OS HÁBITOS QUE NOS TORNAM INFELIZES

Em algum momento, todos nós já nos queixamos da vida e de toda tristeza que sentimos. Mas reclamar não adianta; o importante é mudar os hábitos que nos tornam infelizes.

Ingratidão

Existem muitas coisas dais quais não gostamos, sonhos que não conseguimos realizar e experiências que deixaram um sabor amargo na boca. Não importa se você acredita que a sua vida é ruim ou se recebe muito menos do que merece, ser grato não significa estar conformado com o que temos, mas agradecer as oportunidades recebidas e continuar buscando tudo o que desejamos.

Para deixar de ser tão infeliz, pare de reclamar daquilo que você não tem e dê valor as oportunidades recebidas. Lembre-se de que, neste momento, alguém está lutando para conseguir o que você já tem.

Pare de evitar as mudanças

A mudança é um aspecto natural da vida e a vivenciamos todos os dias. Ela nos permite melhorar e alcançar nossos objetivos. No entanto, o medo e o comodismo são fatores que podem evitar nosso crescimento. Qualquer situação boa ou ruim que vivemos hoje pode nos levar a um futuro melhor; basta permitir que a mudança aconteça.

Aprenda a viver no presente

Algumas pessoas passam a vida vivendo em outro tempo e lugar. Alguns se arrependem ou se lamentam do passado, pelas oportunidades perdidas ou pelas decisões tomadas. Outros vão mais longe e pensam no trabalho que desejam, imaginam as decisões que tomarão e se animam com que o futuro lhes trará. É importante planejar e traçar metas para o futuro, mas não podemos nos esquecer do presente.

Temos que aprender a viver aqui e agora. Não vale a pena pensar no que já foi e nem mesmo no que virá. As pessoas felizes sabem que devem aprender a viver no presente e tomar as decisões que as levarão para o futuro que desejam.

Cuidado com a autossabotagem

Ninguém pode nos derrubar de forma tão eficiente como nós mesmos. Nossa mente é a arma mais poderosa que temos, e quando a usamos indevidamente, é a mais destrutiva. Devemos prestar atenção aos nossos pensamentos e ao que dizemos a nós mesmos. As pessoas felizes são capazes de dominar a sua mente, de modo que os pensamentos negativos não têm espaço por muito tempo. Ouça a sua conversa interior e substitua os pensamentos negativos por positivos.

Aparentar o que não é

Um dos desafios mais difíceis da vida é reconhecer e aceitar quem realmente somos.Sempre haverá alguém mais alto, mais inteligente ou mais rico que nós, e contra isso não podemos fazer nada. O que nos torna únicos e especiais são as nossas características e individualidade.

Todos esses hábitos são baseados nas decisões que tomamos diariamente na nossa vida. É nossa responsabilidade ser feliz ou infeliz. Tome a decisão de ser feliz e siga em frente.

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Fonte: A Mente é Maravilhosa

Os campos dos sentimentos

“Sempre que seu sentimento está em conflito com seu desejo, o sentimento será o vitorioso.”

Neville Goddard

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Quero que você entenda o que lhe acontece quando você dá amor através de seus bons sentimentos porque isso é realmente magnífico. Seus sentimentos criam um campo magnético que lhe cerca completamente. Toda pessoa é cercada por um campo magnético e, assim, aonde você vai, o campo magnético vai com você. Você pode ter visto imagens antigas representando algo semelhante onde eles mostram uma aura ou halo cercando uma pessoa. Bom, a aura ao redor de cada pessoa é na verdade um campo magnético, e é através do magnetismo de seu campo, que lhe cerca, que você atrai tudo em sua vida. O que sempre determina se seu campo é positivo ou negativo em qualquer momento são seus sentimentos!

A cada vez que você dá amor, através de seus sentimentos, palavras ou ações, você soma mais amor ao campo que lhe cerca. Quanto mais amor você dá, maior e mais poderoso fica seu campo magnético. Tudo que está em seu campo magnético está atraindo para ele mesmo e, assim, quanto mais amor há em seu campo, mais poder você tem para atrair as coisas que você ama. Você pode chegar num ponto onde o poder magnético em seu campo seja tão forte e positivo que você tenha um lampejo ao imaginar e sentir algo bom, e em pouco tempo, aquilo aparecerá em sua vida! Este é o poder incrível que você tem. E este é o poder fenomenal da força do amor!

“Através de sua habilidade de pensar e sentir, você tem domínio sobre toda criação.”

Neville Goddard

Quero compartilhar uma situação muito simples que aconteceu na minha vida que demonstra quão rápido o amor pode trabalhar. Eu amo flores e, assim, faço meu melhor para ter flores frescas toda semana pois elas me fazem sentir feliz. Normalmente eu compro flores do mercado de uma fazenda, mas nessa semana em particular estava chovendo e não houve o mercado da fazenda, e nenhuma flor. Minha reação ao não haver flores foi que isso foi realmente bom porque isso me faria apreciar e amar as flores ainda mais. Ao invés de me sentir desapontada, escolhi sentir amor e, então, preenchi meu campo magnético com o amor pelas flores.

Dentro de duas horas eu recebi uma entrega de um enorme vaso de flores. Do outro lado do mundo, minha irmã me enviou as flores mais lindas que eu já havia visto, me agradecendo por algo que eu havia feito por ela. Quando você dá amor, não importa quais as circunstâncias, as circunstâncias têm que mudar!

Agora você pode avaliar o motivo pelo qual é tão importante escolher o amor, pois a cada vez que você dá amor, você aumenta e multiplica o amor no campo magnético ao seu redor. Quanto mais amor você dá em sua vida diária, maior é o poder magnético do amor que você tem no campo ao seu redor, e tudo o que você quer cairá a seus pés.

Esta é a mágica do que a vida será quando você estiver dando amor. Minha vida não costumava ser tão mágica quanto é agora. Minha vida costumava ser cheia de esforços e dificuldades, mas descobri algo fantástico sobre a vida, e o que descobri é tudo que estou partilhando com você. Nada é grande demais para a força do amor. Não há distância muito grande, nenhum obstáculos que ele não possa superar; o tempo não pode ficar em seu caminho. Você pode mudar qualquer coisa em sua vida aproveitando o grande poder do Universo, e tudo o que você tem a fazer é dar amor!

Rhonda Byrne

 

fonte Thesecret

 

 

Perdão: a si mesmo e ao próximo

 

O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de

ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de

uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência

de castigo ou restituição. O perdão pode ser considerado simplesmente em

termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do

relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É o esquecimento

completo e absoluto das ofensas, vem do coração, é sincero, generoso e não

fere o amor próprio do ofensor. Não impõe condições humilhantes, tampouco é

motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos

atos e não pelas palavras. Existem religiões que incluem disciplinas sobre a

natureza do perdão, e muitas destas disciplinas fornecem uma base subjacente

para as várias teorias modernas e práticas de perdão. Exemplo de ensino do

perdão está na “parábola do Filho Pródigo” (Lucas 15:11–32).

Normalmente as doutrinas de cunho religioso trabalham o perdão sob duas

óticas diferentes, que são:

1) Uma ênfase maior na necessidade das faltas dos seres humanos serem

perdoadas por Deus;

2) Uma ênfase maior na necessidade dos seres humanos praticarem o perdão

entre si, como pré-requisito para o aprimoramento espiritual.

Mas o mais importante de tudo isso é quando você descobre que: Perdoar é

uma decisão.

Perdoar a si mesmo é um gesto de cuidado.

Perdoar o outro é um gesto nobre de compaixão.

O perdão nos coloca mais próximo da parte mais nobre do nosso ser, pois para

perdoar é necessário entrar em contato com nosso Eu Superior e permitir que

esse nossa essência enxergue o Eu Superior do outro por pior que ele tenha

feito com você.

Nada é por acaso. Fazemos parte de uma grande teia cheia de nós, de

caminhos, de encontros e de desencontros … um verdadeiro processo de

aprendizado e evolução onde o perdão fará parte em algum momento desse

Nos treinamentos percebemos que a nossa parte sábia sempre opta pelo perdão.

Ao olhar nos olhos no joken-pô já nos emocionamos porque muitas vezes ali já

percebemos que quem amamos muitas vezes são aqueles a quem precisamos

Na raiva, após a explosão da cartase, chamamos por alguém (pai, mãe, filho,

Deus, avô, avó, marido, esposa, enfim de alguém que sabemos que pode nos

ajudar) para nos ajudar a perdoar àquele a quem batemos.

No colchão ouvimos o pedido de perdoar da essência de nossos pais que

erraram conosco porque talvez erraram com eles.

Na terapia da morte às vezes pedimos perdão.

Mas é no jardim que muitas vezes decidimos perdoar, é a sensação que fica é

a de estarmos, com o perdão, mais próximos da verdade e mais próximos de

Se Deus perdoa a todo instante por todos os nossos erros, nossas falhas,

nossas vícios, quem somos nós para não nos perdoarmos e recomeçarmos

todos os dias um novo capítulo. Quem somos nós para não perdoarmos a

condição humana do outro e as suas falhas para conosco.

Dói… dói! Mas dor é condição humana, sofrimento é opção e perdão é decisão

e muitas vezes o único caminho para a cura.

Para perdoar é necessário aprender a olhar além do óbvio, a entender a

condição humana do outro, a aceitar que ele também está ou estava num

processo de evolução no mundo.

Mágoas são canceres emocionais. E perdoar, libertar-se dessas mágoas, é a

carta de alforria do passado. E carta de alforrias são as chaves para sua cura e

para a sua liberdade.

Podemos ser escravos do passado ou criadores do futuro: qual será a sua

opção a partir de agora.

Lembrem-se de que ainda da tempo de perdoar… ainda dá tempo de se

perdoar… e recomeçar.

 

Emerson Feliciano

 

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YELAIAH – o seu anjo

O Anjo: Este anjo auxilia no ganho de processos e a obter a proteção dos juízes. Protege contra os perigos de armas brancas ou de fogo e dos assaltos.

Influência: Quem nasce sob esta influência amará as viagens, será instruído e todos os seus empreendimentos terão sucesso. Ficará célebre pelos feitos e glórias alcançadas por seu talento e coragem. Lutará para manter vivas as tradições e conservar as lembranças das coisas queridas. Viajante e pesquisador dos fatos históricos, esclarecerá quaisquer dúvidas ou coincidências dessa vida, através de lembranças de suas encarnações anteriores. Promoverá imagens culturais que ofereçam às pessoas, além da beleza natural, também conteúdos históricos, para enriquecê-las em sua sabedoria. Generoso no trabalho, sempre dará oportunidades a todos, pois acredita que somente através do trabalho, se conquista um ideal. Nunca se deixará dominar pelo desânimo e nada o impedirá de alcançar seus objetivos. Será seguro, hábil e incapaz de arriscar seu nome ou reputação em atitudes suspeitas, deixando que tudo se desenvolva de forma espontânea. Sabe controlar seus ganhos, é seguro e inteligente em seus investimentos, jamais arriscando em algo que ainda não tenha nas mãos. Manifestará sempre seu amor de forma construtiva. Necessitará sempre defender seus sonhos, quer sejam relacionados com a família, o bairro onde mora ou valores culturais. Será respeitado, admirado e capaz de encontrar soluções para todos os problemas. Estará sempre criando maneiras de aprimorar a elevação intelectual da sociedade. É a própria inspiração do ser angelical.

Profissionalmente: Poderá fazer sucesso como historiador, antropólogo, sociólogo, missionário ou qualquer atividade relativa às ciências humanas.

Anjo Contrário: A pessoa sob a influência deste anjo contrário será capaz de provocar guerras e brigas, causar a desgraça nas famílias e tornar as pessoas prisioneiras de tóxicos. Poderá ser indiferente ao sofrimento dos humildes, idolatrar deuses pagãos, violar tratados de paz e massacrar prisioneiros sem piedade.

Sobre o anjo Yelaiah
Categoria: Virtudes
Príncipe: Raphael
Protege os dias:
02/05 – 14/07 – 25/09 – 07/12 – 18/02
Número de sorte: 6
Mês de mudança:junho
Carta do tarô: Os enamorados
Está presente na Terra:
de 14:20 às 14:40
Salmo: 118

 

 

 

Texto extraído dos livros Anjos Cabalísticos e A magia dos anjos cabalísticos de Monica Buonfiglio

 

fonte: terra.esoterico

QUEM OLHA PARA FORA, SONHA. QUEM OLHA PARA DENTRO, ACORDA

Uma forma de evitar claramente que sensações, pensamentos, impulsos ou lembranças cheguem ao nosso consciente tem o nome de transferência ou projeção.

Projetar nossas ações e emoções nos outros, agindo como se elas não nos pertencessem, e recusar nosso mundo íntimo, não aceitando as coisas em nós como elas realmente são, pode se tornar um constante “acessório psicológico”, um processo preferencial do ego.

O método para projetarmos nossa vida íntima em outra pessoa funciona de certa forma em duas etapas: negação e deslocamento.

Primeiro um fato ou acontecimento que provoca um sentimento inadequado é negado, bloqueado do consciente e deslocado para o mundo externo. Tomemos por exemplo: um indivíduo que num determinado momento da vida teve um desentendimento com uma pessoa e desenvolveu um sentimento de antipatia e aversão por ela pode, posteriormente, julgar que superou as diferenças e que aquele episódio é uma “página virada”. No entanto, ele não consegue perceber que sua emoção pode ter sido inconscientemente projetada sob forma de uma suposta antipatia e aversão dessa pessoa por ele. O que estava dentro foi jogado para fora.

Uma vez que é atribuída a outras criaturas, a sensação de aversão é notada como completamente alheia, não nos pertence, não nos diz respeito. É, simplesmente, de outrem; jamais nossa. Nós somos bons perdoamos, mas os outros são maus, rancorosos e não perdoam.

“Assim são os homens. É como se lhes tivessem colocado dois alforjes: no peito, o alforje com os males alheios, e nas costas, o alforje com os próprios males. De tal modo que eles são cegos quanto aos próprios defeitos, mas enxergamos com nitidez os defeitos dos outros.”

É comum encontrar no dia-a-dia indivíduos que apresentam comportamentos idêntico. Ao invés de se dedicarem à tarefa de conscientização da própria vida íntima, evidenciam o argueiro no olho do vizinho e, por consequência, potencializam a trave que lhes obscurece a visão do mundo interior.

As mentiras que mais nos causam danos e nos impedem o crescimento espiritual não são tanto as que verbalizamos, mas as que contamos inconscientemente para nós, aquelas que projetamos.

Vivemos ilusões quando desfiguramos a realidade de nossa experiência ou a verdade de nosso ser e adotamos um “papel” que não corresponde à verdade. Apresentamos aqui o que em linguagem informal denominamos “máscaras”: são elas que turvam nossa verdadeira realidade interior; é delas que nos servimos para lançar fora o que está em nossa intimidade.

Projetamos e interpretamos papéis quando nossas reivindicações internas (processos psíquicos fortemente emocionais, impulsivos e basicamente irracionais) entram em choque com as regras e normas sociais, passando do campo da consciência para o da inconsciência.

Representamos como se fôssemos verdadeiros atores, interpretando uma personagem no palco ou no cinema, quando nos colocamos diante de alguém como sendo mais do que somos; quando dissimulamos um amor ou um desinteresse que não sentimos; quando nos mostramos alegres, e na realidade estamos tristes; quando aparentamos uma frieza que não experimentamos; quando escondemos e mantemos em segredo tudo aquilo que mais queremos e desejamos; quando aderimos a associações de caráter recreativo, cultural, artístico, religioso, político e social, etc., para obter benefícios eu não merecemos, recebendo elogios e reconhecimento.

O crescimento pessoal exige, acima de tudo, coerência, o que significa que o Si-mesmo (Self) deve estar numa relação harmônica entre o que se sente e o que se vive; deve haver uma identidade ou semelhança entre as partes de um todo.

Por que falsificamos nossa realidade? Afinal, o que conseguimos com isso? Danificamos nossa própria intimidade e atravessamos toda uma existência com a angustiante sensação de sermos impostores ou farsantes. Além disso, vivemos aprisionados à angústia e ao medo de um dia descobrirmos quem realmente somos.

O alvorecer do despertar manifesta-se no ser amadurecido quando a luz da consciênciailumina não apenas as áreas externas, mas, acima de tudo, as internas. Muitos indivíduos se satisfazem apenas por possuírem os olhos físicos, que lhes oferecem uma visão parcial ou incompleta da vida. Mas para vermos as coisas tais como são, é preciso desenvolver a acuidade do olho que esclarece, ilumina e guia — aquele voltado para o mundo íntimo. A partir daí, cessamos de projetar de forma contínua.

Como todos os nossos companheiros de viagem transcendental, desejamos preencher ou compensar o vazio existencial que sentimos por não vivermos a essencialidade de nosso ser.

Nossos anseios de ser e de possuir alguma coisa são, no fundo, a compensação da falta de não termos quase nenhuma consciência do que somos e nem para que fomos criados.

Sempre que distinguimos alguma coisa fora de nós e a reprovamos em demais como sendo perniciosa, perigosa, pervertida, imoral, e assim por diante, é provável que ela represente conteúdo existente em nós mesmos, sem que os reconheçamos como possíveis características nossas. A ameaça é tratada como se fosse uma força externa, e não interna. Se afirmamos categoricamente “todos são desonestos”, estamos, na verdade, tentando projetar nos outros nossas próprias tendências. Ou então, ao dizermos “tudo gira em torno de uma só coisa: sexo”, podemos estar direcionando nossa disposição interna nas demais criaturas, por estarmos pessoalmente insatisfeitos. Muitas vezes dizemos “é inexplicável como aquela pessoa não gosta de mim”, quando, na realidade, somos nós que não gostamos dela, sem nos darmos conta.

Hammed

 

Meditação pode proteger o cérebro dos sinais do envelhecimento, aponta estudo

Além de melhorar o bem-estar físico e emocional, a prática pode ser uma maneira eficaz de prevenir doenças neurodegenerativas como demência, Alzheimer e Parkinson

fonte: Carolyn Gregoire –  planetasustentavel

Meditar faz bem para o cérebro. Uma nova onda de pesquisas associa a antiga prática a vários benefícios cognitivos, de mais atenção e foco à redução dos sintomas de ansiedade e depressão a melhor controle cognitivo e funcionamento executivo.

Segundo um novo estudo do Centro de Mapeamento do Cérebro da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (UCLA), a meditação também pode proteger o cérebro do envelhecimento. Pesquisadores da UCLA e da Universidade Nacional da Austrália descobriram que os cérebros de pessoas que meditam há muitos anos são menos afetados pelo envelhecimento que os daqueles que não meditam.

O declínio do cérebro começa aos 20 anos, e o órgão continua a diminuir de volume e peso ao longo da vida. Além de melhorar o bem-estar físico e emocional a qualquer altura da vida, a meditação pode ser uma maneira eficaz de prevenir doenças neurodegenerativas como demência, Alzheimer e Parkinson, assim como adiar o declínio cognitivo que vem com a idade. A estratégia é gratuita e não tem efeitos colaterais.

O novo estudo aprofunda uma pesquisa realizada pela mesma equipe em 2011, que mostrou que pessoas que meditam mostram menos atrofia relacionada ao envelhecimento na massa branca do cérebro, material que compõe cerca de metade do órgão e é composto de fibras nervosas usadas pelo cérebro para se comunicar.

No novo estudo, os pesquisadores observaram a ligação entre a meditação e a preservação de massa cinzenta, o tecido onde ocorre a cognição e onde são guardadas as memórias. Eles examinaram os cérebros de 100 participantes, 50 dos quais meditavam havia 20 anos em média e outros 50 que não meditavam. Ambos os grupos eram compostos por 28 homens e 22 mulheres de 24 a 77 anos.

Os cérebros dos participantes foram escaneados com ressonância magnética. Os dois grupos apresentaram diminuição de massa cinzenta por causa da idade, mas ela era menor entre os que meditavam. Em outras palavras, aparentemente a massa cinzenta ficou mais bem preservada.

“Entre os adeptos da meditação, essa relação entre perda de massa cinzenta e idade não era tão pronunciada”, disse Florian Kuth, co-autor do estudo, ao The Huffington Post,. “Surpreendentemente, ela não era tão pronunciada em várias regiões do cérebro. Esperávamos ver isso só em algumas pequenas regiões… mas o que vimos foi o cérebro quase inteiro. Foi uma grande surpresa”.

Os resultados não provam causalidade – personalidade, estilos de vida e diferenças genéticas podem ser parte da explicação –, mas são promissores. O próximo passo seria um estudo longitudinal acompanhando os cérebros de um grupo de meditadores e não-meditadores ao longo de vários anos, para examinar as mudanças que ocorrem como resultado direto de anos de meditação, disse Kuth.

Numa época em que os americanos estão vivendo cada vez mais, mas sofrendo de altos índices de doenças degenerativas como Alzheimer, a pesquisa é um lembrete importante de que a meditação pode ter impacto de longo prazo no cérebro.

“Se esses resultados forem replicáveis, vai ser algo importante”, disse Kuth. “Poderia ter um impacto enorme”.

A pesquisa foi publicada online na revista Frontiers in Psychology.

 

 

PALAVRAS DE AVÓ: QUANDO UMA MULHER ESTIVER TRISTE O MELHOR A FAZER É TRANÇAR O SEU CABELO!

“A minha avó dizia-me que quando uma mulher se sentisse triste, o melhor que podia fazer era entrançar o seu cabelo; de modo que a dor ficasse presa no cabelo e não pudesse atingir o resto do corpo. Havia que ter cuidado para que a tristeza não entrasse nos olhos, porque iria fazer com que chorassem, também não era bom deixar entrar a tristeza nos nossos lábios porque iria forçá-los a dizer coisas que não eram verdadeiras, que também não se metesse nas mãos porque se pode deixar tostar demais o café ou queimar a massa. Porque a tristeza gosta do sabor amargo.

Quando te sintas triste menina- dizia a minha avó- entrança o cabelo, prende a dor na madeixa e deixa escapar o cabelo solto quando o vento do norte sopre com força. O nosso cabelo é uma rede capaz de apanhar tudo, é forte como as raízes do cipreste e suave como a espuma do atole.

Que não te apanhe desprevenida a melancolia minha neta, ainda que tenhas o coração despedaçado ou os ossos frios com alguma ausência. Não deixes que a tristeza entre em ti com o teu cabelo solto, porque ela irá fluir em cascata através dos canais que a lua traçou no teu corpo. Trança a tua tristeza, dizia. Trança sempre a tua tristeza.

E na manhã ao acordar com o canto do pássaro, ele encontrará a tristeza pálida e desvanecida entre o trançar dos teus cabelos…”

Registo da antropóloga Paola Klug

 

10986888_10204962651682807_3590122567287692272_nFotografia tirada na Nicarágua por Candelaria Rivera, do ensaio fotográfico: “Amor de Campo”

 

 

fonte contioutra