O Amor na Maturidade

Algumas vezes imaginei a vida como uma viagem de ascensão ao alto de uma montanha que culmina na fase média da vida, e depois somente nos resta a descida.

A primeira é o tempo jovem da conquista, na qual fecundamos a vida para que se encaixe com nossos planos e desejos: fortalecemos nossa identidade, edificamos um trajeto profissional, lidamos com os assuntos de relacionamento e criamos filhos (ou não), damos nossa contribuição à vida com o que temos, nossa paixão por conhecer e realizar nos arrasta, e seguimos com todas as nossas forças os caminhos pelos quais somos movidos. Com sorte, chegamos ao alto da montanha e gritamos aos quatro ventos nossas conquistas e sucessos, e invariavelmente nos é devolvido um eco que nos diz que na verdade isso não tem tanta importância; que esse a que chamamos de “eu” e que consideramos o centro de tudo agora vai encarar a descida e as perdas, a compreensão de que a vida é efêmera e tem um final, com a imagem da própria morte como estação de destino desenhada no horizonte.

Começa a descida, e, com sorte, se houvermos cultivado certa sabedoria, entramos em um estranho paradoxo: o de que perder e fazer a descida pode ser suave e produzir uma espécie surpreendente de alegria e felicidade: aquela que vem de quando já não temos de nos preocupar tanto e podemos nos expor ao fluxo espontâneo e confiante da vida. Já não temos de lutar e defender, e experimentamos a doçura do desapego e uma entrega maior à soberania da vida como ela é, acima de nossa vontade pessoal.

Costuma-se dizer que o amor jovem é impulsionado pela tirania da sexualidade, com seu imperativo certeiro de que disparemos nossas flechas de vida para o futuro, que o encontro dos amantes arde; que o amor dos adultos se transforma em um amor cuidadoso, que os amantes se tornaram pais e que cuidam de sua prole e do sustento; que o amor maduro é um amor que busca a companhia, o compartilhar e o cuidado, e goza de tranquilidade. Sem dúvida, a paixão, o cuidado e a companhia podem estar
sempre presentes em diferentes graus em qualquer fase da vida.

Também no amor maduro importa, e muito, o toque dos corpos, os carinhos e a vivência do prazer. E já seria hora, além disso, de que pensássemos abertamente que a sexualidade acaba junto com a vida, e que mesmo na velhice ela tem sua presença, em sua forma particular e diferente da loucura hormonal juvenil.

O amor na maturidade se encaixa com a descida da montanha e, quando a subimos com sentido, a descida representa mais liberdade, tranquilidade, leveza, desapego e entrega ao presente. Os grandes planos já foram traçados, as grandes conquistas já foram realizadas, os filhos, se os houve, já foram criados e são grandes, e agora podemos ser de novo um pouco crianças e viver de novo o que há e o que cada dia nos traz “com um novo coração trêmulo”, como diria Neruda. No entanto, as adversidades naturais da vida limaram as arestas de nossas paixões e de nosso caráter, as desditas nos sensibilizaram para uma luz que a prosperidade estrita nos mantinha velada, e começamos a entender a linguagem do ser e não somente do ter; o sabor do mistério, e não só o da própria vontade; o gozo do incerto, e não ó seu temor.

#JoanGarriga – O amor que nos faz bem



Vivencie a Sexualidade Feminina

Nos Conceitos da Constelação Sistêmica – OFICINA TERAPÊUTICA

Sobre este evento

O objetivo do encontro é o aprofundamento nos três pilares da Constelação Sistêmica voltado para as questões da Mulher em toda a sua esfera – Pertencimento – Retomando o direito de pertencer; Equilibro – Compreender o dar e receber; Ordem – a hierarquia no sistema. Vivenciaremos questões para possíveis soluções através da prática, meditação, visualizações e vivências.

Ainda nos deparamos com tabus e preconceitos arreigado nas nossas questões de ser mulher, defrontando com os abusos, humilhações, dificuldades nos relacionamentos, sexualidade e na prosperidade da vida. Olhar com a visão sistêmica, desencadeia as possibilidades de vivenciar a liberdade das emoções.

“Compreender o movimento da vida, nos transporta para a realidade que não conhecemos, assim, olhar para a origem buscando do autoconhecimento a cura. Poder ver a vida em bosque de flores, colhendo a sabedoria e o entendimento para a transformação pessoal. “
Selma Flavio – Terapeuta em Constelação Familiar

Para pagamentos a vista com boleto ou dinheiro com descontos entre em contato – AuraQuartz / Inscrições: WhastApp 11 973873144 Selma

PARA TODAS AS MULHERES QUE DESEJAM RESPOSTAS

♂ Para você que deseja ser feliz nos relacionamentos

♂ Para quem quer tratar situações em que sofreu abusos em todas as esferas

♂ Para quem quer ser amada

♂ Para resolver as questões com o feminino e a feminilidade

♂ Para mulheres que tem maridos “fracos”

♂ Se sofreu com os abortos espontâneos ou não.

♂ Se deseja ter filhos

♂ Questões com a sexualidade e sentir prazer novamente

♂ Nas questões profissionais

♂ Quer sair da depressão, da síndrome do pânico ou outros males emocionais.

Confiram mais informações no Facebook

Facilitadora Selma Flavio – CTN – SP nº. 0879 – Terapeuta, Constelação Familiar e Terapias Energéticas – Formada em Pedagogia, Educadora Transdisciplinar. Terapeuta Naturista especializada em Terapia Floral, Profª Curso Internacional Healingherbs (Florais de Bach); Sistemas Florais da Califórnia, Minas, Austrália, Saint Germain, Filhas de Gaia, Fox Mont, Formação em Reiki, nível III; Bioletrografia; Consciência Energética, Radiestesia, Cinesiologia; EFT (Emotional Freedom Techniques); Magnified Healing; Pertenceu ao corpo diretivo SINATEN (Sindicado Nacional dos Terapeutas Naturistas). Trabalhos comunitários realizados na associação de amigos do bairro Jardim Sapopemba e trabalhos sociais com mulheres da Delegacia Feminina Eliana de Gramon, através da Associação dos Terapeutas Florais – ABR-flor; Participante no Seminário Internacional de Bert Helling, Brasil – e Constelação Familiar Sistêmica.

Entrevista Rádio Justiça de Brasília – entrevista-concedida-a-radio-justica-constelacao-familiar-no-judiciario/

Quer saber mais quer saber mais sobre Constelação – leia aqui constelacao-familiar/


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A Importância da Avó Materna

A avó materna é chave para entender a transferência de informações e programas que carregamos inconscientemente durante toda vida.
Quando nossas avós estavam grávidas de nossas mães, o feto em formação já carregava os dois ovários que continham os óvulos com os quais ela iria se desenvolver. Um destes óvulos tem seu nome.

Este pequeno óvulo que está nos ovários de sua mãe, dentro do ventre de sua avó, recebe todos os impactos emocionais que esta senhora vivencia.
Nossas mães, como feto, e nós, como óvulos, estamos sujeitos a toda sorte de experiências traumáticas vividas por nossas avós maternas.
Esta é a essência do processo de transferência de informações.
Estes impactos emocionais estão relacionados à forma como foram vividas estas experiências, ex: se era o momento adequado de ter filhos, se a gravidez foi desejada, se sentia-se protegida por seu marido, se havia suspeita de traição, se havia ninho (território), se haviam suficientes recursos financeiros, se as condições de saúde eram as adequadas, etc.

É importante ressaltar que as experiências em si mesmo são neutras apesar de sua carga de dramaticidade. O que é decisivo neste caso é a forma como cada um vê e experimenta cada circunstância.

Ex.: se eu acho que estou sendo traído, meu inconsciente não quer saber se é verdade ou não, vive como real e ponto. Se meu marido passa o dia todo trabalhando eu posso viver esta situação como desproteção ou mesmo abandono.
Que necessidades biológicas não estavam cobertas pela avó no sentido de sobrevivência, proteção, valorização pessoal e de relacionamentos interpessoais?

Todas estas informações e muitas outras ficam gravadas em forma de engramas em cada célula do feto, das quais uma é você. É conhecido como memória celular.
Algumas vezes escutamos falar que a genética salta uma geração, aí está a explicação.

E por que a avó e não o avô?
Porque os espermatozóides se renovam a cada dia, ao contrário dos óvulos que permanecem os mesmos durante toda a vida adulta. Além disso, os óvulos carregam um tipo de informação que não está presente nos espermatozóides, o DNA mitocondrial.

E você, o que sabe da sua avó materna?”

Carlos Veiga Jr. 
Créditos: Voo Da Coruja #magaverde


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Vivencie a sexualidade feminina nos conceitos da constelação familiar, dia 14 de setembro às 10h, informações com Selma celular 11 973873144 no Tatuapé
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ANATOMIA FEMININA

*foto Facebook

Mulheres, isso é um útero.
A imagem também mostra os ovários.
Todas as mulheres nascem com esse órgão maravilhoso, e muitos de vocês nunca viram isso.
Seu tamanho normal é de cerca de 7 centímetros de comprimento e 5 centímetros de largura. Este órgão se expande mais de 100 vezes para abrigar um feto.
Todo mês, ela se autodestrói e reconstrói, eliminando a menstruação devido a contrações, então a dor menstrual é a dor do útero, não dos ovários.
Pode suportar até 150 vezes o seu próprio peso.
É o único órgão capaz de criar outro órgão: a Placenta.
Está ligado a você. Se você ficar estressada, ele fica estressado, se você relaxar, ele relaxa.
Nesse mesmo órgão, a vida é compartilhada, pois há mulheres que com esse órgão, deram vida a até 15 crianças, hoje em dia, só dão vida a 2 ou 3 filhos, mas está capacitada para treinar mais de 20 vidas.
É o segundo coração de uma mãe, porque ali ela forma o coração de seus filhos.


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Independência

Independência é aceitar a si mesmo antes da aprovação alheia. 
É defender a própria verdade e ter humildade para mudar de opinião caso seja surpreendido por melhores argumentos. Ser independente é preferir ir ao cinema com alguém, mas não perder o filme por falta de companhia. É vibrar quando lhe abrem um champanhe, mas não deixar de comemorar sozinho se a sua alegria basta para o brinde. Ser independente é fazer tudo o que se gosta junto de quem mais se gosta, incluindo a si mesmo.

Martha Medeiros


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O amor do pai e a manifestação do masculino

Será que isto significa que o pai ama menos do que a mãe?

Para nós, não há nada mais longe da realidade do que essa afirmação. Neste ponto, a vida se mostra tão perfeita ao incluir um amor tão completo que surge a partir de dois seres diferentes.

A mãe nos permite experimentar o amor que acolhe. O pai permite experimentar o amor que te mostra o externo, que ensina sobre limites. Os dois são necessários, cada um da sua forma.

Vemos em nosso trabalho de forma frequente como o amor que vem do pai é incompreendido, principalmente nos dias de hoje.

É comum ver como os filhos, em geral, têm dificuldade de ver o amor que está presente na firmeza e ou dureza que por vezes recebem de seus pais.

Os filhos se perdem ao ver o que recebem através destes gestos que, em um primeiro olhar não conseguem interpretar. Eles não se apropriam da força que surge deste relacionamento tão singular.

Sem poder contar com a força do masculino que vem do pai, por julgarem profundamente esta outra forma de amor, acabam por sofrer as consequências disso na vida. 

Em última instância, quando julgam os pais, proíbem a si mesmo de usar as riquezas do masculino contidas em si.

Fonte IpêRoxo

É verdade que há uma fase na vida em que as pessoas precisam dizer não aos pais, mas é um não comportamental, de ação, não necessariamente de coração. É normal, em certo momento, que exista essa necessidade de se separar, de se diferenciar, de se fazer grande em relação aos pais. No entanto, se o filho diz com o coração aos seus pais: “Não, eu não tomo aquilo que vem de vocês porque não é o que eu mereço”, mesmo que vá para a Austrália continuará percebendo uma corda enorme que o amarra aos seus pais através da rejeição.

Mas se ele diz: “fico feliz que vocês e juntaram e me entregaram a vida e os agradeço e digo sim à vida que me deram e a aproveito, e em tudo de bom que vivo na minha vida os tenho presentes”, então os pais se sentem grandes e o filho se sente impulsionado à vida, e pode deixar os pais e seguir o seu próprio caminho, possuir a vida, fecundá-la, injetar os seus genes na torrente da vida, CRIAR, arriscar, viver.

E de vez em quando ele vai voltar para os seus pais e dirá de novo: “obrigado”.
A rejeição ata. O consentimento liberta, pois é amor.

Joan Garriga

AGRADECIMENTO AO DESPERTAR DA VIDA – Dia dos Pais

“Querida mamãe,

eu tomo a vida de você,

tudo, a totalidade,

com tudo o que ela envolve,

e pelo preço total que custou a você

e que custa a mim.

Vou fazer algo dela, para a sua alegria.

Que não tenha sido em vão!

Eu a mantenho e honro

E a transmitirei, se me for permitido,

Como você fez.

Eu tomo você como minha mãe

E você pode ter-me como seu (sua) filho (a).

Você é a mãe certa para mim

E eu o (a) filho (a) certo (a) para você.

Você é a grande, e eu sou o (a) pequeno (a).

Você dá, eu tomo – querida mamãe.

Eu me alegro porque você tomou meu pai.

Vocês dois são os certos para mim. Só vocês!”

“Querido papai,

eu tomo a vida também de você,

tudo, a totalidade,

com tudo o que ela envolve,

e pelo preço total que custou a você

e que custa a mim.

Vou fazer algo dela, para a sua alegria.

Que não tenha sido em vão!

Eu a mantenho e honro

E a transmitirei, se me for permitido,

Como você fez.

Eu tomo você como meu pai,

E você pode ter-me como seu (sua) filho (a).

Você é o pai certa para mim

E eu o (a) filho (a) certo (a) para você.

Você é a grande, e eu sou o (a) pequeno (a).

Você dá, eu tomo – querido papai.

Eu me alegro porque você tomou minha mãe. Vocês dois são os certos para mim. Só vocês!”


Você tem conflitos com seus pais? Agende-se e venha constelar seu tema pelo WhastApp 11 973873144 – Selma Flavio – Consteladora Familiar.


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