Abuso psicológico – Você pode estar vivendo essa situação sem saber.

Assistindo Maid – Netflix, me identifiquei muitas vezes no papel personagem principal, Alex.  O quão  é complexo enxergar as verdadeiras dificuldades da vida, o quão machuca e drena as energias.

                O gritante e não ouvido, nem percebido muitas vezes, é estar dentro do abuso psicológico, pois não deixa marcas físicas; acreditando que tudo está certo se permite perpetuar na situação. A família não vê, os amigos não percebem nem mesmo você se dá conta do que acontece. Pois, o outro é o cara bacana, – bacana para os outros.

                Quando se percebe já está adoecida, presa numa situação aparente sem saída. Precisa muito mais que força, precisa renascer das cinzas para reconstruir uma identidade.

                A violência psicológica mora dentro de casa, começa muito antes de embarcar num relacionamento, situação que se repetiu em toda sua geração. Todas as “vítimas”” com os olhos velados moldados por uma criação machista de homens adoecidos,  mulheres que sofreram abusos psicológicos e criaram suas filhas da maneira que aprenderam a viver. Aceitando a situação como certo, enlouquecem, num desatino desesperado na esperança de ser amada.

Quantas de vocês acreditam que o bonzinho da história é realmente bonzinho, mas no fundo apenas mais um manipulador, oferecendo tudo, desde que seja do jeito dele. Estar com a alma ferida, sempre as leva para ciladas de relacionamentos. Enquanto não for visto, olhado, ressignificado tudo se repete, se não com os companheiros, com amigos e até mesmo com os chefes do seu trabalho. Alguém vai representar a sua história.

O mundo diz não, você não pode ser feliz, pois foi assim que aprendeu a viver. Precisa ter força e coragem para olhar sua vida e transformá-la. Dói, mas é curador!

“A árvore genealógica, por inércia quererá continuar a manter o curso castrador e tóxico do seu tronco, o que faz a tarefa das nossas “ovelhas negras” um trabalho difícil e conflituoso.”

Bert Hellinger

Selma Flavio – Terapeuta Sistêmica

Quer falar sobre isso?

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QUEM QUER APRENDER A FAZER AMOR

Quem quer aprender a fazer amor precisa se esquecer um pouco de sexo. Precisa se esquecer até mesmo do outro. Deve estar em si, antes de tudo. E entender-se com suas raízes selvagens. E deve saber, antes, que o amor rege o mundo. Mesmo quando se esquecem dele. Quem quer aprender a fazer amor deve ser capaz de olhar nos olhos. E no olhar expressar, receber, trocar.

Até tocar


Precisa perceber o quanto as almas podem comungar, ainda que os corpos não se conheçam. Deve, ao lado do seu bem – sim, pra fazer amor tem que querer bem –, abrir espaço para que uma canção de derramada beleza os transporte para reinos de ternura. Precisa conhecer o próprio corpo e ter a bondade de lhe conceder prazer. Precisa investigar o prazer do outro e saber que tudo está muito bem se tiver prazer em lhe provocar prazer. Quem quer aprender a fazer amor também deve ser capaz de se aninhar no corpo do seu par e ficar quietinho. E deve ser livre o suficiente para poder chorar de amor. Nunca pode se considerar mestre. Porque os verdadeiros mestres sabem que são aprendizes sempre. Quem quer aprender a fazer amor tem que ser criança no coração e amar a brincadeira. E tem quer ter tempo, muito tempo, para fazer amor. Porque a cama a gente prepara muito antes de deitar.

– Khalil Gibran

Dificuldades no relacionamento, também tem terapia, entre em contato.

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Liberdade Emocional

Você sabe o que é liberdade emocional?

O quanto você é capaz de fazer escolhas a partir de um ponto de vista que não interfira na sua saúde física e emocional?

O quanto você sabe dizer não em situações que deveria se esquivar  ou se nega demais?

O quanto você reconhece que a atitude do outro te faz mal, conseguindo administrar de forma positiva a situação?

Você consegue identificar a sua inteligência emocional quando consegue fazer escolhas sem prejudicar o outro, porém, protegendo a si.

Tantas vezes num círculo vicioso vai vivendo situações qual não conseguem se desprender, sem a consciência de quão está preso as essas situações negativas. Aprisionado nas emoções reativas, as escolhas inconscientes vão simplesmente repetindo sua rotina dia após dia. Sem a consciência que poderia transformar aquele meio.

Ficamos, sim! Escravos do comportamento por espera de aprovação ou repetição de padrão.

Tudo pode começar na infância, persiste na adolescência e pode se tornar insuportável na vida adulta.

O que nos mantém escravos submissos as pessoas e situações, são sentimentos ruins, necessidades de aceitação que precisam ser reconhecidos e liberados para não gerar depressão ou doenças físicas/emocionais. Muitas são as vezes que o coração está olhando para o abandono gerado pelas gerações; a culpa, ressentimentos , mágoas te pressionam dando a falsa sensação de liberdade através das escolhas que limitam o amadurecimento emocional.

Tudo é uma questão de olhar, reconhecer para libertar. Nada do que não temos consciência é capaz de ser curado, por isso a necessidade de uma terapia que o leve ao autoconhecimento.

O autoconhecimento é a fonte da cura, os primeiros passos para a transformação para o caminho da
LIBERDADE EMOCIONAL.

Selma Flavio – Psicoterapeuta / Constelação Familiar


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A PROSPERIDADE DE NOSSOS FILHOS – Evento

DESCRIÇÃO DO EVENTO – Constelação Familiar

 Como tema principal a prosperidade de nossos filhos, a abordagem para conflitos capaz de transformar vidas.


” Não aceitar o pai é como exigir de uma macieira que dê laranjas. É brigar com o que é a realidade. Este é um caminho que traz dificuldades. Sofrer é mais fácil do que resolver. Quando sofremos, nos iludimos que nós temos a razão, e por isso, outros deveriam mudar para acalmar nosso sofrimento.

 A Constelação atua auxiliando a se movimentar e sair do ponto onde ele se percebe preso a uma dificuldade recorrente em sua vida. “Os sofrimentos familiares são como elos de uma corrente que se repetem de geração em geração, até que um descendente tome consciência e transforme a maldição em benção.”

Bert Hellinger

É um conhecimento que já está sendo estudado há cerca de 4 décadas, primeiramente pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, e hoje por diversos profissionais em todo o mundo.

Você pode saber mais clicando aqui > Constelação Familiar

O que pode ser tratado:

  •  Problemas de relacionamento entre os membros da família;
  •  Comportamentos como, tais como: angustia, agressividade, culpa, medo, tristeza, ansiedade, depressão;
  •  Relacionamento entre casais, namorados, casados, amante, parceiros anteriores – tratar questões de conflitos, separação, divorcio, amor;
  •  Situações ocultas de relacionamento amoroso;
  •  Abuso sexual, incesto;
  •  Vícios, transtornos
  •  Compartilha de filhos na separação;
  •  Herança;
  •  Vida profissional;
  •  Conflitos e questões empresariais;
  •  Pessoas rejeitadas ou excluídas da família;
  •  Dificuldades para engravidar, adoção e abortos;
  •  Transplante de órgãos, consequências psicológicas e espirituais;
  • Saúde em geral.

Resultados

A capacidade do método de ver a  origem da questão, e poder ressignificar a história, transformando-a em soluções e harmonizando as causas em questões.


Informações e Inscrições : WhatsApp 11 973873144 / E-mail blog@selmaflavio.com.br / Clique aqui e fale comigo

Adquirir seu ingresso – www.sympla.com.br



O PAI, A MÃE E O FILHO: O Reflexo de nossas vidas.

Três figuras essenciais para a Constelação Familiar. Todos nós já exercemos pelo menos um desses papéis na vida. Bravos corajosos exerceram dois. O que é o pai, a mãe e o filho no olhar da Constelação Familiar?

Hellinger diz que o nosso relacionamento com nossos pais refletem fortemente no nosso movimento na vida. A forma como nos relacionamos com eles é a forma que nos colocamos no mundo, e por isso este relacionamento é tão definidor.

Também como filhos, temos dificuldades de ver a real dimensão dos nossos pais: de que são homens e mulheres comuns, com problemas e dificuldades como todos os outros, inclusive como você.

O Pai

O pai é aquele que junto com a mãe, participa do primeiro círculo do amor.

Pois foi desse amor dos nossos pais que nascemos. É desse amor que o pai também participa.

O pai, como um homem bem comum pode ter um destino difícil. Como exemplo, a história de uma mulher que não aceitava seu pai. Este havia participado de um crime, e a mulher rejeitava o pai e todo o desdobramento negativo que advinha dessa situação.

O não aceitar o pai é como exigir de uma macieira que dê laranjas. É brigar com o que é a realidade. Este é um caminho que traz dificuldades. Sofrer é mais fácil do que resolver. Quando sofremos, nos iludimos que nós temos a razão, e por isso, outros deveriam mudar para acalmar nosso sofrimento.

Como ela não o aceitava, nem suas ações, ela brigava a vida inteira pelo pai ideal, sem olhar para o pai real. Em resumo, ela tinha dificuldade de separar o “pai” do “homem”. Isso resultou em dificuldades em relacionamentos afetivos e de sua prosperidade no trabalho.

O pai que nos impulsa para a vida.

A Mãe

A mãe é a nossa ligação com a vida, e com todos os mistérios que a rodeiam. Nossos primeiros movimentos em direção à ela representa nossa capacidade de tomar ativamente a vida, e esta simbologia marcará o resto de nossas vidas.

Através da amamentação, experimentamos nosso primeiro sucesso. Nós tomamos da mãe, de forma ativa, assim como devemos fazer em relação ao nosso processo de viver.

Por todos esses simbolismos,a forma como olhamos para nossa mãe é também um grande indicativo de como nos colocamos em nossa vida. Como diz Hellinger, “O sucesso tem a cara de nossa mãe”.

Ainda que a ela tenha sido reservado o papel tão grande de gerar a vida, nossa mãe é também uma mulher bem comum.

Nós, filhos, nos esquecemos disso com bastante facilidade, exigindo dela o comportamento de uma super heroína.

Olhar para ela, de uma forma real, com tudo que faz parte, é uma grande forma de perseverar na vida.

Nossa mãe e nosso sucesso estão no mesmo lugar.

E o ser filho?

Sabemos bem como ser filho até uns 9 ou 10 anos de idade. Depois disso, quando chega a adolescência, nossa busca por nos individualizar parece nos tirar do caminho e em algum momento, começamos a acreditar que podemos ser maiores que nossos pais.

Nesse movimento, julgamos nossos pais. Passamos a acreditar que temos melhores soluções do que as que eles nos oferecem. E também aqui nasce o deslocamento do nosso lugar na nossa família.

Esse é um dos movimentos mais vistos na Constelação: Filhos fora de seu lugar de filhos.

Nos movemos para o lugar dos parceiros ou até para o lugar dos pais dos nossos pais. Acreditamos que somos maiores. E pagamos um caro preço por isso, através de dificuldades em nossa vida.

A sugestão é: será que conseguimos cultivar novamente a sensação de sermos pequenos, em relação aos nossos pais? Olhar para eles e não sentir o impulso de concorrer, mas de apenas tê-los conosco, e a segurança que isso proporciona?

Diante de nossos pais, conseguir se um filho integral. E perceber o tanto que recebemos, e o quanto isso é bom.

Era assim que nos sentíamos quando crianças.

E esse é o nosso desafio para nosso amor maduro quanto adultos.

Bert Hellinger – Constelação Familiar

  • “O sucesso tem a cara de nossa mãe”.



Inscreva-se na Vivência Constelação Familiar – A PROSPERIDADE DE NOSSOS FILHOS. Dia 08/02/2019 – Tatuapé – SP _ Informações 11 973873144 WhastApp.

Constelação Familiar – Atuação

Uma constelação não faz o trabalho; o trabalho é feito por cada pessoa com a sua receptividade, sua atenção à si mesma, seu compromisso com sua vida a sério.
E, na realidade, não há outro trabalho além do processo que a constelação desencadeia.


Não existe nada além do processo de acompanhar a si mesmo, ter em mente os vínculos importantes e orientar-se da maneira mais sábia possível para que ninguém tenha que sofrer ou para que possa estar melhor.
Não há outra opção que se responsabilizar e fazer recair na própria força a administração de nossa vida e de nossos vínculos.
O método das constelações mostra com clareza que as dinâmicas do nosso coração e os movimentos profundos do nosso interior não dependem somente de nossa vontade nem tem sempre uma explicação racional, que por outro lado, também não me parece necessário.

O importante está nos efeitos, nos resultados, naquilo que resolve, libera e promove em cada pessoa ou casal.

Joan Garriga – O amor que faz bem


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Você tem depressão?


A pessoa deprimida é em geral aquela que não tomou um dos pais. Alguns se castigam simplesmente através do fracasso, por exemplo, na profissão ou no relacionamento, perdendo ou não conseguindo emprego, perdendo o seu parceiro ou muito dinheiro.
 
A base do desenvolvimento saudável é reverenciar os pais, respeitar aquilo que significam e tocar a vida em frente. Não importa como são os seus pais. Aquele que ousa desprezar os pais vai repetir em sua própria vida o que ele despreza. Pois é exatamente através do desprezo que ele se torna igual aos pais. (Compulsão de repetir o padrão).
 
A pessoa que respeita os pais e os toma sem reserva, toma tudo que eles têm de bom – isso fluí para dentro dela. O estranho é que aquele que toma os pais dessa forma não é afetado pelas fraquezas ou pelo destino adverso dos pais. Quando uma pessoa rejeita os pais, mais vai imitá-los. Rejeita-se o pai, por exemplo, porque é alcoólatra ou a mãe porque tem um filho ilegítimo, então a atenção se volta para a pessoa rejeitada. Nesse caso, o que os pais deram de bom não pode ser reconhecido e tomado e essa rejeição acaba afetando outras áreas da vida.
 
A pessoa não consegue tomar o que recebeu por fazer exigências que é uma forma de rejeitar os pais. Quando alguém quer impor aos pais a maneira com devem ser ou o que deveriam fazer por ele, impede a si mesmo de tomar o que é essencial.
 

Bert Hellinger – Constelação Familiar

*imagem Pixabel

Você tem um  na família que sofre com a depressão, ou  você mesmo pode estar passando por esse momento.  A constelação Familiar vem para contribuir com a cura desse sofrimento. Entre em contato e peça informações, nós retornaremos a ligação.