Em paz com o passado – detalhes que fazem a diferença no amor


 

Parece incrível, mas aprender apenas a respeitar os relacionamentos anteriores, pode fazer a diferença na sua vida amorosa.

 

Em paz com o passado

Em sua terapia do amor, Bert Hellinger (criador das Constelações Familiares) coloca como imprescindível reconhecer a aceitação do afeto experimentado em relações anteriores: um novo amor só poderá ser bem-sucedido se houver o reconhecimento de tudo o que nos foi dado pelos demais relacionamentos. A primeira relação amorosa tem influência sobre todas as outras, constata. Segundo o terapeuta, a rejeição consciente ou inconsciente de amores passados bloqueia a força de um novo amor. “Se você amar alguém depois, não poderá agir como se não tivesse vivido outro amor antes. Se aceitar o que viveu, com respeito aos antigos parceiros, as próximas relações poderão ser mais enriquecedoras do que se você for vivê-las como se fosse a primeira.”

 

 

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Selma Flávio – Constelação Familiar e Terapias Vibracionais
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Somos sons ???? e as palavras são sementes????”


Somos sons ???? e as palavras são sementes????”

Pronunciar Sinto muito devolve a unidade perdida. O som é assimilado por seus ouvidos e viaja pela tua pele, que é o órgão mais extenso do teu organismo. A expressão te conecta e te faz sensível frente às vivências dos demais, te desapega dos resultados e te converte em uma unidade.

O som das palavras “Perdão”, “Perdoa-me”, faz eco em teu pâncreas e em teu cólon, desatando laços e liberando histórias

E se pudesses ver o que mobiliza no teu corpo um eu te agradeço, sou grato/grata, obrigado / obrigada; sorririas junto às tuas células, preenchendo suas veias, limpando seu interior e convertendo teu sangue em luz em esse ato desprendido e sincero de quem te devolve gratidão.

Te amo, amo você , você é amado/amada, você é muito importante para mim são os sons mais curadores do Universo… essas minúsculas frases cobrem teu corpo e viajam através dos teus pulmões, desobstruindo tua respiração… elas atingem teus rins e transmutam os medos, fazendo com que milhões de células sorridentes deem energia às células tristes do teu sistema imunológico. E também permitem que algumas outras, que nasceram com a arte da jardinagem, semeiem relva suave, fresca e verde ao redor das zonas mais áridas do teu corpo. Em síntese: elas renovam a tua esperança.

Se pudesses ver o que provocam as palavras, em ti e nos demais, começarias a observar teus pensamentos, teus silêncios, teus sons e teus ruídos, porque neste oceano de energia que somos, cada onda que emitimos cria ondas de diversas cores e intensidades, que influenciam os demais.

✨ Sinto muito ✨ Perdoa-me ✨ Agradeço ✨ Amo você✨ Você me importa✨

Estas devem ser palavras e expressões cotidianas em nosso vocabulário. Para o nosso próprio bem. E para o de todos. Todos os dias.

Tenha a coragem de viver e praticar o Amor. E não esconda isto: o Amor é cura-dor (e quem ama é um vence-dor ????).

“O sentido a vida é conhecer e amar a Deus e ao outro.” – tradução: o sentido da vida é o AMOR.

 


 

SAWABONA – “Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim”


SAWABONA!!!

Há uma “tribo” africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: “Eu sou bom”.


Sawabona Shikoba!


SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:


“Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim”
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
“Então, eu existo pra você”

 


 

Existem mais pais hiperpassivos do que crianças hiperativas


Existem mais pais hiperpassivos do que crianças hiperativas

O termo hiperatividade se tornou muito popular. Muitos pais pensam que seus filhos sofrem desse transtorno, que seus filhos são crianças hiperativas. Respeitando os defensores e difamadores da existência de tal transtorno, parece que não existem tantas crianças que o tenham a ponto de justificar o grande número de diagnósticos que têm sido feitos. Isto é, falamos de um transtorno – no caso de poder falar dele como tal – super diagnosticado.

Existem muitos pais, muitos mesmo, que recorrem aos centros de psicologia, psiquiatria infantil, ou neurologia em busca de um diagnóstico que confirme suas suspeitas. Uma suspeita que, segundo eles, aponta que seu filho é hiperativo. O fato é que muitas vezes este diagnóstico não se confirma e os pais saem mais desanimados da consulta do que entraram (por mais contraditório que pareça), e outras vezes este diagnóstico é confirmado, mas se dá de forma equivocada.

Em uma primeira consulta com os pais, depois de identificar condutas problema, é feita uma avaliação do menor e da dinâmica familiar. Se for necessário intervém-se na família, a fim de otimizar a dinâmica familiar e a conduta da criança.

Crianças hiperativas ou pais hiperpassivos?

Alguns dias atrás, enquanto lia um texto da internet que dizia: “Existem mais pais hiperpassivos do que crianças hiperativas”, fiquei pensando e isso me fez refletir e decidir escrever um artigo sobre este tema. Achei que haveria questões interessantes, então vamos a elas.

Existe e é conhecida a enorme demanda de diagnósticos de Transtornos de Atenção ou Transtornos por Déficit de Atenção com ou sem hiperatividade (TDAH) em crianças que não se concentram em sala de aula, não fazem suas lições, se mexem demais, são mais inquietas… Além disso, podemos enumerar mais queixas que, disfarçadas de sintomas, fazem os pais ou os professores acreditarem que estas crianças (que não atendem às suas expectativas) têm algum tipo de problema ou transtorno psicológico.

menino-brincando-corda

Vão dando voltas pelas consultas com diferentes profissionais e especialistas com o objetivo de diagnosticar e rotular seus filhos como hiperativos para ficarem tranquilos e, no pior dos casos, medicá-los. E desta forma, agir de forma hiperpassiva.

Pais excessivamente ocupados e preocupados

É verdade que as mães e os pais não passam o dia todo sentados assistindo à televisão ou olhando o celular. Muitos têm inclusive mais de um trabalho fora de casa, além das tarefas domésticas. No dia a dia não param, vivem estressados, com pressa, estão muito ocupados (e as crianças também) e chegam tarde e cansados em casa, passam muito pouco tempo com seus filhos e o pouco tempo que passam é de forma passiva.

Os pais e os filhos têm tão pouca energia ao chegar em casa que não têm vontade de brincar na rua, cozinhar juntos, não existe tempo para se jogar no chão para brincar em casa, fazer cócegas na cama, fazer torres com blocos, cantar ou dançar, rir juntos, inventar histórias com bonecos ou animais, contar histórias, etc.

A tecnologia e as telas ocupam esses momentos compartilhados. Assim, as crianças não têm oportunidades de gastar a sua energia, chegando inclusive a sofrer sintomas de ansiedade, estresse ou tristeza excessiva, tédio ou esgotamento. E os pais começam a se preocupar com esses sintomas.

“Os pais de família verdadeiramente felizes não estão com frequência nos bares.”
-Adolfo Kolping-

pai-e-filho

Passar mais tempo com os filhos implica reforçar vínculos

Acredito firmemente que vale a alegria, mais que a pena, passar mais tempo com os filhos para brincar e estar presentes com eles enquanto a infância durar. Então, é preciso se esforçar para criar outras formas de estar com eles em função da sua maturidade e das suas necessidades peculiares. Nunca é tarde para a revisão e a mudança.

“Cada dia de nossas vidas fazemos depósitos no banco da memória de nossos filhos.”
-Charles Swindoll-

Porque não existem tantas crianças hiperativas, nem tantas crianças com problemas de conduta, existem muito mais pais hiperpassivos, que não assumem de forma responsável a paternidade. Inclusive, tendo-a escolhido, parecem não ser conscientes de tudo o que isso implica, do gasto de energia, de passar tempo com os filhos, de se ocupar das necessidades dos seus filhos. Também de conseguir muitas realizações, momentos de felicidade e fortalecimento do vínculo paterno filial, que sem dúvida, é a base de um bom desenvolvimento psicoemocional das crianças.

Quando alguma coisa não funciona em casa, ou percebemos que nossos filhos podem estar com algum problema, é hora de parar e analisar a situação.

Fonte amenteemaravilhosa


Por que é difícil amar as pessoas que não se amam?


Por que é difícil amar as pessoas que não se amam?

 

O problema daqueles que não se amam é que acreditam que não são dignos do carinho dos demais. Seu medo do abandono os tornam mais propensos ao mesmo .

 

 

Apaixonar-se das pessoas que não amam a si mesmas pode ser uma tarefa realmente difícil.

O principal motivo é que, quando você ama alguém, quer lembrar sempre o incrível que ela é. Alguém que não se ama não consegue aceitar este tipo de comentário.

As pessoas que não se amam costumam rejeitar os elogios sem se dar conta do quão doloroso pode ser para os outros. Por esta razão, todos buscamos um parceiro que valorize a si mesmo.

 

A anterior não é a única razão pela qual amar quem não se ama é difícil. Estes são outros motivos:

 

A comunicação é difícil

A comunicação pode se converter em toda uma odisseia caso você esteja em uma relação com alguém que não sabe amar a si mesma.

Estas pessoas costumam mal interpretar as coisas que dizemos e assumir sempre o pior.

Para muitos é muito frustrante viver esta classe de situação. Na maioria dos casos, aqueles que não se amam simplesmente projetam seus próprios defeitos no parceiro.

Por exemplo, você completa uma boa ideia que seu parceiro tenha tido; algo que é muito comum, mas o outro pode tomar sua atitude como indulgente ou como se você mentisse.

É difícil cuidar de alguém que não se preocupa com sigo mesmo 

Casal que não se ama

Para qualquer um pode ser frustrante gostar de alguém que não se ama e nem se preocupa com sigo mesmo. Isso faz com que frases espontâneas como um “você está bem hoje” se tornem uma discussão devido a sua baixa autoestima.

É muito comum que, devido aos seus problemas de insegurança, estas pessoas comecem a reprovar tudo o que você diz.

É cansativo gastar o tempo e energia tentando fazer a pessoa que você ama sorrir e não obter o resultado que espera.

Depois de tudo, por mais que você se esforce, é pouco provável que a pessoa confie em você ou que valorize suas palavras.

As pessoas que não se amam se tornam excessivamente dependentes

É normal, na medida certa, que quando seu parceiro se sente triste ou negativo, confie e conte com você para que lhe anime e lhe faça se sentir melhor. Isso é certamente o que você espera da outra pessoa.

Isso deixa de ser algo saudável quando se depende do parceiro para conseguir a felicidade. A dependência extrema pode levar o parceiro a se tornar asfixiante.

É provável que ele chegue a pensar que você o deixará. Com o tempo, começará a pensar que isso pode não ser uma má ideia e o motivo de sua felicidade terá ido.

Aquele que não se ama costuma rejeitar a ajuda dos demais 

Quando você ama alguém, quer lhe ajudar a buscar seu bem-estar. No entanto, deve lembrar de que sua rejeição a si mesmo vem existindo desde antes de vocês se conhecerem, o que não os deixa querer receber ajuda de ninguém.

Isso complicará as coisas, já que, mesmo que você pense que em algum momento a pessoa poderá aceitar sua ajuda, na verdade é muito pouco provável que aconteça.

Você deve se lembrar de que não pode mudar as pessoas. Ninguém é capaz de transformar sua essência para ser o que queremos que ela seja ou conseguir o que esperamos delas.

A confiança na relação costuma terminar destruída 

Mulher que ama seu parceiro

Quando alguém não se ama pelo que é, não entende por que outras pessoas podem amá-la. Costumam estar constantemente preocupadas de que seu parceiro “perceba” como ela é realmente e termine com o relacionamento.

Este tipo de coisas torna muito difícil estabelecer um vínculo de confiança com seu parceiro.

Uma pessoa que está permanentemente angustiada ou preocupada que a outra pessoa se vá, costuma ter comportamentos negativos. A ironia é que é justo este tema que acaba por afastar à pessoa.

Coisas que você saber caso ame uma pessoa que não se ama 

Se você tem a capacidade de estar ao lado de alguém que não se ama significa que você é uma pessoa carinhosa e protetora.

No entanto, acreditar que com uma conversa tudo se acertará não é bom.

Se você está realmente disposto a ajudar seu parceiro a deixar de se rejeitar, deve considerar que, em primeiro lugar, deve ser a própria pessoa que realmente queira mudar e aceite a ajuda que está lhe oferecendo.

Você deve prestar atenção porque quando se sentir esgotado física e emocionalmente devido à relação, é provável que se trate de uma situação da qual deve sair.

Nesse caso, responda a estas perguntas:

  • Realmente acredito que meu parceiro pode mudar?
  • Meu parceiro está consciente de que não estou satisfeito?
  • Realmente tem interesse em mudar?

Uma vez tenha as respostas, você se dará conta se vale ou não a pena seguir tentando.

Depois de tudo, você não deverá sacrificar sua própria felicidade com uma pessoa que não quer deixar de ser infeliz. 

Lembre-se de que o único que é responsável por sua felicidade é você mesmo, assim como seu parceiro deverá ser responsável pela dele.

 

Fonte: melhorcomsaude

 


 

 

AS DEZ IRMÃS DE LUZ – kuan Yin


AS DEZ IRMÃS DE LUZ
 
Você é uma Alma adianta e já viveu muitas encarnações, irradiou sua luz através de muitos rostos diferentes. Sua Alma aprendeu mutas habilidades
em vidas passadas, desenvolveu capacidades e talentos. Esta é uma vida de culminação no sentido em que sua Alma está reunindo potencialidades desenvolvidas ao longo de muitas vidas em uma expressão unificada. É como canalizar o poder de dez irmãs, ou  mais, em sua vida atual. Prepare-se para crescer e brilhar, amado.
 
Kuan Yin chama sua atenção, que está na hora de perdoar e se perdoar.
Venham meditar com a Mestre Kuan Yin e receber o momento de reflexão, amor e cura.


“Pedindo AMOR, PERDÃO, MISERICÓRDIA para nós e todo o planeta, transmutando e transformando nossos corações e todos os padrões inferiores da aura coletiva planetária.
Mestra Kuan Yin é a Grande Mãe da Compaixão, também conhecida como a Mãe dos Relacionamentos.”

CARGO QUE OCUPA NA HIERARQUIA ESPIRITUAL

               Deusa da Misericórdia e  membro do egrégio Conselho Cármico, Kuan Yin atrai, do Coração Celeste, a Chama da Misericórdia e Compaixão para os planos mais densos da Terra, onde, temporariamente, a humanidade sofre amargas experiências de vida, como retorno de energia mal qualificada em suas experiências de vida.

                    Kuan Yin dedica atenção especial à família e auxilia pais e filhos a extinguirem os laços cármicos que os aprisionam.   Presta incomensurável serviço à aqueles que   passaram pela suposta “morte”,  purificando os seus corpos e preparando-os para se apresentarem ao Conselho Cármico.

                   Ela promete,  a todos que têm, em casa, a sua imagem e que se conectam com ela através desse objeto, magnetizar a imagem de forma que ela irradie a Chama da Misericórdia e da Compaixão para aquele lar.

                   A amada Kuan Yin diz : ” Pensai em mim quando atuais em vosso mundo, pensai no Amor e Misericórdia.  Recomendo o perdão quando estais em desarmonia com vossos semelhantes. Quando observai as suas franquezas, envolvei-os na Chama da Compaixão. Perdoai a todos e também recebereis em profusão  a Misericórdia e o Perdão.”

 


Terças-feiras às 16h
Colaboração voluntária 10,00
Inscrição 11 973873144 whatsapp
Tatuapé - SP



OPERA DAS ARTES SOB O OLHAR DE UM ANALFABETO

Opera das artes sob o olhar de um analfabeto
(Crônica)
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Depois que mudei tudo em mim que era preciso mudar, me redescobri neste mundo material. Mudei a crença de toda a culpa, mudei a esperança em toda cúpula, passei a ver Deus em todas as flores, agradecer pela água e pelos ventos, absorver o ar, como uma dádiva Divina e não apenas, como simplesmente, algo natural que me mantém vivo.
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Compreendi que não sou matéria mas, que sou luz em vibração; a perceber Deus, não com cara de homem, mas com matizes de energia, entendi Sua mutabilidade fora de meus conceitos, compreendi a vibração das auras que se abraçam. Que o riso tem efeito de luz que clareia caminhos.
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Só, ainda, não consigo entender porque os direitos têm preços e esses eu não posso pagar com a minha alegria ou, com a minha gratidão. E, ainda, com a minha visão espiritualizada da beleza, nem a profundeza das palavras que me traduzem. Tudo que sei e penso e vivo, parece tão insipiente diante dos preços e das leis que me fazem subordinar-se ao dinheiro.
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O poder da obtenção está no dinheiro, que eu não tenho para ver as artes, nem, se quer, assistir a uma peça teatral, não posso me deliciar sentindo meu espírito flutuar ao som das sinfônicas. Aprendi que no tom dos pássaros têm a melodia das estrelas.(Quem bom! Agradeço por não ter, ainda, que pagar impostos por isso!)
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Mas não entendo porque me privam de ver e sentir a arte dos humanos, faço parte ou não, deles? …São tantas coisas lindas e, eu, não queria morrer sem vê-las todas. Sinto sede do mar, sinto o dulçor dos tons das cores dos quadros, só imaginando-os, daqui, de minhas impotências, diante do poder de se ter ou não ter, como apreciá-los, como a você; que os podem apreciá-los.
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Imagino dentro de mim, o que senti, dentro de si – sem invejá-lo –, você tem o direito que eu só posso querer tê-lo.
Eu sinto que não sou apenas um. Porque não importa se você tenha ou não dinheiro, se caíres em minha frente, lhe darei meu braço e minha mão, de fato, não me sinto único, não sou único.
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Eu sou apenas analfabeto financeiro, apenas mais um que nunca teve oportunidade. Que bom que não me deram, devem pensar.
Mas tudo isso, apenas porque eu amo as artes. E, eu queria muito morrer feliz com o meu país!
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Porque será que é tão difícil para você encontrar estas mesmas razões dentro de seu coração… Porque você não se importa comigo, com ele, com o outro ali…Há muitos de nós que gostaria de ler, de ter compreensão, de saber discernir! Porque você permiti que nos alienem? É isso que é ser democrático? O dinheiro é democrático? Viver subjugado é prática democrática?
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Eu sei você deve estar achando muito engraçado todos esses meus “erros” de valores. Mas se fosse uma opera sendo cantada por Maria Callas, não ficaria de pé, para aplaudi-la? As artes falam, gritam, até. Mas para quem pode degustá-las e aplaudi-las, não para mim, que sou apenas um analfabeto e vivo no interior.
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Vocês deviam parar de trancafiar as artes de forma tão egocêntricas, deixem, por favor, o vigor de seus aplausos, virarem essência de amor por todos nós, analfabetos financeiros, pobres mortais Brasileiros!
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ZéReys Santos.