A hora do encontro é tudo de bom, não tem como negar. Mas…


“É a verdade divina no profundo mistério a sua energia sexual”

           – Alejandro Jodorowsky

 

A energia sexual  – Fazer sexo é tudo de bom, não tem como negar. Só que não é só isso, vai além do prazer.

Ao fazermos sexo trocamos mais que fluidos corporais, trocamos fluidos energéticos, trocamos informações emocionais. Tudo feito através do toque, na troca sexual.

Então você vai para casa achando que está tudo bem, mas os vínculos energéticos continuam e começam a influenciar a sua vida.

O sexo pode ser divino, pode ir além do prazer. Ter cuidado com que nos relacionamos é fundamental para a saúde psíquica, não apenas física. Pois todas as informações energéticas ficam na alma, e ao conceber o ato, ela é transferida.

 

Se o sexo para o outro é um impulso apenas instintivo, e o seu ódio pela vida pode estar sendo transferido para você.

Pense nisso!

Selma Flávio – Consteladora de  Relacionamentos

 

 

 

A simplicidade do amor

Uma vivenda. Férias de Luxo. Roupa Extravagante. São coisas que o dinheiro compra, mas não significa que compre realmente tudo. Afinal quem é feliz, aqueles que vivem o amor com a complexidade do vil metal, ou aqueles que vivem a verdadeira simplicidade do Amor?

Nada de serve o dinheiro, senão houver sentimento e emoção nas nossas vidas. Quem ama, ama profundamente, sem qualquer tipo de vaidade ou de receio. Ele pode ter o casaco mal ajustado, mas não faz dele um desajeitado. Ela pode ter a marca do bâton fora dos lábios, mas isso não faz dela uma desleixada. Quem ama cuida, e a presença de quem se ama, é o suficiente para enriquecer esta vida e a próxima.

Mesmo sem dinheiro, na hora do aperto é que se vê como o Amor une as pessoas, as deixa mais próximas e até mais fortes para enfrentar provações. Sabes aqueles conselhos de amor que aparecem nas revistas cor-de-rosa? Ou aqueles artigos de sites que surgem na Internet que dizem que fazem a diferença? Ou até aqueles livros que ajudam nos relacionamentos? Não adiantam de nada. Não proporcionam utilidade para o Amor. Tudo o que precisamos está dentro de nós.

Mas esse conhecimento latente, só está disponível quando estamos mesmo apaixonados. Quando amamos de verdade. É algo que se sente e não que se lê. É o Amor que proporciona tudo aquela vontade de fazer e acontecer. É na simplicidade que encontramos tudo isso. A simplicidade de um “amo-te” antes de irem para o trabalho. Um telefonema ou sms durante o dia. Aqueles apelidos infantis e ao mesmo tempo amorosos que se dão mutuamente. É gostar e apoiar em tudo o que se faz. É saberem rir juntos, chorar unidos e fazerem logo as pazes após uma discussão parva como tantas outras. Não é por teres esquecido de arrumar a loiça, ou outro ter esquecido fazer um recado, que tudo vai abaixo.

Quando é de verdade, nada atrapalha. Quando é de sinceridade, tudo se consegue resolver e unir. Só é realmente feliz quem consegue tudo isto. Porque um relacionamento é saberes manter a tua identidade, mas abrindo a porta as melhorias de quem te faz bem. Porque apesar de opostos, há sempre a possibilidade de criar mais elos de ligação positivo. Podem não ter muito dinheiro, mas é a simplicidade das coisas, em conjunção com a felicidade que torna o amor forte, unido e mais belo. Porque quem atravessa obstáculos, conquista sorrisos de Amor.

 

Fonte Paulo César

A equivalência é o que faz um relacionamento dar certo

Bert Hellinger, trouxe para o mundo o conceito das Ordens do Amor, leis que para ele são tão arcaicas como nós mesmos e que são Leis da vida que regem os relacionamentos humanos, em todos os seus níveis.

Quando ele fala sobre o tema do RELACIONAMENTO DE CASAIS, cita vários pontos onde podemos nos emaranhar e colocar o risco nossas relações, sendo que, entre elas, talvez a mais comum e mais perigosa é a postura de esperarmos, cobrarmos ou exigirmos de nosso parceiro aquilo que não recebemos (ou não aceitamos receber) de nossos pais.

Quando fazemos isso, saímos do lugar de pessoa equivalente (pessoa diferente, mas tão importante quanto) e nos colocamos em situação inferior ou superior ao nosso parceiro. Se estamos no lugar da cobrança, estamos tentando transformar nosso parceiro em PAI ou MÃE e nós nos transformamos em CRIANÇAS. Se vamos para o lugar daquele que quer oferecer o que o outro exige, transformamos nosso parceiro em FILHO/A e nós mesmos vamos para o lugar de PAI ou MÃE. Em ambos os casos, para Hellinger, há uma quebra de uma lei e o relacionamento perde suas chances de dar certo e levar ambos a um outro lugar, o do crescimento de um através do outro.

 

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Este belíssimo texto de Bert, ilustra bem esses princípios:

“As ordens do amor entre o homem e a mulher são diferentes das ordens do amor entre pais e filhos. Por isso a relação do casal sofre abalo e fica perturbada quando o casal transfere irrefletidamente para ela (a relação) as ordens do relacionamento entre pais e filhos.

Se, por exemplo, numa relação de casal, um parceiro busca no outro um amor incondicional, como uma criança busca em seus pais, ele espera receber do outro a mesma segurança que os pais dão a seus filhos. Isso provoca uma crise na relação, fazendo com que aquele de quem se esperou demais se retraia ou se afaste.

E com razão! Pois ao se transferir para a relação de casal uma ordem própria da infância, comete-se uma injustiça para com o parceiro. Quando, por exemplo, um dos parceiros diz ao outro: “Sem você não posso viver” ou: “Se você for embora eu me mato”, o outro precisa se afastar, pois tal exigência entre adultos no mesmo nível hierárquico é inadmissível e intolerável.

Já uma criança pode dizer algo assim a seus pais, porque sem eles realmente não pode viver.Inversamente, se o homem ou a mulher se comporta como se fosse autorizado a educar o parceiro e tivesse a necessidade de fazê-lo, arroga-se, em relação a alguém que lhe é equiparado, direitos semelhantes ao dos pais em relação aos filhos.

Neste caso, frequentemente o parceiro se esquiva à pressão e busca alívio e compensação fora do relacionamento.Portanto, faz parte das ordens do amor na relação entre o homem e a mulher que ambos se reconheçam como iguais. Qualquer tentativa de colocar-se diante do parceiro numa atitude de superioridade, própria dos pais, ou de dependência, característica da criança, restringe o fluxo do amor entre o casal e coloca em perigo a relação.”

Trecho extraído da Obra de Hellinger, O amor do Espírito.

 


 

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CITAÇÕES DO OSHO SOBRE O AMOR

“Sua pergunta é, ‘Você poderia falar sobre a arte de nutrir-se com amor?‘ Não há arte porque não há necessidade de nenhum esforço. O Amor é a nutrição. Mas a humanidade tem sido tão confundida por seus líderes que ela não conhece o centro mais íntimo do seu próprio ser. O amor é a nutrição em si mesmo. Quanto mais você ama, mais achará espaços não visitados onde o amor vai se espalhando continuamente ao seu redor como uma aura.
Mas esse tipo de amor não tem sido permitido por nenhuma cultura. Elas têm forçado o amor por um túnel muito pequeno: você pode amar a sua esposa, sua esposa pode amar você; você pode amar seus filhos, pode amar seus pais, pode amar seus amigos. E as culturas enraizaram duas coisas tão profundamente em cada ser humano. Uma é que o amor é algo muito limitado – amigos, família, filhos, marido, esposa. E a segunda coisa que elas têm insistido é que existem muitos tipos de amor.
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Você ama de um jeito quando ama seu marido ou sua esposa; então tem que ter outro tipo de amor quando ama seus filhos, e um outro tipo de amor quando ama seus idosos, sua família, seus professores, e um outro tipo de amor para os seus amigos. Mas a verdade é que o amor não pode ser categorizado do jeito que tem sido durante toda a história da humanidade.
A razão porque todas as culturas têm insistido nessa categorização é que elas têm muito medo do amor, porque se há o amor existencial, ele não conhece fronteiras – então não se pode colocar Hindus contra Maometanos, ou Protestantes contra Católicos. Não se pode desenhar uma linha dizendo que não pode amar uma pessoa porque ela é Judia, Chinesa. Os líderes do mundo querem dividir o mundo, mas para dividi-lo eles têm que fazer a divisão básica que é a do amor.”
Osho, Om Mani Padme Hum: The Sound of Silence, the Diamond in the Lotus, Capítulo #20
Fonte Osho

LIGAÇÕES ENTRE HOMENS E MULHERES

LIGAÇÕES ENTRE HOMENS E MULHERES

Quando um homem e uma mulher se aceitam um ao outro no sentido lato de homem e de mulher, então a consumação do seu amor cria uma ligação entre eles que não pode ser dissolvida. Esta ligação é muito diferente dos ensinamentos morais de várias igrejas sobre a indissolubilidade da união. A consumação do amor neste sentido cria uma ligação independente do casamento e de quaisquer rituais ou cerimônias.

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Reconhecemos a existência desta ligação pelos seus efeitos. Por exemplo, se alguém frivolamente abandona um parceiro com quem se tenha ligado desta forma, a seguir, tem dificuldade em manter algum outro novo parceiro. O novo parceiro detecta a ligação e não se sente livre para reclamar ao novo parceiro, nem para se tornar completamente aberto e vulnerável. Por exemplo, uma mulher sentiu secretamente que era melhor do que a primeira esposa do seu novo marido, e convenceu-se de que o poderia fazer muito mais feliz do que a primeira esposa tinha feito. Não obstante, após alguns anos, tornou-se incapaz de ter intimidadas com ele. Desta forma, inconscientemente reconheceu a sua ligação à primeira esposa, e também a sua própria lealdade ao primeiro parceiro. Perdeu também o marido, como a primeira esposa tinha perdido.

Em constelações familiares, observamos frequentemente que uma segunda esposa mantém uma pequena distância de seu marido, como se não pudesse tê-lo inteiramente porque ele já estava ligado a outra pessoa.

Também podemos reconhecer a profundidade da ligação pelo seu efeito. Regra geral, o fim do primeiro amor é o mais difícil, é o mais doloroso. A separação é geralmente mais fácil com a segunda ligação, e ainda mais fácil com a terceira.

Esta ligação não é o mesmo que amor. Às vezes acontece que a ligação é muito profunda, mesmo que haja pouco amor, ou que há um grande amor e uma pequena ligação. A ligação é criada pelo ato físico do sexo. Por esta razão, ocorre muito frequentemente através do incesto e da violação. Se uma vítima de violação ou de incesto espera mais tarde ligar-se profundamente, ele ou ela devem tratar da primeira ligação de uma forma boa. O efeito negativo da primeira ligação suaviza-se quando é reconhecido, e o primeiro parceiro, embora talvez um violador, tenha recebido o devido respeito. Quando a primeira ligação é odiada e tratada como algo vil, choca-se com a habilidade de a pessoa ligar-se outra vez mais tarde, em melhores circunstâncias.

 

Palestras de Bert Hellinger


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Krishna e Radha, amor transcendental

Krishna é a oitava manifestação de Vishnu (o deus da preservação da suprema trindade hindu, ao lado de Shiva e Brahma). Seu nome significa “escuro”, graças à sua pele de tom azulado. É representado por um jovem formoso, de corpo forte e cabelos anelados. É a divindade que conta com o maior número de adeptos na Índia e em todo o mundo, ao lado de Jesus e Buda.

Conforme as lendas, o objetivo desse avatar era triplo: destruir as personificações da ignorância que estavam ameaçando o equilíbrio do cosmo (Asuras); tornar-se o centro de desenvolvimento de determinadas escolas devocionais (Bhakti); assumir papel de liderança na grande guerra ocorrida entre os clãs Aryas dos Pandavas e dos Kauravas (o épico descrito no grande livro “Mahabharata”), em que ele também entregaria sua mensagem filosófica por meio do texto conhecido como “Bhagavad Gita” (Sublime Canção).

No mito de Krishna, encontramos elementos que caracterizam as qualidades de três das principais divisões sociais da tradição hindu (sistema de castas): Krishna é um homem dos campos, que guarda os rebanhos (casta Vaishya); é também um nobre guerreiro e dá morte a inúmeros demônios (casta Kshatrya); e adota o papel de um sábio, quando transmite os ensinamentos filosóficos (“Bhagavad Gita”) para o primo Arjuna (casta Brahmane).

 

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O MITO DE KRISHNA

Krishna nasceu na cidade de Mathura. Sua mãe, Devaki, era irmã do rei Kamsa, que condenou à morte todos os filhos que Devaki desse à luz, pois existia uma predição segundo a qual um deles haveria de assassiná-lo. Krishna continuou vivendo graças à estratégia de seus pais que, para tirá-lo da fúria do rei, trocaram-no pela filha de um modesto pastor. Ele passou seus primeiros anos junto com o irmão, Balarama, entre pastores.

Poucos anos depois de nascer, dando mostras de seu extremo vigor e malícia, Krishna começou suas proezas, como a de tombar carruagens, arrancar, de molecagem, duas árvores de um só vez, lutar vitoriosamente contra uma enorme serpente e ajudar a seu irmão Balarama a aniquilar um terrível demônio.

Krishna ia crescendo pouco a pouco e transformando-se em adolescente. Num dia, em que as pastoras foram banhar-se no rio Yamuna, acercou-se cautelosamente do lugar e roubou todos os vestidos, colocando-os em uma árvore próxima ao lago. Quando as pastoras saíram da água e buscaram suas roupas em vão, empenharam-se a lamentar, sem saber que decisão tomar. Mas quando viram Krishna na copa de uma árvore contemplando-as e rindo, arrojaram-se novamente no rio e, dali, pediram que ele se apiedasse delas. Krishna não aceitou levar-lhes a roupa, e sim que fossem buscar, uma a uma, com as mãos juntas, em atitude de súplica.

Esse episódio é somente uma introdução a muitos outros parecidos. As esposas e filhas dos pastores, livrando-se de sua reserva e modéstia habituais, abandonavam seus lares e ocupações para seguir Krishna ao bosque tão logo ouvissem os sons de sua flauta. Nessas ocasiões, ele dirigia-lhes amáveis reprovações, mescladas com advertências de que só por meio da meditação nele obteriam a salvação. Eram tantas as pastoras que se enamoravam de Krishna que ele não podia dar-lhes as mãos quando dançava com elas. Então, o deus multiplicava-se em cópias precisas e cada bailarina sentia a ilusão de ter, entre suas mãos, o deus Krishna. Quaisquer que fossem as formas que adorassem, Krishna as faria livres. Algumas o conheceram e o buscaram como filho ou como amigo, outras, como amante e alguns, como inimigos, mas não se sabe de ninguém que deixou de alcançar suas bênçãos e o benefício da libertação.

 

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Ao chegar à idade adulta, Krishna morreu acidentalmente. Estava entregue à meditação, sentado em um bosque com as pernas cruzadas, que deixavam as plantas dos pés descobertas (sabido era, tempos atrás, que o sábio Durvasa tinha o amaldiçoado em um acesso de cólera, profetizando que morreria de uma ferida no pé), quando um caçador, tomando-o por um gamo, disparou uma flecha, que se cravou em um único ponto vulnerável: o calcanhar do pé esquerdo. Muito apavorado ficou o caçador ao dar-se conta do erro cometido, mas Krishna acalmou-o dizendo que não temesse nada e que não se deixasse levar por sua dor. Essas foram as últimas palavras de consolo que pronunciou sobre a Terra. Logo, no esplendor de sua glória, subiu aos céus, onde os deuses o acolheram; contudo, as trevas caíram sobre a Terra.

Nas façanhas de sua vida, Krishna transgrediu inúmeras convenções e regras morais estabelecidas pela sociedade Brahmane: apaixonou-se pela bela Rukmini, que já estava prometida em casamento para um príncipe de uma importante família. Krishna não admitiu esse contrato e, no dia do casamento, sequestrou a jovem, matando o noivo e o irmão dela. Krishna casou-se com Rukmini e, ao longo da vida, eles tiveram onze filhos.

As transgressões desse episódio da vida de Krishna (o rapto da noiva, a grave ofensa feita a uma família, a morte do noivo e do irmão da noiva, que tentavam salvar sua honra e fazer cumprir a lei) encarnam um período em que as contestações sociais estavam sendo incentivadas pela filosofia especulativa e comportamental do Tantra (século XII).

Outra atitude pouco comum de Krishna é o fato de ter oficialmente elegido, entre as pastoras (Gopis), uma amante. Esta, esposa de um humilde camponês, chamava-se Radha. Krishna e sua amante viveram juntos momentos de intensa paixão, carregados de erotismo. Descrevendo esse romance, surgiu um livro conhecido como “Gita Govinda”, de autoria do sábio Jayadeva.

 

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A SIMBOLOGIA DE RADHA

Radha é representada principalmente como uma subordinação pessoal voluntária ao seu amado Krishna: sua personalidade dissolvendo-se nele. Com os olhos fechados, a deusa segue-o para onde ele a leva, confiando completamente e abrindo mão do seu ego. Esta é a metáfora divina de um devoto que se funde com seu deus. Por extensão, também simboliza um ser amado que se funde com o seu amor.

Em algumas representações, a relação de Radha e Krishna é recíproca e expressa um amor totalmente maduro, no qual a confiança e o respeito um pelo outro profundos que o desrespeito é inimaginável. Essas imagens sugerem que, quando duas pessoas se amam, ocorre uma mistura de mentes e corpos, os egos são abandonados, e aquele que ama e o ser amado ocupam posições iguais, o que não somente sublima as emoções sexuais como também fornece um apoio divino para as paixões internas.

A natureza divina de Radha está na exaltação e transfiguração de algumas das emoções humanas mais básicas e arquetípicas. Duas de suas características: mahabhava (grande sentimento) e premabhakti (devoção do amor desinteressado) apontam para a intensidade e a pureza do seu amor, emprestando-lhe uma qualidade metafísica. Os devotos de Radha, tipicamente, não se relacionam com ela pedindo-lhes favores terrenos, mas absorvendo-se no desdobramento da história minuciosamente detalhada do seu amor por Krishna.

 

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MANTRAS RELACIONADOS À ENERGIA DIVINA DE KRISHNA

 

Om Hrisi Keshaya Namah

Mantra de Krishna para a felicidade e que pode ser entoado, também, para despertar todos os nossos potenciais.

 

Om Govindaya Namah

Govinda é o chefe dos pastores e este mantra é uma alusão ao mestre Krishna, o pastor dos espíritos, entoado por aqueles que buscam orientação mística interior.

 

Om Madhusudanaya Namah

O mantra que homenageia Krishna, o matador de demônios, deve ser entoado para proteger-nos de inimigos.

 

Om Namo Bhagawate Vasudevaya

Este é o mantra de proteção que invoca Vasudeva, o pai de Krishna.

 

Om Sri Krishnaya Govindaya Vallabrava Swaha

A repetição deste mantra sagrado aumente sensivelmente nosso poder de cura energética.

MANTRAS PARA RADHA RELACIONADOS AO AMOR

 

Om Radha Krishnaya Namaha

Mantra para construir um amor conjugal elevado no plano terrestre, onde o cuidado e a intimidade podem ser grandemente intensificados. Esse mantra também funciona poderosamente em relacionamentos onde há um compromisso genuíno entre as duas pessoas, mas também pode ser utilizado por qualquer dos cônjuges de um casamento para o melhoramento gradual, mas seguro, do relacionamento como um todo.

 

Om Parama Prema Rupaya Namaha

Mantra para trazer à sua vida a mais elevada expressão possível do amor. Se esse amor possuir alguma implicação de caráter sexual, a importância, no caso, desse incidente, é o amor que proveio dele, um amor que durou um longo tempo mesmo depois que o aspecto sexual já tenha terminado. Nós também podemos ingressar num relacionamento em que a parte sexual, por alguma razão ou outra, chega ao fim. Mas isso não precisa ser o fim do nosso amor. Esse mantra também pode trazer uma visão do êxtase divino através do bem-amado.

 

Aham Prema

Mantra para se tornar a forma mais elevada de amor que você pode ser. Com esse mantra simples, você afirma a sua própria natureza essencial como uma natureza de amor divino. A vibração desse mantra começa o processo de transformação de todo o seu corpo, ser, natureza e espírito numa emanação, a sua própria emanação particular, do amor divino.

Fonte comprazen


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Curando os Laços Afetivos


Curando os Laços Afetivos

Muitas vezes nos perguntamos porque não damos certo em nossos relacionamentos, e não enxergamos as respostas. Aqui você pode descobrir e ter a oportunidade de ressignificar a sua vida, através da vivência com a constelação familiar, terá a oportunidade de tratar questões pessoais e dar um novo olhar.
– Tenha um dia para olhar e cuidar dos nossos laços afetivos com a visão da constelação familiar sistêmica, vivenciando e ampliando a consciência de forma profunda e curadora. Desvendando o padrão de comportamento que sabota a vida pessoal, dessa forma, ressignificando e transformando todas as áreas da vida.
Indicado especialmente:
– Pessoas com dificuldade de relacionamento amoroso.
– Casamentos em crise.
– Dificuldade em ter um companheiro.
– Relacionamentos abusivos.
– Harmonizar as relações.
– Dificuldade de entrega.
– Conflitos familiares.
– conflito de pais e filhos.
Se sentiu chamado? Venha!

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