– Revelando o Poder das Relações Familiares: Impulsionando um Futuro Brilhante para Seus Filhos

O perigo velado

Por Selma Flavio


Imagine um cenário em que o amor e a conexão familiar são as bases sólidas sobre as quais as crianças constroem suas vidas. Não é apenas no momento do divórcio que o destino delas é moldado; na verdade, começa muito antes disso. Desde o instante em que olhamos para nosso parceiro e permitimos que nossos julgamentos se transformem em barreiras invisíveis, estamos traçando um caminho que pode levar à alienação parental.

Cada riso, cada lágrima, cada sonho compartilhado entre os pais é um tijolo que forma a fundação da felicidade de seus filhos. Mesmo antes de qualquer conflito ser visível, nossas atitudes e palavras podem plantar sementes de discórdia nos corações sensíveis dos pequenos. Quando, inadvertidamente, mostramos a eles um mundo dividido entre vítima e superior, estamos inadvertidamente semeando o terreno fértil para futuros conflitos emocionais.

“  Ao mesmo tempo em que ama, a criança sofre, pois sacrifica sua saúde e isso não ajuda em nada, ou seja, a atitude heroica do pequeno ser não é capaz de salvar seus pais. Mas ela está disposta a garantir o bem-estar dos que ama a todo custo, mesmo que precise morrer, afinal, assim ela acredita que está garantindo que o outro fique vivo. – Bert Hellinger chamou de “amor cego”.              

Bert Hellinger

As crianças são esponjas emocionais, absorvendo a atmosfera emocional que permeia o lar. Mesmo quando um sorriso está no rosto, se um conflito velado reside nas entrelinhas das conversas e dos olhares, essa energia tóxica pode ser absorvida pelos jovens corações. Sua alegria pode se transformar em incerteza, seu entusiasmo em medo. E o que é pior, essas tensões subterrâneas podem, ao longo do tempo, desencadear doenças emocionais silenciosas que minam a saúde interior.

Imagine as palavras como flechas. Cada vez que uma flecha da desaprovação ou do afastamento é disparada em direção a um dos pais, ela perfura o coração da criança. Cada vez que um pai é excluído, uma parte da alma da criança se apaga. E essa escuridão pode se manifestar de maneiras inesperadas, desde dificuldades no aprendizado até o surgimento de problemas comportamentais, como um grito silencioso por ajuda.

Então, antes mesmo de pensarmos em partir caminhos separados, lembremos que somos os guardiões dos sonhos de nossos filhos. Sejamos os exemplos vivos de amor, compreensão e cooperação. Cada abraço, cada palavra gentil, cada gesto de respeito é uma luz que dissipa as sombras. Quando coletivamente decidimos criar um oásis de aceitação e união, estamos garantindo que nossos filhos não apenas sobrevivam, mas floresçam.

⁠“Somente quando estamos em sintonia com o nosso destino, com os nossos pais, com a nossa origem e tomamos o nosso lugar, temos a força.”                                                                                                       

Bert Hellinger 

O futuro deles não deve ser prejudicado pela batalha silenciosa entre adultos. Nossos filhos merecem uma infância cheia de risos, uma adolescência repleta de sonhos e um futuro de possibilidades ilimitadas. E tudo isso começa com o amor incondicional e a coexistência respeitosa entre aqueles que compartilham a responsabilidade sagrada de guiar essas vidas jovens e preciosas.

No cerne dessa simples afirmação reside uma poderosa reflexão sobre a influência dos adultos nas vidas de suas crianças. Imagine o impacto transformador que pode ter sobre os filhos quando os pais optam por enxergar além de suas próprias diferenças e desavenças. Ao permitir que os filhos cultivem sentimentos positivos em relação ao parceiro não amado, estão plantando as sementes de um futuro mais promissor para essas jovens almas.

Pense nisso!

Se você está imerso nessa situação, saiba que estou prontamente disponível para auxiliar através da constelação familiar. Os conflitos dentro do âmbito familiar podem se apresentar como desafios complexos, mas juntos podemos encontrar soluções que nutram um ambiente de resolução. Caso tenha interesse, podemos agendar uma sessão para explorarmos a situação em profundidade, olhando para as conexões e dinâmicas que estão em jogo.

Nossa colaboração será uma jornada de compreensão mútua e reconhecimento das influências que moldaram essa dinâmica. Trabalhando conjuntamente, poderemos orientar sua família para superar obstáculos e encontrar formas autênticas de restaurar os laços com amor e positividade. Por meio dessa abordagem, visamos estabelecer um ambiente acolhedor e amoroso em seu lar, promovendo a cura e o crescimento.

Lembrando sempre que a constelação familiar oferece uma perspectiva única, permitindo-nos acessar as raízes subjacentes dos desafios. Estou aqui para oferecer suporte nessa jornada, trazendo insights que possam iluminar o caminho e ajudar a sua família a reconstruir relações saudáveis e harmoniosas. Juntos, podemos co-criar um futuro de entendimento e harmonia para todos os membros da sua família.

Sou Selma Flavio Faciltadora em Constelação Familiar – Terapeuta

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As chamadas “ovelhas negras”

As chamadas “ovelhas negras” da família são, na verdade, caçadores natos de caminhos de libertação para a árvore genealógica.

Os membros de uma árvore que não se adaptam às normas ou tradições do sistema familiar, aqueles que desde pequenos procuravam constantemente revolucionar as crenças, indo na contramão dos caminhos marcados pelas tradições familiares, aqueles criticados, julgados e mesmo rejeitados, esses, geralmente são os chamados a libertar a árvore de histórias repetitivas que frustram gerações inteiras.

As “ovelhas negras”, as que não se adaptam, as que gritam rebeldia, cumprem um papel básico dentro de cada sistema familiar, elas reparam, apanham e criam o novo e desabrocham ramos na árvore genealógica.

BErt hellinger

Graças a estes membros, as nossas árvores renovam as suas raízes. Sua rebeldia é terra fértil, sua loucura é água que nutre, sua teimosia é novo ar, sua paixão é fogo que volta a acender o coração dos ancestrais.

Incontáveis desejos reprimidos, sonhos não realizados, talentos frustrados de nossos ancestrais se manifestam na rebeldia dessas ovelhas negras procurando realizar-se. A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas ovelhas um trabalho difícil e conflituoso.

No entanto, quem traria novas flores para a nossa árvore se não fosse por elas? Quem criaria novos ramos? Sem elas, os sonhos não realizados daqueles que sustentam a árvore gerações atrás, morreriam enterrados sob as suas próprias raízes.

Que ninguém te faça duvidar, cuida da tua ”raridade” como a flor mais preciosa da tua árvore. Tu és o sonho de todos os teus antepassados.

Bert Hellinger – Constelação Familiar

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SEPARAÇÃO DE CASAL

SEPARAÇÃO DE CASAL  E A SAÚDE DOS FILHOS PODEM ESTAR LIGADOS DIRETAMENTE AOS FILHOS QUE NÃO FORAM VISTOS.

– A importância do luto por aborto ou natimortos.

Numa cultura de negar as perdas por mortes, não se permitem vivenciar o  luto pela perda de um aborto (provocados ou não). Causando profundo sofrimento para uma mãe, uma dor imensurável, quão a perda de uma criança nascida.

Infelizmente ainda  para grande maioria dos homens, perder um filho por  aborto, é a mesma coisa de saber que a mulher menstruou, não dando devida importância e reconhecimento, julgando como exagerado a tristeza da mulher.

Quando esse homem não se dá conta da dor do sofrimento, e juntos não vivenciam o luto, pode provocar um grande abismo entre o casal, no decorrer do tempo levar a separação.

Todos os abortos, deveriam ter uma cerimônia intima, no qual o casal olha para essa criança, mesmo que de forma fictícia, reconhece a perda e se despede, dando um lugar em seu coração. Pois; essa criança é tão filho, quantos os filhos vivos.

Dar um nome amoroso mesmo não sabendo o sexo da criança, entender qual é a ordem de chegada desse filho. Evitando assim, transtornos futuros com o relacionamento do casal e com possíveis desarmonias entre os filhos.

Crianças diagnosticadas como por exemplo TDAH – Doença crônica que inclui dificuldade de atenção, hiperatividade e impulsividade. – Pode ser a criança identificada pela falta desse irmão, mesmo que inconsciente, não sabe qual é o seu lugar no sistema familiar, provocando desequilíbrios de todos os gêneros.

O futuro de todos podem estar afetados, e você sabe qual é o seu lugar no seu sistema familiar?

Lembrando que natimorto é o termo atribuído ao feto quando morre dentro do útero materno ou durante o trabalho de parto.

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica


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A guerra e a paz está em nosso sistema familiar

“Herdamos, emocionalmente, muitas situações de conflito, originárias do nosso sistema familiar. Olhe para trás, e somente naquilo que você sabe, e veja quantas separações, quantas traições, quantos filhos fora do casamento, quantos abortos, quanta mentira no relacionamento familiar, quantas dores, quantos desfalques, atos abomináveis e até desumanos… tudo isso faz parte de você. Tudo isso é energia que pulsa em seu íntimo. Por mais que, conscientemente, você negue ser um assassino, um depravado, uma mãe irresponsável, um pai que abandona o filho, um trabalhador fraco e covarde, estas energias fazem parte do seu sistema familiar. E foram justamente estas energias, e a força vital que lhe trouxe a esta vida, que o mantém vivo, sobrevivente, com força para superar tudo isso e fazer algo bom da sua própria vida. Por isso, costumo dizer que todos estes fatos são bênçãos, dádivas divinas, verdadeiros tesouros que o universo nos provê, nos preparando para a luta do dia-a-dia.
O inimigo está em seu próprio sistema familiar. Perdoar ao vosso inimigo é reconhecer que você é igual às coisas mais abomináveis que combate, pois se elas lhe incomodam tanto, é porque você sabe, inconscientemente, que fazem parte de si. É amar a si mesmo, do jeito que você é, com todas as virtudes mas, principalmente, com todas as mazelas. Sem a máscara do bonzinho, do espiritualizado, do evoluído. E também sem a máscara do coitado, do sofredor, da vítima.”

Constelação Familiar


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O amor do pai e a manifestação do masculino

Será que isto significa que o pai ama menos do que a mãe?

Para nós, não há nada mais longe da realidade do que essa afirmação. Neste ponto, a vida se mostra tão perfeita ao incluir um amor tão completo que surge a partir de dois seres diferentes.

A mãe nos permite experimentar o amor que acolhe. O pai permite experimentar o amor que te mostra o externo, que ensina sobre limites. Os dois são necessários, cada um da sua forma.

Vemos em nosso trabalho de forma frequente como o amor que vem do pai é incompreendido, principalmente nos dias de hoje.

É comum ver como os filhos, em geral, têm dificuldade de ver o amor que está presente na firmeza e ou dureza que por vezes recebem de seus pais.

Os filhos se perdem ao ver o que recebem através destes gestos que, em um primeiro olhar não conseguem interpretar. Eles não se apropriam da força que surge deste relacionamento tão singular.

Sem poder contar com a força do masculino que vem do pai, por julgarem profundamente esta outra forma de amor, acabam por sofrer as consequências disso na vida. 

Em última instância, quando julgam os pais, proíbem a si mesmo de usar as riquezas do masculino contidas em si.

Fonte IpêRoxo

É verdade que há uma fase na vida em que as pessoas precisam dizer não aos pais, mas é um não comportamental, de ação, não necessariamente de coração. É normal, em certo momento, que exista essa necessidade de se separar, de se diferenciar, de se fazer grande em relação aos pais. No entanto, se o filho diz com o coração aos seus pais: “Não, eu não tomo aquilo que vem de vocês porque não é o que eu mereço”, mesmo que vá para a Austrália continuará percebendo uma corda enorme que o amarra aos seus pais através da rejeição.

Mas se ele diz: “fico feliz que vocês e juntaram e me entregaram a vida e os agradeço e digo sim à vida que me deram e a aproveito, e em tudo de bom que vivo na minha vida os tenho presentes”, então os pais se sentem grandes e o filho se sente impulsionado à vida, e pode deixar os pais e seguir o seu próprio caminho, possuir a vida, fecundá-la, injetar os seus genes na torrente da vida, CRIAR, arriscar, viver.

E de vez em quando ele vai voltar para os seus pais e dirá de novo: “obrigado”.
A rejeição ata. O consentimento liberta, pois é amor.

Joan Garriga

AGRADECIMENTO AO DESPERTAR DA VIDA – Dia dos Pais

“Querida mamãe,

eu tomo a vida de você,

tudo, a totalidade,

com tudo o que ela envolve,

e pelo preço total que custou a você

e que custa a mim.

Vou fazer algo dela, para a sua alegria.

Que não tenha sido em vão!

Eu a mantenho e honro

E a transmitirei, se me for permitido,

Como você fez.

Eu tomo você como minha mãe

E você pode ter-me como seu (sua) filho (a).

Você é a mãe certa para mim

E eu o (a) filho (a) certo (a) para você.

Você é a grande, e eu sou o (a) pequeno (a).

Você dá, eu tomo – querida mamãe.

Eu me alegro porque você tomou meu pai.

Vocês dois são os certos para mim. Só vocês!”

“Querido papai,

eu tomo a vida também de você,

tudo, a totalidade,

com tudo o que ela envolve,

e pelo preço total que custou a você

e que custa a mim.

Vou fazer algo dela, para a sua alegria.

Que não tenha sido em vão!

Eu a mantenho e honro

E a transmitirei, se me for permitido,

Como você fez.

Eu tomo você como meu pai,

E você pode ter-me como seu (sua) filho (a).

Você é o pai certa para mim

E eu o (a) filho (a) certo (a) para você.

Você é a grande, e eu sou o (a) pequeno (a).

Você dá, eu tomo – querido papai.

Eu me alegro porque você tomou minha mãe. Vocês dois são os certos para mim. Só vocês!”


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CONSPIRAÇÕES DE FAMÍLIA

As constelações familiares têm por objetivo restaurar o equilíbrio das leis sistêmicas, a partir das dinâmicas familiares. É importante ressaltar que uma dinâmica prejudicial pode conter várias rupturas sistêmicas que, deixarão sequelas nessa geração e nas gerações seguintes.

Nas famílias, existem dinâmicas ocultas entre os membros que são capazes de perturbar as ordens do amor, o equilíbrio entre dar e tomar e o pertencimento. Como é possível uma família com 55 filhos? Não é possível. Isso é um fenômeno de agrupamento coletivo, não uma família. Uma família com essa quantidade de filhos não serve de modelo pois gerenciar uma família significa equacionar as muitas dinâmicas subjacentes às relações e que são suficientes para sobrecarregarem até mesmo famílias pequenas.

Sobre as rupturas da ordem do amor, um exemplo seria o distanciamento e o atrito do casal que encabeça a família. Todos sabem que a vitalidade da conexão dos parceiros é fundamental para organizar o núcleo familiar. Não importa o sexo dos parceiros porque o destaque é a coordenação de membros subordinados ao casal, feita mediante a conexão. Quando esta se encontra enfraquecida, ocorre deslocamentos compensatórios para fora da família (extraconjugalidade) ou para dentro dela com um dos filhos, por exemplo, passando a se sentir responsável pela conexão do casal. É comum vermos mães compensarem o enfraquecimento da conexão com o parceiro delas, colando-se aos filhos. Isso provoca uma exclusão do parceiro, sentimentos de rivalidade e de ciúmes, sobrecarga no filho que, por lealdade à mãe, assume a responsabilidade de apoiá-la visto que o parceiro dela não a apoia. Cada filho assim empaca na vida: fracassa na escola, se isola socialmente, fracassa em ter parceria própria… ele está com o “slot” ocupado pelas questões da mãe. A energia que alimenta essas dinâmicas torna o filho (ou filha) infeliz no amor, fracassado financeiramente, incapaz de manter dinheiro, doente mental e fisicamente. Quando a compensação parte do pai que se alia à filha, ele acaba excluindo a parceira. Esta desenvolve sentimento de repulsa ciumenta pela filha, e se torna abusiva, denegridora e humilhante. Por motivos inerentes à sexualidade dos machos, pode ocorrer abuso sexual nesses casos também. Visto a energia materna excluir a filha, esta não se sentirá e poderá, neurótica e compensatoriamente, se refugiar em uma pseudo homossexualidade sofrida, ou se vincular com um parceiro insuficiente, ou desenvolver esterilidade e infertilidade, ou ficar sexualmente frígida ou afetivamente amarga e, materialmente, viver na pobreza.

A dinâmica de um casal deve refletir um dar-e-receber equilibrado porque ele antecede a formação da família. Quando a família antecede o casal (união por causa de gravidez) surge um terreno fértil para disfuncionalidade do dar-e-receber e consequente fracasso da parceria. Ninguém deve permanecer uma parceria contrariado: uma separação saudável é melhor do que uma convivência doentia. Não pretendo banalizar as parcerias; pelo contrário: parceria é coisa séria, não devendo ser estabelecida levianamente, principalmente na existência de prole.

Sobre problemas na dinâmica do pertencimento, os mais simples são aqueles referentes ao de ciúme entre irmãos. O ciúme é quando alguém quer expurgar do outro um afeto que julga que deveria ser seu. É uma disputa por amor e atenção que pode gerar rivalidades inconciliáveis e, inclusive, promover trapaças entre irmãos. Na base disso, existe um anseio de expropriar o fraterno. Quando o ciúme é simbólico, fica no registro do psíquico, gerando preocupações competitivas e desvio de energia. Outro exemplo é o pai que tem ciúmes do filho e quer ser o único macho da horda. Ele pode, simbolicamente, tentar emascular o filho, sendo abusivo, agressivo, fazendo ele se sentir inferior, incapaz e covarde. Normalmente o filho se submete a essa imposição e vira um banana. Na verdade, o banana é o pai que entra em rota de colisão desleal com uma criança, um filho; só que esse segredo é algo que só será descoberto mais tarde. Outro exemplo é quando o excluído, para sobreviver, assume postura de vítima e se converte naquilo de que é acusado, potencializando-as através da conduta, confirmando a tese e o intento familiar, tipo “quem tem fama, deita na cama”. Tal filho entregou à família o próprio direcionamento ao viver reativamente e sem impulso próprio. É alguém que ficou mentalmente doente e precisa de um cuidador substituto (psicoterapeuta, conselheiro, etc.). Quando o ciúmes é entre irmãos e concreto, ele pode embasar trapaça em partilhas, corrupção familiar e até mesmo deserdamento decorrente da cooptação dos irmãos com os pais. Tudo isso, quando não produzir assassinato.

Em resumo, certos acontecimentos trágicos têm origem na quebra do equilíbrio de leis e ordens familiares. Uma família pequena já encerra problemas suficientes para ocupar bastante tempo. Imagine em agrupamentos de 55 filhos adotivos, cujos responsáveis chamaram de “família”! Será algo ainda mais crítico!!! Mesmo sem acontecimentos trágicos emergirem, os efeitos dos desequilíbrios sistêmicos, mesmo quando desapercebidos, serão sentidos nas gerações seguintes porque possuem grande energia. As constelações os revelam e trabalham a energia deles. As constelações os neutralizam e podem colocar as pessoas no movimento correto, em direção à adequação, tornando-as capazes de crescerem e de promoverem o crescimento, o respeito e a responsabilidade.

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Fonte: Livro Constelações Familiares: evoluções – Miguel Mello


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