Antes de amar – Primeiro fique sozinho.


“Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro ame a si mesmo.
Primeiro seja tão autenticamente feliz, que se ninguém vier, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bater à sua porta, está tudo bem.
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à sua porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo
Em seguida, você pode passar para um relacionamento.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram – mestres do seu ser, de sua solidão – felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário, ambos tornam-se UM e desfrutam da existência que os rodeia.”

– Osho

 


O AMOR NAS ESTRELAS

Participe, mandala terapêutica e vivência do Eu Superior.

DINÂMICAS COM MEDITAÇÃO, MANDALA E O PRAZER DE VIVENCIAR AS FLORES

27/08- Sábado – horário – 14h
Mandala Terapêutica – A vida que se renova.
Investimento: 50,00
Duração 90 min

Desenvolveremos a Mandala pessoal para a renovação interior, uma preparação para o novo, abrindo a vida para novas oportunidades na totalidade, da integração e da harmonia.

27/08 – Domingo – horário – 16h00
Vivenciando as flores – Preparação para colher o melhor de si, com meditação das flores, conexão com o eu superior, reflexão e mensagem.
Investimento: 50,00
Duração 60 min

Momentos de meditação e escolha, intuindo e conduzindo para a resposta pessoal. Sinalizando o que precisa reconhecer dentro de você e assim, poder se apodera de suas escolhas.

 

                                                              Imagem Mustorze Corporation

DESFRUTE , SINTA, SE PERMITA!

Facilitadora
Selma Flávio – CTN – SP nº. 0879 –  Terapeuta Sistêmica e Vibracional, Partner Internacional Sistema Floral de Bach, EFT (Emotional Freedom Techniques)
www.selmaflavio.com.br

Informações e Inscrições
selmaflavio@gmail.com
11-9.9787.3144 (whatsApp)

DESCONTOS NA HOSPEDAGEM

Di Maria – Pousada & Eventos

Estrada Doutor Celso Charuri, 346, Araçoiaba da Serra – SP
Roselaine
(15) 99735-3836
roselainepoeta@gmail.com

Krishna e Radha, amor transcendental

Krishna é a oitava manifestação de Vishnu (o deus da preservação da suprema trindade hindu, ao lado de Shiva e Brahma). Seu nome significa “escuro”, graças à sua pele de tom azulado. É representado por um jovem formoso, de corpo forte e cabelos anelados. É a divindade que conta com o maior número de adeptos na Índia e em todo o mundo, ao lado de Jesus e Buda.

Conforme as lendas, o objetivo desse avatar era triplo: destruir as personificações da ignorância que estavam ameaçando o equilíbrio do cosmo (Asuras); tornar-se o centro de desenvolvimento de determinadas escolas devocionais (Bhakti); assumir papel de liderança na grande guerra ocorrida entre os clãs Aryas dos Pandavas e dos Kauravas (o épico descrito no grande livro “Mahabharata”), em que ele também entregaria sua mensagem filosófica por meio do texto conhecido como “Bhagavad Gita” (Sublime Canção).

No mito de Krishna, encontramos elementos que caracterizam as qualidades de três das principais divisões sociais da tradição hindu (sistema de castas): Krishna é um homem dos campos, que guarda os rebanhos (casta Vaishya); é também um nobre guerreiro e dá morte a inúmeros demônios (casta Kshatrya); e adota o papel de um sábio, quando transmite os ensinamentos filosóficos (“Bhagavad Gita”) para o primo Arjuna (casta Brahmane).

 

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O MITO DE KRISHNA

Krishna nasceu na cidade de Mathura. Sua mãe, Devaki, era irmã do rei Kamsa, que condenou à morte todos os filhos que Devaki desse à luz, pois existia uma predição segundo a qual um deles haveria de assassiná-lo. Krishna continuou vivendo graças à estratégia de seus pais que, para tirá-lo da fúria do rei, trocaram-no pela filha de um modesto pastor. Ele passou seus primeiros anos junto com o irmão, Balarama, entre pastores.

Poucos anos depois de nascer, dando mostras de seu extremo vigor e malícia, Krishna começou suas proezas, como a de tombar carruagens, arrancar, de molecagem, duas árvores de um só vez, lutar vitoriosamente contra uma enorme serpente e ajudar a seu irmão Balarama a aniquilar um terrível demônio.

Krishna ia crescendo pouco a pouco e transformando-se em adolescente. Num dia, em que as pastoras foram banhar-se no rio Yamuna, acercou-se cautelosamente do lugar e roubou todos os vestidos, colocando-os em uma árvore próxima ao lago. Quando as pastoras saíram da água e buscaram suas roupas em vão, empenharam-se a lamentar, sem saber que decisão tomar. Mas quando viram Krishna na copa de uma árvore contemplando-as e rindo, arrojaram-se novamente no rio e, dali, pediram que ele se apiedasse delas. Krishna não aceitou levar-lhes a roupa, e sim que fossem buscar, uma a uma, com as mãos juntas, em atitude de súplica.

Esse episódio é somente uma introdução a muitos outros parecidos. As esposas e filhas dos pastores, livrando-se de sua reserva e modéstia habituais, abandonavam seus lares e ocupações para seguir Krishna ao bosque tão logo ouvissem os sons de sua flauta. Nessas ocasiões, ele dirigia-lhes amáveis reprovações, mescladas com advertências de que só por meio da meditação nele obteriam a salvação. Eram tantas as pastoras que se enamoravam de Krishna que ele não podia dar-lhes as mãos quando dançava com elas. Então, o deus multiplicava-se em cópias precisas e cada bailarina sentia a ilusão de ter, entre suas mãos, o deus Krishna. Quaisquer que fossem as formas que adorassem, Krishna as faria livres. Algumas o conheceram e o buscaram como filho ou como amigo, outras, como amante e alguns, como inimigos, mas não se sabe de ninguém que deixou de alcançar suas bênçãos e o benefício da libertação.

 

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Ao chegar à idade adulta, Krishna morreu acidentalmente. Estava entregue à meditação, sentado em um bosque com as pernas cruzadas, que deixavam as plantas dos pés descobertas (sabido era, tempos atrás, que o sábio Durvasa tinha o amaldiçoado em um acesso de cólera, profetizando que morreria de uma ferida no pé), quando um caçador, tomando-o por um gamo, disparou uma flecha, que se cravou em um único ponto vulnerável: o calcanhar do pé esquerdo. Muito apavorado ficou o caçador ao dar-se conta do erro cometido, mas Krishna acalmou-o dizendo que não temesse nada e que não se deixasse levar por sua dor. Essas foram as últimas palavras de consolo que pronunciou sobre a Terra. Logo, no esplendor de sua glória, subiu aos céus, onde os deuses o acolheram; contudo, as trevas caíram sobre a Terra.

Nas façanhas de sua vida, Krishna transgrediu inúmeras convenções e regras morais estabelecidas pela sociedade Brahmane: apaixonou-se pela bela Rukmini, que já estava prometida em casamento para um príncipe de uma importante família. Krishna não admitiu esse contrato e, no dia do casamento, sequestrou a jovem, matando o noivo e o irmão dela. Krishna casou-se com Rukmini e, ao longo da vida, eles tiveram onze filhos.

As transgressões desse episódio da vida de Krishna (o rapto da noiva, a grave ofensa feita a uma família, a morte do noivo e do irmão da noiva, que tentavam salvar sua honra e fazer cumprir a lei) encarnam um período em que as contestações sociais estavam sendo incentivadas pela filosofia especulativa e comportamental do Tantra (século XII).

Outra atitude pouco comum de Krishna é o fato de ter oficialmente elegido, entre as pastoras (Gopis), uma amante. Esta, esposa de um humilde camponês, chamava-se Radha. Krishna e sua amante viveram juntos momentos de intensa paixão, carregados de erotismo. Descrevendo esse romance, surgiu um livro conhecido como “Gita Govinda”, de autoria do sábio Jayadeva.

 

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A SIMBOLOGIA DE RADHA

Radha é representada principalmente como uma subordinação pessoal voluntária ao seu amado Krishna: sua personalidade dissolvendo-se nele. Com os olhos fechados, a deusa segue-o para onde ele a leva, confiando completamente e abrindo mão do seu ego. Esta é a metáfora divina de um devoto que se funde com seu deus. Por extensão, também simboliza um ser amado que se funde com o seu amor.

Em algumas representações, a relação de Radha e Krishna é recíproca e expressa um amor totalmente maduro, no qual a confiança e o respeito um pelo outro profundos que o desrespeito é inimaginável. Essas imagens sugerem que, quando duas pessoas se amam, ocorre uma mistura de mentes e corpos, os egos são abandonados, e aquele que ama e o ser amado ocupam posições iguais, o que não somente sublima as emoções sexuais como também fornece um apoio divino para as paixões internas.

A natureza divina de Radha está na exaltação e transfiguração de algumas das emoções humanas mais básicas e arquetípicas. Duas de suas características: mahabhava (grande sentimento) e premabhakti (devoção do amor desinteressado) apontam para a intensidade e a pureza do seu amor, emprestando-lhe uma qualidade metafísica. Os devotos de Radha, tipicamente, não se relacionam com ela pedindo-lhes favores terrenos, mas absorvendo-se no desdobramento da história minuciosamente detalhada do seu amor por Krishna.

 

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MANTRAS RELACIONADOS À ENERGIA DIVINA DE KRISHNA

 

Om Hrisi Keshaya Namah

Mantra de Krishna para a felicidade e que pode ser entoado, também, para despertar todos os nossos potenciais.

 

Om Govindaya Namah

Govinda é o chefe dos pastores e este mantra é uma alusão ao mestre Krishna, o pastor dos espíritos, entoado por aqueles que buscam orientação mística interior.

 

Om Madhusudanaya Namah

O mantra que homenageia Krishna, o matador de demônios, deve ser entoado para proteger-nos de inimigos.

 

Om Namo Bhagawate Vasudevaya

Este é o mantra de proteção que invoca Vasudeva, o pai de Krishna.

 

Om Sri Krishnaya Govindaya Vallabrava Swaha

A repetição deste mantra sagrado aumente sensivelmente nosso poder de cura energética.

MANTRAS PARA RADHA RELACIONADOS AO AMOR

 

Om Radha Krishnaya Namaha

Mantra para construir um amor conjugal elevado no plano terrestre, onde o cuidado e a intimidade podem ser grandemente intensificados. Esse mantra também funciona poderosamente em relacionamentos onde há um compromisso genuíno entre as duas pessoas, mas também pode ser utilizado por qualquer dos cônjuges de um casamento para o melhoramento gradual, mas seguro, do relacionamento como um todo.

 

Om Parama Prema Rupaya Namaha

Mantra para trazer à sua vida a mais elevada expressão possível do amor. Se esse amor possuir alguma implicação de caráter sexual, a importância, no caso, desse incidente, é o amor que proveio dele, um amor que durou um longo tempo mesmo depois que o aspecto sexual já tenha terminado. Nós também podemos ingressar num relacionamento em que a parte sexual, por alguma razão ou outra, chega ao fim. Mas isso não precisa ser o fim do nosso amor. Esse mantra também pode trazer uma visão do êxtase divino através do bem-amado.

 

Aham Prema

Mantra para se tornar a forma mais elevada de amor que você pode ser. Com esse mantra simples, você afirma a sua própria natureza essencial como uma natureza de amor divino. A vibração desse mantra começa o processo de transformação de todo o seu corpo, ser, natureza e espírito numa emanação, a sua própria emanação particular, do amor divino.

Fonte comprazen


Aproveite e desfrute evento especial, em um lugar especial para falar de amor, cuidar e tratar os relacionamentos.

 

Curando os Laços Afetivos


Curando os Laços Afetivos

Muitas vezes nos perguntamos porque não damos certo em nossos relacionamentos, e não enxergamos as respostas. Aqui você pode descobrir e ter a oportunidade de ressignificar a sua vida, através da vivência com a constelação familiar, terá a oportunidade de tratar questões pessoais e dar um novo olhar.
– Tenha um dia para olhar e cuidar dos nossos laços afetivos com a visão da constelação familiar sistêmica, vivenciando e ampliando a consciência de forma profunda e curadora. Desvendando o padrão de comportamento que sabota a vida pessoal, dessa forma, ressignificando e transformando todas as áreas da vida.
Indicado especialmente:
– Pessoas com dificuldade de relacionamento amoroso.
– Casamentos em crise.
– Dificuldade em ter um companheiro.
– Relacionamentos abusivos.
– Harmonizar as relações.
– Dificuldade de entrega.
– Conflitos familiares.
– conflito de pais e filhos.
Se sentiu chamado? Venha!

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9 sinais de que você encontrou sua alma gêmea

Fale em “almas gêmeas” quando estiver num grupo de pessoas, e com certeza algumas delas vão reagir com ceticismo. A ideia de que existe uma pessoa mágica para você, alguém por quem você se apaixonará instantaneamente e com quem nunca terá um desentendimento, simplesmente não é realista.

 

O que existe, sim — pelo menos para muitas pessoas — é uma pessoa que você conhece instintivamente, com quem você se conecta ao nível mais profundo e que lhe permite crescer como indivíduo dentro do relacionamento de vocês dois. Quando essa pessoa é sua parceira romântica, significa que você encontrou algo verdadeiramente especial.

Então como saber quando você encontrou “aquela” pessoa? Um grupo de especialistas em amor e relacionamento identificou os sinais mais reveladores.

1. Vocês se comunicam sem palavras

As pessoas que são almas gêmeas conseguem ler uma à outra como se fossem livros abertos. “Elas se conectam intensamente em todos os níveis”, disse ao Huffington Post a psicóloga clínica e especialista em relacionamentos Dra. Carmen Harra. “Uma delas pode concluir a sentença que a outra está formulando. Uma pode pegar o telefone para ligar para a outra no momento em que a outra está fazendo a mesma coisa. Ou elas podem sentir que não conseguem ficar longe uma da outra.”

A psicóloga clínica Dra. Sue Johnson, autora de Love Sense, disse que uma alma gêmea sabe reagir aos sinais emocionais que você transmite. “Sua alma gêmea fica ao seu lado quando você lhe faz confidências, lhe dá sua atenção plena e se aproxima para responder às suas necessidades, tocando sua mão quando você se sente um pouco insegura, sorrindo e abraçando-a quando você está feliz e reconfortando-a carinhosamente quando está triste.”

2. Você sente nas entranhas que encontrou sua “metade da laranja”

A frase segunda a qual “quando você sabe, sabe” se aplica no caso da ligação entre almas gêmeas. “Quando a pessoa que é realmente sua alma gêmea aparece à sua frente, você não tem dúvida alguma”, disse ao Huffington Post a pastora Laurie Sue Brockway, que celebra casamentos e é autora. “Geralmente há um sinal que lhe indica que o amor verdadeiro chegou: uma voz em sua cabeça, o sentimento de que reconhece essa pessoa ou a sensação profunda de que essa pessoa é alguém especial para você.”

Se você representa um personagem para agradar o  outro, você não é a alma gêmea dele.”

Selma Flávio

 

3. A química física entre vocês é palpável…

…e a ligação elétrica que vocês sentem não se limita ao nível sexual. “Segurar a mão de sua alma gêmea faz seu espírito mergulhar num turbilhão, mesmo depois de o relacionamento durar anos”, disse Harra.

 

4. Vocês dois se sentem totalmente à vontade um com o outro desde o dia em que se conheceram

As almas gêmeas se relacionam facilmente desde o primeiro momento e deixam transparecer quem realmente são, sem medo de serem julgadas. “As almas gêmeas muitas vezes se sentem confortáveis na presença uma da outra, como se já se conhecessem”, disse Brockway. “Muitas pessoas dizem que com essa pessoa é mais fácil relaxar e se deixar ficar vulnerável.”

“A alma gêmea é a pessoa que se abre para você, que deixa você entrar, para que você possa enxergá-la”, Johnson acrescentou. “É o tipo de pessoa que se arrisca e divide com você seu mundo interior, suas emoções e necessidades.”

5. Mas o relacionamento não é tudo flores. Ele ou ela desafia você mais que qualquer outra pessoa

Não obstante o que as pessoas possam imaginar, a relação entre almas gêmeas nem sempre é tranquila. “A alma gêmea nem sempre aparece sob a ‘embalagem’ perfeita, fisicamente ou termos de circunstâncias de vida, e o fato de ela ser sua alma gêmea tampouco quer dizer que a relação de vocês seja livre de dificuldades”, observou a autora Kailen Rosenberg, da agência de busca de parceiros The Love Architects. “Mas as diferenças nas circunstâncias de vida e os desafios reforçam os vínculos, tornando-se a cola que os mantém unidos ao longo dos tempos difíceis e ajuda cada um de vocês a ser mais autêntico.”

E há mais: nossa alma gêmea nos ajuda a evoluir como pessoas. “Às vezes o relacionamento com sua alma gêmea tem altos e baixos, e seu parceiro é uma pessoa que num primeiro momento o irrita e pisa no seu calo, pelo fato de lhe impor algumas das lições mais difíceis para a alma”, disse Brockway.

 

                                       O melhor aprendizado é com o outro!

6. Vocês podem não concordar sobre cada detalhe, mas coincidem nas coisas que são realmente importantes.

“Um relacionamento entre almas gêmeas não quer dizer necessariamente que os dois parceiros sempre pensem igual, mas suas metas e ambições maiores coincidem”, disse Harra. “As opiniões sobre coisas menores podem diferir, mas as almas gêmeas geralmente possuem os mesmos valores e virtudes e enxergam o mundo sob a mesma ótica.”

7. O relacionamento proporciona um senso de calma interior aos dois parceiros

Quando você está com a pessoa errada, é evidente: você sente insegurança na relação e tem medo de desagradar a seu parceiro com qualquer passo em falso. Não é o que acontece com as pessoas que são almas gêmeas.

Quando você está com sua alma gêmea, “sente confiança que seu parceiro está com você para o longo prazo”, observou a especialista em namoro Tracey Steinberg, autora de Flirt For Fun & Meet The One. “Não importa o que aconteça na vida de vocês, ambos concordam que vocês formam uma equipe e estão juntos nessa. Sua voz interior lhe diz que vocês estão numa relação saudável. Vocês confiam um no outro, sentem-se autoconfiantes e à vontade um com o outro, seguros para discutir assuntos delicados de maneira madura.”

 

8. Você e seu parceiro têm identidades separadas, mas encaram o mundo juntos

“As almas gêmeas reconhecem que são duas partes do mesmo todo, e nenhuma influência ou questão externa é capaz de romper esse vínculo”, Harra comentou.

9. Talvez vocês já se conheçam há anos, mas de repente cada um se descobre apaixonado pelo outro ao mesmo tempo

O timing é tudo quando se trata do amor verdadeiro. “Já celebrei tantos casamentos de pessoas que se conheceram no colégio ou quando tinham 20 e poucos anos, talvez tenham saído juntos, terminaram, namoraram outras pessoas ou ficaram frequentando o mesmo círculo de amigos sem nunca ficarem juntas”, Brockway disse ao Huffington Post. “Então um dia elas se encontram novamente por acaso, às vezes de maneira mágica, e o amor floresce.” Fique com a cabeça e o coração abertos; assim, quando sua alma gêmea vier bater à porta, você estará preparado para atender.

 

fonte huffpostbrasil

 |  De  

 


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Preste atenção a quem você compartilha sua energia íntima

“A intimidade, a este nível entrelaça sua energia sonora com a energia sonora da outra pessoa. Essas conexões poderosas, independentemente de quão insignificante você acha que eles são,deixar detritos espiritual, particularmente nas pessoas que não praticam qualquer tipo de limpeza, física, emocional ou de outra forma. Quanto mais você interagir intimamente com alguém, mais profunda a ligação e mais de sua aura se confunde com o seu. Imagine a aura confusa de alguém que dorme com várias pessoas e realiza em torno destas múltiplas energias? O que eles podem não perceber é que outras pessoas possam sentir que a energia que pode repelir a energia positiva e atrair energia negativa em sua vida. Eu sempre digo, nunca dormir com alguém que você não gostaria de ser.”

 

~ Lisa Patterson

 

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O Tantra

A palavra Tantra significa teia (como a teia de aranha), tecido, rede. Indica a idéia de fios entrelaçados, unidos e formando um todo. Representa a idéia de que todas as coisas do universo estão conectadas, entrelaçadas, unidas entre si, através de uma espécie de fio invisível que forma essa união íntima de todas as coisas.      Aquilo que une tudo, que está dentro de tudo, é o Poder divino (Shakti). Esse Poder está dentro de cada um de nós, e está também fora de nós. Penetrando em tudo, o Poder torna todas as coisas divinas. Porém, nosso modo comum de ver o universo e de vermos a nós mesmos não permite que enxerguemos essa perfeição de tudo. O Tantra, como prática, leva a uma transformação da pessoa, permitindo-lhe ver além das aparências e perceber a realidade divina em tudo.      Uma parte da base do Tantra vem do pensamento indiano tradicional, podendo ser encontrada nas Upanishads, por exemplo, que enfatizam o conhecimento do Absoluto, Brahman, que está presente em todas as coisas, em todos os seres do universo. Outra parte, no entanto, é diferente. Pois o Tantra é essencialmente não-dualista, ele rompe com todo tipo de limitações impostas pelo pensamento racional, conceitual. E isso se reflete também nas práticas do Tantra, que não respeitam regras morais e éticas. Tudo aquilo que existe pode ser utilizado como um veículo para entrar em contato com a Divindade, nada é errado ou impuro. Desde que tenha desenvolvido a atitude espiritual correta, o praticante do Tantra pode vivenciar a perfeição em tudo.      “Não existe nada que não se possa fazer e nada que não se possa comer. Não há nada que não se possa pensar ou falar, seja agradável ou desagradável. O Eu supremo existe dentro dele assim como nos outros seres. Assim considerando, o Yogi deve se aproximar da comida e da bebida e das outras coisas.”
     No ocidente, o nome Tantra está fortemente associado ao sexo. É utilizado às vezes como uma simples desculpa teórica para práticas sexuais sem objetivo espiritual. O Tantra indiano tem, é verdade, práticas de natureza sexual, mas isso é apenas um dos seus múltiplos aspectos. Fazer sexo e ter prazer não é nem o objetivo, nem o principal instrumento do Tantra.      A tradição indiana nunca considerou o sexo como algo errado: os objetivos humanos listados nos textos clássicos indicam que as pessoas podem buscar a libertação espiritual (moksha), a ação correta no mundo (dharma), riquezas (artha) e prazer (kama). O famoso manual indiano sobre práticas sexuais, Kama Sutra, é um texto que fala sobre os modos de obter prazer – mas não é um texto tântrico. O que o Tantra adicionou foi o uso do sexo como um dos muitos modos de obter desenvolvimento espiritual através daquilo que nos atrai – pela união de moksha e kama
     No entanto, sexo não é o centro do Tantra. O ponto central é obter uma transformação de nosso modo de ver a realidade, através de práticas que podem utilizar aquilo que desperta em nós emoções e sensações muito fortes. Através dessas práticas, o modo comum de funcionamento de nossa mente é ultrapassado, e surgem vivências espirituais completamente diferentes. Gradualmente, abre-se um canal de comunicação com a realidade divina, e por fim se estabelece um contato constante com esse estado de consciência. TEORIA DO TANTRA
     A filosofia tântrica é ensinada em muitos textos antigos, como os Puranas, e também em textos específicos, que se chamam também Tantras. Apenas no início do século XX alguns textos tântricos começaram a ser traduzidos para idiomas ocidentais, especialmente através do trabalho de John Woodroffe (mais conhecido por seu pseudônimo Arthur Avalon). As obras deste autor são o resultado de uma pesquisa muito profunda e séria sobre o Tantra. Atualmente, no entanto, há muitos livros sobre Tantra que são equivocados e que distorcem sua doutrina.      Dentro do Tantra há diversas linhas ou correntes de pensamento e de prática. Pode-se dizer que os dois maiores grupos de pensamento tântrico são o Shivaísta (no qual Shiva é considerado a principal divindade) e o Shakta (no qual Shakti, a Grande Deusa, é considerada a principal divindade). Vamos apresentar aqui um esboço da doutrina tântrica Shakta.

     Segundo essa doutrina, tudo o que se manifesta no universo como matéria, vida e consciência é o Poder Divino (Shakti). O Poder é feminino. É a Grande Deusa (Maha Devi), a Mãe de todos os seres e dos próprios Devas. Tudo o que existe brota dos órgãos genitais (Yoni) da Grande Mãe. 
     Aquele que possui o poder é Shiva. Não existe Shiva sem Shakti, nem Shakti sem Shiva (Na shivah shaktirahito na shaktih shivavarjita). Shiva, sozinho, é semelhante a um cadáver (shava), pois ele próprio não tem poder. Apenas quando está unido à sua Shakti, Shiva se torna o Deva poderoso. Shiva é, essencialmente, a consciência inativa, é aquele que testemunha a ação da Shakti. 

     A fusão íntima entre Shakti e Shiva é representada pela união sexual entre eles, ou por uma figura com os dois sexos (Ardhanarishvara), um lado sendo masculino, e o outro feminino. 

     Shiva e Shakti, unidos, formam o Absoluto não-manifesto, ou Brahman, que pode ser descrito por Sat, Cit, Ananda. Quando estão unidos em um só, Parashiva e Parashakti são inativos e invisíveis. 

     Esse estado corresponde à noite de Brahman, em outras tradições. Nessa união, Shiva pode ser pensado como um ponto, e Shakti como uma linha enrolada em torno deste ponto. Como a linha não tem espessura, é impossível distinguir o ponto e a linha. São uma única coisa. A criação do universo se dá quando Shiva e Shakti se separam, ou seja, com o surgimento da dualidade. Quando a linha (Shakti) se desenrola do ponto central (Shiva), surgem a meia-lua (Candra) e o ponto (Bindu) que aparecem na parte superior do símbolo OM.

     À medida que se desenrola, a Shakti se manifesta sob a forma de um som primordial (Nada), e através do som ela começa a criar o universo. O som é um dos principais instrumentos do Poder, no Tantra. Através de algumas práticas, o Tantrika pode ouvir os sons primordiais produzidos pela Grande Deusa. 
     Os seres do universo são descritos por nome (nama) e possuem uma forma (rupa). O som (shabda) e a palavra (vac) são manifestações da Shakti, que dão forma aos seres.
     A Shakti não apenas cria todos os seres, ela permanece dentro deles. A Shakti imagina o universo, por sua própria vontade, pelo prazer de criar, e se incorpora nele. O universo não tem essência própria, é vazio, mas ao mesmo tempo contém o absoluto. 

     Em todos os seres do universo se manifesta o poder de Shakti e a consciência de Shiva. O Absoluto está presente em todas as manifestações do universo. Portanto, tudo o que existe é sagrado. No centro de cada coisa estão Shiva e Shakti, que contêm tudo o que existe. Por isso o Tantra afirma: “Aquilo que está aqui está em toda parte. Aquilo que não está aqui não está em lugar nenhum” (yad ihasti tad anyatra, yannehasti na tat kvacit). Tudo o que existe no universo é perfeito, divino, e Eu sou tudo isso, e tudo isso existe em mim.
Toda a realidade e toda pessoa é, essencialmente, Shiva-Shakti, mas de forma específica todo homem é Shiva e toda mulher é Shakti. Perceber a realidade mais profunda disso é um dos caminhos para a libertação espiritual.

     Embora nossa natureza seja divina, e tudo o que nos cerca também seja, nossa percepção usual da realidade é limitada, dualista, pobre. É a própria magia (maya) da Shakti que dá a aparência de finito ao infinito, de múltiplo àquilo que é uno, de específico (dotado de nome e forma) àquilo que não tem nome nem forma, de destrutível ao que é eterno. Ela envolve toda a criação divina, perfeita e ilimitada com um véu mágico, mas ela própria cria por toda parte as portas através das quais podemos atravessar a ilusão e chegar à percepção clara da realidade divina. Penetrando através de Maya-Shakti é possível atingir o absoluto, ultrapassando as limitações e dualidades.

     A compreensão e o contato direto (vivência) da Shakti é um dos aspectos centrais do Tantra. A Shakti pode ser vista sob seus aspectos bondosos, como a Mãe (Ma) ou como a esposa / amante de Shiva, extremamente bela e sábia. No entanto, ela pode também ser vista sob seu aspecto destruidor, horrível, como Kali, que destrói as ilusões, aniquila as forças do egoísmo e leva as pessoas a verem a realidade divina. 

     A pessoa em um corpo (jiva) conhece apenas os níveis mais baixos da realidade e se confunde com eles. No entanto, é possível se transformar, atingindo uma compreensão diferente da realidade. Às vezes se descreve essa transformação como uma libertação (kaivalya) ou como a união ao Eu Supremo (Paramatma). No entanto, o Tantra descreve esses processos de uma forma diferente. A pessoa viva (jiva) e o Eu Supremo possuem a mesma natureza, por isso eles não podem se unir. O Jiva não se liberta, ele pode apenas perceber que nunca esteve preso. Para isso, ele precisa penetrar através dos véus de Maya, a magia da Shakti, através da sabedoria (jñana) obtida através da vivência (vijñana), conhecendo diretamente a Shakti e tornando-se um jivanmukta e mantendo-se no mundo.

     O objetivo não consiste em se afastar do universo criado por Shakti, e sim percebê-lo como ele é: infinito, absoluto, eterno, sem dualidades. Através do Shakti-Tantra, o adepto atinge a libertação voltando-se para fora e não para dentro. Adotando uma visão não-dualista (advaita), a doutrina do Tantra admite que tudo é igualmente puro e perfeito. Por isso, o Tantra permite obter a iluminação (moksha) desfrutando do mundo (bhoga).PRÁTICA DO TANTRA
     Sob o ponto de vista prático, o Tantra desenvolve uma série de atividades que induzem estados alterados de consciência, transformam o praticante e o levam a uma percepção diferente da realidade. Essas vivências precisam ser compreendidas, para serem integradas à sua vida, e por isso o estudo teórico também é importante. Pela prática constante, a transformação do Tantrika vai se fortalecendo, levando a um contato contínuo com a Shakti. 

     O Tantra utiliza muitos recursos empregados nas diferentes linhas do Yoga, como posturas (asanas), práticas de respiração (pranayama), meditação (dhyana), etc. A parte ética do Yoga de Patañjali (yama eniyama) não faz parte do Tantra propriamente dito; mas apenas pessoas que já tenham obtido um grande desenvolvimento ético podem ser admitidas no Tantra. 

     Algumas das características centrais do Tantra são a utilização de rituais, o uso das coisas do mundo profano para atingir a realidade divina, e a identificação entre o microcosmo (o ser humano) com o macrocosmo. Um dos aspectos importantes das práticas tânticas é o controle da energia interna, que é um reflexo do Poder Cósmico (Shakti). 

     Dentro do corpo, essa energia é representada por Kundalini, a energia em forma de uma serpente enrolada, que fica normalmente adormecida no chakra inferior (Muladhara). Através de práticas envolvendo respiração, posturas, meditação, mantras e outros elementos, o Tantrika desperta Kundalini e faz com que essa energia ative sucessivamente os várioschakras corporais, transformando o corpo energético  do yogi (a estrutura sutil, constituída pelos chakras e pelos canais – nadis – onde circulam os diversos tipos de prana). Este aspecto do Tantra está também presente no Hatha Yoga tradicional indiano, já que o Hatha Yoga surgiu como um ramo especial dentro do Tantra. 

     São muito importantes no Tantra a recitação de mantras, o uso de imagens de devas e especialmente da Shakti, o uso de diagramas (yantras) para meditação, purificação (nyasa) do corpo, e muitos rituais especiais utilizando mantras e gestos com as mãos (mudras), geralmente feitos dentro de círculos especiais (mandalas). O culto e adoração (puja) da Grande Deusa é também essencial, no Tantra. 

     Há rituais e práticas extremamente complexos, dentro do Tantra, e outras práticas que parecem simples. Todas devem ser aprendidas através dos ensinamentos diretos de um mestre (guru) que já tenha praticado e dominado essas técnicas. A união entre o discípulo e o mestre é fundamental, pois através dessa união o Guru consegue induzir estados alterados de consciência no discípulo e fazê-lo vivenciar coisas que ele não teria condições de conseguir sozinho, por seu próprio esforço. Práticas em grupo também são consideradas muito importantes, pois a união espiritual de várias pessoas, no Tantra, multiplica os resultados obtidos. 

Foto (editada) de Shri Ramakrishna em estado desamadhi espontâneo durante uma palestra.
     Não existe Tantra sem vivências diretas dos aspectos sagrados do universo e de si próprio. E isso ocorre através de estados alterados de consciência, especialmente através de experiências de samadhi. Deve-se compreender que o samadhi não é o objetivo do Tantra (nem de nenhuma outra linha de Yoga), e sim uma prática especial, acompanhada por um estado alterado de consciência, que deve ser atingido repetidas vezes, produzindo aos poucos importantes efeitos no praticante.     A devoção à Grande Deusa (ou a Shiva, no caso da linha tântrica shivaísta) é também essencial, no Tantra. O praticante desenvolve um enorme respeito, admiração, amor e adoração pela Grande Deusa, e Ela se torna um foco central de sua vida. Sem essa devoção (bhakti) e sem a ajuda direta da própria Deusa, o Tantrika não atinge seu objetivo. 
Embora não se possa aprender as práticas do Tantra através da leitura de livros, é muito útil estudar os textos tântricos tradicionais para obter uma compreensão teórica daquilo que essa linha espiritual significa.      Algumas linhas do Yoga possuem práticas “leves”, destinadas a melhorar a saúde física e psíquica da pessoa. O Tantra, no entanto, não está voltado para a obtenção de resultados desse tipo. É uma linha de trabalho mais radical, destinada a mudar toda a consciência do praticante. Por isso, não se deve iniciar práticas tântricas a menos que a pessoa queira deixar para trás seus valores, suas crenças e sua vida antiga, iniciando uma nova. É um caminho poderoso, mas que tem também riscos e um custo alto – ele exige uma morte do ego, para levar a uma transformação espiritual completa.

Texto escrito por Roberto de A. Martins 

Fonte shri-yoga-devi