhas. Ninguém lida com nossa bagunça – da casa e da alma. E nossos filhos choram, tudo que nós não temos tempo – enquanto arrumamos o caos externo – para chorar.

Me lembro bem, no puerpério do meu segundo filho, quando eu, nervosa, respondi rispidamente alguma coisa que minha mãe perguntou. Minha mãe, sem entender nada, me perguntou o que estava acontecendo… Eu explodi em lágrimas, e gritei enquanto me afastava pela casa: “puerpério, mãe! Simplesmente, puerpério!”

E eu chorei. Longos dias. Aceitando e acolhendo minhas sombras. Respeitando as dores que o novo puerpério trazia. Conhecendo a mãe completamente nova que nascera com o segundo filho. E quanto mais eu chorava e falava, mais meu bebê se pacificava. E tudo fluía no curso natural: eu libertava meu filho de chorar minha angústia. E ele sorria, livre de ter que falar o que eu calava.

Se seu filho chora, olhe pra você mesma. Olhe para o que dói em você. Pode ser que esse movimento de olhar para dentro cause desconforto. Pode ser que você não consiga se reconhecer. Mas o faça ainda assim.
E chore… o sono, a dor, o parto, o medo, o amor. Tudo isso é intenso demais e grande demais. Precisa ser vivido, falado e, também, chorado.

Peça colo. Se entregue a abraços. Verbalize a dor. Acolha sua fragilidade. 
Cuidar de si própria é a primeira forma de amar o seu filho. Só podemos cuidar do outro quando cuidamos de nós.

Texto original da doula Bruna Estrela


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“A felicidade almejada pelo “eu” nos escapa com facilidade.
Nós crescemos quando ela se vai.
A felicidade da alma chega e permanece.
E cresce conosco.”
Bert Hellinger

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“A minha alma tem pressa” – Belíssimo poema para refletir


Nós todos sabemos que a vida muitas vezes não é longa o suficiente para viver tanto quanto gostaríamos, mas muitas vezes, além disso, não somos capazes de valorizar o que temos, o que vemos, desperdiçamos tempo com coisas que não merecem, não porque sejam irrelevantes, mas porque nosso coração não está nelas.

Mário de Andrade nos deixa um lindo poema (O valioso tempo dos maduros), que nos mostra uma bela apreciação da vida, que se conseguirmos nos inspirar nele, podemos sem dúvida dar muito mais valor a cada segundo com esse presente que chamamos vida

O valioso tempo dos maduros 

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.

Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.

As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.

E para mim, basta o essencial!

Mario de Andrade

Adaptado do site Perlas para el alma

As Doenças e Seus Significados Sistêmicos

Os doenças tem origem em coisas imateriais, inconscientes e ocultas que refletem uma parada do fluxo energético, fazendo com que um órgão seja atingido na forma de doença ou distúrbio. 
Essa parada do fluxo de energia ocorre entre dois a quatro anos após perdas ou fracassos no sistema e são sinais de “desordem” na alma da família, quando alguém está fora do lugar. 
Isto tem a ver com dinâmicas básicas de 3 tipos e subjacentes às doenças: 1) a tendência de seguir alguém rumo à morte, doença ou um destino específico; 2) tentativa de se colocar no lugar de alguém “é melhor eu morrer, do que você”, “é melhor eu sair do que você”; 3)penitência causada por culpa pessoal. 
As doenças acontecem também por causa da conexão que existe entre o órgão da pessoa com outra pessoa: é como se o órgão trabalhasse por essa pessoa excluída ou não-reconhecida. 
As resoluções dessa desordem no sistema familiar podem ser falsas, por meio de excesso de trabalho, agitação, dedicação profissional exagerada, exacerbação do pensamento, negligência/supervalorização corporal e melancolia.

Hellinger relata em “O amor do espírito”, (2009) que certos fenômenos de constelação significavam intrigantes eventos do sistema familiar:
1) Gagueira – Somando-se ao que já se sabe, por meio de outros paradigmas, a respeito da etiologia dessas doenças, a partir do paradigma do campo constelar, os distúrbios da fala mostram atitudes conflitantes ou segredo na família. Alguém foi mantido em segredo, ausente, sem ter chance à palavra. A pessoa olha como se perguntasse se tem permissão para falar.

2) Dependência química (inclusive álcool) – Falta do pai. O pai do cliente precisa ser acolhido no coração do terapeuta, trazido de volta e considerado sem julgamento. O pai desprezado pela mulher, leva a criança ao vício.

3) Doenças de pele (psoríase, dermatite, herpes) – Somando-se ao que já se sabe da etiologia dessas doenças, no paradigma do campo constelar, elas ocorrem quando um sentimento ruim de um ex-parceiro é deslocado para um filho do segundo casamento. No trabalho de constelação, o representante da segunda mulher deve pedir que as crianças sejam vistas com benevolência.

4) Transplantes – A doação liga as famílias do doador e do recebedor. 
4a) De órgãos: os “representantes” dos órgãos gritam. No canibalismo comer os órgãos dos inimigos de guerra trazia força e coragem aos vencedores. Era uma homenagem. Sem julgamento.
4b) De sangue: podem ocorrer mudanças de personalidade.

5) Psicose, esquizofrenia, bipolaridade – Somando-se ao que já se sabe, por meio de outros paradigmas, a respeito da etiologia dessas doenças, a partir do paradigma do campo constelar, se observou que o cliente “psicótico” alterna papéis de agressor e vítima mostrando que a paz não foi selada nas gerações anteriores. Observa-se sempre que houve uma cena violenta/assassinato na linhagem dos ancestrais da família do pai ou da mãe. A solução requer do agressor dizer “sinto muito” para que haja liberação das famílias do peso da vingança.

6) Epilepsia – Somando-se ao que já se sabe, por meio de outros paradigmas, a respeito da etiologia dessas doenças, a partir do paradigma do campo constelar, há um impulso assassino em direção a membros da família e a convulsão impediria a expressão desse impulso.

7) Obesidade – Essa posição é inviável porque o terapeuta corre perigo ao ficar entre a mãe e o cliente.

Certas listas são um risco de serem oferecidas porque as pessoas as tomam como um livro de receitas, para aplicação mental indiscriminada, sem intuição nem discernimento e, principalmente sem levar em conta os fenômenos do campo constelar. 
Por causa disso, melhor dizermos que a lista acima apenas reflete as experiências relatadas por Hellinger.


Evento – O Caminho da Cura  – Constelação Familiar
Data 15/06/2019 – às 10h – Sábado – São Paulo
Informações- WhastApp 11 973873144 – Selma

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