CÂNCER- Vínculo e doença

Como todas as doenças, o câncer é um movimento do Espírito que é colocado em funcionamento quando alguém rejeitou a vida, para levar de volta a essa pessoa a vida.
Quando se trata de uma doença grave, a vida foi rejeitada repetidamente, após a recusa de enfrentar toda uma série de conflitos, e essa rejeição ocorreu em várias gerações seguidas.
Por isso, precisamente a doença se torna difícil, dura e exigente.
Pois o caminho de volta à vida pede a renúncia a crenças familiares muito enraizadas-crenças muito excluidoras -, pede para superar o sentimento de culpa de deixar de ser fiel a várias gerações.
Quanto à pessoa manifesta a sua adesão à vida como ela é: o seu assentimento à sua mãe, assentimento a sua doença, à sua carga; quando toma o seu lugar de filho e só de filho, quando decide enfrentar os seus conflitos, o câncer se aposenta.

HELLINGER
De início, quero dizer algo sobre a dinâmica familiar numa doença grave. É preciso observar que uma doença se origina em diversos níveis, e deve ser considerada tanto pelo lado físico quanto pelo lado da dinâmica interior da alma e do ambiente do enfermo.

Se olhamos principalmente para o ambiente, o ambiente familiar, observamos que a criança se liga à sua família com um amor muito profundo, com um amor arcaico. Esse amor é tão grande que a leva a querer partilhar o destino de seus pais e irmãos, simplesmente pela vontade de pertencer à família. Assim, acontece de alguém ficar doente para seguir uma pessoa que adoeceu antes, para partilhar o seu destino. A doença surge nesse caso como uma consequência dessa ligação.

Esse amor do vínculo familiar é cego na criança, pois ela não vê a outra pessoa, seja o pai ou a mãe. Ela não percebe que o pai, a mãe, os irmãos ou antepassados são pessoas que também amam, que a amam da mesma maneira que são amadas por ela.

Quando a criança percebe o amor que a leva a seguir, na morte ou na doença, sua mãe que morreu prematuramente, e diz à mãe: “Eu também quero morrer”, ela está exprimindo claramente o que sucede com a doença grave. Se, porém, ela encarar a mãe ao dizer isso, já não poderá dizê-lo, porque percebe que a mãe também a ama e que, para amar realmente a mãe, ela deveria dizer: “Mamãe, para alegrá-la continuarei viva”. Pois esse amor seria maior do que o amor que deseja seguir a mãe em seu destino.

É isso o que fazemos aqui. Trazemos à luz o amor escondido que faz adoecer, e levamos o doente a encarar a pessoa que ele deseja seguir. Então, quando o amor cego que faz adoecer vem à tona, ele se transforma numa força que ajuda a permanecer em vida. Quando abre os olhos, o mesmo amor que conduzia cegamente à morte passa a levar à cura. Esta é a dinâmica básica.

Fontes:
DESATANDO OS LAÇOS DO DESTINO – Bert Hellinger-Constelar a doença desde as compreensões de Bert Hellinger e Hamer – Brigitte Champetier de Ribes



Posts Recentes

Pandemia: Como lidar com o que não podemos controlar

COMO PASSAR ESSE DESAFIO COM A PANDEMIA.

Levanta cedo, toma café, leva os filhos pra escola, trabalha, trânsito. Enfim, rotina. E de repente tudo muda.  A notícia é Covid-19, vírus que veio da China, e causou a morte de milhares de pessoas, situação que sai totalmente do nosso controle; nos roubando a opção de aceitar ou não passar por isso.

Está aqui e é de fato, mas como podemos manter o equilíbrio emocional em um momento como esse?

Posição

A palavra de ordem é: Cautela

omo manter a cabeça saudável?

Já são tantas dores emocionais para lidar no dia a dia, que segurar mais esta é um grande peso.


Falo com todo respeito a cada um de vocês.

Não precisa ser super heróis; estamos sim vulneráveis, apenas precisamos passar por mais um desafio, um desafio agora que não é apenas de um, mas de todos e ao mesmo tempo. Passar esse desafio com o máximo de equilíbrio emocional que conseguir e se porventura for contagiado, superá-lo sem maiores sequelas.

Para isso é necessário compreender mais um pouco. Assim trago 3 exercícios para ajudá-los a entender o que é energia do medo, sair e deixar a energia do amor transformar esse momento, e todos os momentos em que necessitar.

Acesse o vídeo, você vai ter compreensão e entendimento, passo a passo, de cada meditação.

Se estiver em pânico mesmo depois desse exercício, pode falar comigo, envie um e-mail contanto sua situação e deixe seu WhatsApp, para que eu possa responder e lhe indicar um floral para ajudá-lo nessa transição.

Agradeço a todos!

RECITE:  – Terra amada, assumo minha parcela de responsabilidade ao que acontece aqui.

– Eu sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata(o).

FIQUEM COM DEUS!

Espalhe a todos, esse texto, assim podemos ajudar muito mais.

Selma Flavio – CNT-SP 0879 – Terapeuta / Constelação Familiar e Desenvolvimento Pessoal
Cursos – Workshop – Palestras – Desenvolvimento Pessoal

Contato direto:
Rede Social – TerapiaDesenvolvimentoPessoal
Através do formulário abaixo ou pelo WhastApp 11 97387314WhastApp pelo seu computador

A constelação Terapêutica do Corona Vírus

A manifestação da doença e a sua busca de remissão nos indivíduos e nas sociedades.

A visão sistêmica traz três aspectos inovadores e essenciais para a compreensão da manifestação de doenças nas pessoas. Trata-se de compreender o seu pertencimento, a sua ordem de manifestação e o tipo de compensação que os organismos buscam para adquirir o seu equilíbrio vital através de um adoecimento. No caso de uma doença infectocontagiosa como o corona vírus, que altera a conduta de comportamentos não só dos indivíduos infectados, mas seu caráter contagioso assume proporções pandepidêmicas. Neste caso, é preciso compreender a manifestação desta doença não apenas no âmbito individual em uma família , mas precisamos compreender as questões sociais,  dos  grupos e de todo um país, dada as proporções em que se manifesta a doença.

Uma vez que sua contaminação atinge à todas as pessoas indistintamente, seu processo de contaminação tem relação com questões sistêmicas das políticas públicas e das questões da saúde social de todo o povo do país infectado. Neste sentido a ciência sistêmica pode trazer uma compreensão que nos dá perspectivas ampliadas, capaz de trazer novas compreensões para uma condução terapêutica eficaz.

As técnicas das constelações sistêmicas terapêuticas são capazes de contribuir com novas perspectivas para a vida saudável de todo um povo. Bert Hellinger observou que muitas doenças refletem mecanismos de compensações de comportamentos que estão buscando soluções ainda não encontradas em seus organismos anímicos. E, ao se manifestarem como doença orgânica permitem acesso aquilo que está ocultado e causando um desequilíbrio no indivíduo, na família e na sociedade,  como no caso do corona vírus. Vamos analisar cada uma das três classes de manifestações sistêmicas desta doença:

  1. A análise sistêmica da manifestação do princípio de pertencimento do corona vírus, pode ser compreendida pela sua taxonomia. Veja, o vírus pertence ao grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo, pertence à subfamília taxonômica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales. E, pelo fato de não pertencer a nenhum reino, ele se utiliza da vida ou seja do reino de seu hospedeiro. Além de ser o único ser celular composto por um invólucro de proteína com DNA ou RNA. Desta forma, sistemicamente isto significa dizer que ele se instala como doença em conflitos relacionados a processos de interrupções da vida.
  2. Outro aspecto está relacionado à dinâmica do princípio de ordem o fato da doença estar numa classificação de carácter epidêmico, implica dizer que se trata de comportamento coletivo, como no caso de resolução de leis que são transmitidas a todos os que vivem num conflito semelhante. Como no caso da imposição de interrupções de gravidez e exclusão de meninas em muitos desses casos na China.

As pessoas ao longo da vida podem se infectar com processos viróticos comuns. No caso da corona vírus um estudo genético confirmou que o 2019-nCoV foi transmitido aos humanos por um animal silvestre desconhecido, infectado por morcegos. Este tipo de infecção não é um tipo de manifestação das chamadas doenças de desenvolvimento natural mas algo completamente fora das chamadas doenças de desenvolvimento.

  1. Na manifestação do princípio de equilíbrio que a doença busca uma compensação, atuação do corona vírus está relacionada à manifestação dos sintomas da febres, de disfunções respiratórias e de dores no sistema do metabolismo. Este quadro de manifestações são formas de compensações sistêmicas que se relacionam aos sintomas do medo, da vergonha e da culpa. Estes comportamentos, são reações relacionadas aos processos de interrupções da vida como pode acontecer em situações de interrupções da vida pelo aborto.

A Remissão da doença

Para se conseguir a remissão da doença será preciso encontrar uma forma para se lidar com o processo de  interrupção da vida em grande escala. O tempo não volta, mas é possível se dar lugar para todos aqueles que estão excluídos. Portanto a constelação tem como finalidade dar lugar a todos que foram excluídos da vida para que possam finalmente ocupar seu lugar de honra no sistema.

Experiências recentes de constelações realizadas* com grupos de familiares e parentes de pacientes do corona vírus, mostraram que, quando o Holograma da doença é colocado no campo, os representantes começam a circular cabisbaixos, manifestando falhas coletivas. O campo passa a ser  ocupado por representantes de fetos e mulheres grávidas mortas.

Então é trazido representantes terapeutas, que não são afetados e ficam de pé. Eles olham para os vivos e  buscam por aqueles que de alguma forma evitam olhar para os seus mortos. Aos poucos todos passam a se curvar perante a dor e o sofrimento. Só então, quando conseguem olhar e dar lugar a eles em seu coração, muda a dinâmica e os representantes da doença partem. Neste momento o vírus e outros representantes carregam consigo o medo, a vergonha e a culpa, dando lugar para a compaixão dos vivos que passam a ser guiados pelos representantes da vida. Neste momento é trazido para o campo palavras de ordem como: “Eu vejo a sua dor, vejo o seu medo da morte, vejo a vergonha do que aconteceu. A vida passa a buscar nas mães que antecederam, as forças para ver o insuportável. E aos poucos a vida vai abrindo espaço no interior do grupo e todos passam a ser incluídos no sistema. A partir de então, o vírus começa também olhar para a nova ordem e o  Holograma do Coronavírus pode se separar dos vivos e leva do campo a dor e o sofrimento. Então uma certa atmosfera de paz passa a predominar no campo

A sabedoria deste sofrimento pode ser tomada como aprendizado universal e humanitário, não apenas para a China. Mas disponibiliza um aprendizado para toda a dor e sofrimento que pode ser levado para além do campo e através de sistemas possam cobrir o mundo inteiro, estendendo ao cosmos e permitindo que cada um possa nesta remissão contribuir como membros partes de uma só humanidade.

Fonte de Brigitte Champetier de Ribes



Para onde você olha quando precisa se curar?

O corpo
Para onde olhamos primeiro quando precisamos da cura? Olhamos para onde algo dói. Ou seja, olhamos primeiro para o nosso corpo. É no corpo, acima de tudo, que esperamos por alívio. Procuramos um médico que conheça o corpo e suas funções. Ele nos examina e encontra o local que está doendo e o órgão que está sofrendo.
Trata do local dolorido e fornece ajuda ao órgão que não desempenha mais, parcial ou totalmente, suas funções.
Que meios ele utiliza no tratamento necessário para a cura? Ele utiliza os meios que possui à sua disposição como médico. Por exemplo, meios capazes de retirar a dor. Isso já é um alívio enorme para nós.
Trata de um local ferido com as mãos, por exemplo, endireitando um membro deslocado. Às vezes corta algo fora ou costura um ferimento, curando-o com uma pomada.
Às vezes, percebe que nosso corpo está com falta de algum nutriente ou outra coisa, capaz de restabelecer suas capacidades. Prescreve-nos tais meios para que os usemos. Principalmente, prescreve-nos meios para coibir bactérias ou vírus em nosso corpo.
Ao mesmo tempo, sentimo-nos em boas mãos junto a ele. Isto também nos faz bem. Depositamos confiança nele, o que já nos faz sentir melhor. Criamos esperança de que esse tratamento nos curará.


A alma
O que acabamos de aprender aqui sobre a cura, além do tratamento corporal? Além de nosso corpo, nossa alma e nossos sentimentos também desempenham um papel importante na cura. Também devem ser tratados de uma boa maneira. Muitas vezes, sentimos a dor na alma de forma ainda mais intensa que as dores corporais.
Quais são geralmente as dores da alma? Quase sempre, são dores causadas por uma separação no presente, ou vêm da lembrança de separações ocorridas no passado, muitas vezes em nossa infância. Tais dores são experimentadas como traumas. Principalmente em casos onde somos expostos a elas de forma desprotegida, sem poder nos afastar delas.
Essas dores advindas de separações são armazenadas em nosso corpo, podendo ser resgatadas a qualquer instante, por exemplo, através de imagens internas capazes de evocar sentimentos passados, sem que precisemos lutar contra isso.
Nesse momento, nosso comportamento perante as pessoas muda. Sem estar imediatamente conscientes disso, esperamos por uma nova separação que virá.
Ao mesmo tempo, nosso corpo reage de uma forma que faz algo nele se apertar. Ficamos apertados. Por exemplo, perdemos o apetite ou não conseguimos respirar direito. Ou então, nosso coração dói e fica apertado. Ao invés de nos movimentarmos, ficamos sentados ou até mesmo de cama. Nossa força vital e nossas esperanças de uma vida feliz esmorecem. Tornamo-nos tristonhos e fisicamente doentes.
Qual será o resultado quando procuramos um médico nesse estado? Esperamos a cura? Ou aniquilamos internamente seus esforços? Separamo-nos dele sem esperanças como outrora? Onde começa a cura?
Em primeiro lugar na alma, através da cura das dores da separação do passado. Retornamos às pessoas das quais nos sentimos separados de forma dolorosa. Dessa forma, retornamos também à esperança. Ao longo deste livro mostrarei, em detalhes, como isso é possível. Ao mesmo tempo, irei conduzi-lo ao caminho da cura da alma através de exercícios internos e meditações.


O espírito
A pergunta é: como conseguimos a compreensão e a força para seguir esse caminho? A quem obedece a nossa alma? De onde obtém a fé na cura do corpo?
Ela obtém essa fé do amor. De um outro amor, muito além do amor que nos adoece, que nos adoece primeiro na alma e depois no corpo. Pois, o amor também faz adoecer. Por isso, é importante distinguir entre o amor que adoece e o amor que cura.
Você se surpreende com essa informação? Essa compreensão se manifesta como verdadeira em diversos sentidos nas Constelações Familiares. Todavia, o amor que leva à doença é diferente do amor que cura.
Diferentemente do amor que sentimos em nossas relações, o amor que cura é um amor do espírito. É o amor deste poder espiritual que, de forma criativa, trouxe à existência tudo aquilo que é.


Fonte Bert Hellinger – Livro A Cura


#EspaçoAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio 

Você deseja realizar a sua Constelação Familiar, informações 11 973873144 – Selma


BEBÊ CHORA, O QUE A MÃE CALA

“Se eu pudesse dar só uma informação preciosa para uma mulher que acaba de dar à luz, seria essa: O BEBÊ CHORA O QUE A MÃE CALA.

Como doula pós-parto, como consultora em amamentação ou como mãe que apoia outras mães, eu sempre vejo isso acontecer. Bebês que choram sem parar, tendo peito ilimitado, tendo sling, tendo mãe em tempo integral, tendo banho de ofurô, tendo música clássica e som do útero no YouTube tocando. Eles choram. Sem parar.

Mas não são eles que choram, de verdade. Quem está chorando – por dentro – é a mãe, imersa no caos do puerpério, entre a privação intensa de sono e as dificuldades de amamentar. A mãe cala o choro, e carrega a angústia que dar à luz traz: a responsabilidade eterna de cuidar de outro ser. O fim da mulher que ela conhecia. O nascimento de uma nova mulher que é uma completa desconhecida. Todo o peso que pôr um filho no mundo significa, recai sobre seus ombros. E ela cala. A dor é silenciada, porque quase ninguém compreende verdadeiramente o peso do puerpério.

O puerpério é uma água represada, que cedo ou tarde precisa ser liberada. O bebê são as comportas abertas.

E essa água vem feito um dilúvio! E o bebê vai chorar. Vai chorar a falta de descanso da mãe. Vai chorar a falta de cumplicidade do marido. Vai chorar a avó que ou se ausenta demais ou se intromete demais. Vai chorar as dificuldades de amamentar. Vai chorar o parto que nem sempre sai como o sonhado. Vai chorar o medo de falhar que a mãe carrega. Vai chorar o corpo que se revela tão disforme.

Nunca se diagnosticaram tantos bebês com cólica, com refluxo e com alergias como hoje. Doenças que justificam a mesma coisa: o choro que não cessa. Pode ser que hoje a medicina identifique mais os casos que antes passavam batidos? Pode. 
Mas eu vejo um outro lado também… Nunca a maternidade foi tão solitária como é hoje. 
Antes, quando uma mulher dava à luz, sua mãe, avó, tias, vizinhas, todas se encarregavam de cuidar da nova mãe. Cuidar da casa, cuidar da mulher, cuidar de ajudá-la. Hoje não. 
Parimos (e re-nascemos) e estamos sozinhas. Ninguém lida com nossa bagunça – da casa e da alma. E nossos filhos choram, tudo que nós não temos tempo – enquanto arrumamos o caos externo – para chorar.

Me lembro bem, no puerpério do meu segundo filho, quando eu, nervosa, respondi rispidamente alguma coisa que minha mãe perguntou. Minha mãe, sem entender nada, me perguntou o que estava acontecendo… Eu explodi em lágrimas, e gritei enquanto me afastava pela casa: “puerpério, mãe! Simplesmente, puerpério!”

E eu chorei. Longos dias. Aceitando e acolhendo minhas sombras. Respeitando as dores que o novo puerpério trazia. Conhecendo a mãe completamente nova que nascera com o segundo filho. E quanto mais eu chorava e falava, mais meu bebê se pacificava. E tudo fluía no curso natural: eu libertava meu filho de chorar minha angústia. E ele sorria, livre de ter que falar o que eu calava.

Se seu filho chora, olhe pra você mesma. Olhe para o que dói em você. Pode ser que esse movimento de olhar para dentro cause desconforto. Pode ser que você não consiga se reconhecer. Mas o faça ainda assim.
E chore… o sono, a dor, o parto, o medo, o amor. Tudo isso é intenso demais e grande demais. Precisa ser vivido, falado e, também, chorado.

Peça colo. Se entregue a abraços. Verbalize a dor. Acolha sua fragilidade. 
Cuidar de si própria é a primeira forma de amar o seu filho. Só podemos cuidar do outro quando cuidamos de nós.

Texto original da doula Bruna Estrela


#EspaçoAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio 



“A felicidade almejada pelo “eu” nos escapa com facilidade.
Nós crescemos quando ela se vai.
A felicidade da alma chega e permanece.
E cresce conosco.”
Bert Hellinger

Inscrições, informações 11 973873144 – Selma




As Doenças e Seus Significados Sistêmicos

Os doenças tem origem em coisas imateriais, inconscientes e ocultas que refletem uma parada do fluxo energético, fazendo com que um órgão seja atingido na forma de doença ou distúrbio. 
Essa parada do fluxo de energia ocorre entre dois a quatro anos após perdas ou fracassos no sistema e são sinais de “desordem” na alma da família, quando alguém está fora do lugar. 
Isto tem a ver com dinâmicas básicas de 3 tipos e subjacentes às doenças: 1) a tendência de seguir alguém rumo à morte, doença ou um destino específico; 2) tentativa de se colocar no lugar de alguém “é melhor eu morrer, do que você”, “é melhor eu sair do que você”; 3)penitência causada por culpa pessoal. 
As doenças acontecem também por causa da conexão que existe entre o órgão da pessoa com outra pessoa: é como se o órgão trabalhasse por essa pessoa excluída ou não-reconhecida. 
As resoluções dessa desordem no sistema familiar podem ser falsas, por meio de excesso de trabalho, agitação, dedicação profissional exagerada, exacerbação do pensamento, negligência/supervalorização corporal e melancolia.

Hellinger relata em “O amor do espírito”, (2009) que certos fenômenos de constelação significavam intrigantes eventos do sistema familiar:
1) Gagueira – Somando-se ao que já se sabe, por meio de outros paradigmas, a respeito da etiologia dessas doenças, a partir do paradigma do campo constelar, os distúrbios da fala mostram atitudes conflitantes ou segredo na família. Alguém foi mantido em segredo, ausente, sem ter chance à palavra. A pessoa olha como se perguntasse se tem permissão para falar.

2) Dependência química (inclusive álcool) – Falta do pai. O pai do cliente precisa ser acolhido no coração do terapeuta, trazido de volta e considerado sem julgamento. O pai desprezado pela mulher, leva a criança ao vício.

3) Doenças de pele (psoríase, dermatite, herpes) – Somando-se ao que já se sabe da etiologia dessas doenças, no paradigma do campo constelar, elas ocorrem quando um sentimento ruim de um ex-parceiro é deslocado para um filho do segundo casamento. No trabalho de constelação, o representante da segunda mulher deve pedir que as crianças sejam vistas com benevolência.

4) Transplantes – A doação liga as famílias do doador e do recebedor. 
4a) De órgãos: os “representantes” dos órgãos gritam. No canibalismo comer os órgãos dos inimigos de guerra trazia força e coragem aos vencedores. Era uma homenagem. Sem julgamento.
4b) De sangue: podem ocorrer mudanças de personalidade.

5) Psicose, esquizofrenia, bipolaridade – Somando-se ao que já se sabe, por meio de outros paradigmas, a respeito da etiologia dessas doenças, a partir do paradigma do campo constelar, se observou que o cliente “psicótico” alterna papéis de agressor e vítima mostrando que a paz não foi selada nas gerações anteriores. Observa-se sempre que houve uma cena violenta/assassinato na linhagem dos ancestrais da família do pai ou da mãe. A solução requer do agressor dizer “sinto muito” para que haja liberação das famílias do peso da vingança.

6) Epilepsia – Somando-se ao que já se sabe, por meio de outros paradigmas, a respeito da etiologia dessas doenças, a partir do paradigma do campo constelar, há um impulso assassino em direção a membros da família e a convulsão impediria a expressão desse impulso.

7) Obesidade – Essa posição é inviável porque o terapeuta corre perigo ao ficar entre a mãe e o cliente.

Certas listas são um risco de serem oferecidas porque as pessoas as tomam como um livro de receitas, para aplicação mental indiscriminada, sem intuição nem discernimento e, principalmente sem levar em conta os fenômenos do campo constelar. 
Por causa disso, melhor dizermos que a lista acima apenas reflete as experiências relatadas por Hellinger.


Evento – O Caminho da Cura  – Constelação Familiar
Data 15/06/2019 – às 10h – Sábado – São Paulo
Informações- WhastApp 11 973873144 – Selma

#EspaçoAuraQuartz 
#SejaEstejaSorria 
#SelmaFlavio 


Doenças e Sintomas na Constelação

No meu primeiro workshop com Bert Hellinger, compreendi que os sintomas ou doenças não podem ser reduzidos a um fenômeno puramente pessoal. Quando trabalhamos com clientes que sofrem de problemas de saúde, frequentemente só encontramos uma solução quando olhamos para os seus sintomas ou doenças dentro de um contexto maior, como por exemplo, a família ou mesmo mais além. Quando fazemos constelações no campo da psicossomática, muitas vezes colocamos um representante para os sintomas ou doenças do cliente e o que frequentemente notamos é que esse representante é, de alguma forma, necessário para conceder um efeito de equilíbrio no sistema familiar

Vemos como os sintomas e doenças estão relacionados, não só com o paciente que os suporta, mas também com outros membros da família, ou com aspectos transgeracionais e traumas que ocorreram nessa família. A constelação mostra a interligação entre sintomas e doenças e revela que não são apenas os indivíduos que desejam a plenitude e integridade, mas também que os sistemas familiares têm uma memória e estão à procura do equilíbrio e plenitude, tentando incluir e retendo questões do passado que ainda não encontraram solução.

Ao incluir doenças e sintomas no trabalho de constelação sistémica, vimos que os representantes da doença estão frequentemente conectados a questões anteriormente excluídas, excluídas no sentido de que não estão resolvidas. Isso acontece porque no momento em que ocorreram não havia recursos suficientes para lidar com elas. Parece haver um princípio subjacente, que determina que o que não está resolvido não desaparece, permanecendo vivo ao longo das gerações. Quer queiramos ou não, precisamos aprender a lidar com essas questões porque, mesmo quando não estamos conscientes delas, quanto mais tentamos mantê-las à distância, mais elas encontram uma maneira de se expressar na nossa vida diária, quer seja através de sintomas e doenças, quer  através de padrões recorrentes a que não conseguimos resistir.

O benefício de uma constelação é o de que, através da inexplicável conexão dos representantes, estes assuntos inconscientes tornam-se visíveis e o cliente tem a possibilidade de se relacionar com eles mais uma vez. Através deste processo de tomada de consciência dessas questões não resolvidas e dos seus efeitos, há uma oportunidade de integrá-las, o que leva a um novo equilíbrio dentro do sistema. Com essa consciência mais ampla, pode haver menos sofrimento e mais liberdade e flexibilidade para o crescimento, o potencial e a evolução.

Um princípio das constelações é o de trazer esses aspectos, até então excluídos, para a superfície e ao nos abrirmos para um workshop de constelações, geralmente experimentamos uma expansão. A nossa visão sobre a nossa vida e sobre a nossa situação de vida amplia-se e, além disso, não podemos deixar de reconhecer que estamos conectados a muitas mais coisas do que poderíamos ter pensado antes. Do meu ponto de vista, isto leva-nos a um outro princípio no trabalho de constelação, porque o próximo passo é o de relacionar-se com esses aspectos não resolvidos e integrá-los, ou seja, identificar-se conscientemente com eles para não permanecer emaranhado neles de forma inconsciente. Este movimento de integração do passado é um movimento de entrega activa, reconhecer que os pais e a história da família, especialmente os aspectos não resolvidos e não integrados, estão vivos dentro de nós e em busca de expressão. Na maior parte das vezes tendemos a evitar estas identidades, mas a experiência mostra que em vez de temer e lutar contra elas, dar-lhes um lugar no nosso coração e até mesmo em todo o nosso corpo, permite que estes aspectos possam evoluir. Como resultado, experimentamos mais liberdade e paz e também temos a oportunidade de nos transformar.

*_Systemic Constellation Works meets Mystical Principals. Conversation between Stephan Hausner and Thomas Hübl.

Tradução do inglês por Eva Jacinto

Fonte evajacinto


Evento – O Caminho da Cura  – Constelação Familiar
Data 15/06/2019 – às 10h – Sábado – São Paulo
Informações- WhastApp 11 973873144 – Selma

#CasaAuraQuartz
#SejaEstejaSorria
#SelmaFlavio