Quem quer aprender a fazer amor precisa se esquecer um pouco de sexo. Precisa se esquecer até mesmo do outro. Deve estar em si, antes de tudo. E entender-se com suas raízes selvagens. E deve saber, antes, que o amor rege o mundo. Mesmo quando se esquecem dele. Quem quer aprender a fazer amor deve ser capaz de olhar nos olhos. E no olhar expressar, receber, trocar.
Até tocar
Precisa perceber o quanto as almas podem comungar, ainda que os corpos não se conheçam. Deve, ao lado do seu bem – sim, pra fazer amor tem que querer bem –, abrir espaço para que uma canção de derramada beleza os transporte para reinos de ternura. Precisa conhecer o próprio corpo e ter a bondade de lhe conceder prazer. Precisa investigar o prazer do outro e saber que tudo está muito bem se tiver prazer em lhe provocar prazer. Quem quer aprender a fazer amor também deve ser capaz de se aninhar no corpo do seu par e ficar quietinho. E deve ser livre o suficiente para poder chorar de amor. Nunca pode se considerar mestre. Porque os verdadeiros mestres sabem que são aprendizes sempre. Quem quer aprender a fazer amor tem que ser criança no coração e amar a brincadeira. E tem quer ter tempo, muito tempo, para fazer amor. Porque a cama a gente prepara muito antes de deitar.
– Khalil Gibran
Dificuldades no relacionamento, também tem terapia, entre em contato.
Parece que o marido casou com a mãe, deve ter mesmo casado. Leia esse texto, vai descobrir muito mais.
Foto bastante intrigante. Muita gente deve achar normal, principalmente nos relacionamentos antigos. Mas, até hoje isso acontece e com mais frequência que se parece.
Foto que revela o que está oculto no sistema; a mãe toma o filho como marido, e o filho em amor a relação, aceita. Resultando em relacionamentos amorosos desastrosos, e a perda da sua liberdade.
Quantas sogras “morrem” de ciúmes dos filhos, com raiva da nora, a ponto de acreditar que a nora veio para tirar o filho dela.
Filhos que continuam ao lado da mãe, amarrados nesse acordo inconsciente, pois toma o lugar do pai, que normalmente foi um marido ausente ou se foi muito cedo.
Brigas intermináveis, noras loucas e mães se remoendo no ódio e rancor. Cena típica, da mulher e da amante do marido. Certo? Mas, não deveria.
Já vi mãe preparando o prato do filho, levando até sua mão e dizendo: – É, ele se casou não deu certo e voltou, voltou cheios de manias.
Nesse dia vi um adulto sentado no sofá, com aspecto infantilizado. Recebendo nas mãos o prato preparado pela mãe.
Quantos são os motivos que levam um homem a se submeter a essas amarras, quantos pais abandonam seus lares e o filho toma o seu papel, quantas mães que não refazem suas vidas, ou excessivamente manipuladoras tomam todos os homens da família.
Você lembra desse filme – A Sogra 2015
Pois é, existem muito mais mistérios nas questões com sogra, – “que possa imaginar nossa vã filosofia.”
É assim que caminham a as relações, de repente você tem conflitos e ainda não descobriu qual é o seu papel nessa relação.
Quanto as meninas que trocam de papel com a mãe, é muito mais complexo, um outro momento falaremos sobre isso.
Quer entender qual é o seu papel na sua relação amorosa.
Responda:
Você assumiu a roupa limpa, a casa, o bem-estar do outro?
Você percebeu que seu parceiro passa mais tempo fora do que dentro de casa?
Percebeu que ele passa mais tempo no celular do que com você?
Onde ele deixa a toalha molhada, na cama?
Você percebe que te procura menos para fazer amor, já não te olha mais com aquele tesão?
SERÁ QUE VOCÊ ESTÁ SENDO MÃE DO SEU COMPANHEIRO?
Percebe também que está sobrecarregada e sozinha. Trabalho, filhos, casa… Tomando decisões sozinha.
É nesse momento em que precisa se perguntar: – Qual é o meu papel nessa relação?
Se a maioria das respostas for sim, está na hora de pensar no assunto, você pode ter virado mãe do seu companheiro.
Acompanhe a história:
Alguns anos com o companheiro, veio a trágica anunciação – quero o divórcio – Um homem bonitão e uma bela mulher, uma relação que parecia perfeita. Ela cuidava dele e dos filhos.
Ela conta que fazia de tudo por ele, se preocupava com a roupa limpa, com a alimentação na hora certa, com as vontades dele, até o ajudou a construir a empresa, dele.
Mas, já percebia que não a procurava mais para fazer amor, já não se interessavam mais pelas mesmas coisas e se viu sobrecarregada com os afazeres, pois ela acabou assumindo quase tudo.
Até que um dia veio a notícia, que a deixou acabada. Ele queria a separação.
Se questionou, pois sempre estava disposta a fazer a suas vontades.
Ele simplesmente a deixou por outra pessoa. E o que fazer?
A pergunta certa é: – Qual era o papel dela nessa relação?
Existem muitos papéis entre o que chamamos de bons e ruins, mas nessa história, ela percebeu após algumas reflexões que o dela era o de MÃE, sim, ela exercia esse papel inconscientemente.
Quando enxergou verdadeiramente o papel que representava, sua tristeza foi tão grande que a dor da separação a tomou. Uma mistura de fúria e arrependimento.
O lado positivo foi perceber o quanto foi permissiva, e nesse movimento aparente de derrota, a fez se redescobrir como mulher, a levando a outros questionamentos apontando a caminhos de resgate e cura. Pois já se julgava totalmente responsável e sua estima estava no chão.
O que ela não sabia e muitas ainda não sabem. É que infelizmente a maturidade masculina em relação ao relacionamento, se dá quando, o homem percebe que não precisa nutrir o ego, através de coleções de mulheres. Seduções constantes para satisfazer a sua criança carente, enganando e se enganando na procura da autoafirmação.
Sabe aquele homem “mulherengo” ? É esse!
Quando encontra uma mulher que faz esse papel perfeitamente, até se casa, mas as consequências serão de traição e abandono.
O homem não sabe e nem admite, mas muitos procuram uma “mãe” para se relacionar. A sua carência gerada por um abandono ou por excesso de mãe, leva o homem a transformar suas relações em conquista intermitente por mulheres que tem o perfil para nutrir sua carência afetiva.
E a mulher por carência e necessidade e de forma inconsciente, entra nesse jogo. Um jogo dolorido e com consequências desastrosas. É mais comum que parece esse papel, até por conta da cultura de nossas mães e avós, que criavam as meninas para serem empregadas dos maridos.
Quando isso acontece, a relação pode até durar por anos, mas no final você está exausta e abandonada.
E onde está a cura?
Está em você mesmo, saindo dessa relação consciente e transformando sua história.
Uma relação saudável começa, quando ambos têm consciência do papel de cada um na relação e não espera que o outro seja o pai ou a mãe.
Essa é só uma situação de relacionamentos que não terminam bem, temos muito mais aspectos que influenciam nas relações mal sucedidas de casal.
E, você não tem má sorte, você tem um padrão negativo que pode ser cuidado e transformado com amor, com carinho por você mesma e principalmente a verdade.
por Joan Garriga, no livro “O amor que nos faz bem.”
Uma das necessidades mais profundas dos seres humanos é a de pertencer, de estar em contato. de se sentir unido amorosamente a outras pessoas.
Quando crianças, experimentamos uma grande felicidade ao sentir que pertencemos a nossa família, não importa se a atmosfera é alegre ou tensa. Vivemos essa sensação de pertencimento como uma benção em nosso coração.
Depois crescemos e, como adultos, continuamos pertencendo a nossa família, mas já não expetimentamos a doce sensação de pertencer aos nossos pais. Passamos a ter a necessidade de ter essa sensação de pertencimento com outras pessoas, especialmente com um(a) parceiro (a).
Ao nos comprometermos comum caminho de amor, como adultos, escolhendo um(a) companheiro(a), criamos o âmbito para um novo núcleo familiar, com filhos ou sem eles, e experimentamos de novo a sensação de pertencer a algo.
“ O relacionamento afetivo não é uma relação de ajuda, mas uma relação que ajuda. Ajuda o desenvolvimento pessoal, às vezes por meio da alegria, mas outras vezes por meio do sofrimento e do desânimo conscientemente aceitos. Provavelmente, nada ajuda mais o próprio crescimento que assumir de maneira consciente a dor e dar-lhe um espaço dentro de nós mesmos.” Joan Garriga
Uma das necessidades mais profundas dos seres humanos é a de pertencer, de estar em contato. de se sentir unido amorosamente a outras pessoas.
Quando crianças, experimentamos uma grande felicidade ao sentir que pertencemos a nossa família, não importa se a atmosfera é alegre ou tensa. Vivemos essa sensação de pertencimento como uma benção em nosso coração.
Depois crescemos e, como adultos, continuamos pertencendo a nossa família, mas já não experimentamos a doce sensação de pertencer aos nossos pais. Passamos a ter a necessidade de ter essa sensação de pertencimento com outras pessoas, especialmente com um(a) parceiro (a).
Ao nos comprometermos comum caminho de amor, como adultos, escolhendo um(a) companheiro(a), criamos o âmbito para um novo núcleo familiar, com filhos ou sem eles, e experimentamos de novo a sensação de pertencer a algo.
“ O relacionamento afetivo não é uma relação de ajuda, mas uma relação que ajuda. Ajuda o desenvolvimento pessoal, às vezes por meio da alegria, mas outras vezes por meio do sofrimento e do desânimo conscientemente aceitos. Provavelmente, nada ajuda mais o próprio crescimento que assumir de maneira consciente a dor e dar-lhe um espaço dentro de nós mesmos.” Joan Garriga
“Quando você encontrar um Shiva de verdade. Um masculino, curado, um homem dono da sua energia sexual, perceberá que ele não é um escravo da vagina. Suas ferramentas de sedução não vão funcionar com ele. Seus nudes e fotos de biquíni não irão movimentá-lo. Você precisará ter algo mais, algo além da superfície.
Ele não é um homem comum. O Shiva não faz troca onde tem materialismo, sarcasmo, acidez, soberba, inveja ou avareza. Ele não vai competir por você. Ele dá mais valor ao seu campo energético e busca um feminino equilibrado para não se poluir.
Se for seu caso, se você quer um masculino equilibrado, se quer um Shiva na sua vida, trate de ver se seu feminino está equilibrado. Se é sagrado ou está na criança que quer chamar atenção.
Apenas uma verdadeira SHAKTI vai atrair um SHIVA. (Alcança com a maturidade emocional)
Criança atrai criança, criança atrai pai, atrai mãe… Mãe atrai filho. (Quando ainda está precisando de pai e mãe, atrairá companheiros que serão seus pais bons ou seus pais nada bons.)
SHAKTI atrai SHIVA.” Créditos do Texto: Percio Shiva Xamã (isis de Sirius/Luciana Portella)